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  • Pica-pau — maravilhosamente modelado para perfurar
    Despertai! — 1977 | 22 de setembro
    • fornecer o apoio necessário ao pica-pau.

      A língua é ainda outra modalidade digna de nota do pica-pau. Está ligada ao hióide, órgão formado de tecido ósseo e elástico que se situa ao redor do crânio. Certos músculos puxam as alças do hióide e, desta forma, empurram a língua para fora do bico por considerável distância. No caso do pica-pau verde, ou peto-verde, a língua pode estender-se para fora do bico até 10 centímetros. Movendo-se rapidamente para dentro e para fora do bico, a língua estendida, coberta por grossa camada de muco viscoso, pode pegar insetos e larvas escondidos em intrincadas passagens. Em muitas variedades de pica-paus, a ponta da língua é córnea e dotada de pêlos rijos, ou vilosa. Com tais pêlos rijos, espetam prontamente as larvas. Há também pica-paus com línguas em forma de colher, que terminam num amplo grupo de pêlos, exatamente o formato ideal para coletar formigas e térmites.

      Como é que o pica-pau determina se um ‘prato’ está escondido embaixo da casca duma árvore? Comumente, atribui-se isto à sua aguda audição. Depois de perfurar e então pausar por um instante, a ave consegue detectar se quaisquer insetos foram perturbados. Também, as galerias formadas pelos insetos sem dúvida produzem um som diferente às batidas do pica-pau.

      Na verdade, o pica-pau é maravilhosamente modelado! A estrutura interna de sua cabeça pode fornecer, ao homem, a inspiração para melhores instrumentos de proteção à cabeça no futuro. Para o pica-pau, porém, seu excelente equipamento é essencial à vida.

  • Outra espécie de “vítima de guerra”
    Despertai! — 1977 | 22 de setembro
    • Outra espécie de “vítima de guerra”

      ● Neste século, as guerras ceifaram horrível tributo de vidas humanas. Na Segunda Guerra Mundial, especialmente, não só morreram milhões de homens uniformizados, mas também grandes massas de civis nas zonas de guerra, graças, especialmente, ao “bombardeio de saturação” de cidades, empregado por ambos os lados. Há, naturalmente, as vítimas que todas as guerras produzem: as viúvas e os órfãos que restam, quando são mortos os seus maridos e pais.

      No entanto, há ainda outro tipo de vítima de guerra, um que dificilmente recebe qualquer atenção. Trata-se das mulheres que estavam noivas, prontas a se casar, mas cujos noivos morreram antes de se dar o casamento. Nenhum estado lhes mostra consideração alguma, tal como as pensões que as viúvas recebem. Mas, elas, em muitos casos, têm de viver a vida inteira sem o marido que gostariam de ter. E, usualmente, como solteiras, têm de pagar, proporcionalmente, maiores impostos de rendas.

      Também, por causa dos muitos homens que morrem na guerra, outros milhões de mulheres jamais conseguem casar-se. Há muitos poucos homens para que todas as mulheres elegíveis consigam um marido. Por exemplo, na segunda guerra mundial, cerca de três milhões de soldados alemães foram mortos. Na União Soviética, foram mortos cerca de sete e meio milhões de homens. Assim, depois da guerra, tornou-se impossível que muitos milhões de mulheres nesses países encontrassem cônjuges, devido à escassez de homens. A aflição dessas mulheres não pode ser pensada com frases que são usadas com freqüência para descrevê-las, tais como, “mulheres de sobra”, como se isto fosse algo natural. Essa “sobra” foi muito desnatural, criada pela matança em massa dos homens elegíveis.

      Este enorme problema não pode ser solucionado pelo homem. Trata-se de mais um dos muitos e muitos problemas que somente Deus pode equacionar e que equacionará em sua nova ordem.

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