BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Astrólogos
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • ao seu povo a adoração de “semelhança alguma do que há nos céus em cima”. (Êxo. 20:3, 4) A astrologia, em todas as formas, era proscrita. — Deut. 18:10-12.

  • Atalia
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • ATALIA

      [possivelmente, Iah(u) é grande, exaltado]. Rainha de Judá, filha do Rei Acabe, de Israel, e de sua esposa, Jezabel, sendo neta de Onri. (2 Reis 8:18, 26) Era irmã do Rei Jeorão, de Israel, e irmã, ou meia-irmã, dos outros 70 filhos de Acabe, a todos os quais Jeú mandou matar. ( 2 Reis 3:1, 2; 10:1-9) Atalia foi dada em um casamento de conveniência política a Jeorão, o filho mais velho de Jeosafá, de Judá. (2 Reis 8:27; 2 Crô. 18:1) Era mãe de Acazias, que com o tempo se tornou rei de Judá.

      Atalia, como sua mãe Jezabel, instigava Jeorão, marido dela, a fazer o que era mau aos olhos de Jeová durante seu reinado de oito anos. (1 Reis 21:25; 2 Crô. 21:4-6) E Atalia, como sua mãe, derramou brutalmente o sangue dos inocentes. Quando morreu Acazias, seu iníquo filho, depois de reinar apenas um ano, ela matou todos os outros abrangidos na linhagem real, exceto o menininho Jeoás, que tinha sido escondido pelo sumo sacerdote e sua esposa, tia de Jeoás. Depois disso, Atalia instalou-se como rainha, por 6 anos, 904-898 A.E.C. (2 Crô. 22:11, 12) Os filhos dela roubaram do templo de Jeová as coisas sagradas e as ofereceram a Baal. — 2 Crô. 24:7.

      Quando Jeoás atingiu os sete anos, Jeoiada, o sumo sacerdote temente a Deus, tirou o garotinho dum lugar secreto e o coroou como legítimo herdeiro do trono. Ouvindo o tumulto, Atalia correu para o templo e, ao ver o que estava acontecendo, bradou: “Conspiração! Conspiração!” O sumo sacerdote Jeoiada ordenou que fosse retirada do local do templo a fim de ser executada na porta dos cavalos do palácio; ela foi, talvez, a última pessoa da casa abominável de Acabe. (2 Reis 11:1-20; 2 Crô. 22:1 a 23:21) Quão veraz resultou ser: “Nada da palavra de Jeová, que Jeová falou contra a casa de Acabe, cairá sem cumprimento por terra”! — 2 Reis 10:10, 11.

  • Atália
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • ATÁLIA

      No fim da primeira viagem missionária de Paulo, ele embarcou na cidade portuária de Atália, na costa da Panfília, na Ásia Menor, dirigindo-se para Antioquia, da Síria, cerca de 480 km de distância. — Atos 14:24-26.

      Atália, a moderna Antaliá, foi fundada por Átalo II, rei de Pérgamo (159-138 A.E.C.), no estuário do rio Cataractes. Tornou-se o porto principal da província da Panfília, servindo de escoadouro para a rica região interiorana do SO da Frígia, e sendo o ponto natural de embarque da região central da Ásia Menor para a Síria e o Egito. Servindo originalmente como porto da cidade vizinha de Perga, que dista alguns km por terra, Atália tinha ultrapassado aquela cidade em importância, nos tempos apostólicos.

  • Atenas
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • ATENAS

      [provavelmente assim chamada em honra à deusa mítica grega Atena, que correspondia à Minerva romana].

      A capital moderna da Grécia e sua cidade mais destacada nos tempos antigos. Localiza-se perto do extremo S da planície de Ática, cerca de 7 km do mar Egeu, sendo servida pelo porto marítimo vizinho de Pireu, com o qual estava ligada nos tempos pré-cristãos por meio de longas muralhas quase paralelas. Sua localização geográfica muito contribuiu para sua grandeza na História. Os montes que cercavam a cidade forneciam uma defesa natural, e os passos montanhosos estavam suficientemente distantes para evitar a possibilidade de um ataque terrestre de surpresa. Estava também distante do mar o bastante para ficar segura duma armada invasora, todavia, suas três baías naturais, na vizinha Pireu, eram facilmente acessíveis a partir da cidade.

      CENTRO CULTURAL E RELIGIOSO

      Embora Atenas gozasse de certa fama militar como a capital dum pequeno império e forte potência naval no quinto século A.E.C., distinguia-se primariamente como o centro da erudição, da literatura e da arte gregas. Tornou-se uma cidade universitária, repleta de professores, oradores e filósofos, sendo o lar de famosos filósofos, tais como Sócrates, Platão e Aristóteles. Estabeleceram-se ali quatro escolas filosóficas, a platônica, a peripatética, a epicurista e a estóica (Atos 17:18), e estas eram cursadas por estudantes de todo o império, nos tempos romanos.

      Atenas também era uma cidade muito religiosa, provocando o comentário do apóstolo Paulo de que os atenienses ‘pareciam mais dados ao temor das deidades do que os outros’. (Atos 17:22) Com efeito, segundo o escritor grego Hesíodo, do oitavo século A.E.C., os gregos antigos possuíam mais de 30.000 deidades. A religião era controlada pelo Estado e este a incentivava por pagar os sacrifícios públicos, os ritos e as procissões em honra aos deuses. Podiam-se encontrar ídolos nos templos, nas praças públicas e nas ruas, e as pessoas oravam regularmente aos deuses antes de empenhar-se em suas festas ou “simpósios” intelectuais, em suas assembléias políticas e em suas competições atléticas. A fim de não ofender a quaisquer dos deuses, os atenienses até mesmo construíram altares “A um Deus Desconhecido”, fato a que Paulo se refere em Atos 17:23. Pausânias, geógrafo do segundo século, confirma isto, explicando que, enquanto estava viajando pela estrada, do porto da baía de Falero até Atenas (talvez percorrida por Paulo em sua chegada), notou “altares dos deuses chamados Desconhecidos, e de heróis”.

      ORIGENS HISTÓRICAS

      A origem da cidade está envolta em incerteza, embora a arqueologia indique que já tinha sido habitada desde tempos bem primitivos. Com o tempo, Atenas tornou-se o centro do primeiro estado a experimentar uma forma democrática de governo. Deve-se notar, contudo, que era uma democracia apenas para os cidadãos livres do país, visto que grande parte da população era constituída de escravos.

      Ao iniciar-se o quinto século A.E.C., os atenienses entraram em conflito com a potência mundial então dominante, por juntar-se aos jônicos numa revolta contra a Pérsia. Isto fez o rei persa, Dario (Histaspes), organizar uma campanha contra a Grécia, resultando em sua derrota em Maratona, em 490 A.E.C., principalmente pelos atenienses. Em 480 A.E.C., Atenas teve de ser evacuada e abandonada diante do rei persa Xerxes, mas uma vitória naval ateniense em Salamina logo o obrigou a retirar suas tropas.

      DO PERÍODO IMPERIAL ATÉ O CONTROLE POR ROMA

      Seguiu-se um período de grande prosperidade, em resultado destas vitórias, tempo durante o qual Atenas tornou-se a capital dum pequeno império, controlando a maior parte das zonas costeiras ao redor do mar Egeu e estendendo seu comércio e sua influência desde a Itália e a Sicília, a O, até Chipre e a Síria, a E. Sob a liderança capaz de Péricles, a cidade tomou-se o líder cultural do mundo antigo, alcançando brilhantes consecuções na literatura e na arte. Foi nessa época, também, que muitos prédios públicos e templos lindos foram erguidos, inclusive o Partenon (o templo de Atena), e o Erecteion, cujas ruínas ainda podem ser vistas no alto da Acrópole, na Atenas moderna. O Partenon era considerado o principal monumento arquitetônico da antiga religião pagã e era ornamentado por uma estátua de mais de 9 m de altura, de ouro e marfim, de Atena.

      Esta beleza material, contudo, não produziu verdadeiro soerguimento espiritual para os atenienses, pois os deuses e as deusas honrados por ela eram, eles próprios, representados na mitologia grega como praticando todo ato imoral e criminoso conhecido dos humanos. Assim, nos dias de Paulo, o filósofo grego Apolônio criticava os atenienses por suas danças orgíacas na festa de Dioniso (Baco) e seu entusiasmo pelo derramamento de sangue humano nas disputas de gladiadores.

      O Império Ateniense dissolveu-se depois de sua derrota pelos espartanos, nas guerras do Peloponeso, no fim do quinto século A.E.C., mas seus conquistadores demonstraram consideração pela cidade, por causa de sua cultura, e não a destruíram por completo. Até mesmo quando os reis macedônios, Filipe e Alexandre, controlaram a cidade, durante o quarto século A.E.C., trataram-na com favor e permitiram que continuasse como lar da democracia e da filosofia. Foi conquistada pelos romanos em 86 A.E.C., e despojada de seus negócios e comércio e, assim, já no tempo em que Jesus e os cristãos primitivos surgiram no cenário palestino, a importância de Atenas residia mormente em suas universidades e escolas filosóficas. Sua fama como cidade universitária sobrepujava a de suas duas principais rivais, Tarso e Alexandria. Muitos dos homens destacados de Roma viajavam até Atenas para estudar em suas escolas, e a cidade gozava de virtual autonomia.

      ATIVIDADES DE PAULO EM ATENAS

      Foi nesta condição que o apóstolo Paulo encontrou a cidade, por volta de 50 E.C., quando a visitou em sua segunda viagem missionária. Ele deixara Silas e Timóteo em Beréia, com instruções para virem logo que possível. (Atos 17:13-15) Enquanto os esperava, ficou irritado diante dos muitos deuses falsos da cidade e, assim, começou a arrazoar com o povo, tanto na sinagoga judaica como na feira (ou praça do mercado). (Atos 17:16, 17) Em anos recentes, este mercado ou ágora ao norte da Acrópole tem sido escavado plenamente pela Escola Americana de Estudos Clássicos. A ágora não era evidentemente apenas um local de se fazerem transações comerciais, mas era também um local de se debater e dirigir assuntos cívicos. A atitude inquiridora dos atenienses, descrita no relato em Atos 17:18-21, reflete-se na crítica de Demóstenes a respeito de seus compatriotas atenienses pelo seu amor a se movimentar continuamente no mercado, indagando: “Quais são as novidades?”

      Enquanto estava no mercado, Paulo se viu acercado de filósofos estóicos e epicureus e foi considerado suspeitosamente como sendo “publicador de deidades estrangeiras”. (Atos 17:18) Este era um assunto sério sob a lei romana, que estabelecia que ‘nenhuma pessoa deve ter deuses separados, ou novos; nem deve particularmente adorar quaisquer deuses estranhos, a menos que sejam publicamente permitidos’. Paulo provavelmente conhecia tal lei, tendo, talvez, encontrado dificuldades com ela na cidade romanizada de Filipos. (Atos 16:19-24) Ele foi conduzido ao Areópago, mas quer isto significasse a colina daquele nome quer o tribunal conhecido como Areópago, não pode ser declarado de forma definitiva. Alguns afirmam que, nos dias de Paulo, o próprio tribunal não mais se reunia na colina, e sim na ágora.

      O eloqüente testemunho de Paulo perante estes homens ilustrados de Atenas é uma lição de tato e discernimento. Mostrou que, ao invés de uma nova deidade, pregava sobre o próprio Criador do céu e da terra, que não habita em templos construídos pelo homem, e, com jeito, fez referência ao “Deus Desconhecido”, cujo altar vira, e até mesmo citou das obras de Arato, poeta cilício, e do Hino a Zeus, de Cleanto. (Atos 17:22-31) Embora a maioria zombasse dele, alguns atenienses, inclusive Dionisio, juiz do Areópago, e certa mulher chamada Dâmaris, tornaram-se crentes. (Atos 17:32-34) O relato não declara se uma congregação cristã foi formada ou não em Atenas nessa época.

      HISTÓRIA POSTERIOR

      Atenas continuou a gozar de fama como centro cultural muito depois dos dias de Paulo. O imperador Adriano deu toques finais no prédio do maciço templo de Zeus, conhecido como o Olimpieio, em 129 E.C., tarefa iniciada por Pisístrato no sexto século A.E.C. e reconstruído por Antíoco IV entre 174 e 164 A.E.C. Este templo, com 97 m de comprimento e 40 m de largura, era o maior da Grécia e um dos maiores do mundo. Suas ruínas ainda podem ser vistas a SE da Acrópole. Adriano também iniciou a construção dum aqueduto, ainda utilizado em Atenas, atualmente.

      Em 529 E.C., contudo, o imperador Justiniano proibiu o estudo e o ensino de filosofia em Atenas e, assim, pôs fim à glória da antiga cidade. Depois disso, mergulhou na insignificância como cidade provincial durante o período bizantino, quando o Partenon e o Erecteion foram convertidos em igrejas da cristandade. Seguiram-se mais de 250 anos de regência latina, após o que os turcos muçulmanos a controlaram durante 375 anos. O Partenon foi então transformado numa mesquita. Quando a última fortaleza turca foi capturada pelos gregos, em 1833, Atenas foi escolhida como a capital do recém-formado reino da Grécia. Desde então, de simples povoado de menos de 5.000 habitantes, em 1834, Atenas se desenvolveu rapidamente numa cidade próspera e moderna, de quase 2.500.000 habitantes, com uma área metropolitana com mais de 3.600.000 habitantes.

      [Foto na página 168]

      A Atenas moderna, vendo-se o Partenon, na Acrópole, e, mais adiante, a colina conhecida como Licabeto.

  • Atitudes E Gestos
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • ATITUDES E GESTOS

      As Escrituras estão repletas de referências a formas de posturas e de gestos, bastando as descrições contidas na Bíblia para mostrar que eram bem similares às que hoje são costumeiras no Oriente Médio. As pessoas orientais exteriorizam consideravelmente mais seus sentimentos, e são muito menos inibidas em expressá-los do que muitos dos ocidentais. Quer acompanhados de palavras, quer sem palavras, as atitudes e os gestos tinham considerável vigor e significado.

      ORAÇÃO, RESPEITO E HUMILDADE

      Ficar em pé. Entre os hebreus e muitas das outras nações mencionadas na Biblia não havia nenhuma forma fixa de postura para a oração. Todas as atitudes adotadas eram altamente respeitosas. Ficar em pé era uma postura comum. Jesus falou sobre esta posição para a oração. (Mar. 11:25) Pelo visto, Jesus estava em pé, logo depois de ser batizado, e orando, quando o céu se abriu e desceu sobre ele o espirito santo na forma corpórea duma pomba, ouvindo-se a voz do próprio Deus falando desde os céus. — Luc. 3:21, 22.

      Ajoelhar-se. As atitudes e posturas dos orientais em expressar respeito uns aos outros, e especialmente ao fazerem uma petição a alguém superior, eram muito parecidas às atitudes adotadas na oração. Encontramos exemplos de alguém se ajoelhar perante outros em súplica. Não se tratava de adorar a pessoa superior, mas era o reconhecimento da posição ou do cargo dela, com profundo respeito. — Mat. 17:14; Mar. 1:40; 10:17; 2 Reis 1:13.

      Estender os braços. Tanto ao ficar em pé como ao ajoelhar-se, as palmas das mãos às vezes eram estendidas para o céu, ou as mãos eram erguidas e estendidas para a frente, como em súplica. (1 Reis 8:22; 2 Crô. 6:13; Nee. 8:6) Às vezes erguia-se o rosto (Jó 22:26), ou podia-se erguer os olhos para o céu. — Mat. 14:19; Mar. 7:34; João 17:1.

      Sentar-se. Sentar-se era outra postura adotada na oração, sendo que o suplicante evidentemente se ajoelhava e depois se sentava nos calcanhares. (1 Crô. 17:16) Nesta posição, ele podia curvar a cabeça ou encostá-la no peito. Ou, assim como fez Elias, podia agachar-se na terra e pôr o rosto entre os joelhos. — 1 Reis 18:42.

      Curvar-se. Os judeus, onde quer que se encontrassem,

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar