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  • Um oásis de verdade numa terra árida
    A Sentinela — 1977 | 15 de agosto
    • É maravilhoso para mim o modo em que nosso padrão de vida tem melhorado durante o tempo em que temos colocado os interesses do reino de Deus em primeiro lugar. Sempre temos procurado colocar os assuntos espirituais na frente dos materiais, e ao fazermos isso fomos abençoados, como família, em ajudar mais de trinta pessoas a dedicar sua vida a Jeová e ser batizadas. Mas, prosperamos também de outras maneiras. Desde que assisti à assembléia em Munique, membros de minha família e eu mesma temos assistido a outros congressos cristãos, internacionais, na Europa e em diversas partes da África. Depois de atravessarmos nossa crise financeira, mudamo-nos de Omdurman para Cartum, tendo agora uma casa bastante grande para as reuniões da sempre crescente congregação.

      Meu segundo filho decidiu secundar sua boa instrução escolar por matricular-se na universidade, no Egito. Mas, depois de apenas um ano, ele voltou para casa, a fim de participar mais plenamente com a família em contribuir sua energia para a promoção da verdadeira adoração no Sudão. Ele é agora ancião, e sua capacidade e devoção são muito usadas e apreciadas pela congregação.

      O que significa encontrar um oásis no deserto, quando se está ressequido pela sede, só pode ser plenamente apreciado por alguém que já teve sua sede saciada. E a felicidade de ver outros ser refrescados é ainda mais agradável. Assim, as águas da verdade foram uma bênção para mim e minha família, e por isso deveras agradecemos à grande Fonte da Verdade, Jeová, nosso Deus.

  • Por dentro das notícias
    A Sentinela — 1977 | 15 de agosto
    • Por dentro das notícias

      Palotinos “Imorais”

      ● O arcebispo católico de Baltimore, E. U. A. William Borders, admitiu recentemente que os sacerdotes palotinos daquela cidade haviam “ficado envolvidos em práticas [de angariação de fundos] que são imorais”. Depois de anos de incitações pela imprensa, uma verificação das contas revelou que, dos 20 milhões de dólares angariados em 18 meses, apenas 2,5 por cento foram destinados às missões estrangeiras. O restante foi aplicado em empreendimentos imobiliários e duvidosos “empréstimos a amigos comerciais e políticos de Maryland”, noticiou o “Times” de Nova Iorque.

      O colunista católico Garry Wills também deplorou a alegação feita na correspondência dos palotinos, para solicitar dinheiro, que “não empregamos angariadores profissionais de fundos”. É difícil imaginar, escreveu Wills, de que maneira a ordem “poderia ter mentido de modo mais elaborado, engenhoso e interminável a respeito desta declaração simples”. O que faz a Igreja quanto a esses que são admitidamente “imorais”? As autoridades palotinas, embaraçadas, disseram que o chefe dos angariadores de fundos da ordem não sofreria disciplina maior do que a perda de seu posto. Todavia, autoridades de Maryland disseram que o sacerdote devia ser enquadrado num “processo criminal”.

      ‘Abstenham-se do Sangue’

      ● A “Folha de S. Paulo”, Brasil, em 20 de fevereiro de 1977, p. 36, noticiou: “Através da transfusão de sangue ou de plasma pode ocorrer transmissão de várias infecções. . . . A hepatite por vírus, a sífilis, a malária e a doença de Chagas representam as mais comumente em foco. . . . Doença de Chagas motivada por transfusão de sangue é acontecimento não excepcional, regularmente registrado em publicações médico-científicas. Diversos acidentes dessa ordem não ficam, com certeza, relatados, em virtude de motivos de diferentes tipos, tais como desinteresse, desejo de encobrir o evento e diagnóstico não estabelecido. Agora, no entanto, o tema encontra-se enfaticamente em cena, pelo menos em São Paulo, como fruto da evidenciação bastante comum da infecção transfusional, instalada em expressivo número de pessoas.”

      Quando o parasita da doença de Chagas se fixa na fibra muscular do coração, pode causar uma inflamação fatal do miocárdio. A morte pode ser repentina, mas, quando ela não ocorre logo, a pessoa infeccionada raras vezes vive além dos cinqüenta anos.

      Os verdadeiros cristãos não se abstêm do sangue principalmente por motivos clínicos. Fazem isso por causa duma ordem divina. (Gên. 9:3, 4) Não obstante, deriva-se o benefício de proteger a saúde por obedecer à lei de Deus de ‘abster-se do sangue’. — Atos 15:28, 29.

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