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  • Por que são tão difíceis de largar os maus hábitos?

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  • Por que são tão difíceis de largar os maus hábitos?
  • Despertai! — 1982
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  • POR QUE SE DESENVOLVEM OS MAUS HÁBITOS?
  • O QUE É NECESSÁRIO PARA SE LARGAR OS MAUS HÁBITOS?
  • QUAL É O MAIS PODEROSO INCENTIVO?
  • POR ONDE COMEÇAR?
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Despertai! — 1982
g82 8/2 pp. 3-4

Já se Perguntou —

Por que são tão difíceis de largar os maus hábitos?

AO COMEÇAR um novo ano, algumas pessoas decidem iniciar vida nova por largar um mau hábito. “Decisões de Ano-Novo” são bem comuns em alguns países. Ainda assim, muitos chegam ao fim do ano renovando decisões — as MESMAS. Já lhe aconteceu isso? Os maus hábitos são, efetivamente, difíceis de largar.

POR QUE SE DESENVOLVEM OS MAUS HÁBITOS?

Há, basicamente, duas razões: (1) a influência do meio em que vivemos e (2) as várias fraquezas que vêm do berço e as falhas de personalidade que desenvolvemos.

O nosso meio, que inclui onde vivemos, como fomos criados, nosso tipo de amizades e até mesmo nossa opção em matéria de entretenimento — tudo influi, definitivamente, no tipo de hábitos que desenvolvemos. Ainda mais, se honestas, a maioria das pessoas concordará que já nascemos com inclinação natural para praticar o que é mau. A própria Bíblia diz: “A inclinação do coração do homem é má desde a sua mocidade.” (Gên. 8:21) Esta “inclinação” nos faculta desenvolver maus hábitos, alguns relativamente inofensivos, outros potencialmente mortíferos.

O QUE É NECESSÁRIO PARA SE LARGAR OS MAUS HÁBITOS?

Precisamos duma sólida razão — um incentivo — para largá-los. Várias coisas podem prover a motivação. A perspectiva duma recompensa é, às vezes, o suficiente. Sabe-se que prometer a uma criança uma bela roupa nova ou um novo par de patins, em troca de ela largar o mau hábito de roer as unhas, tem produzido resultados surpreendentes.

A preocupação com seu próprio bem-estar pode ser um poderoso incentivo. A pessoa talvez saiba que fumar prejudica a saúde, mas, mesmo assim, não pára de fumar. Mas, começa a ter dificuldades respiratórias, junto com dores suspeitas no peito, e seu médico diz que o fumo é a causa, o amor próprio talvez crie o incentivo para parar de fumar.

O amor aos outros pode, também, produzir motivação. Por exemplo, um rapaz solteiro que esbanja dinheiro no jogo talvez se conforme em passar sem alimento e roupa adequados. Contudo, se casado, um de seus filhos negligenciados talvez suplique: “Papai, estou com fome e não temos nada para comer em casa!” O amor à família talvez o mova a parar de jogar. Esta preocupação quanto ao bem-estar dos outros é o que talvez induza alguém a largar um hábito quando percebe que o mesmo é aborrecedor para os outros, hábito este que talvez tenha adquirido devido ao seu anterior ambiente ou à educação recebida.

Contudo, às vezes tanto o amor próprio como o amor aos outros falham. Existe, não obstante, outro tipo de amor que tem produzido até mesmo maior incentivo e triunfado onde outros falharam.

QUAL É O MAIS PODEROSO INCENTIVO?

Este tipo de amor pode ser ilustrado pelas palavras de certa mãe à sua filhinha. Antes, a garota desejava muito tocar piano, mas, agora, lamentava: “Odeio esses exercícios que não acabam mais!” A mãe dizia: “Pense como será agradável, daqui a mais algum tempo, tocar para seu pai quando ele chegar cansado, do escritório! Você sabe o quanto ele gosta de música. Assim, tenha força de vontade, filhinha, para agradar seu pai!” A filha jamais esqueceu as palavras “para agradar seu pai”. Estas lhe deram força adicional para fazer o que já era o desejo de seu coração. Amava seu pai!

Do mesmo modo, o amor por nosso Pai celestial pode produzir o mais forte incentivo para nos livrar de hábitos que desagradem a Ele. Tal comportamento provoca alegria no seu coração. “Pois o amor de Deus significa o seguinte”, explica a Bíblia, “que observemos os seus mandamentos”. — 1 João 5:3.

Certa jovem senhora que tentara por meses a fio parar de fumar, explicou que, no caso dela, este amor realmente deu certo, dizendo: “Em oração a Jeová eu admiti que realmente gostava de fumar, mas que desejava parar com isso para agradá-lo. Daí, por pensar continuamente em agradar a Deus, finalmente me livrei do vício.”

A Bíblia, não obstante, é mui realista em reconhecer que largar maus hábitos não é fácil. Um de seus escritores fiéis disse, suspirando: “Pois o bem que quero, não faço, mas o mal que não quero, este é o que pratico. . . . Homem miserável que eu sou!” (Rom. 7:18-24) Visto que acabar com maus hábitos é uma tarefa realmente difícil, mesmo tendo a motivação correta, é somente lógico perguntar:

POR ONDE COMEÇAR?

Visto que somos, em larga escala, influenciados pelo meio em que vivemos, trate de mudá-lo. Não significa necessariamente mudar-se para outro lugar, significa, sim, cuidar quanto ao que permitimos que influencie nossa mente. Existem coisas em nosso lar que nos tentariam a insistir no mau hábito? Livre-se delas!

Ou, alguns talvez tenham problemas em lidar com o mau hábito do temperamento irascível. “Não tenhas companheirismo com alguém dado à ira”, recomenda a Bíblia. E por quê? “Para não te familiarizares com as suas veredas.” (Pro. 22:24, 25) Não é verdade que quando nos associamos com pessoas rudes falamos às vezes de modo áspero? Por outro lado, se estivermos na companhia de pessoas calmas e que sabem se controlar, isto também “pega”. Além do mais, ler livros ou assistir a programas de TV ou a filmes nos quais a violência está em evidência facilitaria ou dificultaria a tarefa? De modo que, para sobrepujar certos maus hábitos, talvez tenhamos que substituir certos “amigos” atuais por outros e talvez seja necessário evitar certos tipos de diversão.

Muitos descobriram um ambiente propício para cultivar bons hábitos assistindo às reuniões das Testemunhas de Jeová e associando-se com elas. As Testemunhas de Jeová têm estado dispostas a ajudá-los por meio dum estudo bíblico gratuito, a fim de que aprendam mais a respeito de Deus e destarte venham a amá-lo ainda mais.

Contudo, visto que nos livrar de maus hábitos ainda é uma luta constante, muitos talvez se perguntem: Chegará realmente o dia em que tal situação será completamente sanada? Será que mesmo as fraquezas que vêm do berço, que são tão difíceis de controlar, serão algum dia plenamente removidas? Felizmente, a resposta é “Sim”. Aceite a sugestão de estudar a Bíblia com as Testemunhas de Jeová a fim de obter uma explicação satisfatória dos motivos por que a resposta é esta.

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