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O mundo comercial tem motivo de prantearA Sentinela — 1967 | 1.° de novembro
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polícia em tomar resoluta ação contra seus companheiros religiosos fanáticos. . . .
21. Como é que Babilônia, a Grande, tem feito tráfico em “almas humanas”?
21 Todos estamos a par de que os clérigos, especialmente os da cristandade, oraram a favor dos lutadores de ambos os lados durante a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, ajudando a insuflar os ódios. Escreveu um oficial britânico na Primeira Guerra Mundial: “As igrejas cristãs são os melhores fomentadores da ânsia de ver sangue que temos, e fizemos delas livre uso.” (A Brass Hat in No Man’s Land) Os líderes da política do mundo sabem que estes homens que pretendem ser a favor da paz, não só deixaram de impedir estas guerras, mas também as santificaram. Eis aqui o tráfico de Babilônia em “almas humanas”, vidas. — Rev. 18:13.
COMO SITUAR-NOS ENTRE OS ALEGRES
22. (a) Será que devemos encarar com medo a destruição da religião falsa, por causa da situação econômica que isso causará? (b) Que exame de nossa situação pessoal podemos fazer agora, de modo a alcançar a felicidade muito maior?
22 Será que devemos encarar a destruição de Babilônia, a Grande, que deve ocorrer sem falta, sem alarme por causa da perda comercial e a crise econômica que talvez cause? Não, antes, é preciso agir com presteza, livrando-nos da culpa de sangue junto com Babilônia, a Grande, por nos voltarmos para Jeová Deus, dedicando-nos a ele e simbolizando tal dedicação pelo batismo em água tão prontamente quanto pudermos, destarte fazendo uma solicitação a Deus a favor de uma boa consciência. (1 Ped. 3:21) Daí, sendo servos dedicados de Deus, ternos de ser mui cuidadosos de não nos envolvermos num emprego de Babilônia, a Grande, nem no apoio financeiro dela, e temos de rejeitar qualquer participação em seus empreendimentos religiosos e em qualquer tráfico com seus objetos religiosos. Mesmo se perdermos dinheiro ou tivermos de mudar de ocupação a fim de ganharmos nossa subsistência agora, é muito melhor situar-nos entre os que estão completamente livres dela. Será uma felicidade muito maior, de sentir-se alegre devido à queda de Babilônia, por estarmos do lado de Jeová, com a vida eterna em vista, do que gozar breve tempo de prazer junto com Babilônia, e ser um pranteador por causa da perda de coisas materiais e, o que é muito mais sério, a perda da vida. — Luc. 9:25; Rev. 18:4.
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Não comiam sangue algumA Sentinela — 1967 | 1.° de novembro
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Não comiam sangue algum
• Minúcio Félix, escritor latino do terceiro século de nossa Era Comum, escreveu um diálogo intitulado “Octavius”. Nele, procurou refutar as acusações lançadas contra os cristãos professos dos seus dias. Certa história que circulava era a de que bebiam sangue, sendo “a sua iniciação feita pela matança e pelo sangue de um infante”. Depois de delinear as práticas pagãs que mostravam crassa desconsideração pela vida e pela santidade do sangue, Minúcio Félix mostrou que os que abraçavam o Cristianismo naquele tempo respeitavam a lei de Deus sobre o sangue. Escreveu: “Eles [os pagãos] também não são diferentes dos que devoram os animais selvagens da arena, sujos e manchados de sangue, ou engordados com os membros ou as entranhas dos homens. A nós não é lícito quer ver ou ouvir falar dum homicídio; e evitamos tanto o sangue humano que não usamos o sangue nem mesmo dos animais comestíveis em nossa comida.” (The Octavius of Minucius Felix, Cap. XXX, conforme publicado em The Ante-Nicene Fathers, Volume IV, páginas 191, 192) É digno de nota que até mesmo no terceiro século E. C., aqueles que afirmavam seguir a Cristo tinham atitude bíblica para com o sangue, e que não era diferente da dos verdadeiros cristãos atualmente. — Gên. 9:3, 4; Atos 15:28, 29; 21:25.
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