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  • Seguindo a paz
    A Sentinela — 1960 | 15 de maio
    • pela perseverança na obra que é boa; no entanto, para os que são contenciosos e que desobedecem à verdade, mas obedecem à injustiça, haverá ira e furor, tribulação e aflição, na alma de todo homem que obra o que é nocivo, . . . mas, glória, e honra, e paz, para todo aquele que obra o que é bom.” — Rom. 2:6-10, NM.

      21. Em resposta a que pergunta inspirada deseja cada um de nós identificar-se? Concordemente, o que buscaremos e seguiremos?

      21 A pergunta divinamente inspirada: “Quem é o homem que tem prazer na vida, que ama bastantes dias para ver o que é bom?” podemos agora, cada um, responder: “Sou eu”? Se pudermos responder assim, então procuremos achar a paz e segui-la do modo de Jeová Deus.

  • O pensamento negativo tem força
    A Sentinela — 1960 | 15 de maio
    • O pensamento negativo tem força

      Escrevendo no Christian Century de 5 de janeiro de 1955, Simeon Stylites procurou moderar o entusiasmo a favor do pensamento positivo, dizendo que, quando “é identificado como estímulo psicológico dirigido à própria pessoa, excluem-se as melhores coisas da vida e o verdadeiro desenvolvimento da mente e do coração”. Em vez de sempre demonstrar superconfiança, seria melhor deixar entrar um pouco de modéstia e de humildade, embora tal exibição de autodepreciação possa ser considerada como pensamento negativo. O escritor conclui a sua coluna com as seguintes palavas: “A força do pensamento negativo é bela e profundamente ilustrada nas palavras do Filho Pródigo dirigidas a seu pai: ‘Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho.’ Este é o ponto mais negativo a que se pode chegar. E tal percepção de si próprio e consciência do fracasso é o portal para a força. A humildade é o primeiro passo na aprendizagem. Tal sentimento é muito diferente da espécie de ‘pensamento positivo’ a que tantos aspiram hoje penosamente, da espécie que diz: ‘Olhem, rapazes! Eu vou ser alguma coisa na vida.’ Esta disposição pode ser o princípio dum grande e retumbante sucesso. Mas não é a porta que leva à vida que é realmente Vida.”

  • Apresentando a razão com “profundo respeito”?
    A Sentinela — 1960 | 15 de maio
    • Apresentando a razão com “profundo respeito”?

      O apóstolo Pedro aconselha os ministros cristãos: “Santificai Cristo como Senhor em vossos corações, sempre preparados para fazer uma defesa perante todo aquele que vos exigir a razão da esperança que há em vós, fazendo-o, porém, com temperamento manso e profundo respeito.” (1 Ped. 3:15, NM) Se o principal evangelista norte-americano aceita ou não o conselho de Pedro, de dar testemunho com “profundo respeito”, pode ser verificado pela seguinte citação dum discurso do Sr. Graham: “Daniel foi o primeiro ministro dum dos mais poderosos países do mundo, e era amigão de seu chefe, o Rei dos Medos e dos Persas. Alguns sujeitos ciumentos estavam decididos a se vingar dele, por isso assestaram seus binóculos sobre ele enquanto orava com as venezianas abertas. Foram ao rei para dar com a língua nos dentes. O Rei falou com os seus advogados: ‘Rapazes, vejam se me encontram alguma falha na lei para que eu possa tirar meu amigo Daniel desta enrascada.’ Eles simplesmente não acharam nenhuma saída, de modo que o Rei teve de mandar Daniel para os leões. A primeira coisa que este fez foi dar um pontapé num leão magricela, para afastá-lo, e disse: ‘Sai daí, leão, eu quero um leão bem gordinho, de barriga macia, para servir de travesseiro, para que eu possa tirar uma boa soneca.”’ — Daily News de Nova Iorque, 13 de junho de 1954.

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