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  • Bom êxito — só por confiar em Jeová
    A Sentinela — 1978 | 1.° de agosto
    • midianitas. (Juí. 7:19-22; 8:10) Jefté golpeou 20 cidades dos amonitas opressores. (Juí. 11:32, 33) Sansão carregou com os enormes portões da cidade filistéia de Gaza, levando-os após alguns quilômetros até o alto dum morro e largando-os ali. Matou mil destes duros inimigos de Israel em uma só batalha, todo sozinho. Por fim, matou mais na sua morte do que em vida, quando derrubou o grande templo do deus filisteu Dagom, enquanto os filisteus ofereciam seus sacrifícios idólatras e exultavam com a sua captura do homem forte de Deus. Três mil morreram. — Juí. 15:14, 15; 16:1-3, 28-30.

      O trabalho de Sansão foi muitíssimo importante, porque ele ‘tomou a dianteira’ e começou a libertar Israel da mão dos filisteus, numa época em que até mesmo a tribo principal de Judá tremia e se acovardava diante deles (Juí. 13:5; 15:9-13) Este esmagamento dos filisteus foi levado mais avante debaixo do profeta Samuel, e o Rei Davi finalmente os subjugou totalmente.

      Alguns talvez se perguntem por que uma mulher, Débora, se tornou juíza da nação. Seu lugar de julgamento era debaixo duma palmeira, onde o povo se chegava a ela, para que pudesse julgar os seus problemas e casos segundo a lei mosaica. Ela era também profetisa. Nunca liderou o exército de Israel em batalha, mas ela incentivou e fortaleceu Baraque, homem de Naftali, a tomar a dianteira na luta contra o Rei Jabim, de Hazor, que oprimia Israel por 20 anos. E estava disposta a acompanhar Baraque no ataque. (Juí. 4:4-9) O fato de se usar uma mulher, desta maneira, parece indicar a condição espiritual baixa em que Israel havia caído naquele tempo. Parece que não havia homem na parte setentrional de Israel que tivesse forte fé e o destaque para tomar a dianteira. Mas o espírito de Deus que veio sobre Baraque, junto com a garantia que Débora lhe deu, sendo ela profetisa inspirada, impeliu-o a ajuntar um exército de 10.000 homens e conseguir uma notável vitória. — Juí. 4:10.

      VITÓRIA SÓ POR MEIO DA ADORAÇÃO PURA

      Os últimos cinco capítulos de Juízes não estão em ordem cronológica. Na realidade, estes capítulos são um apêndice ao livro de Juízes. Os capítulos 17 e 18 registram o começo da adoração idólatra pouco depois da morte de Josué, e o pecado e a injustiça relacionados com ele, desde o começo. Os últimos três capítulos retratam quão profundamente arraigada havia ficado a corrução produzida pela influência dos cananeus, naquele primitivo período. E isto nos ajuda a ver por que Deus ordenou o extermínio dos povos cananeus.

      Todavia, esta narrativa posterior, que descreve a guerra travada contra Benjamim, pelas outras tribos, por causa da extrema degradação moral de Benjamim, também ilustra de que modo Israel, como um todo, se havia mantido afastado de tal corrução. As tribos mostravam grande zelo pelo que era direito. Mas, evidentemente, estribavam se em si mesmas, e sua ação não foi primariamente motivada pelo interesse de eliminar o vitupério sobre o nome de Jeová. Aqui, como em todas as narrativa sobre os juízes, se enfatiza do seguinte modo a absoluta necessidade de se confiar inteiramente em Jeová: Mesmo no seu zelo a favor da adoração pura, as 11 tribos “parecem ter-se estribado no seu próprio poder, nas primeiras duas tentativas de punir Benjamim. Foram derrotadas nestas batalhas, perdendo 40.000 homens. O Sumo Sacerdote Finéias encontrava-se com a Arca sagrada, trazida de Silo a Betel, onde o exército estava acampado. Mas, depois das duas derrotas, eles jejuaram e ofereceram holocaustos e ofertas de participação em comum, reconhecendo assim a necessidade de Jeová travar a batalha por eles. Só então Jeová entregou-lhes os benjamitas. — Juí. 20:20-29.

      A leitura do livro de Juízes fortalece a fé. É poderoso testemunho da santidade de Jeová Deus e da insistência na adoração pura, bem como de sua grande misericórdia para com todos os que o invocam em sinceridade e verdade. O livro inspira confiança nos seus leitores, de que podem sair-se vitoriosos por ‘rolarem seus trabalhos sobre ele’. Por meio de seu designado líder e Grande Juiz, Jesus Cristo, haverá libertação para os que depositam sua confiança em Jeová, não importa quão grandes os obstáculos. — Pro. 16:3; Rom. 8:35-39.

  • Base para uma vida objetiva
    A Sentinela — 1978 | 1.° de agosto
    • Base para uma vida objetiva

      “Vede que sorte de amor o Pai nos tem dado, para que fôssemos chamados filhos de Deus.” — 1 João 3:1.

      1-3. Que fatores interferem no usufruto da vida? (Ecl. 1:15; 2:18-21; 4:1-3; 9:11, 12)

      TODA pessoa normal gostaria de fazer algo valioso na sua vida. Muitos, porém, queixam-se de que o sistema em que vivemos oferece pouco incentivo para se ter um objetivo real.

      2 Tais pessoas salientam que alguém pode começar com um objetivo, passar anos em conseguir instruir-se no campo que escolheu, só para depois descobrir que não consegue emprego. Muitos universitários se vêem obrigados a aceitar trabalho comum para ganhar seu sustento.

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