BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Maridos espancadores — examinados mais de perto
    Despertai! — 1988 | 22 de novembro
    • doméstica, 60 por cento dos meninos por fim se tornam espancadores, e 50 por cento das meninas se tornam vítimas”.

      Disse um redator de jornal: “Estas crianças, mesmo quando poupadas do espancamento, e quando não demonstram nenhum dano externo, aprenderam algo que, provavelmente, jamais esquecerão: que é aceitável enfrentar os problemas e o stress de modos violentos.”

      Aqueles que dirigem abrigos para mulheres espancadas afirmam que os meninos que viram suas mães serem espancadas pelos seus pais muitas vezes se voltam contra suas próprias mães de forma violenta, ou ameaçam matar suas irmãs. “Isto não é uma simples brincadeira de criancinhas”, disse um deles. “É deveras intencional.” Tendo observado seus pais usarem de violência para lidar com a ira, essas crianças a encaram como sua única opção.

      Uma rima infantil inglesa diz que as menininhas são feitas “de açúcar e afeto, e tudo é muito certo” [em tradução livre]. Estas menininhas crescem e se tornam nossas mães e esposas, sem as quais − afirmam seus maridos − eles não conseguem viver. Por certo, então, a justiça é contra submeter a esposa a maus-tratos, mas a justiça de quem − a do homem ou a de Deus?

  • Quando acabará tal espancamento
    Despertai! — 1988 | 22 de novembro
    • Quando acabará tal espancamento

      DESDE quando, no decorrer da História, a esposa já é submetida a maus-tratos? Uma fonte cita o que se julga ser a mais antiga lei escrita, datada de 2500 AEC, que permitia que os maridos espancassem suas esposas.

      Em 1700 AEC, Hamurábi, o rei pagão de Babilônia, criou o famoso Código de Hamurábi, que continha cerca de 300 dispositivos legais pelos quais o homem era governado. O código decretava oficialmente que a esposa deveria mostrar total submissão a seu marido, o qual tinha o direito legal de infligir castigo a ela, por qualquer transgressão.

      Chegando ao tempo do Império Romano, o romano Código das Páter-famílias sustentava: “Se apanhares tua esposa em adultério, podes matá-la impunemente, sem julgamento; mas, se tu cometeres adultério ou indecência, ela não deve presumir erguer sequer um dedo contra ti, nem a lei o permitiria.”

      Um manual sobre o casamento, escrito no século 15 de nossa Era Comum, aconselhava o marido que visse a esposa cometer uma ofensa “a primeiramente intimidá-la e aterrorizá-la”, e, daí, “a pegar um pau e dar-lhe uma boa surra”.

      Na Inglaterra, os legisladores do século 19 tentaram reduzir o sofrimento das mulheres por determinar legalmente as dimensões do pau. Inventaram o que era conhecido como rule of thumb law (regra de procedimento ou análise baseada na experiência ou senso comum], que permitia que o homem surrasse a esposa com um pau “não mais grosso que seu polegar”.

      Embora, em muitos países da atualidade, os maridos não mais sejam protegidos por leis que lhes permitam surrar a esposa, estas tradições históricas persistem em muitas partes da Terra. Segundo um relato noticioso da cadeia CBS de TV, num país da

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar