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  • Pensa só em si mesmo — ou é abnegado?
    A Sentinela — 1979 | 1.° de fevereiro
    • assim como eram os dias de Noé, assim será a presença do Filho do homem. Porque assim como eles eram naqueles dias antes do dilúvio, comendo e bebendo, os homens casando-se e as mulheres sendo dadas em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e não fizeram caso, até que veio o dilúvio e os varreu a todos, assim será a presença do Filho do homem.” Foi por isso que Jesus também acautelou: “Por esta razão, vós também mostrai-vos prontos, porque o Filho do homem vem numa hora em que não pensais.” — Mat. 24:37-39, 44.

      16. Como se expressaram Paulo e Pedro sobre a repentinidade do fim deste sistema?

      16 O apóstolo Paulo também fez observação sobre a repentinidade com que este sistema chegaria ao seu fim; para a maioria, de modo inesperado. Ele disse: “Pois vós mesmos sabeis muito bem que o dia de Jeová vem exatamente como ladrão, de noite. Quando estiverem dizendo: ‘Paz e segurança!’ então lhes há de sobrevir instantaneamente a repentina destruição.” (1 Tes. 5:2, 3) Também o apóstolo Pedro falou sobre o fato de que “o dia de Jeová virá como ladrão”, de modo inesperado, para os que não estiverem espiritualmente despertos. (2 Ped. 3:10) Foi por isso que Paulo aconselhou: “Não estejamos dormindo assim como fazem os demais, mas fiquemos despertos e mantenhamos os nossos sentidos.” — 1 Tes. 5:6.

      17. Por que não devemos achar que Jeová adiou seu dia de ira?

      17 O dia da ira de Jeová, contra a iniqüidade, virá exatamente assim como ele programou. Não se demorará nem por um instante. Portanto, nenhum daqueles que amam a Jeová devia jamais adotar a idéia ou um modo de vida que sugerisse descrença no propósito de Jeová, de livrar esta terra da iniqüidade e de estabelecer uma nova ordem justa. Se alguém adotasse tal atitude negativa, seria muito semelhante aos descritos em 2 Pedro 3:3, 4: “Nos últimos dias virão ridicularizadores com os seus escárnios, procedendo segundo os seus próprios desejos e dizendo: ‘Onde está essa prometida presença dele? Ora, desde o dia em que os nossos antepassados adormeceram na morte, todas as coisas estão continuando exatamente como desde o princípio da criação.’”

      18. (a) Que evidência temos de que os nossos dias são deveras bem diferentes do “princípio da criação”? (b) Por que devem nossos esforços principais ser no sentido de fazermos a vontade de Jeová?

      18 De fato, os processos originais da vida têm continuado até agora. Todavia, neste século, toda a evidência dos “últimos dias” está presente, em plena medida. A maioria das maiores calamidades da história ficaram concentradas neste século. E agora, o homem tem a capacidade de destruir toda a vida na terra. Toda a evidência em cumprimento da profecia bíblica certamente mostra que este mundo está avançando implacavelmente para o seu fim. E quando este vier, significará um período de dificuldades sem precedentes para a humanidade. Jesus chamou isso de “grande tribulação, tal como nunca ocorreu desde o princípio do mundo até agora, não, nem tampouco ocorrerá de novo”. (Mat. 24:21) Durante este período, serão demolidos todos os sistemas políticos, econômicos e de religião falsa, deste mundo. De modo que todo o tempo, esforço e gasto que se despenderam com a sustentação desses sistemas terão sido em vão. Os cristãos, certamente, não desejarão aplicar seus esforços principais nas coisas que não durarão. Sua principal lealdade e sacrifícios devem ser aplicados ao que é eterno. “O mundo está passando, e assim também o seu desejo, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.” — 1 João 2:17.

      19. Que necessidade de se fazerem sacrifícios haverá durante a “grande tribulação”, e quem os fará com mais probabilidade?

      19 Durante a vindoura “grande tribulação”, sem dúvida, haverá muitas oportunidades para os servos de Jeová demonstrarem um espírito abnegado. Terão de ajudar concristãos, de muitas maneiras, inclusive nas de compartilhar com eles as necessidades materiais. (Heb. 13:16) Em vista dos grandes transtornos que então haverá nos sistemas político, social e econômico, os servos de Deus poderão até mesmo perder algumas ou todas as suas posses. Por isso, aqueles que, no tempo atual, colocarem os interesses de Jeová em primeiro lugar na sua vida, e que já tiverem um espírito abnegado, provavelmente acharão mais fácil fazer naquele tempo os sacrifícios necessários.

      20. Quão séria é a questão da abnegação?

      20 Não podemos escapar do fato de que a pergunta: “Pensa só em si mesmo — ou é abnegado?” é uma questão de vida ou morte, do ponto de vista de Jeová. Se amarmos a vida e quisermos levar a vida perfeita na nova ordem de Deus, então teremos de ter um espírito abnegado, para servir a Jeová agora de modo aceitável.

  • Cultive o espírito de abnegação
    A Sentinela — 1979 | 1.° de fevereiro
    • Cultive o espírito de abnegação

      “Eu vos suplico, irmãos, pelas compaixões de Deus, que apresenteis os vossos corpos como sacrifício vivo, santo e aceitável a Deus, um serviço sagrado com a vossa faculdade de raciocínio.” — Rom. 12:1.

      1. Por que é Jeová digno de fazermos sacrifícios para ele?

      PARA que alguém queira fazer sacrifícios, o motivo de tais sacrifícios precisa ser digno e tido em alta estima Jeová Deus, em todos os sentidos, certamente vale qualquer sacrifício que possamos fazer para ele. Ele é o Criador do espantoso e magnífico universo, e é a fonte de todas as coisas vivas. Ele e também o Criador duma nova ordem de justiça, que solucionará todos os problemas da humanidade. A Bíblia diz, apropriadamente: “Digno és, Jeová, sim, nosso Deus, de receber a glória, e a honra, e o poder, porque criaste todas as coisas e porque elas existiram e foram criadas por tua vontade.” (Rev. 4:11) Visto que Jeová é tão digno, somos exortados a ‘apresentar nosso corpo como sacrifício vivo’ a ele. — Rom. 12:1.

      2. O que está incluído na palavra “sacrifício”? (Leia Hebreus 13:15, 16.)

      2 O que é que está envolvido em se ser um sacrifício vivo a Jeová? Uma definição da palavra “sacrifício” é “renunciar a algo valioso ou desejável a favor de algo considerado como tendo primazia em reivindicá-lo”. Um significado adicional de “sacrifício” é o de “oferta de vida a uma deidade”. Visto que Jeová não requer de nós que sejamos literalmente mortos num altar, a oferta de nossa vida seria na forma de serviço prestado a ele. Quando o apóstolo Pedro falou sobre a vindoura destruição deste sistema, ele exortou os cristãos a serem pessoas que se distinguissem “em atos santos de conduta e em ações de devoção piedosa”. (2 Ped. 3:11) De modo que o sacrifício aceitável a Deus envolve atos positivos, bem como o abandono de práticas que Jeová desaprova ou que estorvariam nosso serviço prestado a ele.

      3. Aprova Jeová todos os sacrifícios que envolvem a adoração?

      3 Significa o proceder abnegado que Deus requer que as pessoas se tornem fanáticas, fazendo coisas desarrazoadas? Por exemplo, alguns se arrastam sobre joelhos ensangüentados, por longas distâncias, até uns santuários, pensando que Deus se agrada de tais sacrifícios. Outros talvez adotem

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