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  • Amamentar o bebê — qual é o melhor método?
    Despertai! — 1974 | 8 de janeiro
    • recompensa financeira para as mães se amamentarem seus bebês no peito por dez semanas.

      É um assunto pessoal como os pais resolverão alimentar seus filhinhos, mas, informar-se sobre o assunto pode ser de ajuda para que eles façam uma boa escolha.

  • Cresci como Hindu
    Despertai! — 1974 | 8 de janeiro
    • Cresci como Hindu

      EM 1968, voltei da universidade nos Estados Unidos para visitar minha família em Jamnagar, Índia. Amigos meus programaram um grande jantar em minha honra, e o guru do meu pai, Swami Trivenipuri, estava presente. Depois do jantar, ele falava sobre o deus supremo e sua relação com o deus trino hindu, Trimurti, e o que representavam as três faces da trindade. Assim, perguntei-lhe:

      “Não são simples ídolos as estátuas que os hindus adoram? É bom ou ruim que sejam adoradas?”

      Ele respondeu: “Isso é muito bom, porque são alpondras que levam ao deus supremo.”

      Assim, perguntei: “Não constituem as estátuas na verdade uma pedra de tropeço para se entender o deus supremo? Não imaginam a maioria das pessoas que os próprios ídolos sejam deuses?”

      “É apenas o povo comum que crê nisso”, disse. E prosseguiu em sua palestra. Mas, isso não me pareceu correto. Sabia que minha mãe não era iletrada. Ela estudara numa faculdade para diplomar-se em direito. Todavia, quando ia ao templo, ela dizia que ia durshan ao deus. Essa palavra em guzerate, durshan, significa “ver”. Era esse o entendimento dela sobre o assunto; ela ia ao templo para ver o deus, porque a pedra ou ídolo estava lá. Sabia que minha mãe considerava o próprio ídolo como sagrado, porque foi isso que ela me ensinou.

      Treinado no Hinduísmo

      Dentre as primeiras coisas de que tenho memória acha-se a visita ao templo de Bhidbhanjan perto de nossa casa. Desde a infância fui treinado na adoração hindu. Mesmo antes de saber andar, mamãe me levava ao templo.

      Quando tinha cinco ou seis anos, ia sozinho ao templo. Todo dia, ao voltar da escola para casa, andava a pé ou de bicicleta até o templo, antes do jantar. Removia os sapatos e entrava. Adorar os muitos deuses ali era comovente experiência para mim. Sempre tinha uma sensação de reverência e adoração.

      Dentro do salão um tanto pequeno e sem cadeiras, curvava meus joelhos diante da imagem de Xiva, repetindo seu nome para mim mesmo. Silenciosamente, em oração, pedia a Xiva que me ajudasse a tirar boas notas na escola, que mantivesse com saúde papai e mamãe, e pedia outras coisas. Ninguém fala alto dentro do templo, nem mesmo os sacerdotes.

      Minha visita ao templo durava dez minutos, mais ou menos. Daí, ia para casa jantar, a uns cinco quarteirões de distância.

      Minha Casa em Jamnagar

      A casa de meus pais é a Mansão Mukund, na Rua Swaminarayan. É uma casa de mais de vinte cômodos, ocupando a metade de um quarteirão em Jamnagar, cidade de cerca de 150.000 habitantes. Nasci nesta casa, em 1946, e cresci ali junto com meu avô, meus pais e quatro irmãos e irmãs.

      Quando jovem, vovô era ministro da agricultura do estado indiano de Saurastra, agora parte do Estado de Guzerate. Meu pai era bacharel em direito, mas trabalhava no comércio, ao invés de advogar, tornando-se co-proprietário de duas fábricas — uma em Bombaim e outra em Jamnagar.

      Em nossa casa havia uma sala comprida e estreita, ou templo, cheia de deuses-ídolos. Antes de entrar nela, tomávamos banho completo. Foi-me ensinado como sentar em frente aos deuses, com as pernas cruzadas, e a esvaziar a mente de todos os pensamentos. Uma forma de fazê-lo, explicaram meus pais, é repetir vez após vez o nome dum deus, afirmando, por exemplo, “Hare Krishna, Hare Krishna”.

      Mais tarde, foi-me dado um colar de contas marrons, similar ao rosário católico. A idéia é percorrer as contas repetindo o nome do deus a cada vez que uma conta é movida adiante no colar.

      Meu Desejo de Conhecer a Deus

      Embora fiel na realização destes atos religiosos prescritos, não sentia que conhecia a Deus. Imaginava para mim mesmo: É Deus uma pessoa real? Qual é Sua vontade para o homem? Quando jovem, minhas perguntas jamais foram respondidas.

      Os pais hindus em geral não estão preparados para fornecer instrução religiosa a seus filhos. No entanto, mamãe tentou ajudar-me, mas dum modo que só me causou confusão. Por exemplo, ensinou-me a ajoelhar junto da minha cama toda noite antes de dormir e fazer minha oração: “Oh, Deus!” Mas, na verdade, eu imaginava: Quem é este Deus, pois tínhamos dezenas de imagens de deuses em casa, vários deles em cada cômodo.

      Ao crescer ali, não havia jeito de estudar o assunto de religião. Não há nenhum arranjo para que a ampla maioria dos mais de 400 milhões de hindus da Índia recebam instrução religiosa no hinduísmo. Os templos hindus não são locais de instrução religiosa. Os sacerdotes ali não são mestres de religião. Seu trabalho é apenas cuidar do templo e suas dependências, abrir os portões e as portas de manhã e fechá-los à noite, queimar incenso aos deuses e receber ofertas dos adoradores.

      Os sacerdotes hindus não estudaram em alguma escola para prepará-los para sua posição. A pessoa se torna sacerdote simplesmente por causa de ser filho dum sacerdote. Assim, surpreendente como isso seja para os ocidentais, os sacerdotes hindus não têm mais conhecimento religioso do que o hindu mediano. São ignorantes no que tange a saber algo sobre Deus, e não puderam satisfazer minha ânsia pessoal de conhecer a Deus.

      Vida Além da Morte

      O principal conceito do hinduísmo é a continuação sempiterna da vida. Como se expressou o eminente hindu Swami Vivekananda: “A alma humana é eterna e imortal, . . . A alma continuará evoluindo ou retornando, de nascimento em nascimento, e de morte em morte.”

      Esta crença é inculcada em todo hindu por atitudes e costumes diários. Exemplificando: mamãe costumava deixar comida no nosso telhado para os pássaros. E me explicava: “Tais pássaros talvez sejam almas que partiram de pessoas que conhecemos, e apreciarão nossa bondade.”

      Também, muitas vacas perambulam livremente pelas ruas de Jamnagar. Lembro-me de que, certa vez, quando tinha cerca de seis anos, o portão de nosso quintal ficou aberto e algumas vacas entraram. Era meu dever expulsá-las dali, e, assim, apanhei uma tábua e bati numa vaca para fazê-la mover-se. Mamãe realmente me censurou por isso. “Não se bate nas vacas! São sagradas!” — disse ela, crendo que tenham almas que partiram.

      A reverência com que os hindus consideram todas as coisas vivas cria problemas e ações difíceis de explicar, às vezes. Por exemplo, uma ratoeira hindu parece estranhíssima para os ocidentais. Trata-se de um objeto parecido a uma caixinha em que o camundongo entra para pegar a isca, e é apanhado vivo quando a portinhola se fecha. Quando apanhávamos um camundongo, mamãe me dizia para levá-lo para a rua e soltá-lo. “Mas, simplesmente voltará de novo para a casa”, lembro-me de ter dito uma vez. Assim, ela me mandou levá-lo para vários quarteirões adiante e soltá-lo.

      O problema principal é com moscas e insetos. Usualmente, quando comíamos, alguém tinha de ficar em pé e espantar as moscas. Não abanavam para feri-las, mas apenas para afastá-las da comida, tudo porque criam que a alma de alguém que partira estava em cada mosca.

      Eu, também, cria que a alma humana transmigrava, e que o alvo era avançar a um estado superior com cada renascimento. Sentando juntos em nosso terraço à noite, vovô às vezes conversava comigo sobre o nirvana, que supostamente é a nulidade ou a união final com Deus. Esta idéia difícil de compreender por certo não me ajudou a conhecer a Deus. Apenas tornou Deus algo ainda mais confuso para mim.

      Poderia um Guru Ajudar-me?

      A idéia do nirvana convenceu-me de que precisava progredir intelectualmente no hinduísmo. Isto exigia conseguir um guru, ou instrutor pessoal. Posso lembrar-me de quando papai o conseguiu pela primeira vez. A maneira de escolhê-lo foi pedir a diferentes gurus que visitassem a nossa casa. Almoçavam ou jantavam, e então se sentavam e falavam. Às vezes eu escutava, embora naquele tempo fosse bem jovem. Por fim, papai achou aquele de quem gostou mais.

      Um guru é um estudante dos escritos sagrados hindus. Torna-se guru por servir primeiro como discípulo dum guru. Os gurus usualmente não se incomodam em conversar com os hindus menos instruídos, porque acham que tais pessoas não conseguirão compreender seus ensinos. Assim, o papai e o vovô, que foram cada um instruído por seu guru quanto aos escritos sagrados hindus, tinham um conceito de deus diferente do das pessoas menos cultas.

      Às vezes falavam de um deus além dos ídolos, e como os ídolos realmente não são deuses. Lembro-me de sentar-me no terraço, à noite, junto com o vovô, e ouvi-lo explicar sobre Trimurti, o deus trino que consiste em Brama, Vixnu e Xiva. “Realmente são um só deus”, dizia. “Só existe um deus supremo.”

      Mas, tudo isso me parecia contraditório, em especial quando o vovô e o papai se curvavam em adoração aos ídolos! Um dia, pensava eu, vou entender, pois realmente desejava conhecer o Deus verdadeiro. No ínterim, meus pais me convenceram que precisava obter uma boa educação secular.

      Busca de Conhecimento Secular

      Meus pais sublinharam fortemente a educação. Desde o tempo em que tinha dois anos, tinham um tutor especial para mim. Era o diretor da escola primária. Com quatro anos, já sabia ler e escrever bem. Quando podia freqüentar a escola, com seis anos, entrei já para a quarta série.

      Quando tinha quatorze anos, formei-me no ginásio Nawanagar, em Jamnagar. Daí, por dois anos, cursei o bem-conhecido Colégio Elphinstone em Bombaim, que dista uns 560 quilômetros de Jamnagar. Ali me preparei para a educação avançada nos EUA.

      Em 1962, viajei de avião para os EUA e inscrevi-me na Universidade de Bucknell, em Pensilvânia. Com o tempo, recebi uma bolsa de estudos que cobria as taxas escolares. Tirei as melhores notas na Universidade em assuntos tais como cálculo, termodinâmica, mecânica de fluidos, e física.

      Depois de quatro anos em Bucknell, fui para a Universidade de New Hampshire por dois anos, como assistente de professor. Ali ensinei termodinâmica e mecânica dos fluidos, para o que recebia Cr$ 1.300,00 por mês, além das anuidades gratuitas. Visto que só ensinava algumas horas por dia, o resto do meu tempo eu devotava à continuação de meus estudos científicos.

      Mais tarde, fui para a Universidade do Colorado, em Boulder, onde dispunha duma bolsa de estudos conquanto também ensinasse. Aqui, também, não pagava anuidades e ainda recebia Cr$ 1.625,00 mensais enquanto ensinava sobre computadores análogos e fazia pesquisa especial na nova ciência da holografia.

      Nestes anos de estudo, acumulei uma abundância e tanto de conhecimentos mundanos. Mas, não aprendera mais nada sobre Deus, conforme desejava. Ainda tinha sede de conhecimento sobre o Deus que nos dera a vida e criara nossas maravilhosas habilidades mentais. Assim, aconteceu que, em setembro de 1966, algo me fez começar cuidadosa pesquisa em busca do conhecimento de Deus.

      Vindo a Conhecer a Deus

      Eu estava a caminho do início das aulas na Universidade de New Hampshire quando passei, sem avisar, na casa de meu irmão. Ele se casara com uma moça estadunidense e agora morava em Elmira, Nova Iorque. Nessa noitinha, minha cunhada convidara a vir a sua casa dois instrutores da Bíblia, chamados testemunhas de Jeová. Jamais ouvira falar das testemunhas de Jeová antes nem olhara o que há dentro duma Bíblia. Jamais conversara com um cristão na Índia. E, em Bucknell, não conversara sobre religião com ninguém. Assim, este foi meu primeiro contato com o Cristianismo.

      As Testemunhas falaram sobre a excelente influência que a Bíblia pode ter na vida das pessoas. Eu e meu irmão, contudo, não podíamos concordar com isso. Logo apontei o registro horrível dos chamados cristãos; por exemplo, as duas guerras mundiais começaram em terras chamadas cristãs. E na cristandade, observei, há mais crime e imoralidade do que na Índia hindu.

      Para minha surpresa, as Testemunhas concordaram. Não tentaram defender a cristandade. Simplesmente disseram que a cristandade não é cristã — que rejeitou os ensinos de Jesus Cristo — e, portanto, está condenada por Deus. Afirmaram que as testemunhas de Jeová eram inteiramente separadas da cristandade, e, por conseguinte, não tinham parte nas guerras ou na prática do erro. Eram tão sinceras que eu acreditei que devia haver alguma verdade no que diziam.

      Comecei a ver, durante a palestra, que as Testemunhas aparentemente têm princípios que governam sua vida. Eu também tinha princípios, pensei comigo mesmo. E, ainda assim, como hindu, sabia que podia torcê-los do jeito que quisesse a fim de justificar qualquer coisa que desejasse fazer. O papai mesmo dissera que os hindus comumente são desonestos nos negócios, todavia, conseguem justificar tal desonestidade por seus princípios religiosos.

      A palestra aquela noite me perturbou. As Testemunhas pareciam estar tão seguras daquilo em que criam.

      Fui Procurar as Testemunhas

      A palestra ainda estava na minha mente quando cheguei na Universidade de New Hampshire, em Durham. Assim, domingo de manhã, levantei cedo e comecei a guiar meu carro. Parei em cada cidade e procurei no guia telefônico as testemunhas de Jeová. Não foi até que cheguei a Manchester, New Hampshire, que encontrei seu telefone. Um senhor que parecia idoso respondeu ao telefone, forneceu-me o endereço do Salão do Reino mais próximo e disse que as reuniões eram às 14 horas.

      Essa tarde, dificilmente consegui crer na maneira em que fui tratado. Quase todos vieram e me cumprimentaram, e me fizeram sentir à vontade. Depois das reuniões, um senhor grego me convidou a ir jantar em sua casa.

      Logo eu estava no meio de outra palestra. As Testemunhas falaram sobre a melhora da terra sob a regência do reino de Deus. Nos ensinos hindus, não se diz nada sobre aprimorar as condições da terra. Apenas aprendemos sobre conseguir o aperfeiçoamento individual por voltarmos numa reencarnação superior. Mas, as Testemunhas me mostraram onde é que a Bíblia diz que a terra se tornará um paraíso, por meio do governo de Deus. Não haverá mais guerras nem crimes, e até mesmo a doença e a morte serão eliminadas — as promessas de Deus estavam ali na Bíblia! Isto realmente me impressionou.

      Já passava da meia-noite quando parti. Levei comigo para casa o nome do superintendente presidente da congregação das testemunhas de Jeová mais próxima da universidade.

      Na semana seguinte, telefonei para esta Testemunha e ele se ofereceu a vir estudar a Bíblia comigo, toda semana gratuitamente. Foi difícil de crer, pois, na Índia, paga-se muito dinheiro para receber instruções dum guru. Assim, prontamente aceitei sua oferta.

      Nossas primeiras palestras foram sobre a identidade de Deus, a coisa sobre a qual há tanto tempo eu pensava. Foi-me mostrado na Bíblia, como eu agora já cria, que os ídolos não são Deus. Foi então uma surpresa aprender que as igrejas da cristandade adoram uma trindade de três deuses em um só, mui similar ao deus trino hindu, Trimurti. Fiquei muito contente de saber, porém, que o Deus Supremo não é uma trindade.

      Fiquei especialmente impressionado de saber que Deus tem nome. É Jeová. Isto ajudou a tornar Deus mais compreensível para mim. Não era mais misterioso. Tornou-se claro para mim, ao continuarmos a estudar, que Deus é uma Pessoa invisível real.

      No hinduísmo, foi-me ensinado que Deus criou o homem. Mas, isso era quase tudo. Jamais aprendi por que Ele nos criou, ou por que existem condições perversas. Agora eu obtinha as respostas. Aprendi que, há muito tempo, ocorreu uma rebelião entre as criaturas de Deus, e que Deus concedeu tempo para resolver certas questões que surgiram. Este período de tempo quase que se esgotou, foi o que aprendi, e em breve Jeová eliminará a perversidade e iniciará um novo sistema justo. Tratava-se deveras de boas novas, e me emocionaram o coração.

      Sempre aceitei o ensino hindu de que o homem tem uma alma imortal que vive quando a pessoa morre. Depois de várias palestras, contudo, eu pude ver que tal crença é errada e que a Bíblia está correta em seu ensino de que a alma morre. Todavia, aprendi que os mortos não ficaram sem esperança. Deus pode e realmente os trará de volta à vida. Esta promessa bíblica da ressurreição realmente fazia sentido para mim. Forneceu-me maravilhosa esperança de ver de novo na terra meus entes queridos que já morreram, tal como meu querido vovô.

      Por Que Creio Agora na Bíblia

      Talvez pareça estranho que alguém criado como hindu fale desse modo sobre os ensinos da Bíblia. Todavia, até mesmo o famoso hindu, Mahatma Ghandi, disse: “Tenho-me empenhado em estudar a Bíblia. Considero-a como parte das minhas escrituras.” Em meus estudos, verifico que há verdadeiro motivo de se crer na Bíblia.

      Por exemplo, fico impressionado que a Bíblia não contém mitos anticientíficos, conforme é comum nos ensinos hindus. A Bíblia, há cerca de 3.000 anos atrás, falou corretamente sobre a terra como sendo circular em sua forma, e não achatada como as pessoas nas eras passadas geralmente criam. (Isa. 40:22) Também, a Bíblia explica que a terra não tem nenhum apoio físico, tal como um Atlas sustentando-a, como muitos antigos imaginavam. ‘A terra acha-se suspensa sobre o nada’, diz a Bíblia. (Jó 26:7) Visto que tinha orientações científicas, esta exatidão da Bíblia realmente me impressionou.

      Outra coisa que me ajudou a ficar convicto da veracidade da Bíblia é a inerrância de suas profecias. Os escritos hindus, segundo meu conhecimento, não contêm quaisquer profecias. A Bíblia, por outro lado, predisse muitos eventos que realmente aconteceram. Com efeito, os próprios eventos que abalaram o mundo, nesta geração, inclusive as guerras, fomes, pestilências, delinqüência juvenil e outras condições, são notável cumprimento da profecia bíblica. — Mat. 24:3-14; 2 Tim. 3:1-5.

      Daí, há o conselho superlativo da Bíblia que é tão útil para a vida feliz. Para exemplificar, a Bíblia insta com os maridos: “Continuai a amar as vossas esposas . . . Deste modo, os maridos devem estar amando as suas esposas como aos seus próprios corpos.” E não será a mulher uma excelente esposa se acatar essa admoestação: “As esposas estejam sujeitas aos seus maridos como ao Senhor”? — Efé. 5:22-28.

      Eu e minha esposa podemos verdadeiramente agradecer a Deus o seu conselho na Bíblia para nos ajudar em nosso casamento. A Bíblia está simplesmente repleta de orientação prática, e esta, também, é uma razão de eu vir a crer que ela é realmente a Palavra de Deus.

      Outras Alegrias de Conhecer a Deus

      Com o tempo, dediquei minha vida a servir a Jeová Deus, e simbolizei isto por ser batizado em água. Na verdade, é uma alegria poder orar ao Deus que desejei conhecer desde minha infância. E também é uma alegria ter tantos amigos em toda a terra, cujas vidas são governadas pelo que este grande Deus afirma em sua Palavra, a Bíblia.

      Também encontrei a felicidade em partilhar com outros as boas coisas que aprendi sobre Deus, ajudando-os a também conhecê-lo. Como ancião na congregação cristã das testemunhas de Jeová, tem sido um prazer ser de ajuda espiritual a meus irmãos e minhas irmãs na fé, pois Jesus Cristo disse: “Há mais felicidade em dar do que há em receber.” — Atos 20:35.

      Amiúde penso em meus parentes e em outros na Índia, com os quais cresci. Desejaria que eles obtivessem um exemplar da Bíblia e vissem por si mesmos as coisas maravilhosas que ela contém. Na

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