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Testemunhas de Jeová — “conhecidas” de novo na GréciaDespertai! — 1976 | 22 de maio
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suas expectativas de que a lei “dará uma solução correta”, acrescentando: “Em caso contrário, veremos o que se pode fazer. Como os Srs. compreendem, não se trata apenas de revogar uma circular anterior, mas é um assunto legal em suspenso perante o Supremo Tribunal de Justiça.”
“Conhecidas” Legalmente de Novo
As audiências foram muito boas. O Relator do processo no Tribunal, Sr. M. S. Muzurakis, fez excelente apresentação do assunto inteiro relativo às Testemunhas de Jeová. Então sugeriu a anulação da ordem da administração anterior. Paradoxalmente, um dos procuradores gerais do governo concordou, ao passo que outro tentou debilmente defender a anterior circular que negava reconhecimento legal às Testemunhas. Qual foi o resultado?
Em 3 de julho de 1975, o Ministro Presidente do Supremo Tribunal do Estado anunciou a decisão favorável em ambos os processos. Mostrando concordar com isso, o Ministro do Interior expediu uma nova circular a todas as municipalidades e comunidades do país, e aos Consulados gregos no exterior. Ordenava o registro dos casamentos entre as Testemunhas de Jeová e de quaisquer filhos deles resultantes.
Quão agradável foi isso para as Testemunhas de Jeová na Grécia! Uma vez removidos os graves obstáculos legais, podem mais uma vez concentrar suas plenas energias em partilhar com seus vizinhos a mais importante de todas as mensagens — as boas novas do reino estabelecido de Deus. — Mat. 24:14.
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A terra dos fiordes do PacíficoDespertai! — 1976 | 22 de maio
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A terra dos fiordes do Pacífico
Do correspondente de Despertai! na Nova Zelândia
“A OITAVA maravilha do mundo!” foi a descrição do poeta Rudyard Kipling sobre a majestade do Estreito de Milford. Embora este não fosse um sentimento original, Kipling, todavia, expressou o modo em que muitos se sentiram sobre sua primeira visita a este canto remoto da Ilha do Sul da Nova Zelândia, a décima segunda maior ilha do mundo.
O Parque Nacional da Terra dos Fiordes é um canto isolado do sudoeste do país, beirando o imprevisível Mar da Tasmânia, que separa a Nova Zelândia da Austrália por cerca de 1.900 quilômetros. Do norte ao sul, este parque se estende ao longo da costa por apenas cerca de 260 quilômetros, porém, mais de uma dúzia de fiordes o entrecortam, dando-lhe quase 1.600 quilômetros de orla marítima. Abrangendo 1,3 milhões de hectares (cerca de 13.000 quilômetros quadrados), o parque é um dos maiores do mundo.
O único modo de alcançar a maioria dos fiordes ainda é de barco ou por hidroavião.
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