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  • Zimbabwe — enigma da Rodésia
    Despertai! — 1970 | 22 de fevereiro
    • É tempo de partirmos, dirigindo-nos de novo para o Forte Vitória pela estrada em que viemos. Mas, não será logo que esqueceremos este local estranho, com suas numerosas deixas atordoantes, sua imensidão, a quietude e paz que agora a envolvem. Se as pedras pudessem falar, que estória poderiam contar-nos! Mas, temos de partir de Zimbabwe, o enigma da Rodésia.

  • O iníquo é resgate para o justo
    Despertai! — 1970 | 22 de fevereiro
    • “A Tua Palavra É a Verdade”

      O iníquo é resgate para o justo

      NÃO seria estranho se um iníquo provesse um resgate para um justo? Por certo, os homens de mente ruim, egoístas, dificilmente considerariam proveitoso ajudar voluntariamente os outros sem também tirarem proveito. Por conseguinte, é contrário a seus desejos que se cumpram neles as palavras de Provérbios 21:18: “O iníquo é resgate para o justo; e quem age traiçoeiramente toma o lugar dos retos.” Mas, como isto acontece?

      Falando-se em geral, os desejos de promover seus interesses egoístas, sem consideração pelo dano causado ao próximo, jamais se submeteriam por sua própria vontade a um arranjo que significasse perda para si mesmos e lucro para outros. A libertação do justo, portanto, só pode vir às custas daqueles que direta ou indiretamente os ferem ou destroem. Tem de haver uma inversão dos assuntos, sendo o justo preservado às custas da vida do iníquo.

      Vários exemplos bíblicos ilustram como isto aconteceu no passado. Por exemplo, no tempo do Império Medo-Persa, altas autoridades e sátrapas tramaram contra o profeta Daniel, em virtude de ter ele uma posição governamental de muita proeminência. Tiveram êxito em fazer com que o Rei Dario assinasse um interdito que decretava a morte na cova dos leões das pessoas que fizessem petição a qualquer deus ou homem a não ser o próprio rei, durante trinta dias. Mas, Daniel continuou a adorar a seu Deus, Jeová, erguendo-lhe petições três vezes ao dia como era seu hábito antes de ser assinada a lei. Embora fosse lançado na cova dos leões por transgredir este decreto injusto, Daniel foi libertado por um anjo da morte certa. Daí, veio a inversão. O rei Dario ordenou que os próprios tramadores iníquos fossem lançados na cova dos leões. Sua morte resgatou ou libertou Daniel de todo dano possível futuro que eles sem dúvida lhe teriam causado. — Dan. 6:1-24.

      Similarmente, num período posterior, a vida de todos os judeus corria perigo. Um agagita chamado Hamã foi elevado à posição de primeiro-ministro durante o reinado do persa Rei Assuero (que se considera ser Xerxes I). Irado com a recusa do judeu Mordecai de curvar-se perante ele, Hamã procurou causar a morte de Mordecai e de todos os outros judeus no império. Falou mal deles diante de Assuero, como sendo violadores indesejáveis da lei e, então, acrescentou: “Se parecer bem ao rei, escreva-se que sejam destruídos; e eu pagarei dez mil talentos de prata [cerca de NCr$ 57.000.000,00 em valores modernos] nas mãos dos que fizerem a obra, trazendo-os ao tesouro do rei.” Dali, Assuero deu poder a Hamã que expedisse um decreto

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