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  • Bebedice (Embriaguez)
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • Conforme mostrado na Lei, não é apropriado entregar-se às bebidas alcoólicas pouco antes de empenhar-se num oficio religioso. Ordenou-se aos sacerdotes de Israel que não deviam beber nenhum vinho, nem bebida inebriante, quando se empenhavam em seus deveres oficiais, senão morreriam. — Lev. 10:8-11.

      REGISTRO DE CERTOS CASOS FOI PRESERVADO COM UM OBJETIVO

      Vários casos de bebedice são mencionados na Bíblia, isto quando tais incidentes lançam luz sobre algum assunto importante. Assim, relata-se que, depois do dilúvio, Noé plantou um vinhedo, “começou a beber do vinho e ficou embriagado”. Este acontecimento acha-se registrado nas Escrituras para mostrar como a maldição de Noé sobre Canaã veio a ser proferida. (Gên. 9:20-27) Em outro caso, em duas noites diferentes, as duas filhas de Ló lhe deram tanto vinho que ele ficou bêbedo, e elas tiveram relações sexuais com ele. (Gên. 19:30-38) Este relato nos esclarece a origem das nações de Moabe e Amom e seu parentesco com Israel. Ló estava, pelo que parece, bastante bêbedo para perder o controle de seu bom senso, mas não estava “bêbedo de cair morto”, isto é, não estava bêbedo demais a ponto de não poder ter relações sexuais. (Algumas antigas autoridades judaicas afirmam que o texto hebraico original reza, nos versículos 33 e 35: “ele sabia quando ela se levantou.”) Visto que a Palavra de Deus condena tão fortemente a bebedice, podemos estar seguros de que estes homens justos não tinham por hábito beber em excesso, não eram bêbedos. Mas a candura da Bíblia é ilustrada nisso, não ocultando a verdade quando relata eventos que envolviam personagens da Bíblia, para nosso esclarecimento. Alguns outros casos de bebedice são registrados em 1 Samuel 25:36-38; 2 Samuel 11:13; 1 Reis 20:15-21.

  • Bebida Forte
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • BEBIDA FORTE

      Veja VINHO E BEBIDA FORTE.

  • Beemote
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • BEEMOTE

      A denominação “Beemote”, que aparece em Jó 40:15, tem sido considerada, de forma variada, como: (1) um derivado duma palavra egípcia para “búfalo-da-índia”, (2) uma palavra, possivelmente de origem assíria, que significa “monstro”, e (3) um plural intensificado da palavra hebraica behemáh (animal selvagem) que se entende que denota “grande” ou “enorme animal”. Na Versão Septuaginta, a palavra grega thería (animais selvagens) traduz o hebraico behemóhth. (Jó 40:10, Bagster, em inglês) Evidentemente, porém, tem-se presente um único animal, conforme indicado pela descrição fornecida do beemote não ser de várias criaturas, mas somente de uma, geralmente considerada como sendo o hipopótamo. Com efeito, várias traduções da Bíblia (veja ALA; IBB; MC, v. 10; PIB) usam a palavra “hipopótamo” no texto principal, ou em notas marginais (CBC e So, v. 10; BJ), a fim de identificar a criatura referida por Deus.

      O hipopótamo é um mamífero enorme, de couro grosso, quase sem pêlos, que frequenta os rios, os lagos e os pântanos. Alimenta-se de plantas aquáticas macias, de grama, caniços e arbustos, ingerindo todo dia mais de 90 kg de plantas verdes em seu estômago, com uma capacidade entre 150 e 190 litros.

      Houve época em que o hipopótamo era encontrado na maioria dos grandes lagos e rios da África, mas, como resultado das caçadas feitas pelo homem, desapareceu de muitas regiões, e diz-se ser desconhecido ao N da catarata em Cartum, Sudão. Nos tempos antigos, o hipopótamo bem que pode ter freqüentado o Jordão. Com efeito relata-se que defesas e ossos desta criatura já foram encontrados em várias partes da Palestina.

      A descrição no quadragésimo capítulo do livro de Jó oferece um quadro vívido deste enorme mamífero, o beemote. É descrito precisamente como herbívoro. (V. 15) Daí, as fontes de sua tremenda força e energia são comentadas como estando nas ancas e nos tendões de seu abdome, isto é, nos músculos das costas e do abdome. (V. 16) A cauda do beemote é como um cedro. Visto que sua cauda é relativamente curta, medindo cerca de 45 a 50 cm, é provável que se entenda isto como significando que tal animal pode erguer rigidamente sua cauda grossa, ou girá-la de uma parte para a outra como uma árvore. “Os tendões de suas coxas estão entrelaçados”, de modo que a fibra e os tendões dos músculos de suas coxas são contorcidos juntos e trançados como fortes cabos. (V. 17) Os ossos de suas pernas são tão fortes quanto “tubos de cobre”, assim podendo suportar o peso maciço do corpo. Os ossos e as costelas dele são como barras de ferro forjado. (V. 18) Faz-se alusão ao imenso consumo de alimentos por parte do beemote (V. 20) e menciona-se sua descontração sob os lódãos espinhosos, ou o esconder-se num lugar pantanoso, sob a sombra dos choupos. (Vv. 21, 22) Mesmo quando um rio cobre suas margens, esta criatura não entra em pânico, pois ainda pode manter a cabeça acima do nível da água e nadar contra a força do dilúvio. (V. 23) Visto que o beemote se acha dotado tão poderosa e formidavelmente de mandíbulas e dentes, será que um homem teria a audácia de confrontar tal monstro diante dos olhos dele e tentar furar-lhe o nariz com um gancho? — V. 24.

  • Beijo
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    • BEIJO

      Nos tempos bíblicos, o ato de beijar, ou de alguém tocar com seus lábios os lábios de outrem (Pro. 24:26), a bochecha de outra pessoa, ou, em caso excepcional, até mesmo seus pés (Luc. 7:37, 38, 44, 45), servia como sinal de afeto ou de respeito. Beijar era comum, não só entre homens e mulheres aparentados (Gên. 29:11; 31:28), mas também entre parentes masculinos. (Gên. 27:26, 27; 45:15; Êxo. 18:7; 2 Sam. 14:33) Era, semelhantemente, um gesto de afeição entre amigos achegados. (1 Sam. 20:41, 42;

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