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  • Seguida pela bondade e pela benevolência
    A Sentinela — 1972 | 1.° de setembro
    • até 1950. Daí, o Supremo Tribunal decidiu que o panfleto Ódio Ardente não era sedicioso. As acusações de libelo sedicioso, inclusive as contra nós, não tiveram provimento.

      Em 1951, Howard e eu voltamos a Nova Brunswick, onde eu havia servido a maior parte dos últimos vinte anos. Meu fiel companheiro Howard morreu em 1967, depois de termos servido juntos na obra de pregação por tempo integral durante trinta e oito anos. Havia sido sempre firme, alegre e infalivelmente corajoso em face de problemas.

      A perda foi muito difícil para mim. Mas meus irmãos cristãos foram bondosos e prestimosos, e eu continuei a me ocupar no serviço de Jeová. Isto tem sido uma bênção. Jeová me consolou o coração.

      Meu cabelo já é agora branco, e aos setenta e um anos de idade meu passo é mais vagaroso. Mas quão feliz e satisfatória tem sido minha vida! Jeová coroou minha vida com benevolência, ao ter me permitido misericordiosamente a continuar na obra que amo. Nunca, por nenhum momento, lamento o proceder sábio adotado na minha mocidade. Confiante em Jeová, participo na expressão grata de Davi: “Decerto, a própria bondade e benevolência estarão no meu encalço todos os dias da minha vida.” — Sal. 23:6.

  • Existe uma grande organização celestial?
    A Sentinela — 1972 | 1.° de setembro
    • Existe uma grande organização celestial?

      MUITAS vezes ouvimos falar de anjos, de criaturas celestiais invisíveis, de pessoas espirituais. Mas, em geral, o quadro mental formado tem sido indistinto quanto ao seu objetivo e sua atividade. Às vezes são retratados por artistas religiosos como mulheres ou como criaturas infantis com asas.

      Tais concepções sobre os anjos, porém, não são de origem bíblica. Trata-se de idéias pagãs, conforme se pode provar facilmente mediante um pouco de pesquisa da antiga mitologia grega e pela observação de como retratavam seus deuses e suas deusas em vasos, murais, esculturas, e assim por diante. Os artistas medievais seguiram este modelo em retratar anjos, nos quadros religiosos da cristandade.

      No entanto, o que nos revela sobre eles o Criador dos anjos? Ele nos apresenta, não a sua aparência literal, mas uma representação simbólica. A Bíblia mostra que os anjos podem comparecer na presença de Jeová, tendo visão bastante forte para poderem contemplar a majestade e a glória de Jeová. Portanto, em harmonia com a dignidade de Jeová, estes assistentes dele são também muito brilhantes. Sem dúvida, os olhos humanos ficariam ofuscados e cegados com a vista deles. Além disso, muito mais importante para nós do que a vista literal deles é a compreensão da sua personalidade. — Mat. 28:2-4; Luc. 24:4; Dan. 10:5-7.

      O OCUPANTE DO CARRO CELESTIAL

      Num número recente de A Sentinela, consideramos a visão de Ezequiel, de um grande carro celestial, acompanhado por anjos classificados como “querubins”. Ao continuarmos a nossa consideração desta visão, poderemos compreender melhor a posição dos anjos e sua função no arranjo de Deus por primeiro examinarmos aquele que andava no carro.

      Portanto, junto com o profeta, focalizemos agora nossa atenção acima das rodas do carro, na cintilante “expansão” ou estrado semelhante a gelo. Lá no alto estava o seu ocupante. Ezequiel descreve o que viu:

      “E veio a haver uma voz acima da expansão que havia sobre a sua cabeça. (Quando paravam, abaixavam as suas asas.) E acima da expansão que havia sobre a sua cabeça havia algo da aparência de pedra de safira, a semelhança dum trono. E sobre a semelhança do trono havia nele, por cima, a semelhança de alguém com aspecto de homem terreno. E eu estava vendo algo semelhante ao brilho de electro, semelhante ao aspecto do fogo, em todo o redor, por dentro, da aparência dos seus quadris para cima; e da aparência dos seus quadris para baixo vi algo semelhante ao aspecto do fogo, e ele tinha uma claridade em todo o redor. Havia algo semelhante ao aspecto do arco que vem a haver numa massa de nuvens no dia duma chuvada. Assim era a aparência da claridade ao redor. Tinha o aspecto da semelhança da glória de Jeová.” — Eze. 1:25-28.

      Quão compreensivo e amoroso Jeová é ao se revelar desta maneira simbólica! Jeová é tanto mais poderoso do que o homem, que uma revelação literal de sua presença nos destruiria. Visto que Ezequiel era apenas humano, a figura humana era a melhor forma que ele podia reconhecer nesta manifestação divina. E o que é mais cordial do que a representação dum homem? Até mesmo as leis e as ordens, quando estruturadas na experiência humana, quando ensinadas pelo exemplo na vida humana, têm cordialidade e atrativo, e induzem-nos a estar dispostos à obedecer. A Palavra de Jeová, a Bíblia, é assim. Suas ordens vêm a nós por meio dos escritos de homens — homens que, guiados pelo espírito de Deus, se expressaram em termos humanos e que eles mesmos sentiram o bom modo de vida que resulta da obediência às ordens de Deus.

      Agora, a figura que Ezequiel viu, embora humana, estava envolvida em glória, brilhando fulgurosamente como a luminosa liga de ouro e prata, o electro, refulgindo como se fosse tratado pelo fogo dentro dum forno. Esta glória elegante estendia-se da cintura desta figura semelhante ao homem, tanto para cima como para baixo, envolvendo assim a figura inteira em glória. Tratava-se da mera representação do Deus Todo-poderoso, mas ela indicava que, na realidade, no domínio invisível, ele é indescritivelmente glorioso.

      Note o seguinte a respeito da aparência de Jeová: Não há nada horrível a respeito dele, nada monstruoso, que sugira que ele torture suas criaturas terrestres, as almas humanas, para todo o sempre num tormento consciente numa inferno de fogo. O aparecimento dum arco-íris perfeito indica calma, serenidade, lembrando a calmaria agradável e tranqüila que segue uma tempestade. Faz lembrar o primeiro arco-íris que Deus pôs no céu depois do dilúvio global, para servir de sinal celestial a Noé e a todos nós, seus descendentes, indicando que nunca mais haveria um dilúvio global. — Gên. 9:12-16.

      Portanto, embora o carro divino estivesse em missão de guerra, seu Ocupante mantinha a calma e a compostura. Nesta atitude calma, ele pode manter seus atributos de sabedoria, justiça, poder e amor em perfeito equilíbrio. Nunca pode ser acusado de não ser sábio, justo, poderoso e amoroso. Sua aparência gloriosa nunca é maculada por algo errado.

      O QUE O CARRO SIMBOLIZA

      Não devemos presumir que Jeová esteja sentado num trono literal ou ande num carro literal. Para ilustrar isso, verificamos que o salmista usa símbolos diferentes para retratar a mesma coisa:

      “Bendize a Jeová, ó minha alma. Ó Jeová, meu Deus, mostraste ser muito grande. Tu te vestiste de dignidade e de esplendor, envolvendo-te

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