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  • Satisfazendo os requisitos para tornar-se missionários
    Despertai! — 1971 | 8 de maio
    • Satisfazendo os requisitos para tornar-se missionários

      “NOS últimos cinco meses de escola, puderam sentir o grandioso modo em que Jeová, o Grande Oleiro, pode moldar vasos humanos, assim como um oleiro molda o barro.” Com tais palavras T. Galfas, o primeiro de um simpósio de sete oradores, começou a falar a setenta ministros cristãos que se formavam da Escola Bíblica de Gileade da Torre de Vigia. — Isa. 64:8.

      Em adição aos formandos, perto de duas mil pessoas, amigas e parentes, reuniram-se no domingo, 13 de setembro de 1970, num salão de assembléias em Nova Iorque, para a formatura da quadragésima nona turma de Gileade. E que ocasião jubilosa e instrutiva foi essa. O dia passou rápido demais!

      Como seu nome sugere, a escola que tais formandos cursaram não visa prover educação secular geral, mas, antes, especializa-se em preparar ministros cristãos para ser missionários. Assim, o orador, um dos instrutores da escola, acrescentou: “Quando aceitaram o convite para vir à Escola de Gileade, estavam, efetivamente, dizendo a Jeová: ‘Eu quero ser moldado num tipo de vaso que possa usar para um fim especial, para o trabalho missionário.’”

      Lembrou-se aos estudantes que receberam muita “moldagem” no curso de cinco meses, e continuariam a ser “moldados” por Deus por meio de “aprendizagem, conselhos, correções e bênçãos”, como o são todos os cristãos. Mas, também, os formandos poderiam rememorar sua vida e ver que, até mesmo antes de irem a tal escola, haviam feito numerosos ajustes benéficos, muitos dos quais os ajudaram diretamente a satisfazer os requisitos para cursar esta escola bíblica.

      Requisitos Para Gileade

      Os convidados a Gileade não são jovens que desejam tornar-se ministros, mas são homens e mulheres de vinte e um a quarenta anos que já são ministros, tendo vários anos de experiência como pregadores de tempo integral. Certa estudante sueca da turma era uma moça bem jovem quando estabeleceu a Escola de Gileade como seu objetivo. Ela foi estimulada nessa direção por seu primo que se tornou missionário. Em 1962, esta moça começou a pregar por tempo integral na Suécia. Seis anos após, foi designada representante especial da Sociedade Torre de Vigia. Daí, mesmo que o trabalho missionário no exterior fosse seu alvo, ela se provava diligente trabalhadora em seu próprio país. E sabia que tal atividade especial, como disse, “tornaria mais fácil ajustar-se ao programa dum missionário no estrangeiro”. Mais de quinze anos depois de fixar o serviço missionário como alvo, sentiu-se deleitada de ser designada à Bolívia.

      A turma de formandos continha vinte e dois casais que, de acordo com a exigência de Gileade, estavam casados pelo menos por dois anos. Assim, cada equipe de marido e esposa tivera tempo de familiarizar-se com a vida de casado, bem como de decidir se desejavam ter uma família ou podiam, sem obrigações familiares, ser missionários em outro país. Depois de cerca de dois anos de vida de casado e enquanto serviam juntos como ministros especiais, a cerca de cinco mil quilômetros de suas famílias, um casal canadense fez petição para Gileade. Por volta desse tempo já sabiam que não ficariam tomados de “saudades de casa” se fossem designados a um lugar distante. Ademais, viram que sua saúde era boa, não dependendo de algum tratamento médico especializado. Sentiam-se certos de que podiam enfrentar o desafio de novo clima, diferente alimentação e um modo estranho de vida. Como ficaram radiantes de felicidade ao receberem suas designações para a República do Congo!

      Um requisito vital para o interessado no treino de Gileade é bom conhecimento prático de inglês. Na escola, a maioria dos estudantes estudam o novo idioma que usarão em sua designação. Mas, além das turmas de idioma, todas as outras aulas e discursos da escola são em inglês.

      Um dos estudantes que se formava, da Alemanha, havia, anos antes, analisado suas perspectivas de se tornar missionário. Parecia estar física e emocionalmente preparado para fazer os grandes ajustes que se fariam necessários. Estava batizado há três anos, era zeloso pregador de tempo integral e estava disposto e era capaz de ir a qualquer país a que a Sociedade Torre de Vigia o designasse. Mas, compreendia que seu conhecimento de inglês era limitado. Para melhorá-lo, ouvia cada dia a um programa noticioso radiofônico de língua inglesa. Também, começou a estudar em inglês uma das grandes ajudas bíblicas da Sociedade. O processo era lento, mas ele consultava constantemente um dicionário e progredia. Agora, fala muito bem o inglês e não teve dificuldade alguma em entender tudo referente às palestras nas aulas e aos trabalhos de casa. No curso, obteve conhecimento básico ainda de outro idioma, o espanhol, e ficou muito contente de ser designado a Honduras, para ajudar a pregação ali.

      Formatura

      Os que compareceram à formatura podiam dizer, pelo que os oradores contaram, que os instrutores demonstravam real interesse nos formandos. O secretário da escola indicou que muitas coisas ‘aconteceriam em suas designações que eles deveriam considerar como as repreensões da vida que os ajudariam já ter coração, que é até mesmo mais valioso do que o conhecimento’. (Pro. 15:31, 32) Outro instrutor destacou que deveriam continuar não só a amar o que é bom, mas também a odiar o que é ruim. (Sal. 45:7) Dois superintendentes da sede da Sociedade falaram também aos estudantes. Um instou com eles a ser “pastores a qualquer tempo”, que não abandonariam as “ovelhas” em face de dificuldades — tais como o problema de acostumar-se ao novo idioma ou a um clima diferente, novos tipos de alimento ou costumes de vida. (Eze 34:1-14) O segundo incentivou-os a não julgar as pessoas em suas designações pelas aparências exteriores — condições econômicas ou educação secular — mas procurar pessoas que tivessem bom coração, que é o que Deus procura. — 2 Cor. 10:7.

      O simpósio chegou ao clímax com os discursos do vice-presidente e do presidente da Sociedade Torre de Vigia (dos EUA). O primeiro destacou que, como se deu com o discípulo Timóteo, Deus e Jesus estarão cuidando dos missionários para ver que cumpram seus deveres e para ajudá-los. (2 Tim. 4:1) E o presidente, N. H. Knorr, comparou belamente a expansão da obra de evangelização no primeiro século E. C. com a sua expansão neste século.

      À tarde, os estudantes representaram emocionante drama bíblico. Mostrava uma família moderna em que um rapaz cujos pais eram testemunhas de Jeová demonstrava espírito languido. Embora fosse às reuniões cristãs e não se empenhasse em nenhum erro, sua vida inteira não estava envolvida em fazer a vontade de Deus. Daí, o drama voltou-se para o relato bíblico de Rute, Noemi e Boaz, e provou quão intensamente interessado estavam nos propósitos de Jeová. A mensagem do drama era clara — que é vital permitir que os propósitos de Jeová guiem a forma de vida da pessoa. Quão apropriado foi que os estudantes ajudassem a apresentar tão importante idéia, pois todos na assistência sabiam que os formandos deixaram que os propósitos de Deus guiassem sua forma de vida, conforme demonstrado por satisfazerem os requisitos para ser enviados como missionários.

  • “Não deves cometer adultério”
    Despertai! — 1971 | 8 de maio
    • “A Tua Palavra É a Verdade”

      “Não deves cometer adultério”

      O ADULTÉRIO se tornou quase um passatempo despreocupado e livre de culpa.” Essa foi uma das conclusões alcançadas por alguns dos psiquiatras que compareceram à reunião anual de 1969 da Associação Estadunidense de Psiquiatria. E não é de admirar, quando as últimas estatísticas apontam que 60 por cento dos homens casados e de 35 a 40 por cento das mulheres casadas admitem ter cometido adultério.

      Em sentido similar, o psicólogo Albert Ellis, diretor-executivo do Instituto da Vida Racional, declarou que “para se manter unido um casamento, o adultério talvez seja boa coisa”. Segundo ele, um adúltero ‘saudável’ “pode ter um caso sem destruir seu casamento ou suas relações familiares” e tal pessoa talvez bem que possa achar que “vive melhor com um caso extraconjugal do que sem um”. Certos clérigos semelhantemente defendem o adultério.

      Mas, não é isso o que a Palavra de Deus afirma. O Criador, Jeová Deus, que fez o homem e que dotou o homem de faculdades procriativas tem o direito de fornecer leis que governem tais faculdades. Em sua lei à nação de Israel, o Sétimo Mandamento reza: “Não deves cometer adultério.” E qual foi a penalidade de se violar esta lei? A morte, a pena capital. — Êxo. 20:14; Deu. 22:22.

      Que o adultério também é proibido para os cristãos é semelhantemente declarado de forma inequívoca. Disse-lhes expressamente que os adúlteros ‘não herdarão o reino de Deus’, e que “Deus julgará os fornicadores e os adúlteros”. — 1 Cor. 6:9, 10; Heb. 13:4.

      Ao passo que muitos hoje procuram desculpas para o adultério, ao assim fazer enganam a si mesmos. A regra bíblica, “o que o homem semear, isso também ceifará” não pode ser desprezada. (Gál. 6:7) Considere os possíveis resultados: Consciência culpada, doença venérea e gravidez indesejada. Nesse último caso, quem há de ser responsável de cuidar da mãe e da criação do filho ilegítimo? Irá mais além a pessoa, cometendo assassinato por praticar um aborto? E o que dizer das aflições causadas ao cônjuge inocente quando souber do adultério? Considere, também, o ciúme que talvez resulte não só em divórcio, mas também em assassinato. — Pro. 6:27-35.

      Ademais, há os castigos psicológicos. Como o psicólogo e professor universitário, Dr. L. Salzman, observou, o adultério impede a pessoa de alcançar as plenas recompensas da fidelidade no casamento. “A fidelidade não é simplesmente uma virtude, mas é também um modo de vida que pode aumentar a plenitude da forma de vida criativa.” — Time, 19 de maio de 1969.

      O mais sério de tudo é que o adultério incorre no desagrado de Deus. Que pesar sentiu o Rei Davi por ter cometido adultério com Bate-Seba! (2 Sam. 12:10-12) E, para os cristãos dedicados, há a pena de serem postos sob prova ou até mesmo serem desassociados, excomungados ou excluídos da congregação cristã. — 1 Cor. 5:13.

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