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  • Dê testemunho em favor de Jeová e não se canse
    A Sentinela — 1989 | 15 de dezembro
    • também o céu.” Embora tais palavras sejam primariamente dirigidas a cristãos ungidos, a “grande multidão” de outros semelhantes a ovelhas pode também considerá-la seriamente. (Revelação [Apocalipse] 7:9) Compreende plenamente o que Paulo está dizendo? Estamos diante de uma assembléia de dezenas de milhares de anjos. Naturalmente, estamos também diante de Jeová. À sua direita está Jesus Cristo. Deveras, a nossa situação é mais espantosa e a nossa responsabilidade é maior do que eram as daqueles antigos hebreus junto ao monte Sinai! E, lembre-se, o abalo na vindoura batalha do Armagedom fará desaparecer os atuais céu e terra iníquos. Hoje certamente não é tempo de ‘escusar-se’ de ouvir a Palavra de Deus e obedecê-la!

      18. De que única maneira podemos continuar a dar testemunho em favor de Jeová, sem nos cansar?

      18 Realmente, então, vivemos na mais espantosa época da história humana. Como Testemunhas de Jeová, temos sido enviados às partes mais distantes da terra para pregar as boas novas do Reino estabelecido de Deus. Para fazermos isso, temos de ter uma fé que não possa ser abalada, uma fé que não se canse, uma fé que nos capacite a aceitar a disciplina de Jeová. Se tivermos tal fé, estaremos entre aqueles que ‘continuarão a ter benignidade imerecida, por intermédio da qual podemos prestar a Deus serviço sagrado aceitável, com temor piedoso e com espanto reverente’. (Hebreus 12:28) Sim, e continuaremos a dar testemunho em favor de Jeová e não nos cansaremos.

      Que Resposta Daria?

      ◻ Por que nos é benéfica a carta de Paulo aos hebreus?

      ◻ Que questão têm de enfrentar os cristãos hoje?

      ◻ Como nos pode beneficiar o exemplo de fiéis testemunhas da antiguidade?

      ◻ Porque Jeová disciplina aqueles a quem ama?

      ◻ Qual é a chave para se dar testemunho sem se cansar?

  • Jeová é meu ajudador
    A Sentinela — 1989 | 15 de dezembro
    • Jeová é meu ajudador

      “Tenhamos boa coragem e digamos: ‘Jeová é o meu ajudador; não terei medo. Que me pode fazer o homem?’” — HEBREUS 13:6.

      1, 2. (a) Tanto o salmista como o apóstolo Paulo expressaram que confiança em Jeová? (b) Que perguntas surgem?

      JEOVÁ DEUS é uma infalível fonte de ajuda. O salmista sabia disso por experiência própria, e podia dizer: “Jeová está do meu lado; não terei medo. Que me pode fazer o homem terreno?” (Salmo 118:6) Paulo expressou sentimentos similares na sua carta a cristãos hebreus, inspirada por Deus.

      2 Evidentemente citando as palavras do salmista da Septuaginta grega, Paulo disse a co-adoradores hebreus: “Tenhamos boa coragem e digamos: ‘Jeová é o meu ajudador; não terei medo. Que me pode fazer o homem?’” (Hebreus 13:6) Por que o apóstolo escreveu isso? E o que se pode aprender do contexto?

      Em Necessidade da Ajuda de Jeová

      3. (a) Sob que circunstâncias Jeová mostrou ser ajudador de Paulo? (b) Por que especialmente os cristãos hebreus teriam de ter a Jeová como Ajudador?

      3 Paulo era uma testemunha abnegada que tinha evidência de que Jeová era seu ajudador. Deus o ajudara em face de muitas aflições. Paulo foi aprisionado, espancado e apedrejado. Em suas viagens como ministro cristão ele sofreu naufrágio e muitos outros perigos. Sabia muito bem o que era labuta, noites sem dormir, fome, sede e até nudez. “Além dessas coisas de espécie externa”, disse ele, “há o que de dia a dia me assedia, a ansiedade por todas as congregações”. (2 Coríntios 11:24-29) Este era o tipo de preocupação que Paulo tinha para com os cristãos hebreus. Os dias de Jerusalém estavam contados, e os irmãos e as irmãs judeus de Paulo que viviam na Judéia enfrentariam grandes provas de fé. (Daniel 9:24-27; Lucas 21:5-24) Portanto, teriam de ter a Jeová como seu Ajudador.

      4. Que exortação básica permeia a carta aos hebreus?

      4 No início de sua carta aos cristãos hebreus, Paulo indicou que eles teriam ajuda divina apenas se escutassem o Filho de Deus, Jesus Cristo. (Hebreus 1:1, 2) Este assunto foi desenvolvido na carta. Por exemplo, para reforçar tal conselho, o apóstolo lembrou a seus leitores que a causa da punição dos israelitas no deserto foi a desobediência. Muito menos escapariam da punição os cristãos hebreus caso rejeitassem o que Deus lhes dissera por meio de Jesus e se tornassem apóstatas por se agarrarem à Lei mosaica que fora revogada pelo sacrifício de Cristo! — Hebreus 12:24-27.

      Amor Fraternal em Ação

      5. (a) Que outros conselhos fornece a carta aos hebreus? (b) O que disse Paulo a respeito do amor?

      5 A carta aos hebreus forneceu aos prospectivos herdeiros do Reino celestial conselhos sobre como seguir seu Exemplo, Jesus Cristo, como ‘prestar serviço sagrado com temor piedoso e espanto reverente’ e como ter a Jeová por Ajudador. (Hebreus 12:1-4, 28, 29) Paulo instou concrentes a se reunirem regularmente e a ‘estimularem-se uns aos outros ao amor e a obras excelentes’. (Hebreus 10:24, 25) A seguir, aconselhou: “Continue o vosso amor fraternal.” — Hebreus 13:1.

      6. Em que sentido deu Jesus a seus seguidores “um novo mandamento” concernente ao amor?

      6 Jesus exigiu tal amor de seus seguidores, pois disse: “Eu vos dou um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Por meio disso saberão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor entre vós.” (João 13:34, 35) Era “um novo mandamento” no sentido de que exigia mais do que a Lei mosaica, que dizia: “Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.” (Levítico 19:18) O “novo mandamento” exigia mais do que amar o próximo como a si mesmo. Exigia amor abnegado, a ponto de dar a vida por outrem. A vida e a morte de Jesus exemplificaram esse tipo de amor. Tertuliano aludiu a tal sinal identificador citando as observações de pessoas do mundo sobre os cristãos, dizendo: “‘Observe’, dizem eles, ‘como amam uns aos outros. . . e como se dispõem a morrer uns pelos outros.’” — Apology, capítulo XXXIX, 7.

      7. Como se tornou evidente o amor fraternal após o Pentecostes de 33 EC?

      7 O amor fraternal era evidente entre os discípulos de Jesus após o Pentecostes de 33 EC. Para que muitos crentes recém-batizados de lugares distantes pudessem prolongar a sua estada em Jerusalém e aprender mais sobre a provisão de Deus para a salvação através de Cristo, “todos os que se tornavam crentes estavam unidos em terem todas as coisas em comum, e foram vender as suas propriedades e bens, e distribuir a receita entre todos, conforme alguém tivesse necessidade”. — Atos 2:43-47; 4:32-37.

      8. Qual é a prova que existe amor fraternal entre as Testemunhas de Jeová hoje?

      8 Tal amor fraternal existe entre as Testemunhas de Jeová hoje. Por exemplo, depois da Segunda Guerra Mundial, tal amor moveu o povo de Deus a empreender uma campanha de assistência de dois anos e meio. Testemunhas do Canadá, Estados Unidos, Suécia, Suíça e de outros países doaram roupas e dinheiro para comprar alimentos para concrentes em países devastados pela guerra, como a Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, China, Dinamarca, Filipinas, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Inglaterra, Itália, Noruega, Países-Baixos, Polônia, Romênia e Tchecoslováquia. Este é apenas um exemplo, pois os servos de Deus mais recentemente têm demonstrado tal amor por cristãos vítimas de terremotos no Peru e no México, de furacões na Jamaica, e de tragédias similares em outras partes. Desta e de muitas outras maneiras, o povo de Jeová faz com que ‘continue seu amor fraternal’.

      Seja Hospitaleiro

      9. (a) Que qualidade piedosa é mencionada em Hebreus 13:2? (b) Como foi que alguns sem o saberem ‘hospedaram anjos’?

      9 Paulo mencionou a seguir outra qualidade que manifestam aqueles que seguem a Cristo, ‘prestam serviço sagrado com temor piedoso e espanto reverente’ e têm a Jeová como Ajudador. Ele instou: “Não vos esqueçais da hospitalidade, porque por meio dela alguns, sem o saberem, hospedaram anjos.” (Hebreus 13:2) Quem foram os que, sem o saberem, “hospedaram anjos”? Bem, o patriarca Abraão certa vez recepcionou três anjos. (Gênesis 18:1-22) Dois deles se retiraram, e seu sobrinho Ló convidou a estes mesmos estranhos à sua casa, em Sodoma. Mas, antes de se recolherem, a casa de Ló foi cercada por uma turba, “desde o rapaz até o velho”. Exigiam que Ló lhes entregasse seus hóspedes para fins imorais, mas ele se recusou terminantemente. Embora de início não o soubesse, Ló hospedara anjos que, depois, ajudaram a ele e a suas filhas a escapar da morte quando ‘Jeová fez chover do céu fogo e enxofre sobre Sodoma e Gomorra’. — Gênesis 19:1-26.

      10. Que bênçãos usufruem cristãos hospitaleiros?

      10 Os cristãos hospitaleiros usufruem muitas bênçãos. Ouvem as enriquecedoras experiências relatadas por seus hóspedes e se beneficiam de seu companheirismo espiritualmente recompensador. Gaio foi elogiado por receber hospitaleiramente a concrentes, “e ainda por cima estranhos”, assim como muitos do povo de Jeová hoje hospedam superintendentes viajantes. (3 João 1, 5-8) Ser hospitaleiro é um requisito para alguém ser designado ancião. (1 Timóteo 3:2; Tito 1:7, 8) É também digno de nota que Jesus prometeu bênçãos do Reino a pessoas semelhantes a ovelhas que hospitaleiramente fizessem o bem a seus “irmãos” ungidos. — Mateus 25:34-40.

      Lembre-se dos Que São Perseguidos

      11. Por que foi oportuno o conselho em Hebreus 13:3?

      11 Aqueles que desejam ter a ajuda de Jeová e ‘prestar-lhe serviço sagrado com temor piedoso e espanto reverente’ não se devem esquecer de concrentes que sofrem. Paulo era compreensivo quanto aos sofrimentos de cristãos maltratados. Algum tempo antes, os discípulos haviam sido dispersos pela perseguição, e seu companheiro Timóteo acabara de ser solto da prisão. (Hebreus 13:23; Atos 11:19-21) Missionários cristãos também viajavam, formando novas congregações ou edificando espiritualmente as já existentes. Visto que muitos dos irmãos e irmãs que então viajavam eram gentios, alguns cristãos hebreus talvez não estivessem suficientemente preocupados com eles. Foi, portanto, apropriada a admoestação: “Lembrai-vos dos que estão em cadeias, como se tivésseis sido presos com eles, e dos que estão sendo maltratados, visto que vós mesmos também estais ainda num corpo.” — Hebreus 13:3.

      12. Como podemos aplicar o conselho de ter em mente os concrentes maltratados?

      12 Os hebreus haviam ‘expressado compaixão pelos em prisão’, mas não deviam esquecer-se desses fiéis co-adoradores, quer fossem judeus, quer gentios. (Hebreus 10:34) Mas, que dizer de nós? Como podemos mostrar que nos preocupamos com os cristãos maltratados? Em alguns casos, talvez seja apropriado apelar a autoridades governamentais, por meio de carta, numa tentativa de ajudar concrentes presos por causa de sua fé em países em que a obra de pregação esteja proscrita. Em especial devemos lembrar-nos deles em nossas orações, até mesmo mencionando alguns por nome, se possível. A perseguição que sofrem nos afeta profundamente, e Jeová ouve as nossas fervorosas petições em favor deles. (Salmo 65:2; Efésios 6:17-20) Embora não estejamos literalmente na mesma cela, é como se estivéssemos presos com eles e em condições de dar ajuda e encorajamento. Os cristãos ungidos com o espírito certamente se compadecem de co-ungidos maltratados. (Compare com 1 Coríntios 12:19-26.) Preocupam-se similarmente com seus companheiros perseguidos que têm esperança terrestre, que também sofrem muitos tipos de maus-tratos às mãos de perseguidores. Tal empatia é apropriada, pois todos nós estamos num corpo humano e sujeitos a sofrer aflições e perseguição como adoradores de Jeová. — 1 Pedro 5:6-11.

      O Casamento Tem de Ser Honroso

      13. Em essência, o que disse Paulo em Hebreus 13:4?

      13 Seguir o exemplo de Cristo e ‘prestar serviço sagrado a Jeová junto com temor piedoso e espanto reverente’ deve de muitos modos influir na nossa preocupação para com outros. Tendo dito que “vós mesmos também estais ainda num corpo”, Paulo falou duma relação que tem um aspecto corporal, ou físico, e que oferece oportunidade de mostrar correto respeito para com outros. (Hebreus 13:3) Ele deu aos cristãos hebreus esta exortação: “O matrimônio seja honroso entre todos e o leito conjugal imaculado, porque Deus julgará os fornicadores e os adúlteros.” (Hebreus 13:4) Quão apropriado era este conselho, visto que a imoralidade sexual prevalecia no império Romano! Os cristãos atuais também têm de acatar estas palavras em vista dos baixos padrões de moral do mundo e do fato de que todo ano milhares são desassociados da congregação por causa de imoralidade sexual.

      14. Por que diria você que o casamento é honroso?

      14 Entre os que não prezavam o casamento havia os essênios, dos dias de Paulo. Eles eram em geral celibatários, como alguns nos círculos clericais atualmente, que erroneamente consideram o celibato como sendo mais santo do que o casamento. Pelo que disse aos cristãos hebreus, porém, Paulo claramente indicou que o casamento é honroso. Alta estima por ele era evidente quando Noemi expressou o seguinte desejo com relação às suas noras viúvas, Rute e Orpa: “Que Jeová vos dê uma dádiva, e achai deveras um lugar de descanso, cada uma na casa de seu esposo.” (Rute 1:9) Noutra parte, o próprio Paulo disse que ‘nos períodos posteriores de tempo alguns se desviarão da fé, proibindo o casar-se’. — 1 Timóteo 4:1-5.

      15. A quem se aplicam os termos fornicadores e adúlteros em Hebreus 13:4, e como Deus os julgará?

      15 Os hebreus, outrora sob a Lei mas agora introduzidos no novo pacto, conheciam o mandamento: “Não deves cometer adultério.” (Êxodo 20:14) Mas, eles viviam num mundo imoral e precisavam do alerta: “Seja. . . o leito conjugal imaculado, porque Deus julgará os fornicadores e os adúlteros.” Fornicadores incluem pessoas não casadas que têm relações sexuais. Adúlteros mais particularmente são indivíduos casados que têm relações sexuais com pessoas que não são seu cônjuge, maculando seu próprio leito conjugal. Visto que os praticantes não arrependidos de fornicação e adultério merecem o julgamento adverso de Deus, não serão admitidos na celestial Nova Jerusalém, e tampouco usufruirão a vida eterna na terra sob o governo do Reino. (Revelação [Apocalipse] 21:1, 2, 8; 1 Coríntios 6:9, 10) Este aviso contra macular o leito conjugal deve também fazer com que os cristãos casados evitem a conduta sexual degradante com seu cônjuge, embora nada de impuro exista com respeito a intimidades físicas naturais dentro do casamento. — Veja A Sentinela de 15 de setembro de 1983, páginas 27-31.

      Contentes com as Coisas Atuais

      16, 17. O que se disse em Hebreus 13:5, e por que os hebreus necessitavam desse conselho?

      16 Acharemos contentamento se seguirmos o nosso Exemplo e ‘prestarmos serviço sagrado com temor piedoso e espanto reverente’, confiantes de que Jeová é nosso Ajudador. Envolver-se profundamente em interesses materialistas pode ser uma tentação e tanto. Mas os cristãos não devem sucumbir a isso. Foi dito aos hebreus: “Vossa maneira de viver esteja livre do amor ao dinheiro, ao passo que estais contentes com as coisas atuais. Pois ele disse: ‘De modo algum te deixarei e de modo algum te abandonarei.’” (Hebreus 13:5) Por que precisavam os hebreus deste conselho?

      17 Talvez os hebreus estivessem excessivamente preocupados com dinheiro porque se lembravam da “grande fome” ocorrida no reinado de Cláudio César (41-54 EC). Essa fome foi tão severa que os cristãos de outras partes enviaram suprimentos de socorro a seus irmãos na Judéia. (Atos 11:28, 29) Segundo o historiador judeu Josefo, a fome durou três anos ou mais, causando uma opressiva pobreza na Judéia e em Jerusalém. — Antiquities of the Jews (Antiguidades Judaicas), XX, 2, 5; 5, 2.

      18. Que lição nos provê o conselho de Hebreus 13:5?

      18 Há nisso uma lição para nós? Sim, pois, independente de quão pobres possamos ser, não devemos amar o dinheiro ou preocupar-nos excessivamente com ele. Em vez de ficarmos ansiosos quanto à segurança material, talvez até mesmo nos tornando cobiçosos, devemos ‘estar contentes com as coisas atuais’. Jesus disse: “Persisti, pois, em buscar primeiro o reino e a Sua justiça [de Deus], e todas estas outras coisas vos serão acrescentadas.” (Mateus 6:25-34) Ele mostrou também que devemos concentrar-nos em ser ‘ricos para com Deus’ porque ‘a nossa vida não vem das coisas que possuímos’. (Lucas 12:13-21) Se o amor ao dinheiro estiver ameaçando a nossa espiritualidade, então, acatemos o conselho de Paulo aos hebreus e lembremo-nos também de que a “devoção piedosa junto com a auto-suficiência” é “meio de grande ganho”. — 1 Timóteo 6:6-8.

      Confie em Jeová

      19. Que garantia deu Deus a Josué, e como deve isso nos afetar?

      19 Como seguidores de Jesus que procuram ‘prestar serviço sagrado com temor piedoso e espanto reverente’, temos de pôr a nossa confiança não no dinheiro, mas sim em nosso Pai celestial, cuja ajuda é vital. Quaisquer que sejam os problemas que venhamos a enfrentar, devemos lembrar-nos de Sua garantia: “De modo algum te deixarei e de modo algum te abandonarei.” (Hebreus 13:5) Paulo fez aqui alusão às palavras de Deus a Josué: “Não te desampararei, nem te deixarei completamente.” (Josué 1:5; compare com Deuteronômio 31:6, 8.) Jeová nunca desamparou a Josué, e Ele não se esquecerá de nós se confiarmos Nele.

      20. (a) Qual é o texto anual para 1990? (b) Sem temor, o que devemos continuar a fazer?

      20 A infalível ajuda de Deus será frisada entre as Testemunhas de Jeová nos meses à frente, pois seu texto anual para 1990 é: “Tenhamos boa coragem e digamos: ‘Jeová é o meu ajudador.’” Estas palavras se encontram em Hebreus 13:6, onde Paulo citou o salmista e disse aos hebreus: “Para que tenhamos boa coragem e digamos: ‘Jeová é o meu ajudador; não terei medo. Que me pode fazer o homem?’” (Salmo 118:6) Embora sejamos perseguidos, não somos temerosos, pois os homens não podem fazer mais do que Deus permite. (Salmo 27:1) Mesmo que tenhamos de morrer por manter a integridade, temos a esperança da ressurreição. (Atos 24:15) Assim, continuemos a seguir o nosso Exemplo em ‘prestar serviço sagrado com temor piedoso e espanto reverente’, confiantes de que Jeová é o nosso Ajudador.

      Que Resposta Daria?

      ◻ Por que especialmente os cristãos hebreus necessitavam da ajuda de Jeová?

      ◻ De que modo o povo de Jeová ‘tem permitido que continue seu amor fraternal’?

      ◻ Por que se deve ser hospitaleiro?

      ◻ O que podemos fazer para mostrar que nos lembramos de concrentes maltratados?

      ◻ Por que deve o casamento ser mantido honroso?

  • Ofereça sacrifícios que agradam a Jeová
    A Sentinela — 1989 | 15 de dezembro
    • Ofereça sacrifícios que agradam a Jeová

      “Por intermédio [de Jesus Cristo], ofereçamos sempre a Deus um sacrifício de louvor, isto é, o fruto de lábios que fazem declaração pública do seu nome.” — HEBREUS 13:15.

      1. O que instou Jeová que os pecadores israelitas fizessem?

      JEOVÁ é o ajudador dos que lhe oferecem sacrifícios aceitáveis. Assim, seu favor esteve outrora com os israelitas que ofereciam sacrifícios animais. Mas, o que aconteceu depois que eles repetidas vezes pecaram? Por meio do profeta Oséias, instou-se-lhes: “Volta deveras a Jeová, teu Deus, ó Israel, pois tropeçaste no teu erro. Tomai convosco palavras e voltai a Jeová. Dizei-lhe, todos vós: ‘Que tu perdoes o erro; e aceita o que é bom, e nós ofereceremos em troca os novilhos de nossos lábios.’” — Oséias 14:1, 2.

      2. O que eram ‘os novilhos dos lábios’, e que referência fez o apóstolo Paulo à profecia de Oséias?

      2 De modo que o antigo povo de Deus foi incentivado a oferecer a Jeová Deus ‘os novilhos de seus lábios’. O que eram estes? Ora, eram sacrifícios de louvor sincero! Referindo-se a essa profecia, o apóstolo Paulo instou os cristãos hebreus a ‘oferecerem a Deus um sacrifício de louvor, isto é, o fruto de lábios que fazem declaração pública do seu nome’. (Hebreus 13:15) O que pode ajudar as Testemunhas de Jeová a oferecer tais sacrifícios hoje?

      “Imitai a Sua Fé”

      3. Em essência, o que disse o apóstolo Paulo em Hebreus 13:7, levantando que pergunta?

      3 Aplicar o conselho que Paulo deu aos hebreus habilitar-nos-á a oferecer sacrifícios aceitáveis ao nosso Grande Ajudador, Jeová Deus. Por exemplo, o apóstolo escreveu: “Lembrai-vos dos que tomam a dianteira entre vós, os que vos falaram a palavra de Deus, e, ao contemplardes em que resulta a sua conduta, imitai a sua fé.” (Hebreus 13:7) A quem Paulo se referiu quando disse “lembrai-vos dos que tomam a dianteira entre vós”, ou, “que são vossos governadores”? — Tradução do Novo Mundo Com Referências, nota.

      4. (a) Segundo o texto grego, o que fazem os que “tomam a dianteira”? (b) Quem são os “que tomam a dianteira” entre as Testemunhas de Jeová?

      4 Paulo falou dos que “tomam a dianteira”, ou que governam. (Heb. 13 Versículos 7, 17, 24) A palavra portuguesa “governar” se deriva de um termo latino originário do grego ky·ber·ná·o, que significa “pilotar um navio, dirigir, governar”. Os anciãos cristãos governam por usarem sua “capacidade de dirigir” (grego, ky·ber·né·seis) em prover liderança e orientação em congregações locais. (1 Coríntios 12:28) Mas, os apóstolos e outros anciãos em Jerusalém serviam como corpo para dar orientação e conselhos a todas as congregações. (Atos 15:1, 2, 27-29) Hoje, portanto, um corpo governante de anciãos provê supervisão espiritual para as Testemunhas de Jeová em todo o mundo.

      5. Por que e como devemos orar em favor de anciãos congregacionais e membros do Corpo Governante?

      5 Os anciãos locais e os membros do Corpo Governante tomam a dianteira entre nós; assim, devemos respeitá-los e orar a Deus para que ele lhes dê a necessária sabedoria para governar a congregação. (Compare com Efésios 1:15-17.) Quão apropriado é que nos lembremos de quem quer que ‘nos tenha falado a palavra de Deus’! Timóteo foi ensinado não apenas pela mãe e pela avó, mas também mais tarde por Paulo e outros. (2 Timóteo 1:5, 6; 3:14) Portanto, Timóteo podia observar em que resultara a conduta dos que tomavam a dianteira e imitar-lhes a fé.

      6. A fé de quem devemos imitar, mas, a quem seguimos?

      6 Pessoas como Abel, Noé, Abraão, Sara, Raabe e Moisés exerceram fé. (Hebreus 11:1-40) Portanto, podemos imitar-lhes a fé sem hesitação, pois eles morreram leais a Deus. Mas, podemos também ‘imitar a fé’ de homens leais que hoje tomam a dianteira entre nós. Naturalmente, não seguimos a homens imperfeitos, pois miramo-nos em Cristo. Como disse o tradutor bíblico Edgar J. Goodspeed: “Os heróis do passado não são os modelos do crente, pois em Cristo ele tem um exemplo melhor. . . O corredor cristão precisar fixar seus olhos em Jesus.” Sim, ‘Cristo sofreu por vós, deixando-vos um modelo para seguirdes de perto os seus passos’. — 1 Pedro 2:21; Hebreus 12:1-3.

      7. Como deve Hebreus 13:8 afetar a nossa atitude para com o sofrimento pela causa de Jesus Cristo?

      7 Focalizando a atenção no Filho de Deus, Paulo acrescentou: “Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e para sempre.” (Hebreus 13:8) Testemunhas fiéis como Estêvão e Tiago haviam demonstrado inabalável integridade, segundo o firme exemplo de Jesus. (Atos 7:1-60; 12:1, 2) Visto que se dispunham a morrer como seguidores de Cristo, a sua fé é digna de imitação. No passado, no presente, e mesmo no futuro, as pessoas piedosas não se esquivam de sofrer martírio quais discípulos de Jesus.

      Evite Ensinos Falsos

      8. Como parafrasearia as palavras de Paulo em Hebreus 13:9?

      8 A imutabilidade da personalidade e dos ensinos de Jesus deve fazer com que nos apeguemos firmemente ao que ele e seus apóstolos ensinaram. Foi dito aos hebreus: “Não vos deixeis levar por ensinos vários e estranhos; pois é excelente que o coração receba firmeza pela benignidade imerecida, não por comestíveis, que não aproveitaram aos que se ocupam com eles.” — Hebreus 13:9.

      9. A que coisas superiores apontou Paulo na sua carta aos cristãos hebreus?

      9 Os judeus apontavam para coisas tais como a maneira espetacular em que a Lei foi dada no monte Sinai e a duradoura realeza de Davi. Mas Paulo mostrou aos cristãos hebreus que, ainda que o pacto da Lei tivesse sido instituído de maneira assombrosa, quando o novo pacto entrou em vigor Jeová deu testemunho mais poderosamente, com sinais, portentos, obras poderosas e distribuições de espírito santo. (Atos 2:1-4; Hebreus 2:2-4) O Reino celestial de Cristo não pode ser abalado, como se deu com o reinado terrestre de governantes davídicos, em 607 AEC. (Hebreus 1:8, 9; 12:28) Ademais, Jeová reúne os ungidos diante de algo muito mais espantoso do que a milagrosa exibição no monte Sinai, pois eles se achegam ao celestial Monte Sião. — Hebreus 12:18-27.

      10. Segundo Hebreus 13:9, por meio de que se dá firmeza ao coração?

      10 Portanto, os hebreus tinham de evitar ser ‘levados por ensinos vários e estranhos’ dos judaizantes. (Gálatas 5:1-6) Não através de tais ensinos, mas sim ‘pela benignidade imerecida de Deus pode o coração receber firmeza’ para ficar firme na verdade. Alguns aparentemente discutiam a respeito de alimentos e sacrifícios, pois Paulo disse que o coração não se firmava “por comestíveis, que não aproveitaram aos que se ocupam com eles”. Benefícios espirituais advêm da devoção piedosa e do apreço pelo resgate, e não da indevida preocupação sobre comer certos alimentos e observar dias específicos. (Romanos 14:5-9) Ademais, o sacrifício de Cristo invalidou os sacrifícios levíticos. — Hebreus 9:9-14; 10:5-10.

      Sacrifícios Que Agradam a Deus

      11. (a) Qual é a essência das palavras de Paulo em Hebreus 13:10, 11? (b) Que altar figurativo têm os cristãos?

      11 Os sacerdotes levitas comiam carne de sacrifícios animais, mas Paulo escreveu: “Nós temos um altar do qual os que fazem serviço sagrado na tenda [o tabernáculo] não têm autoridade para comer. Porque os corpos daqueles animais, cujo sangue é levado para dentro do lugar santo pelo sumo sacerdote, pelo pecado, são queimados fora do acampamento”, no Dia da Expiação. (Hebreus 13:10, 11; Levítico 16:27; 1 Coríntios 9:13) Os cristãos têm um altar figurativo que simboliza a aproximação a Deus à base do sacrifício de Jesus que expia pecados e resulta no perdão de Jeová e na salvação para a vida eterna.

      12. Em Hebreus 13:12-14, a que se instou os cristãos ungidos?

      12 Paulo não se alonga na analogia com o Dia da Expiação, mas, acrescenta: “Por isso, Jesus também, para santificar o povo com o seu próprio sangue, sofreu fora do portão” de Jerusalém. Ali Cristo morreu e proveu o sacrifício propiciatório plenamente eficaz. (Hebreus 13:12; João 19:17; 1 João 2:1, 2) O apóstolo Paulo instou a co-ungidos cristãos: “Saiamos, pois, a ele [Cristo], fora do acampamento, levando o vitupério que ele levou, porque não temos aqui uma cidade que permaneça, mas buscamos seriamente aquela que vem.” (Hebreus 13:13, 14; Levítico 16:10) Embora sejamos vituperados assim como Jesus foi, nós perseveramos como Testemunhas de Jeová. ‘Repudiamos a impiedade e os desejos mundanos, e vivemos com bom juízo, justiça e devoção piedosa no meio deste atual sistema de coisas’ enquanto aguardamos o novo mundo. (Tito 2:11-14; 2 Pedro 3:13; 1 João 2:15-17) E os ungidos em nosso meio buscam ardorosamente a “cidade”, o Reino celestial. — Hebreus 12:22.

      13. Sacrifícios que agradam a Deus não são meramente o quê?

      13 Paulo a seguir mencionou sacrifícios que agradam a Deus, escrevendo: “Por intermédio dele [Jesus], ofereçamos sempre a Deus um sacrifício de louvor, isto é, o fruto de lábios que fazem declaração pública do seu nome. Além disso, não vos esqueçais de fazer o bem e de partilhar as coisas com outros, porque Deus se agrada bem de tais sacrifícios.” (Hebreus 13:15, 16) Os sacrifícios cristãos não são meramente obras humanitárias. As pessoas em geral fazem isso. Por exemplo, foi o que aconteceu quando pessoas de muitas nações socorreram as vítimas do terremoto na Armênia soviética, em fins de 1988.

      14. Oferecer a Deus um sacrifício aceitável dá relevo a que obra?

      14 O serviço sagrado que prestamos a Jeová “com temor piedoso e com espanto reverente” se baseia na espécie de amor abnegado que Jesus demonstrou. (Hebreus 12:28; João 13:34; 15:13) Tal serviço dá relevo à nossa obra de pregação, pois, por meio de Cristo qual Sumo Sacerdote, ‘oferecemos a Deus um sacrifício de louvor, o fruto de lábios que fazem declaração pública do seu nome’. (Oséias 14:2; Romanos 10:10-15; Hebreus 7:26) Naturalmente, ‘não nos esquecemos de fazer o bem e de partilhar as coisas com outros’, até mesmo incluindo aqueles que não são “aparentados conosco na fé”. (Gálatas 6:10) Em especial quando co-cristãos sofrem calamidade, ou estão em necessidade ou aflitos, prestamos ajuda amorosa, tanto material como espiritual. Por quê? Porque nos amamos uns aos outros. Queremos que eles também possam apegar-se à declaração pública de sua esperança sem vacilação, “porque Deus se agrada bem de tais sacrifícios”. — Hebreus 10:23-25; Tiago 1:27.

      Seja Submisso

      15. (a) Como parafrasearia o conselho em Hebreus 13:17? (b) Por que se deve mostrar respeito para com os que tomam a dianteira?

      15 Para oferecer sacrifícios aceitáveis, temos de cooperar plenamente com a organização de Deus. Sem martelar nesse assunto de autoridade, Paulo escreveu: “Sede obedientes aos que tomam a dianteira entre vós e sede submissos, pois vigiam sobre as vossas almas como quem há de prestar contas; para que façam isso com alegria e não com suspiros, porque isso vos seria prejudicial.” (Hebreus 13:17) Devemos respeitar os anciãos designados que tomam a dianteira na congregação, de modo que não precisem suspirar, aflitos por causa de nossa falta de cooperação. Deixarmos de ser submissos seria fatigante para os superintendentes e resultaria em prejuízo espiritual para nós. Um espírito cooperador torna mais fácil aos anciãos prestarem ajuda e contribui para a união e o progresso da obra de pregação do Reino. — Salmo 133:1-3.

      16. Por que é apropriado ser submisso aos que tomam a dianteira entre nós?

      16 Quão apropriado é que sejamos submissos aos que tomam a dianteira! Eles ensinam nas nossas reuniões e nos ajudam no ministério. Como pastores, buscam o nosso bem-estar. (1 Pedro 5:2, 3) Ajudam-nos a manter uma boa relação com Deus e com a congregação. (Atos 20:28-30) Por nos submetermos à sábia e amorosa supervisão, mostramos respeito para com o Superintendente Supremo, Jeová Deus, e seu Superintendente Adjunto, Jesus Cristo. — 1 Pedro 2:25; Revelação (Apocalipse) 1:1; 2:1-3:22.

      Faça Orações

      17. Que orações pediu Paulo, e por que podia ele corretamente pedi-las?

      17 Visto que Paulo e seus associados estavam separados dos hebreus, talvez por causa de perseguição, ele disse: “Fazei orações por nós, pois confiamos em ter uma consciência honesta, visto que queremos comportar-nos honestamente em todas as coisas. Mas, exorto-vos mais especificamente a que façais isso, para que eu vos seja restituído tanto mais cedo.” (Hebreus 13:18, 19) Se Paulo tivesse sido uma pessoa sinuosa, de consciência cauterizada, que direito teria ele de pedir aos hebreus que orassem para que ele se juntasse a eles? (Provérbios 3:32; 1 Timóteo 4:1, 2) Naturalmente, ele era um ministro honesto, que com boa consciência enfrentou os judaizantes. (Atos 20:17-27) Paulo confiava também que poderia juntar-se mais cedo aos hebreus, caso eles orassem para que isso acontecesse.

      18. Se esperamos que outros orem por nós, que perguntas poderíamos fazer a nós mesmos?

      18 Ter Paulo solicitado aos hebreus que orassem por ele mostra que é correto os cristãos orarem uns pelos outros, mesmo citando nomes. (Compare com Efésios 6:17-20.) Mas, se esperamos que outros orem por nós, não devíamos ser como o apóstolo e nos certificar de ‘ter uma consciência honesta e comportar-nos honestamente em todas as coisas’? É você honesto em todos os seus tratos? E tem a mesma confiança na oração que tinha Paulo? — 1 João 5:14, 15.

      Palavras Finais e Exortação

      19. (a) Qual era o desejo de Paulo, expresso em forma de oração, com relação aos hebreus? (b) Por que é eterno o novo pacto?

      19 Tendo solicitado as orações dos hebreus, Paulo expressou um desejo em forma de oração, dizendo: “Agora, o Deus de paz, que com o sangue dum pacto eterno tirou dentre os mortos o grande pastor das ovelhas, o nosso Senhor Jesus, vos equipe com toda coisa boa, para fazerdes a sua vontade, realizando em nós, por intermédio de Jesus Cristo, aquilo que é bem agradável à sua vista; a ele seja a glória para todo o sempre. Amém.” (Hebreus 13:20, 21) Com uma terra pacífica em vista, “o Deus de paz” ressuscitou a Cristo para a vida imortal no céu, onde este apresentou o mérito de seu sangue derramado que validou o novo pacto. (Isaías 9:6, 7; Lucas 22:20) É um pacto eterno porque os na terra receberão benefícios eternos dos serviços dos 144.000 filhos espirituais de Deus que reinam com Jesus no céu e estão no novo pacto. (Revelação 14:1-4; 20:4-6) É através de Cristo que Deus, a quem atribuímos glória, ‘nos equipa com toda coisa boa necessária para fazer a sua vontade e ser bem agradáveis à sua vista’.

      20. Como parafrasearia e explicaria a exortação final de Paulo aos cristãos hebreus?

      20 Incerto quanto a como os hebreus reagiriam à sua carta, Paulo disse: “Exorto-vos agora, irmãos, a que suporteis esta palavra de encorajamento [para escutar o Filho de Deus, não os judaizantes], porque, deveras, tenho composto uma carta de poucas palavras [considerando seu poderoso conteúdo] para vós. Tomai nota de que o nosso irmão Timóteo foi livrado [da prisão], sendo que vos verei junto com ele, se vier em breve.” Provavelmente escrevendo de Roma, o apóstolo esperava que ele, junto com Timóteo, visitariam os hebreus em Jerusalém. Daí, Paulo disse: “Dai os meus cumprimentos a todos os que estão tomando a dianteira entre vós [quais diligentes anciãos] e a todos os santos [os que têm esperança celestial]. Os da Itália mandam-vos os seus cumprimentos. A benignidade imerecida [de Deus] seja com todos vós.” — Hebreus 13:22-25.

      Carta de Valor Duradouro

      21. A carta aos hebreus nos ajuda a entender que pontos principais?

      21 Talvez mais do que qualquer outro livro das Escrituras Sagradas, a carta aos hebreus ajuda-nos a entender o significado dos sacrifícios que eram oferecidos sob o arranjo da Lei. A epístola mostra claramente que o sacrifício de Jesus Cristo é o único que provê o necessário resgate para a humanidade pecaminosa. E uma notável mensagem na carta é que devemos escutar o Filho de Deus.

      22. Quais são algumas das razões para sermos gratos pela carta aos hebreus?

      22 Ademais, como vimos nos dois artigos anteriores, temos outras razões para sermos gratos pela carta aos hebreus, inspirada por Deus. Ela nos ajuda a não nos cansarmos no nosso ministério, enche-nos de coragem, pois sabemos que Jeová é o nosso Ajudador. Além do mais, incentiva-nos a altruisticamente usar os nossos lábios e todas as nossas faculdades em prestar serviço sagrado dia e noite e a oferecer sacrifícios sinceros que agradam ao nosso louvável e amoroso Deus, Jeová.

      Que Resposta Daria?

      ◻ De que modo a carta aos hebreus ajudou-os a evitar os falsos ensinos?

      ◻ Sacrifícios que agradam a Deus se centralizam em que importante obra?

      ◻ Quem são os “que tomam a dianteira”, e por que devemos mostrar-lhes submissão?

      ◻ De que modo a carta aos hebreus destaca a oração?

      ◻ Por que podemos dizer que a carta aos cristãos hebreus é de valor duradouro?

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