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  • g73 22/2 pp. 8-12
  • O problema das mães solteiras

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  • O problema das mães solteiras
  • Despertai! — 1973
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  • Quão Grande É o Problema.
  • As Razões
  • Que Soluções São Oferecidas?
  • Lidar com Mães Solteiras
  • A Solução
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Despertai! — 1973
g73 22/2 pp. 8-12

O problema das mães solteiras

PARA um casal, o nascimento de um filho desejado representa uma ocasião feliz em sua vida. Quão alegres e orgulhosos ficam de ter o filho que desejam!

Mas, para crescentes números de pessoas, especialmente mulheres, o nascimento de um bebê é uma profunda tragédia. Típica de tais mulheres é a seguinte, cuja estória da vida real não é mais incomum:

“Eu e meu namorado freqüentávamos juntos a escola e minha avó, que me criava, gostava muito dele. Ela permitia que ele me visitasse, e conseguíamos ficar a sós bastantes vezes. Eu tinha cerca de 20 anos quando nos tornamos íntimos.

“De início, sentia medo e relutava, mas meu namorado me incentivava, assegurando-me que não permitiria que nada acontecesse. E nada aconteceu por certo tempo. Mas, então, certo dia, compreendi que estava grávida, e o medo e o desespero se tornaram meus companheiros constantes depois disso.

“Quando tive certeza de estar grávida, tive de contar isso a vovó. Jamais esquecerei sua reação às novidades. Ela me olhou de forma penetrante e gritou, como se seu coração se estivesse partindo. Dali em diante, fiquei cada vez mais cônscia de quanto a ferira e como minhas ações agora influiriam na sua vida, bem como na minha.

“Visto que morávamos numa cidadezinha, aquilo que eu fiz logo se tornou mexerico público. Vovó continuou a cuidar de mim, mas ficou fria e dificilmente trocávamos uma palavra bondosa, depois disso. Toda vez que eu olhava para os olhos dela, eu via aquele olhar ferido.

“Logo que minha gravidez se tornou óbvia aos outros, eu vim a saber o que eram o verdadeiro desespero e a vergonha. Sempre que saía, via dedos apontando para mim, e havia risadinhas nas minhas costas. Depois de algum tempo, eu só saía quando isso era absolutamente necessário.

“Por volta desse tempo, todas as minhas amigas, sem exceção alguma, deixaram de falar comigo. Além disso, eu e meu namorado não nos vimos mais depois de eu ficar grávida, visto que não estávamos em condições financeiras de nos casar e ambos estávamos confusos quanto ao que sentíamos um pelo outro agora. Assim, fiquei cada vez mais só.

‘Mas, foi quando comecei a sentir as dores de parto que o pleno significado do que eu fizera subitamente me envolveu. Não tinha ninguém em quem me apoiar, que se condoesse de mim, ninguém para me segurar a mão e me confortar. Não tinha marido para me assegurar de seu amor neste tempo crucial. Não tinha nada, senão a minha dor, como companhia. Não consigo lembrar-me de uma época mais miserável em toda a minha vida.

“Como me arrependi do que tinha feito! Mas, não havia jeito de voltar atrás. Era algo com que eu tinha de viver agora para o resto de minha vida. Também compreendi então que, embora sejam precisas duas pessoas para fazer um bebê, é a mulher que sofre mais. Tornei-me mais sábia, mas já era tarde demais.”

Tais expressões refletem a ansiedade e a vergonha que muitas mulheres sentem quando se acham grávidas sem os benefícios do casamento.

Quão Grande É o Problema.

Os filhos ilegítimos constituem um dos mais graves e prementes problemas sociais de nossos tempos. Apenas no estado de Nova Iorque, EUA, quadruplicou desde 1946 o número de filhos ilegítimos. Em um ano recente, 20 por cento de todos os nascimentos eram de filhos ilegítimos, e 34 por cento deles eram de mães adolescentes. Muitas outras áreas em todos os EUA estão logo atrás.

Alguns peritos governamentais predizem que, em 1980, o número de bebês indesejados que nascerão nos EUA atingirão 400.000 por ano. E isso, naturalmente, não inclui os bebês mortos pelos abortos!

Na Inglaterra, o número de mães com menos de dezesseis anos aumentou 200 por cento na última década. Na Suécia, quase um quinto de todos os bebês agora nascem fora do casamento. Vários outros países relatam similares aumentos.

As Razões

Uma das razões fornecidas para o aumento de filhos ilegítimos é o colapso moral da sociedade. Isto lançou uma ‘revolução sexual’, especialmente para as mulheres. Ao passo que muitos homens há muito tempo achavam que podiam ser promíscuos antes mesmo de se casarem, esperava-se que as mulheres preservassem sua virgindade até então.

Mas, agora, tudo mudou! Cada vez mais mulheres, especialmente as mais jovens, fornicam. Isto resultou num aumento fenomenal, epidêmico [alguns o chamam de “pandêmico”, isto é, universal] da doença venérea. Num país após outro, admitidamente se acha “fora de controle”. Um subproduto disto é a enorme safra de bebês indesejados.

Outra razão para tal onda sísmica de doença e de gravidezes indesejadas é a pouca idade em que muitos pais permitem que seus filhos comecem a namorar. Nas gerações prévias, só se permitia o namoro quando os jovens estavam prontos para as responsabilidades do casamento. E, em muitos países, o namoro era vigiado de perto e com acompanhante.

Atualmente, contudo, a muitos jovens se permite que namorem sem acompanhante em sua adolescência. Quando a sós, amiúde fazem coisas que estimulam seu anseio de ter relações. O resultado final são as dificuldades. Típicos são os comentários de certa jovem:

“Eu não pretendia chegar às últimas, honestamente que não. Pensei que conseguiria controlar-me, mas, uma vez que começamos a nos beijar e abraçar, não quis mais parar. Daí, antes que eu me desse conta, nós tivemos . . . Agora estou grávida. Oh, o que devo fazer?”

Similarmente, outra adolescente conta a seguinte estória sobre ficar grávida:

“Tudo começou bastante inocentemente. De início, nós nos víamos quando outros estavam presentes. Mas, logo achamos razões e oportunidades de ficarmos a sós. Às vezes eu matava aula para estar com ele e, outras vezes, mentia a minha mãe sobre onde é que eu ia.

“Não demorou muito para que começássemos a brincar com a imoralidade. Assim, cerca de quatro meses depois de começarmos a namorar tornamo-nos íntimos. Eu me sentia mal depois disso, e decidi que isto tinha de acabar. Mas eu gostava dele e ele de mim, e logo voltávamos de novo a ficar juntos.

“Dentro de uma ou duas semanas, espero dar à luz. Se minha estória puder ajudar até mesmo uma jovem confusa e atemorizada como eu mesma, vale a pena contá-la. Sei que há muitos jovens que acham que, embora estejam namorando e não estejam preparados para o casamento, não farão nada de errado. Pensam que podem arriscar-se a beijar e abraçar e não se tornarão íntimos. Eu também pensava assim. Mas, agora sei que as coisas não funcionam desse modo. Uma coisa leva a outra.”

Assim, ficando a sós e sem acompanhante, não avaliando como seus corpos funcionam, tantos jovens se metem em dificuldades. Com efeito, os sociólogos afirmam que os jovens são totalmente ignorantes do resultado inevitável a que leva o brincar com a imoralidade sexual. Alguns não estão nem sequer cônscios de que a jovem pode ficar grávida na primeira vez em que tiver relações sexuais.

Que Soluções São Oferecidas?

O que se pode fazer a fim de impedir a agonia proveniente de ser mãe solteira? Como se pode evitar a gravidez? Qual é a solução?

Alguns jovens declaram que, se tivessem obtido mais educação sexual, a gravidez indesejada não teria acontecido. Mas, agora, a educação sexual é parte do currículo das escolas em muitos países. Todavia, isto não segurou a onda de doença venérea ou de gravidezes indesejadas.

Métodos anticoncepcionais também fazem parte da educação sexual. Vários instrumentos são usados para tentar alcançar este fim. Há anticoncepcionais destinados a serem usados pelo homem; e as mulheres dispõem do diafragma, de aparelhos intra-uterinos, e de pílulas anticoncepcionais. Também é usada a esterilização do homem e da mulher, mas em geral não é usada em pessoas mais jovens.

Todavia, apesar de toda esta suposta educação e informações sobre regulação da natalidade, as mulheres solteiras continuam a ficar grávidas em números cada vez maiores. Muitas delas estão agora fazendo abortos. Vários países liberalizaram suas leis contra o aborto e crescentes números de mulheres agora consideram que é a única forma de se livrarem de uma criança indesejada. Calcula-se que os abortos agora ponham fim a um milhão de gravidezes por ano apenas nos Estados Unidos.

Os abortos representam a perda de vidas inocentes, não por acidente, mas pela ação deliberada e premeditada. E essa, incidentalmente, é a definição de “assassinato”. Mas, resolve isto o problema dos filhos ilegítimos? Elimina a causa básica? Dificilmente. Ocorre justamente o contrário. O acesso mais fácil que as mulheres têm agora ao aborto permite que tenham mais liberdade de ter relações sexuais com a idéia de que, ‘se algo acontecer, há sempre o aborto para salvar a situação’. Nota-se até mesmo nas clínicas de aborto que há ‘reincidentes’ que já tiveram mais de um aborto.

A Igreja Católica Romana há muito se opõe aos abortos. A Arquidiocese de Nova Iorque estabeleceu até mesmo um programa especial conhecido como “Birthright” (Direito de Nascer) a fim de fornecer uma “alternativa positiva” ao aborto. Fornece conselhos às mulheres grávidas a fim de ajudá-las a ter seus bebês ou entregá-los para serem adotados. Mas, isto não é nada novo. Ela faz o que as instituições de caridade católicas e outras têm feito por décadas.

Em segundo lugar, trata o aborto como o grande mal, e não a fornicação e o adultério, que criam tal problema. Não haveria filhos ilegítimos nem qualquer necessidade da maioria dos abortos se as relações sexuais não fossem praticadas fora do casamento. Assim, se tal problema há de ser solucionado, a causa básica tem de ser atacada, e o aborto não é a causa. É meramente uma forma insatisfatória de lidar com o problema.

Lidar com Mães Solteiras

Apesar da educação sexual, das esterilizações, de anticoncepcionais, e dos abortos, grande número de bebês nascem de mães solteiras. Na maioria dos países, há programas locais ou federais destinados a ajudá-las.

A mãe solteira que tem sua família para apoiá-la é bem feliz. Mas, outras não têm. Para estas talvez haja maternidades e outras agências para ajudá-las durante e após a gravidez. Em tais instituições financiadas de forma local ou federal, a mãe é ajudada fisicamente, e aconselhada a fim de conseguir transpor esta fase trágica de sua vida. Amiúde, ela também é ajudada a aprender um ofício que possa ser usado no futuro como meio de sustento para ela mesma e seu filho. Mas, se ela não tiver meios de sustentar-se, então faz-se disponível algum dinheiro dos “fundos públicos”, dinheiro que, em última análise, vem do bolso dos contribuintes.

Apesar de tal ajuda, se não se tiver o devido cuidado para reabilitar tal mãe, é possível que ocorra outra gravidez. Conforme certa mãe declarou: “Quando se está grávida, realmente se crê que jamais permitirá que um homem lhe toque de novo. Mas, uma vez que seu bebê nasça, volta a ser mulher de novo, com os mesmos temores, as mesmas frustrações, e a necessidade de ser amada. E, antes que se dê conta, talvez esteja no mesmo lugar onde começou.”

Outra forma em que os governos lidam com as mães solteiras e seus filhos é tentar remover o estigma da ilegitimidade. Anteriormente, a mãe solteira enfrentava a tarefa quase que impossível de continuar vivendo como antes. Ela se tornava o alvo de vitupérios, a certidão de nascimento de seu filho mencionando como “ilegítimo” ou “natural” e ambos estavam condenados e sujeitos ao ostracismo. Mas, a legislação recente e as reformas sociais em muitos países melhoraram grandemente sua situação e a do seu filho.

Na Áustria, uma nova lei remove qualquer discriminação contra a ilegitimidade. Tais crianças agora gozam de mais direitos do que nunca antes. Na Noruega, a mãe solteira agora recebe cuidados gratuitos sob um programa de seguro de saúde. Na Dinamarca, cuidam-se delas em Maternidades. Em muitos países europeus, os filhos ilegítimos gozam dos mesmos direitos legais e de herança que os filhos legítimos. E, na U. R. S. S., não há distinção legal ou social entre os dois. Na Suécia, a criança nascida fora do casamento obtém um tutor do bem-estar da criança, que protege os direitos da criança, além de os da mãe. E a mãe solteira na Suécia tem o direito de se chamar “Sra.”

A Solução

No entanto, nada do acima realmente atinge o âmago do problema. A doença venérea, os filhos ilegítimos e a angústia continuam a aumentar, à medida que cada vez mais mulheres solteiras ficam grávidas.

Mas, há uma solução. E não é apenas teórica. É uma que dá certo. Que solução é esta?

Envolve viver segundo as normas morais de Deus, conforme delineadas em Sua Palavra, a Santa Bíblia. Tais normas mostram que a solução completa para o problema das mães solteiras não é cometer fornicação. As relações sexuais devem ser reservadas à única situação em que são corretas à vista de Deus — nos vínculos do matrimônio.

“É impossível viver assim”, muitos dirão. Mas, não é, não. Grandes números de pessoas, centenas de milhares realmente, já estão se pautando por esta norma. Em mais de 200 terras, as testemunhas cristãs de Jeová são prova viva de que as pessoas podem harmonizar suas vidas com as leis de Deus.

As verdades da Bíblia podem transformar e realmente transformam as vidas até mesmo de pessoas que eram promíscuas no passado. Note a seguinte experiência de uma mulher:

“Minha infância foi basicamente infeliz e desprovida de qualquer verdadeiro amor e afeto. Meus pais trabalhavam fora, ambos, e eu e meus três irmãos ficávamos entregues a nós mesmos depois das aulas e o dia todo nos meses de verão. É desnecessário dizer que amiúde nos metíamos em dificuldades.

“Eu tinha oito anos quando comecei a beijar e abraçar os meninos, e, quando tinha dez anos, já fazia brincadeiras sexuais. Tinha cerca de 18 anos quando tive relações sexuais pela primeira vez. Parece estranho agora, quando me recordo disso, mas, com freqüência eu chorava depois de tais intimidades, porque, de alguma forma, eu sabia que aquilo que eu fazia era errado.

“Tive meu primeiro filho com 19 anos e meu segundo menos de dois anos depois, de dois homens diferentes. Eu fiquei com meus filhos, visto que achava que era minha a culpa de eles estarem vivos e me cabia ficar com eles e criá-los. Não queria que meus filhos tivessem a mesma vida que eu tive, todavia, não conhecia nenhum jeito de mudar esse padrão.

“Amiúde orava a Deus, pedindo sua ajuda. Certo dia, ela veio. Vi um senhor de meia-idade na rua com uma Bíblia nas mãos. Embora não soubesse que ele era uma das testemunhas de Jeová, aproximei-me dele e lhe fiz algumas perguntas. Diziam respeito ao casamento e o que a Bíblia tinha a dizer sobre ele, visto que eu agora estava noiva. Ele passou mais de uma hora respondendo às minhas perguntas, e foram feitos arranjos para que ele trouxesse uma Testemunha mulher à minha casa para um estudo bíblico.

“O conhecimento da Bíblia me fez saber que havia algo melhor do que a vida que eu conhecia. E também desejei ter a felicidade que a Testemunha irradiava quando falava sobre a Bíblia. Telefonei para meu noivo e o informei de que eu iria viver segundo as normas bíblicas. Depois disso, cada vez que eu me sentia tentada a ter intimidades com meu noivo, os ensinos da Bíblia vinham à minha mente e eu recusava isso. Nem é preciso dizer que ele não ficou nada feliz com minha nova moral e logo terminamos nosso relacionamento, para meu grande alívio! Eu estava agora livre e pronta para seguir meu novo proceder na vida!

“Apliquei-me em aprender mais sobre as normas de Jeová Deus e isso provocou grande mudança em mim. Comecei a me associar com aqueles que viviam segundo estas elevadas normas morais, e que alegria era tê-los por perto! Eis aqui pessoas que levavam vidas limpas e de boa moral, pessoas cuja existência diária não se centralizava no sexo. E o que me surpreendia era que até rapazes e moças solteiras se sentiam felizes e contentes.

“Todos demonstravam interesse genuíno em mim e nos meus filhos. Contribuíam alimento e roupa, quando necessário, bem como ajuda financeira. Quando comecei a falar com outros as coisas que eu aprendera, por me empenhar no ministério junto com as testemunhas de Jeová, tomavam conta das crianças para mim. Faziam tudo que podiam para me ajudar a criar verdadeiro amor a Jeová.

“Era também maravilhoso descobrir que Jeová me perdoara o meu passado e me provia muitas ajudas para me auxiliar a manter-me limpa: Sua Palavra, a Bíblia, que delineava o proceder a seguir; sua organização limpa; e a associação de irmãos cristãos que eram orientados a fim de encorajar uns aos outros na vereda da vida.

“Com o tempo, eu encontrei o homem que iria tornar-se meu marido. Ele era uma recém-batizada testemunha de Jeová. Quão feliz eu me achava! Agora tinha encontrado um rapaz que não só se esforçava de desenvolver o amor piedoso, mas que também se preocupava comigo e com meus filhos. Casamo-nos dois anos depois de eu me batizar.

“Agora, depois de servir a Jeová e de viver segundo suas normas justas por quatro anos, e com mais de dois anos de casada, posso honestamente afirmar que minha vida realmente começou quando encontrei aquela Testemunha na rua.

“Viver segundo princípios piedosos também melhorou minhas relações com meus filhos. Embora eu os amasse antes, costumava bater neles com severidade, descarregando neles a minha culpa e vergonha. Agora, fazemos juntos as coisas como família. Comemos, brincamos, assistimos às reuniões e estudamos a Bíblia juntos. Quão grata sou a Jeová de que encontrei uma forma de vida que gera o amor, a paz, a segurança, dentro dos arranjos maritais, onde o amor é o alicerce para os filhos crescerem e amadurecerem.

“Quão verídicas as palavras de Jesus, quando ele disse: ‘A verdade vos libertará.’”

Esta experiência sublinha a força e o poder da Palavra de Deus nas vidas das pessoas. E que alegria será quando, no futuro, toda a “terra há de encher-se do conhecimento de Jeová assim como as águas cobrem o próprio mar”. — Isa. 11:9.

Na nova ordem de Deus, depois de ele trazer em breve o atual sistema perverso a seu fim, não haverá mais doença venérea, nem filhos ilegítimos, nem gravidezes indesejadas, nem abortos para acabar com estas. Não haverá necessidade dos vários serviços para cuidar de mães solteiras e de seus bebês. Ora, não haverá mais jovens que se tornarão mães solteiras, nem haverá mais bebês indesejados a nascer. Então, a ilegitimidade e suas horríveis conseqüências serão, para sempre, uma coisa do passado!

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