-
Conflito secular prestes a acabarA Sentinela — 1976 | 1.° de agosto
-
-
o Príncipe Miguel, o Senhor Jesus Cristo. Daniel 12:1 nos diz: “Durante esse tempo pôr-se-á de pé Miguel, o grande príncipe que está de pé a favor dos filhos de teu povo. E certamente virá a haver um tempo de aflição tal como nunca se fez ocorrer, desde que veio a haver nação até esse tempo. E, durante esse tempo, teu povo escapará, todo aquele que for achado inscrito no livro.”
O “tempo de aflição” mencionado aqui será uma “grande tribulação”, que acabará com todo o governo humano, inclusive o do “rei do norte” e o do “rei do sul”. Esta “grande tribulação” preparará também o terreno para o domínio justo do Senhor Jesus Cristo. Aqueles que temem a Deus, que se identificaram como estando do lado do Príncipe Miguel, escaparão da destruição vindoura. (Mat. 24:21, 22; Rev. 7:9, 14) Terão diante de si a perspectiva de viver na terra livre de opressão, injustiça e guerras, estando livres até mesmo da doença e da morte. — Rev. 21:3, 4; Sal. 37:9-11, 29.
Em vista do que está à frente, mostra a sua vida que aguarda o iminente fim do conflito secular? Tomou ação positiva para colocar-se do lado de Jesus Cristo, o Rei dos reis? Se não, exortamo-lo a examinar as Escrituras para saber o que é preciso para obter uma condição aprovada perante Deus. As Testemunhas de Jeová na sua localidade terão prazer em ajudá-lo por deixá-lo saber o que aprenderam da Bíblia.
-
-
Missionários enviados — por quem?A Sentinela — 1976 | 1.° de agosto
-
-
Missionários enviados — por quem?
‘VOCÊS são enviados como representantes de quem?’ foi a pergunta que Milton Henschel fez aos vinte e cinco da 60.ª turma de missionários da Escola Bíblica de Gileade da Torre de Vigia, na sua formatura realizada na cidade de Nova Iorque, no domingo, 7 de março.
Henschel, o terceiro dos seis oradores do programa, respondeu à sua própria pergunta, em benefício dos formandos e das centenas de simpatizantes presentes. Indicou o exemplo do Missionário Principal, Jesus Cristo, o qual disse: “Eu o conheço [i. e., a Deus], porque sou representante dele, e Este me enviou.” — João 7:29.
O orador trouxe à atenção que Jesus fora enviado desde os domínios do céu. Ele desceu para viver no meio de homens imperfeitos, cujo modo de pensar e práticas eram alheias ao modo de pensar de Deus. (Isa. 55:8) Jesus nunca se queixou, nem se enalteceu como missionário de Deus, mas glorificou Aquele que o enviara.
Theodore Jaracz, presidente da sessão, iniciou a sua parte por mencionar que vários parentes dos formandos estavam presentes, vindos do além-mar. Observou que esta turma era jovem, com a idade média de uns vinte e oito anos, mas tinha, em média, servido como Testemunhas de Jeová já por treze anos, quase metade de sua vida.
Jaracz chamou então U. V. Glass, instrutor de Gileade, para dizer algumas palavras de despedida aos estudantes. Glass chamou atenção para o ouvido humano, com a sua capacidade de distinguir até mesmo leves diferenças no tom e na qualidade do som. O cristão, salientou ele, conhece o “som”, o “tom” exato da verdade da Palavra de Deus — a voz do Pastor Excelente. (João 10:2-5) Aconselhou os estudantes a estar atentos para rejeitar “tons” falsos ou falsificados, que poderiam atraí-los para longe de seu verdadeiro objetivo como missionários.
John C. Booth, o próximo orador, estivera em condições de conhecer quase todos dos mais de 5.000 graduados de Gileade, desde o começo, em 1943. Booth exortou os formandos por primeiro perguntar: “Estão qualificados para ser enviados como missionários?” Mencionou as cinqüenta e nove turmas precedentes. Não são os aumentos em louvadores de Deus, nos países aos quais se enviaram missionários, prova tangível de que estavam qualificados?
Depois deste discurso, houve um intervalo para descanso, durante o qual os presentes se puseram de pé, enquanto o encarregado das matrículas na Escola, E. A. Dunlap, leu telegramas de longe e de perto, expressando apreço pela Escola e desejando felicidades aos formandos, na sua designação.
“Acautele-se Para não se Tornar Desistente”, foi o tema abordado por Lyman Swingle. Lembrando aos formandos que eles haviam sido estudantes da Bíblia já antes de virem à Escola de Gileade, acrescentou que, na Escola, aprenderam muito mais ainda. Mas, na realidade, estavam então apenas começando a aprender. Se pensassem de outro modo, isso poderia levar à perda de sua espiritualidade e, por fim, à desistência e saída das fileiras dos missionários. De fato, até mesmo circunstâncias indesejáveis, que alguém poderia usar para desistir, podem tornar-se, realmente, mais uma lição para dar força.
“Nada do que possamos fazer enriquecerá a Jeová Deus. Contudo, ele nos convida a lhe trazermos nossas dádivas.” Com estas palavras, Leo Greenlees introduziu uma descrição dos arranjos de Deus para a oferta de sacrifícios a Ele, no templo da antiga Jerusalém. Apenas animais sadios,
-