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  • Festividade
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • Dia da Expiação, época de jejum), dias em que não se permitia qualquer trabalho que fosse, nem mesmo o acender um fogo “em nenhum dos vossos lugares de morada”. Compare Levítico 23:3, 26-32 com os versículos 7, 8, 21, 24, 25, 35, 36 e Êxodo 35:2, 3.

      IMPORTÂNCIA DAS FESTIVIDADES NA VIDA DE ISRAEL

      As festividades desempenhavam importantíssimo papel na vida nacional dos israelitas. Quando ainda estavam na escravidão egípcia, Moisés disse a Faraó que a razão de pedir que os israelitas e seu gado tivessem permissão de deixar o Egito era que “temos uma festividade para com Jeová”. (Êxo. 10:9) O pacto da Lei incorporava muitas instruções pormenorizadas com respeito à guarda das festividades. (Êxo. 34:18-24; Lev. 23:1-44; Deut. 16:1-17) Em consonância com os mandamentos de Deus, os sábados das festividades ajudavam a todos os presentes a fixar a mente na palavra de Deus e a não ficarem tão envolvidos em seus assuntos pessoais que olvidassem o aspecto espiritual mais importante de sua vida diária. Os sábados das festividades também lhes recordavam que eram um povo para o nome de Jeová. A viagem de ida e volta das reuniões festivas naturalmente propiciava muitas oportunidades de conversarem sobre a bondade de seu Deus e as bênçãos que usufruíam diária e sazonalmente. As festividades ofereciam tempo e oportunidade para meditação, associação e palestras sobre a lei de Jeová. Ampliavam o conhecimento da terra que lhes fora dada por Deus, aumentavam o entendimento e o amor ao próximo entre os israelitas, e promoviam a união e a adoração limpa. As festividades eram ocasiões felizes. A mente dos presentes ficava cheia dos pensamentos e dos modos de agir de Deus, e todos os que participavam nelas em sinceridade recebiam rica bênção espiritual. Considere, para exemplificar, a bênção que milhares receberam ao comparecerem à Festa de Pentecostes em Jerusalém, em 33 E.C. — Atos 2:1-47.

  • Festividade Da Dedicação
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    • FESTIVIDADE DA DEDICAÇÃO

      [Heb. , hhanukkáh, iniciação, dedicação]. Tal observância comemora a recuperação da independência judaica quanto ao domínio siro-grego, e a rededicação a Jeová do templo em Jerusalém, que fora dessagrado por Antíoco IV Epifânio, que se chamava Theós Epiphanés (“Deus Manifesto”). Ele construiu um altar sobre o grande altar em que antes se oferecia o holocausto ou oferta queimada diária. (1 Macabeus 1:54-59, BJ; PIB) Nesta ocasião (25 de quisleu ou casleu de 168 A.E.C.), sacrificou um suíno sobre o altar, e mandou fazer um caldo com parte da carne e o fez aspergir por todo o templo, para mostrar seu ódio e desprezo para com Jeová, o Deus dos judeus, e para macular ao máximo o Seu templo. Incendiou as portas do templo, derrubou as câmaras dos sacerdotes e levou o altar de ouro, a mesa dos pães da apresentação e o candelabro de ouro. Mais tarde, o templo de Zorobabel foi rededicado ao deus pagão Zeus, do Olimpo.

      Dois anos depois, Judas Macabeu recapturou a cidade e o templo. O santuário estava desolado; ervas daninhas cresciam nos pátios do templo. Judas derrubou o antigo altar profanado e construiu novo altar de pedras não- lavradas. Judas mandou fazer utensílios para o templo e trouxe ao templo o altar do incenso, a mesa dos pães da apresentação e o candelabro. Depois de o templo ter sido purgado da contaminação, deu-se a sua rededicação, em 25 de quisleu de 165 A.E.C., exatamente três anos desde o dia em que Antíoco oferecera seu sacrifício sobre o altar, em adoração ao deus pagão. Foram renovados os holocaustos diários ou contínuos. — 1 Macabeus 4:36-54; 2 Macabeus 10:1-9.

      COSTUMES DA FESTIVIDADE

      A própria natureza dessa festa a tornava uma ocasião de grande regozijo. Há certa semelhança com a Festividade das Barracas na questão de sua observância. A celebração durava oito dias, a contar de 25 de quisleu. (1 Macabeus 4:59) Havia grande iluminação geral nos pátios do templo, e todas as moradias eram iluminadas com lâmpadas decorativas. O Talmude se refere a ela como a “Festa da Iluminação”. Mais tarde, alguns tinham por costume expor oito lâmpadas na primeira noite, e ir reduzindo o seu número, cada noite em uma, outros começando com uma lâmpada e indo aumentando até oito. O objetivo não era apenas de iluminar a casa por dentro, mas era de que todos do lado de fora vissem a luz, pois as lâmpadas eram colocadas perto das portas que davam para a rua. Junto com o acender das lâmpadas havia o entoar de cânticos que exaltavam a Deus, o Libertador de Israel. Diz Josefo a respeito do início da festa: “Estavam tão contentes com a volta de seus costumes, quando, depois de longo tempo de intervalo, inesperadamente recuperaram sua liberdade de adoração, que fizeram disso uma lei para sua posteridade, de que deviam guardar uma festa, por causa da restauração de sua adoração no templo, durante oito dias. E desde aquele tempo até hoje celebramos esta festa, e a chamamos de Luzes. Suponho que a razão seja de que esta liberdade, além de nossas esperanças, surgiu diante de nós; e que daí provém o nome dado a essa festa.” [Antiquities of the Jews (Antiguidades Judaicas), Livro XII, cap. VII, par. 7] Permitia-se o trabalho árduo, visto que não era considerada como um sábado.

      SIGNIFICADO PARA OS CRISTÃOS

      Jesus visitou o templo por ocasião da Festividade da Dedicação, durante o último inverno (set.) de seu ministério, em 32 E.C. O relato reza: “Nesse tempo ocorreu em Jerusalém a festividade da dedicação. Era inverno, e Jesus estava andando no templo, na colunata de Salomão.” (João 10:22, 23) Quisleu, o nono mês, corresponde a novembro-dezembro do calendário gregoriano. Naturalmente, era de conhecimento geral entre os judeus que esta festividade ocorria no inverno setentrional. Por conseguinte, a menção do inverno aqui pode referir-se às condições climáticas, ao invés de à estação, como motivo de Jesus ter escolhido um local abrigado para seu ensino, na “colunata de Salomão”. Esta colunata coberta achava-se no lado E do pátio externo dos gentios, onde se juntavam muitas pessoas. — Atos 3:11; 5:12.

      Não existe nenhuma declaração direta, nas inspiradas Escrituras, de que Jeová tenha concedido a vitória a Judas, ou orientado a reconstrução, por parte dele, do templo, de seu novo mobiliário, a fabricação dos utensílios, e, por fim, a sua rededicação. Todavia, a fim de se cumprirem as profecias sobre Jesus e seu ministério, e para que os sacrifícios levíticos continuassem até ser realizado o grande sacrifício do Filho de Deus, o templo tinha de estar erguido e seus serviços em plena operação na ocasião em que surgisse o Messias. (João 2:17; Dan. 9:27) Jeová tinha usado homens de nações estrangeiras, tais como Ciro, a fim de cumprir certos propósitos relacionados com a Sua adoração. (Isa. 45:1) Ele poderia usar muito mais prontamente um homem dentre seu povo dedicado, os judeus.

      Seja qual for o caso, os serviços do templo eram observados durante o ministério de Jesus Cristo. O templo de Zorobabel tinha sido reconstruído (substituído) de forma mais requintada por Herodes. Por esse motivo, e devido à repulsa que sentiam por Herodes, os judeus geralmente fazem menção apenas de dois templos, o de Salomão e o de Zorobabel. Nem nas palavras de Jesus nem em qualquer escrito de seus discípulos encontramos qualquer condenação da Festividade da Dedicação. No entanto, não é prescrita para os cristãos, que se acham sob o novo pacto. — Col. 2:16; Gál. 4:10, 11; Heb. 8:6.

  • Festividade Da Lua Nova
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    • FESTIVIDADE DA LUA NOVA

      A ordem de Deus a Israel era que, em cada lua nova, que assinalava o início dos meses lunares do calendário judaico, se tocassem trombetas durante suas ofertas queimadas e seus sacrifícios de comunhão. (Núm. 10:10) Nestes dias deviam ser oferecidos sacrifícios especiais, além do contínuo sacrifício diário. A oferta da lua nova devia consistir em uma oferta queimada de dois novilhos, de um carneiro, e de sete cordeiros de um ano, com as correspondentes ofertas de cereais e de vinho, e um cabritinho como oferta pelo pecado. — Núm. 28:11-15.

      Isto é tudo que foi ordenado no Pentateuco quanto à sua observância, mas, com o tempo, a guarda da lua nova tornou-se importante festividade nacional. Em Isaías 1:13, 14, é colocada junto com os sábados e as épocas festivas. No tempo dos profetas posteriores, pelo menos, nos dias de lua nova, as pessoas não se empenhavam em transações comerciais, conforme indicado em Amós 8:5 (c. 803 A.E.C.). Isto era mais do que as Escrituras exigiam para os dias de lua nova. Mesmo assim, como mostram os dois últimos textos citados, a observância das luas novas pelos judeus se tornara, já naquela época, simples formalismo, odiado aos olhos de Jeová.

      Embora certas formas de trabalho que não podiam ser feitas no sábado podiam ser realizadas neste dia, este era encarado como um dia para se considerarem assuntos espirituais. O povo costumava reunir-se em congresso (Isa. 1:13; 66:23; Sal. 81:3; Eze. 46:3), ou visitar os profetas ou homens de Deus. — 2 Reis 4:23.

      Isaías escreveu sobre um tempo futuro em que toda a carne se ajuntaria para curvar-se perante Jeová nos dias de lua nova. (Isa. 66:23) Na profecia de Ezequiel, durante o tempo do cativeiro em Babilônia, quando lhe foi dada uma visão dum templo, Jeová lhe disse: “Quanto ao portão do pátio interno, que dá para o leste, deve continuar fechado pelos seis dias de trabalho e deve ser aberto no dia de sábado, e deve ser aberto no dia da lua nova. E o povo da terra tem de curvar-se à entrada daquele portão, perante Jeová, nos sábados e nas luas novas.” — Eze. 46:1, 3.

      Os judeus atualmente celebram a lua nova com muitas cerimônias minuciosas, e atribuem grande importância a ela. Disse o Rabino Johanan: “Alguém que recita a bênção da lua no tempo apropriado é como aquele que é recebido em audiência pela Shekinah [a manifestação da presença de Deus].” [The Jewish Encyclopedia (Enciclopédia Judaica), Vol. IX, p. 244] Mostra-se que os cristãos, contudo, não estão sob a obrigação de observar uma lua nova ou um sábado, que são apenas parte duma sombra de coisas vindouras, a realidade sendo encontrada em Jesus Cristo. As festividades do Israel carnal possuem significado simbólico e um cumprimento através das muitas bênçãos mediante o Filho de Deus. — Col. 2:16, 17.

  • Festividade Das Barracas
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    • FESTIVIDADE DAS BARRACAS

      Também conhecida como Festividade do Recolhimento, ou dos Tabernáculos, é chamada de “festividade de Jeová” em Levítico 23:39. Em Levítico 23:34-43, Números 29:12-38 e Deuteronômio 16:13-15, encontram-se instruções sobre sua observância. A festividade ocupava os dias 15-21 de etanim, havendo uma assembléia solene ou sábado no dia 22. Etanim (tisri; setembro-outubro) era originalmente o primeiro mês do calendário judaico, mas, após o Êxodo do Egito, tornou-se o sétimo mês do ano sagrado, uma vez que abibe (nisã; março-abril), que antes era o sétimo mês, tornou-se o primeiro mês. (Êxo. 12:2) A Festividade das Barracas celebrava o recolhimento dos frutos do solo, do cereal e do vinho, “os produtos da terra”. (Lev. 23:39) É mencionada como “a festividade do recolhimento na volta do ano”. O sábado, no oitavo dia, assinalava o término solene do ciclo de festividades do ano. — Êxo. 34:22; Lev. 23:34-38.

      A Festividade das Barracas assinalava realmente o fim do ano agrícola de Israel. Assim sendo, era uma época de regozijo e de agradecimento por todas as bênçãos que Jeová lhes concedera em forma dos frutos de todas as

Publicações em Português (1950-2026)
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