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  • O que deseja dum governo?
    A Sentinela — 1973 | 15 de abril
    • O que deseja dum governo?

      QUANDO lemos as declarações de estadistas e de governantes, verificamos que eles sabem de muitas coisas de que a humanidade realmente precisa para ser feliz. Os políticos sabem o que devem prometer para obter o voto do povo. Estes fatos mostram que os líderes do mundo, em geral, não desconhecem ou se desapercebem da responsabilidade que têm como líderes do povo. No entanto, a maioria das pessoas concordará em que estas necessidades amiúde não são supridas. Seria isso esperar demais dum governo?

      Na realidade, não requer volumes de livros para se dizer quais as necessidades dos homens e das mulheres para serem felizes. Resumem-se a uns poucos essenciais simples e básicos. Por exemplo, as pessoas não esperam que o governo lhes de todas as necessidades da vida. Tampouco querem um governo que regule cada ato de sua vida. Querem ter liberdade para trabalhar numa ocupação de que gostam, com a garantia de que sempre terão trabalho para sustentar sua família. Desejam ter algum tempo de folga, para usufruir os frutos dos seus labores e para viver com sua família em paz, sem temer ser atacadas, roubadas ou molestadas. Apreciariam ter um ambiente limpo e sem poluição, e lugares limpos e amplos para recreação, onde possam usufruir as belezas da criação natural e da vida animal.

      Para homens e mulheres serem realmente felizes, precisam também estar livres. Precisam ter liberdade de pensamento, de adoração, de falar no que crêem, de se reunir e de agir conforme bem entendem, enquanto não infrinjam as liberdades e os direitos de outros.

      Não se sentiria feliz de viver num lugar onde tivesse tais liberdades e segurança? Apenas um governo bom pode assegurá-las, com a cooperação de seu povo. Quão confortável seria ter livre comunicação, viagem e associação com pessoas de outras nacionalidades ou raças, com verdadeira amizade, sem suspeitar ou temer que tramem fazer-lhe guerra!

      É nisso que está o problema. Mesmo que os governos nacionais estabelecessem segurança e paz dentro de suas fronteiras, isto não asseguraria a paz entre as nações. Esta exigiria um governo mundial.

      Há ainda outro fator essencial a felicidade, e este é a saúde das pessoas. Até recentemente, os governos não fizeram muita coisa para atacar este problema. Naturalmente, a felicidade não é completa sem que a pessoa tenha boa saúde e sem que seus amados também a tenham. E ninguém que goze de boa saúde, paz e liberdade deseja desaparecer na morte. Portanto, para haver verdadeira felicidade sem receio, teria de ser eliminado o medo da morte. Mas, que governo pode fazer isso? Que governo pode fornecer provisões materiais seguras e sustentadoras da vida, e ao mesmo tempo satisfazer as necessidades mentais e espirituais de seus súditos? Existe mesmo tal possibilidade,

      Pode algum governo trazer todas ou mesmo a maioria destas coisas desejáveis e essenciais para seu povo? Pode algum governo incutir tal amor e tal cooperação entre seu povo, para que se produzam estas condições desejáveis? Ou temos motivos para crer que se faz progresso em direção a este alvo? O que mostram os antecedentes da regência humana até o presente?

  • Os antecedentes da regência humana
    A Sentinela — 1973 | 15 de abril
    • Os antecedentes da regência humana

      TEM HAVIDO alguma forma humanamente concebível de governo que o homem não tenha experimentado? Nossos governos atuais são em grande parte o produto da “ciência política”. Esta é um estudo sério das experiências de tentativas e fracassos dos esforços humanos de governar a si mesmos, visando incorporar no governo os métodos mais bem sucedidos.

      Concordemente, devíamos ter governos — pelo menos alguns governos — que satisfizessem as necessidades do povo e que provessem o que o povo deseja dum governo. Será que existem? O que mostram os antecedentes hodiernos da regência humana?

      APELO A FAVOR DUM GOVERNO MUNDIAL

      O Times de Nova Iorque, de domingo, 21 de maio de 1972, publicou uma declaração de página inteira, feita por um grupo de bem conhecidos cidadãos de trinta e dois países, que a assinaram “Primeiros Cidadãos Planetários”. Intitulada “MANIFESTO HUMANO”, esta declaração era uma indicação dos esforços da regência do homem, até o presente, de produzir as coisas mais desejadas. Fazia as seguintes asserções fortes:

      “A vida humana está em perigo em nosso planeta.

      “Está em perigo por causa duma guerra que poderia pulverizar o habitat do homem.

      “Está em perigo por causa dos preparativos de guerra, que destroem ou diminuem as perspectivas duma existência decente.

      “Está em perigo por se negarem os direitos humanos.

      “Está em perigo porque o ar está sendo poluído, e a água e o solo estão sendo envenenados.

      “Está em perigo por causa do aumento descontrolado da população.”

      A que conclusão chegou, então, esta

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