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  • Para onde a religião conduz quanto à moral?
    Despertai! — 1972 | 8 de outubro
    • outras pessoas, ao invés de serem fiéis um ao outro?

      Se responder “Não” a tais perguntas, então seu modo de pensar sobre este assunto não está muito longe do modo de pensar de Deus. Sua Palavra tem muito que dizer sobre tal assunto. E é claro como cristal, não deixando margem a qualquer dúvida. Também, visto que “toda a Escritura é inspirada por Deus”, quando qualquer escritor bíblico comenta sobre a moral sexual, é Deus quem fala a verdade a nós. — 2 Tim. 3:16, 17.

      O que diz a Palavra de Deus sobre a fornicação, o adultério e o homossexualismo? Apenas algumas das muitas declarações bíblicas são: “Fugi da fornicação” (1 Cor. 6:18); “Deus julgará os fornicadores e os adúlteros” (Heb. 13:4); “Nem fornicadores, . . . nem adúlteros, nem homens mantidos para propósitos desnaturais, nem homens que se deitam com homens . . . herdarão o reino de Deus.” (1 Cor. 6:9, 10) As Bíblias católicas chamam o homossexualismo de “torpeza”, “desregramento”, “procedimento indigno” e “iniqüidade”. (PIB; So; CBC; Herder) Ademais, o aviso específico de Deus é: “Os que praticam tais coisas merecem a morte.” — Rom. 1:26-32.

      Há algo de obscuro quanto a isso? Como poderiam os clérigos desconhecer qual é a verdade? Apenas se não se preocuparem com isso. Mas, a Bíblia acautela: “Não sejais desencaminhados.” (1 Cor. 6:9) Assim, não permita que os líderes religiosos hipócritas que permitem, desculpam ou incentivam a imoralidade sirvam de guia para o leitor.96

      Saiba com certeza que as palavras mentirosas de tais líderes religiosos não se originam de Deus. De quem, então? Jesus Cristo disse que Satanás é “o pai da mentira”. E disse aos mentirosos líderes religiosos de seus dias: “Vós sois de vosso pai, o Diabo.” (João 8:44) Não é diferente hoje em dia.

      Assim, ao examinarmos os fatos, podemos ver que a Palavra de Deus está certamente correta ao afirmar que na religião do mundo “se achou o sangue . . . de todos os que foram mortos na terra”, e que a mão dela estava cheia de “coisas repugnantes e das coisas impuras da sua fornicação” e que “os que habitam na terra se embriagaram com o vinho da fornicação dela”! — Rev. 18:24; 17:2, 4.

  • A religião que conduz à paz e à moral
    Despertai! — 1972 | 8 de outubro
    • A religião que conduz à paz e à moral

      O EXAME da evidência torna claro o seguinte: As igrejas, ao invés de guiarem o gênero humano nos caminhos da paz e da moral, conduzem-no à guerra e à imoralidade. A verdade é, as igrejas abandonaram os ensinos de Jesus Cristo. Apenas professam seguir a Bíblia, mas na realidade rejeitaram a orientação dela.

      Mas, aplica-se isto a toda religião? Abandonaram todas as religiões os ensinos de Cristo? Haverá qualquer uma delas que adira às altas normas morais da Bíblia, conduzindo o povo para a paz e a moral? O que dizer do Cristianismo primitivo?

      Cristãos Primitivos e a Paz

      Os primitivos seguidores de Jesus Cristo eram zelosos em disseminar a fé cristã. Escrevendo por volta de 60 E. C., o apóstolo cristão Paulo observou que as “boas novas” já haviam sido “pregadas em toda a criação debaixo do céu”. (Col. 1:23) Os cristãos, já naquele tempo, se haviam espalhado por muitas nações.

      O que fizeram estes cristãos quando ‘nação levantou-se contra nação e reino contra reino’ em guerra? (Mat. 24:7) Aderiram aos exércitos de sua nação e lutaram? Mataram seus concristãos residentes em outros países? Como consideravam os cristãos primitivos a instrução de Jesus de ‘amar-se uns aos outros’ e de ser “pacíficos”? (João 13:34; Mat. 5:9) Sobre isto, a renomada Encyclopœdia of Religion and Ethics, de Hastings, observa:

      “Na Igreja primitiva prevalecia amplamente o conceito de que a guerra é uma iniqüidade organizada com a qual a Igreja e os seguidores de Cristo nada têm que ver.”97

      Também, o proeminente historiador eclesiástico C. J. Cadoux escreveu:

      “Os primitivos cristãos levavam Jesus ao pé da letra, e entendiam seus destaques de gentileza e não-resistência em seu sentido literal. Identificavam de perto a sua religião com a paz; condenavam fortemente a guerra pelo derramamento de sangue que ela envolvia; apropriavam-se da profecia do Velho Testamento que predizia a transformação das armas de guerra em implementos da agricultura [Isa. 2:4]; declaravam ser sua diretriz pagar o mal com o bem e vencer o mal com o bem.”98

      Assim, os cristãos primitivos honravam os ensinos de Jesus; viviam deveras segundo os mesmos. E não procuravam “fendas”, argumentando que Cristo não proibiu especificamente o ser soldado. O teólogo protestante alemão, Peter Meinhold, escreveu:

      “Ao passo que o Novo Testamento é silencioso sobre a questão de se os cristãos podem ou não podem ser soldados e se precisam demitir-se do exército quando se tornam cristãos, a antiga igreja assumiu uma posição nessa questão. Ser cristão e ser soldado era considerado irreconciliável.”99

      Nem é esta a conclusão de apenas um historiador; é o consenso geral. Os historiadores verificam, explica uma Early Church History (História da Igreja Primitiva), que “o serviço nos exércitos imperiais era irreconciliável com a profissão de ser cristão;. . . . infringia as ordens expressas de Cristo e todo o espírito do Evangelho.”100

      Assim, o que levava os cristãos primitivos a evitar a luta e a matança? Era sua religião, que se baseava firmemente nos ensinos da Palavra de Deus, a Bíblia!

      Por bem mais de cem anos, o Cristianismo manteve sua posição de não-participação nas guerras mundanas. Observou o Professor Roland H. Bainton:

      “Desde o fim do período do Novo Testamento até a década de 170-80 E.C. não há evidência alguma de cristãos no exército. . . . temos nosso primeiro testemunho de cristãos no exército, na chamada Legião do Trovão, sob Marco Aurélio, no ano 173 E.C. Daquele dia em diante, a evidência de cristãos nas fileiras aumenta.”101

      Por volta de 313 E. C., grande mudança já ocorrera. Explica certo historiador: “A Igreja era aliada do império, e não mais podia manter seu protesto contra a guerra. Os cristãos podiam ser cada vez mais encontrados no exército.”102 Por volta desse tempo, os ensinos de Jesus haviam sido abandonados. A apostasia se estabelecera.

      Cristãos Primitivos e a Moral

      Antes desta apostasia, os seguidores de Jesus moldavam cada aspecto de sua vida pelos ensinos bíblicos. Movidos de amor a Cristo e pela fé em sua palavra, os cristãos primitivos realmente puseram de lado a fornicação, o adultério, o homossexualismo, a mentira, o roubo e toda forma de desonestidade. Afirma o historiador John Lord:

      “Os verdadeiros triunfos do Cristianismo foram vistos em transformar em homens bons aqueles que professavam suas doutrinas. . . . Temos testemunho de suas vidas imaculadas, de sua moral irrepreensível, de sua cidadania exemplar, e de suas graças cristãs.”103

      No primeiro e segundo séculos, o Cristianismo deveras conduziu à paz e à moral. Mas, o que dizer hoje? Visto que as igrejas abandonaram os ensinos de Cristo, significa isto que não há religião alguma que se ajuste a seus ensinos?

      Testemunhas de Jeová — Verdadeiros Cristãos da Atualidade?

      A Encyclopedia Canadiana observa: “A obra das Testemunhas de Jeová é o reavivamento e o restabelecimento do Cristianismo primitivo praticado por Jesus e seus discípulos durante o primeiro e segundo séculos de nossa era. . . . Todos são irmãos.”104

      É isto realmente verdade? Quando as nações se envolveram na Segunda Guerra Mundial, obedeceram as testemunhas de Jeová aos ensinos de Jesus de ‘amar uns aos outros’ e permanecer “pacíficos”?

      Em todo país em que viviam, as testemunhas de Jeová não violariam os ensinos de Cristo. “As Testemunhas de Jeová mantêm estrita neutralidade no tempo de guerra”, observou a Australian Encyclopœdia. “Isto levou à proscrição da organização na Austrália em janeiro de 1941.”105 Proscrições similares foram impostas em outros países. Até nos EUA, milhares de Testemunhas foram mandadas à prisão por se recusarem a tomar as armas de guerra. Ao passo que as testemunhas de Jeová, individualmente, tomam esta posição, não interferem nos assuntos do governo sob o qual vivem. Não dizem aos outros o que eles devem ou não devem fazer em tais questões de consciência. Cada um tem de fazer a sua própria decisão. — Gál. 6:5.

      Na Alemanha, Hitler perseguiu as testemunhas de Jeová, lançando-as em campos de concentração. Um livro recente, baseado de forma extensiva em documentos não-publicados de Nurembergue, explica a razão:

      “Recusam-se a usar a saudação alemã [saudação a Hitler], a participar em quaisquer funções nacional-socialistas ou estatais e fazer o serviço militar.”

      “Baseando seu caso no mandamento bíblico, recusam-se a tomar armas até mesmo contra os inimigos de sua nação. . . . não constituiu surpresa quando uma lei especial foi promulgada, em agosto de 1938, estabelecendo que a recusa ou o incitamento à recusa de servir nas forças armadas seria punível com a morte.”106

      Iniciada a Segunda Guerra Mundial, as Testemunhas nos campos de concentração alemães foram convidadas a oferecer-se para serviço militar. Certo escritor, que esteve ele próprio no campo de Buchenwald durante a guerra, relata:

      “Em Buchenwald, este apelo às Testemunhas foi feito em 6 de setembro de 1939. O oficial encarregado, Rödl, disse-lhes: ‘Sabem que irrompeu a guerra e que a nação alemã corre perigo. Novas leis estão entrando em vigor. Se qualquer um de vocês se recusar a lutar contra a França ou a Inglaterra, todos terão de morrer!’ Duas companhias das SS, com equipamento completo, formaram junto à guarita do portão. Nem uma única Testemunha de Jeová respondeu ao apelo do oficial de lutarem pela Alemanha,”107

      Embora o oficial alemão não executasse nesta ocasião, sua ameaça, em

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