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  • Uma ressurreição de vida e outra de julgamento
    A Sentinela — 1979 | 1.° de março
    • teriam igualmente tal ressurreição, visto que também teriam de começar por serem vivificados na terra. Portanto, a palavra “vida”, como usada em João 5:29, significa perfeição de vida, conforme alcançada por alguns no fim do reinado de Cristo, por persistirem em fazer boas coisas, em obediência a seu reino e sua judicatura.

      11. Na expressão “uma ressurreição de julgamento”, a que se refere a palavra “julgamento”?

      11 De maneira similar, “julgamento” representa o que resulta para os outros, quer durante, quer no fim do milenar “dia de juízo”. Em João 5:29, “julgamento” significa o contrário da “vida”. Portanto, refere-se a julgamento condenatório, à sentença à destruição eterna daqueles que praticam coisas ruins. Esta será a destruição da alma e do corpo na Geena. — Mat. 10:28.

      12. Assim, pois, a que dois possíveis finais pode levar ser a pessoa ressuscitada sob o reino de Cristo?

      12 De modo que há dois possíveis finais aos quais a ressurreição da pessoa sob o reino de Cristo pode levar, quer a vida humana perfeita, quer o julgamento que resulta na perda de toda a vida O texto de João 5:29 é convenientemente vertido por Uma Tradução Americana, que reza: “sairão para ressurreição e vida, e ressurreição e julgamento”.

      13, 14. (a) O que é que Jesus ouve antes de ele e seus juízes adjuntos proferirem sentença? (b) Por que não há margem para apelação de tal sentença proferida por Cristo durante o milênio?

      13 Durante o milênio, a judicatura de Jesus Cristo e de seus juízes adjuntos será justa para toda a humanidade. Jesus disse: “Assim como ouço, eu julgo.” — João 5:30.

      14 Aquilo que Jesus ouve do Juiz Supremo, Jeová Deus, ele incorpora no seu próprio julgamento. Ele se enquadra na descrição profética dele como juiz, que seu Pai celestial inspirou Isaías a escrever no Isa capítulo 11, versículos um a cinco. No Tribunal, os 144.000 juízes associados imitarão a Jesus Cristo. Desta maneira, executarão realmente o julgamento de Jeová, porque o Filho dele, Jesus Cristo, sempre procurará fazer a vontade de seu Pai, não a sua própria. Por isso, não poderá haver apelação da sentença proferida por Jesus Cristo, para uma corte superior. No fim dos 1.000 anos de sua judicatura, portanto, ele poderá entregar o Reino ao Juiz Supremo, livre de todas as acusações de conduta ilegal no cargo. (1 Cor. 15:24-28) A partir de então, Jeová Deus cuidará do assunto duma prova final e determinante para todos os homens que lhe forem entregues pelo seu Filho. — Rev. 20:7-15.

      A “GRANDE MULTIDÃO” E A RESSURREIÇÃO

      15. Ao dar ordem solene a Timóteo, por Cristo Jesus, que está destinado a julgar os vivos e os mortos, a quem se referia Paulo com a expressão “os mortos”?

      15 O dia do juízo, que se aproxima, é algo que toda a humanidade precisa levar em conta. (Atos 17:30, 31) Em pleno reconhecimento disso, o apóstolo Paulo escreveu ao seu antigo companheiro missionário, Timóteo: “Eu te mando solenemente, perante Deus e Cristo Jesus, que está destinado a julgar os vivos e os mortos.” (2 Tim. 4:1) Com “os mortos”, Paulo referiu-se aos “que estão nos túmulos memoriais” e aos na ‘sepultura aquosa’. Mas, quem são os que Paulo chamou de “os vivos”?

      16. Especialmente quem são “os vivos”?

      16 Estes, na terra, serão os sobreviventes da “grande tribulação”, e da prisão de Satanás, o Diabo, e seus demônios. Portanto, ainda estarão vivos, na terra, quando começar o reino milenar de Cristo sobre o seu domínio terrestre. Aqueles que então se tornarem seus súditos, com a esperança de terem vida eterna num paraíso terrestre, são os a quem isso se refere especialmente. Alguns do restante ungido dos prospectivos co-herdeiros de Cristo também terão sobrevivido, mas, resta ver se vão começar a julgar na terra antes de serem transferidos para o reino celestial. (1 Tes. 4:15-17; 2 Ped. 3:11-14) Todavia, uma “grande multidão” de “outras ovelhas” de Cristo sobreviverá à “grande tribulação”, junto com o restante dos israelitas espirituais, e entrará viva no milênio. Revelação 7:9-17 prova que isto é verdade.

      17. Como sabemos se a terra há de ficar despovoada ou não, no fim derradeiro deste sistema de coisas?

      17 Tudo isso se conjuga para confirmar que nosso planeta Terra não será totalmente despovoado, no fim derradeiro deste sistema de coisas. Assim, a “grande multidão” das “outras ovelhas” de Cristo constituirá os “vivos” com os quais começará o dia milenar de julgamento.

      18. O que será maravilhoso a respeito desta “grande multidão” de sobreviventes da “tribulação”, e por que motivo?

      18 O maravilhoso a respeito desta “grande multidão” de sobreviventes da “tribulação” é que nunca passarão por uma ressurreição. Nunca tendo morrido e sofrido a decomposição do corpo humano, não precisarão de que o Rei Jesus Cristo os chame para fora dos túmulos memoriais. Em vista da maneira em que trataram os do restante ungido dos irmãos espirituais de Cristo no passado, esses semelhantes a ovelhas terão sido colocados ao lado direito de favor do Rei, e a eles se dirá no início de Seu reinado milenar: “Vinde, vós os que tendes sido abençoados por meu Pai, herdai o reino preparado para vós desde a fundação do mundo.” Deste modo, serão introduzidos no caminho para obter a vida humana perfeita, na terra paradísica. (Mat. 25:31-46; João 10:16) Terão o grande privilégio de estar presentes quando o reinante “Filho do homem”, Jesus Cristo, começar a chamar os que estiverem nos túmulos memoriais numa ressurreição que lhes concederá a oportunidade de obter a vida eterna na terra.

  • “Eu o hei de ressuscitar no último dia”
    A Sentinela — 1979 | 1.° de março
    • “Eu o hei de ressuscitar no último dia”

      1. A que classe de pessoas, hoje vivas, não se aplicam as palavras de Jesus: “Eu o hei de ressuscitar no último dia”?

      ESTAS palavras notáveis foram proferidas por Jesus, em João 6:54. Não podiam aplicar-se à “grande multidão” viva, que sobrevive à “grande tribulação” que se aproxima. (Rev. 7:9-17) Pois, então, em quem estava Jesus pensando, quando disse essas palavras, há dezenove séculos?

      2. A quem proferiu Jesus estas palavras a respeito da ressurreição, e perto de que festividade dos judeus que envolvia a ele?

      2 Os versículos bíblicos conexos a João 6:54 mostram que Jesus não estava dirigindo essas palavras apenas a judeus como tais, mas também a muitos de seus discípulos israelitas, inclusive seus 12 apóstolos. Aproximava-se então a Páscoa deles, “a festividade dos judeus”, do ano 32 E.C. (João 6:4) Em preparação para esta festividade, os judeus costumavam matar o cordeiro pascoal no templo, em Jerusalém, e os sacerdotes costumavam apanhar o sangue em bacias e lançá-lo contra a base do altar. (Veja a Cyclopœdia de M’Clintock e Strong, Volume 7, debaixo de “Páscoa”, p. 738, coluna 1, parágrafo 4, linhas 1-34; também, O Templo — Seu Ministério e Seus Serviços Como Eram no Tempo de Jesus Cristo, de Alfred Edersheim, 1874 E.C., pp. 190, 191, na edição em inglês.) Jesus pretendia assistir a esta festividade, para comemorar a primeira Páscoa celebrada no Egito, lá em 1513 A.E.C. Ele mesmo, de fato, era o antitípico Cordeiro pascoal, “o Cordeiro de Deus”. — João 1:29, 36.

      3. Por que foram os judeus atrás de Jesus, após o seu milagre do dia anterior, e que justificativa lhe apresentaram para isso?

      3 Os judeus, inclusive os discípulos dele, o haviam visto realizar um milagre notável no dia anterior à sua relatada palestra com eles, em Cafarnaum. Ele havia multiplicado cinco pães e dois peixes, para alimentar

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