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  • Hamate, Hamateu
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    • a meio caminho entre Baalbec e Ribla, nas nascentes dos rios Litani e Orontes. Ainda outros sugerem que estava ainda mais para o N, onde o desfiladeiro se abre, entre Homs e o mar. — Eze. 47:20.

      RELAÇÕES COM ISRAEL

      Como reino independente, o seu Rei Toi (Toú) enviou seu filho, Jorão (Hadorão) para congratular o Rei Davi por ter derrotado Hadadezer, seu inimigo comum. (2 Sam. 8:3, 9, 10; 1 Crô. 18:3, 9, 10) No entanto, durante o reinado de Salomão, o reino de Hamate parece ter estado sob controle de Israel, pois Salomão construiu cidades-armazéns nessa região. (2 Crô. 8:3, 4) Depois da morte de Salomão, Hamate obteve sua independência, exceto por breve período, no século IX A.E.C., quando Jeroboão II o submeteu de novo temporariamente ao controle israelita. (2 Reis 14:28) Por volta dessa época, ele foi descrito como o ‘populoso Hamate’. — Amós 6:2.

      No século VIII A.E.C., Hamate e seus vizinhos, incluindo o reino de dez tribos de Israel, foram vencidos de enxurrada pelo avanço assírio para o domínio mundial. A diretriz assíria era trocar e relocar seus cativos, e, assim, pessoas de Hamate foram trazidas para substituir os habitantes de Samaria que, por sua vez, foram levados para Hamate e outros lugares. (2 Reis 17:24; 19:12, 13; Isa. 10:9-11; 37:12, 13) Os hamateus então colocaram imagens de seu deus, Asima, nos altos de Samaria, muito embora este deus imprestável provasse que nada valera contra os assírios. — 2 Reis 17:29, 30; 18:33, 34; Isa. 36:18, 19.

      De acordo com uma inscrição cuneiforme ainda existente (Museu Britânico, catálogo N.° 21946), depois da batalha de Carquemis em 625 A.E.C. (Jer. 46:2), as forças de Nabucodonosor alcançaram e destruíram os fugitivos egípcios no distrito de Hamate. [Chronicles of Chaldaean Kings (Crônicas dos Reis Caldeus), D. J. Wiseman, 1961, p. 69] Nesta mesma área, alguns anos antes, o faraó Neco fizera cativo ao Rei Jeoacaz. (2 Reis 23:31-33) Daí, em 607 A.E.C., com a queda de Jerusalém, Zedequias e outros cativos foram levados para Ribla, na região de Hamate, e ali, diante de seus olhos, os filhos de Zedequias foram mortos, junto com outros pertencentes à nobreza. ( Reis 25:18-21; Jer. 39:5, 6; 52:9, 10, 24-27) Todavia, Deus prometeu que, no devido tempo, ele restauraria um restante de seu povo cativo, incluindo os na terra de Hamate. — Isa. 11:11, 12.

  • Hanani
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    • HANANI

      [possivelmente, Jeová tem sido gracioso]. O vidente ou visionário que censurou o Rei Asa, de Judá, por fazer uma aliança com o rei da Síria, em vez de confiar em Jeová, e que foi colocado na casa dos troncos porque o rei se ofendeu com o que ele disse. (2 Crô. 16:1-3, 7-10) Hanani era, pelo que parece, pai de Jeú, o profeta que censurou Baasa, rei de Israel, e Jeosafá, rei de Judá. — 1 Reis 16:1-4, 7; 2 Crô. 19:2, 3; 20:34.

  • Hananias
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    • HANANIAS

      [Jeová tem sido gracioso].

      1. Filho de Azur; um falso profeta da cidade benjamita de Gibeão que se opôs a Jeremias, profeta de Jeová. Durante o reinado do Rei Zedequias, de Judá, ao passo que Jeremias incentivava o povo a colocar o pescoço sob o jugo do rei de Babilônia e assim continuar vivendo (Jer. 27:12-14), Hananias profetizava que o poderio de Babilônia seria desfeito dentro de dois anos, que os exilados judeus que se achavam ali seriam libertos e que todos os utensílios confiscados do templo seriam devolvidos. Para ilustrar seu ponto, Hananias removeu o jugo de madeira do pescoço de Jeremias e o quebrou. Jeová então ordenou que Jeremias informasse a Hananias que a canga de madeira seria substituída por um jugo de ferro, e que a morte de Hananias ocorreria nesse mesmo ano. Fiel à profecia, esse falso profeta morreu naquele ano. — Jer., cap. 28.

      2. O nome hebraico de Sadraque, um dos três companheiros judeus de Daniel que foram levados para Babilônia em 617 A.E.C. — Dan. 1:6, 7; veja Sadraque.

  • Harã
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    • HARÃ

      [Heb., Harán, montanhês].

      1. Filho de Tera e irmão de Abrão (Abraão) e de Naor. Harã gerou a Ló e a duas filhas, Iscá e Milca; esta última casou-se com seu tio, Naor. Harã morreu antes de Tera e Abrão deixarem Ur dos caldeus. — Gên. 11:26-31.

      2. Uma cidade da Mesopotâmia setentrional, onde Abrão (Abraão) residiu temporariamente e onde morreu Tera, pai dele. (Gên. 11:31, 32; 12:4, 5; Atos 7:2-4) O nome “Harã“ também parece ter abrangido a área circunvizinha, pois Harã acha-se alistada entre as “nações” conquistadas pelos reis da Assíria. — 2  Reis 19:11, 12.

      Algum tempo depois de deixar Harã, Abraão enviou seu servo mais idoso até seus parentes (que aparentemente residiam em Harã, ou numa pequena cidade próxima, “a cidade de Naor”), para encontrar uma noiva para seu filho, Isaque. (Gên., cap. 24) Mais tarde, Jacó, neto de Abraão, foi para Harã a fim de escapar da ira de seu irmão Esaú, e também para achar uma esposa dentre as filhas de seu tio Labão. (Gên. 27:42-46; 28:1, 2, 10) Junto a um poço, evidentemente próximo de Harã, Jacó encontrou Raquel. — Gên. 29:4-12.

      No oitavo século A.E.C., o rei assírio, Senaqueribe, tentou intimidar o Rei Ezequias, de Judá, com mensagens que se jactavam da conquista de Harã e de outros lugares pelos seus antepassados. — 2 Reis 19:8-13; Isa. 37:8-13.

      Fontes assírias parecem referir-se a Harã como Harranu (que significa “estrada”), talvez por estar situada na rota de caravanas que a ligava com cidades tais como Nínive, Assur, Babilônia e Tiro, bem como com a terra do Egito. (Compare com Ezequiel 27:23.) O nome da antiga cidade acha-se preservado na moderna Harã (Harrã), situada junto ao rio Balique, c. 110 km ao N de sua junção com o Eufrates. Mas alguns crêem que o próprio sítio antigo situa-se ao N da moderna Harã (Harrã). Há peritos que vêem certa evidência da morada dos patriarcas (conforme descrita na Bíblia) na correspondência existente entre os nomes-locais antigos nesta área e os nomes pessoais tais como Serugue, Naor é Tera. — Gên. 11:22-26.

  • Har–magedon
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    • HAR–MAGEDON

      [Gr., Har Magedón; heb., Har Meghidãóhn, “Monte de Megido”; “monte de encontro”; “monte de reunião de tropas”].

      Este termo, que só aparece uma vez na Bíblia, no livro de Revelação (Apocalipse), é traduzido “Armagedom” em várias versões. (Rev. 16:16, Al; ALA; BLH; IBB) Este nome está diretamente ligado com “a guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”. — Rev. 16:14.

      Não parece ter existido um lugar literal chamado “Monte de Megido”, quer dentro quer fora da Terra Prometida, antes ou durante os dias do apóstolo João, que registrou esta visão. Por isso, o significado dele talvez resida, até certo ponto, na definição do nome, “monte de reunião de tropas”, embora Har-Magedon também derive seu significado dos eventos associados com a antiga cidade de Megido.

      Megido situava-se a alguns km a SE do monte Carmelo, dando para a planície de Esdrelom, e dominando-a, e controlando as principais rotas comerciais e militares N-S e E-O. Josué foi quem primeiramente conquistou esta cidade cananéia. (Jos. 12:7, 8, 21) Próximo deste local, o exército de Jabim, sob o comando de Sísera, foi mais tarde destruído. Jeová empregou ali forças naturais para auxiliar o exército israelita sob Baraque. O relato reza: “Baraque foi descer do monte Tabor com dez mil homens atrás de si. E Jeová começou a lançar em confusão tanto a Sísera como a todos os seus carros de guerra e todo o acampamento pelo fio da espada, diante de Baraque.” — Juí. 4:14-16; 5:19-22.

      Por causa de sua posição dominante, muitas outras nações, segundo a história secular, lutaram na área de Megido. ‘Judeus, gentios, sarracenos, cruzados, egípcios, persas, drusos, turcos e árabes, todos armaram suas tendas na planície de Esdrelom’. — Word Studies in the New Testament (Estudos das Palavras no Novo Testamento), M. R. Vincent, 1957, Vol. II, p. 542.

      O relato de Revelação representa as forças coligadas dos reis da terra como ajuntando-se “ao lugar [Gr., forma de tópos] que em hebraico se chama Har-Magedon”. (Rev. 16:16) Na Bíblia, tópos pode referir-se a um local literal (Mat. 14:13, 15, 35), à oportunidade ou “chance” duma pessoa (Atos 25:16), ou a um domínio, condição ou situação figurada. (Rev. 12:6, 14) Em vista do contexto, é ao “lugar” no último sentido mencionado que as forças militares coligadas da terra estão marchando.

      A “guerra do grande dia de Deus, o Todo- poderoso”, no Har-Magedon, não era algum evento passado, mas é representada em Revelação como sendo futura, em relação ao tempo da visão de João. O ajuntamento dos reis ao Har-Magedon é descrito como sendo resultado do derramamento da sexta das sete tigelas que contêm as “últimas” pragas que levam a termo a ira de Deus. (Rev. 15:1; 16:1, 12) Também, comprovando que a guerra no Har-Magedon está intimamente ligada à presença de Cristo, há o aviso entremeado entre os versículos 14 e 16, de Revelação, capítulo 16, da vinda dele como a de um ladrão.

      O aspecto global da guerra é sublinhado no contexto, no qual os opositores a Jeová são identificados como “os reis de toda a terra habitada” que são mobilizados pelas “expressões inspiradas por demônios”. — Rev. 16:14.

      Mais adiante, João afirma: “E eu vi a fera e os reis da terra, e os seus exércitos, ajuntados para travar guerra com aquele que está sentado no cavalo e com o seu exército.” (Rev. 19:19) Este capítulo identifica o líder dos exércitos celestes, montado num cavalo branco, como aquele que é chamado “Fiel e Verdadeiro” e “A Palavra de Deus”. (Rev. 19:11-13) Por conseguinte, é Jesus Cristo, A Palavra, que atua como comandante dos exércitos celestes de Deus. (João 1:1; Rev. 3:14) Mostrando adicionalmente que Cristo lidera as forças celestes há a declaração de que as forças terrestres “batalharão contra o Cordeiro [que é Jesus Cristo (João 1:29)], mas, porque ele é Senhor dos senhores e Rei dos reis, o Cordeiro os vencerá. Também o farão com ele os chamados, e escolhidos, e fiéis”. — Rev. 17:13, 14.

      Visto que a visão em Revelação, capítulo 19, mostra que apenas os exércitos no céu participam na guerra como apoiadores de Jesus Cristo, A Palavra de Deus, isso indica que nenhum dos servos cristãos de Jeová na terra terá algo que ver com a luta. Isto se harmoniza com a declaração do apóstolo Paulo em  2 Coríntios 10:3, 4, de que as armas que ele e seus companheiros empregavam não eram carnais. (Compare com  2 Crônicas 20:15, 17, 22, 23; Salmo 2:4-9.) As aves que voam no meio do céu consumirão os cadáveres daqueles que forem mortos. — Rev. 19:11-21.

      Vê-se assim que o Har-Magedon é uma luta, não apenas entre os homens, não uma simples “guerra mundial”, mas uma guerra em que os exércitos invisíveis de Deus tomam parte. A sua vinda é certa, e ela ocorrerá na época fixada por Jeová Deus, que “age segundo a

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