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Habacuque, Livro DeAjuda ao Entendimento da Bíblia
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a Deus como poderoso guerreiro (3:1-15)
1. Deus marcha pela terra com denúncia, trilhando as nações (3:1-12)
2. Ele saiu para salvar Seu povo (3:13-15)
B. Agitado, Habacuque aguarda “o dia da aflição”, expressando determinação de exultar em Jeová, o Deus da salvação (3:16-19)
Veja o livro “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”, pp. 154-156.
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HadadezerAjuda ao Entendimento da Bíblia
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HADADEZER
[Hadade é um auxílio].
Filho de Reobe, e rei de Zobá, um reino sírio (arameu) que se julga estava localizado ao N de Damasco (2 Sam. 8:3, 5; 1 Reis 11:23; 1 Crô. 18:3, 5), e que incluía vassalagens. (2 Sam. 10:19) Antes de ser derrotado pelo Rei Davi, Hadadezer tinha travado guerra contra Toi (Toú), rei de Hamate. — 2 Sam. 8:9, 10; 1 Crô. 18:9, 10.
Depois de serem derrotados os sírios que os amonitas contrataram para lutar contra Davi, Hadadezer fortaleceu suas forças por englobar outros sírios da região do Eufrates. (2 Sam. 10:6, 15, 16; 1 Crô. 19:16) Talvez se faça alusão a isto em 2 Samuel 8:3 (compare com 1 Crônicas 18:3), onde a referência feita parece ser a Hadadezer procurar restabelecer seu controle junto ao rio Eufrates. Sobre isto, o Commentary (Comentário; Vol. II, p. 396) de Cook observa que o hebraico significa literalmente: “fazer com que a sua mão voltasse”, e declara: “A força exata da metáfora deve . . . ser decidida pelo contexto. Se, como é mais provável, este versículo relaciona-se às circunstâncias mais plenamente pormenorizadas [em 2 Samuel 10:15-19], o sentido da frase aqui será quando ele (Hadadezer) foi renovar seu ataque (a Israel) ou, para recrutar sua força contra Israel, junto ao rio Eufrates.”
Em Helão, as forças de Hadadezer, sob o comando de Sobaque (Sofaque) enfrentaram as de Davi, e foram derrotadas. Logo depois disso, os vassalos de Hadadezer fizeram a paz com Israel. (2 Sam. 10:17-19; 1 Crô. 19:17-19) No conflito, 40.000 cavalarianos sírios foram mortos. Talvez, a fim de fugir por terrenos escarpados, tais cavalarianos tinham desmontado, e assim foram mortos como soldados da infantaria. Isto explicaria por que foram chamados de “cavaleiros” em 2 Samuel 10:18, e de “homens a pé” (“infantes”, PIB) em 1 Crônicas 19:18. A diferença no número de condutores sírios de carros mortos em batalha é usualmente atribuída a um erro de cópia, o total menor de 700 condutores de carros sendo considerado o correto.
Davi também tomou muito cobre de Betá (que, pelo que parece, também era chamada de Tibate) e de Berotai (talvez a mesma que Cum), duas cidades do domínio de Hadadezer, e trouxe para Jerusalém os escudos de ouro que pertenciam aos servos de Hadadezer, provavelmente os reis vassalos. (2 Sam. 8:7, 8; 1 Crô. 18:7, 8; compare com 2 Samuel 10:19.) Davi também capturou muitos dos cavalos, cavalarianos, carros e soldados de infantaria de Hadadezer. A variação no total destes, em 2 Samuel 8:4 e 1 Crônicas 18:4, pode ter surgido dum erro de cópia. Na Septuaginta, ambos os trechos indicam que foram capturados 1.000 carros e 7.000 cavalarianos, e, assim sendo, 1 Crônicas 18:4 talvez preserve a leitura original. Não obstante, pode-se notar que aquilo que comumente é considerado como erro de cópia no relato do conflito de Davi com Hadadezer pode simplesmente refletir outros aspectos da guerra, ou diferentes formas de cômputo.
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HadadrimomAjuda ao Entendimento da Bíblia
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HADADRIMOM
Evidentemente um local da planície de Megido. (Zac. 12:11) Hadadrimom é amiúde identificado com Rumané, sítio localizado a c. 7 km a S-SE de Megido.
O ‘grande lamento’ em Hadadrimom, mencionado na profecia de Zacarias, talvez aluda à lamentação pela morte do Rei Josias, caído em batalha em Megido. (2 Reis 23:29; 2 Crô. 35:24, 25) As palavras de Jeová, mediante Zacarias, são parte duma profecia a respeito do Messias, o pesar pela morte do fiel rei da Judéia servindo evidentemente como ilustração profética. — Compare com João 19:37; Revelação 1:7 com Zacarias 12:10-14.
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HadassaAjuda ao Entendimento da Bíblia
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HADASSA
Veja ESTER.
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HadesAjuda ao Entendimento da Bíblia
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HADES
Esta é a transliteração comum para o português da palavra grega correspondente, haídes. Significa literalmente “o lugar invisível”. Ao todo, a palavra Hades ocorre dez vezes nos manuscritos mais antigos das Escrituras Gregas Cristãs. — Mat. 11:23; 16:18; Luc. 10:15; 16:23; Atos 2:27, 31; Rev. 1:18; 6:8; 20:13, 14.
Os tradutores da Septuaginta grega das Escrituras Hebraicas (de Gênesis a Malaquias) usaram a palavra “Hades” setenta e três vezes, empregando-a sessenta vezes para verter a palavra hebraica she’óhl, comumente traduzida “Seol”. Lucas, o escritor divinamente inspirado dos Atos, mostrou definitivamente que Hades era o equivalente grego de Seol, ao traduzir a citação que Pedro fez do Salmo 16:10. (Atos 2:27) Inversamente, nove traduções hebraicas modernas das Escrituras Gregas Cristãs empregam a palavra “Seol” para traduzir Hades em Revelação 20:13, 14; e a tradução Siríaca utiliza a palavra relacionada, Shiul.
Em cada caso em que a palavra Hades é empregada nas Escrituras Gregas Cristãs, ela se relaciona à morte, seja no próprio versículo, seja no contexto imediato, em todos os casos exceto os dois citados no próximo parágrafo. Hades não se refere a um único sepulcro (Gr. , táphos), ou a uma única sepultura (Gr. , mnéma), nem a um único túmulo memorial (Gr. , mnemeíon), e sim à sepultura comum de toda a humanidade, onde não são vistos os mortos e os sepultados. Significa assim a mesma coisa que a palavra correspondente, Seol, e um exame de seu emprego em todas as suas dez ocorrências comprova este fato.
Em sua primeira ocorrência, em Mateus 11:23, Jesus Cristo, ao censurar Cafarnaum por sua descrença, emprega Hades para representar a profundeza da degradação a que Cafarnaum atingiria, em contraste com a elevação do céu, ao qual ela presumia exaltar-se. Em Lucas 10:15 acha-se um texto correspondente. Observe o modo similar em que o termo Seol é empregado, em Jó 11:7, 8.
LIVRADOS TANTO JESUS COMO A CONGREGAÇÃO
Em Mateus 16:18, Jesus disse a respeito da congregação cristã que os “portões do Hades [“poderes da morte”, Revised Standard Version] não a vencerão”. Similarmente, o Rei Ezequias, quando à beira da morte, disse: “No meio dos meus dias vou descer aos portões do Seol.” (Isa. 38:10) Por conseguinte, torna-se evidente que a promessa de Jesus de vitória sobre o Hades significa que suas “portas” abrir-se-ão para libertar os membros da congregação, por meio duma ressurreição, assim como se deu com o próprio Cristo Jesus.
Visto que o Hades se refere à sepultura comum de toda a humanidade — tratando-se de um lugar, em vez de uma condição — Jesus penetrou pelos “portões do Hades” quando foi sepultado por José de Arimatéia. Em Pentecostes de 33 E.C., Pedro disse sobre Cristo: “Ele nem foi abandonado no Hades, nem viu a sua carne a corrupção. A este Jesus, Deus ressuscitou, fato de que todos nós somos testemunhas.” (Atos 2:25-27, 29-32; Sal. 16:10) Ao passo que os “portões do Hades” (Mat. 16:18) ainda estavam retendo Davi em seu domínio, nos dias de Pedro (Atos 2: 29), foram inteiramente abertos para Cristo Jesus quando seu Pai o ressuscitou do Hades. Dali em diante, por meio do poder da ressurreição que lhe foi dado (João 5:21-30), Jesus é o Detentor das “chaves da morte e do Hades”. — Rev. 1:17, 18.
EMPREGO ILUSTRATIVO
Em Revelação 6:8, Hades é representado figurativamente como seguindo de perto o cavaleiro montado no cavalo descorado, a Morte personificada, a fim de receber as vítimas dos mortíferos instrumentos da guerra, da fome, das pragas e das feras (bestas-feras).
O mar (que às vezes serve como sepultura aquosa para alguns) é mencionado, além do Hades — este sendo a sepultura terrestre comum — com o objetivo de sublinhar que se inclui a todos os mortos, quando Revelação 20:13, 14 afirma que o mar, a morte e o Hades devem entregar os mortos que há neles, ou esvaziar-se deles. Depois disso, a morte e o Hades (mas não o mar) são lançados no “lago de fogo”, “a segunda morte”. Desta forma, figurativamente, ‘morrem’ ou deixam de existir, e isto significa o fim do Hades (Seol), a sepultura comum da humanidade, bem como da morte herdada por intermédio de Adão.
O texto restante em que se usa Hades é encontrado em Lucas 16:22-26, no relato sobre o “rico” e “Lázaro”. A linguagem empregada em todo o relato é patentemente parabólica, e não pode ser interpretada literalmente, em vista de todos os textos precedentes. Observe-se, contudo, que o “rico” da parábola é mencionado como sendo “enterrado” no Hades, o que fornece evidência adicional de que o Hades significa a sepultura comum da humanidade.
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HalelAjuda ao Entendimento da Bíblia
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HALEL
[louvor]. Um cântico de louvor a Jeová. Os Salmos 113 a 118 constituem o que é conhecido nos escritos judaicos como o “Halel Egípcio”. De acordo com a Míxena, este Halel era entoado no templo e nas sinagogas por ocasião da Páscoa e das Festividades de Pentecostes, das Barracas e da Dedicação. Na celebração da Páscoa no lar, a primeira parte deste Halel (quer o Salmo 113 [segundo a Escola de Xamai] quer os Salmos 113 e 114 [Escola de Hilel]) era recitada depois do segundo cálice de vinho ter sido servido e explicado o significado da Páscoa. O Halel chegava a uma conclusão com o quarto cálice de vinho. Diz-se que o “Grande Halel” (considerado, de forma variada, como sendo apenas o Salmo 136, os Salmos 120-136, ou o Salmo 135:4 ao 136:26) era entoado em ocasiões festivas e por aqueles que utilizavam um quinto cálice de vinho na celebração da Páscoa.
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HamãAjuda ao Entendimento da Bíblia
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HAMÃ
[magnificente; celebrado]. Filho de Hamedata, o agagita. A designação “agagita” pode significar que Hamã era da realeza amalequita. (Ester 3:1) Se, deveras, Hamã era amalequita, isto em si explicaria por que nutria tão grande ódio para com os judeus, pois Jeová decretara o eventual extermínio dos amalequitas. (Êxo. 17:14-16) Isto se dera porque mostraram ódio para com Deus e seu povo por tomarem a iniciativa de se lançarem num ataque contra os israelitas quando eles viajavam pelo deserto. — Êxo. 17:8.
Hamã era servo do Rei Assuero (Xerxes I), da Pérsia, que regeu de 486 a 474 A.E.C., segundo evidência fidedigna. Hamã foi honrado e designado como primeiro-ministro do Império Persa. Enraivecido pela recusa do judeu Mordecai em curvar-se diante dele, Hamã tramou a destruição de Mordecai e de todos os judeus no império. Apresentou os judeus como pessoas indesejáveis para o império, violadores da lei, tendo leis “diferentes de todo outro povo”. Ele também acrescentou a isso um induzimento econômico. — Ester 3:1-11.
Hamã estava muito inchado de orgulho por ter recebido a autoridade do rei para expedir
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