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  • Deve a história ser reescrita?
    Despertai! — 1975 | 22 de junho
    • um padrão com o qual quase todos os estudantes concordam. Qual é?

      Que a história humana tem sido principalmente má. Banhos de sangue, crises econômicas, escândalos, e formas variadas de crueldades e torturas sadistas têm sido os recursos empregados pela humanidade. Poucos estudantes deixam de ver esse padrão.

      Por Que Este Padrão de Mal?

      A maioria dos historiadores apontam para algo impessoal, a que chamam de “forças históricas”, e afirmam que estas são responsáveis pelo que ocorreu. Mas, por que as “forças históricas” fizeram tantos danos, criaram tantas dificuldades e inquietações, quando as pessoas comuns preferem a paz e a tranqüilidade? As teorias humanas da história, embora façam vergar as prateleiras das bibliotecas devido ao peso excessivo, não produziram respostas realmente satisfatórias para essa pergunta.

      Mas, a Bíblia explica por que este padrão tumultuoso tem marcado a história do homem. Explica meridianamente quais têm sido as reais “forças históricas” que motivaram os homens. Primeiro de tudo, a Bíblia não despercebe o desenrolar natural das coisas e das circunstâncias; mostra que as pessoas e as nações ‘colhem o que semeiam’. Tanto as boas como as más ações acham um jeito de pegar as nações — como fazem com as pessoas — e recompensá-las devidamente. (Compare o exemplo dos amorreus, mencionados em Gênesis 15:16.) Ademais, a Bíblia revela que muitos dos problemas do homem se acham arraigados no seu pecado e gula, e somente ela explica a origem deles. (Gên., cap. 3; Rom. 5:12) Mas, a Bíblia lança grande parte da culpa pela condição do homem, não na “força histórica” cega, mas em uma pessoa, o invisível Satanás. Mostra que ele agravou as condições más através da história, tornando-as piores por criar ais. Nenhuma outra coisa explica satisfatoriamente a coerência do padrão mau da história. — João 8:44; Atos 10:38; Rev. 12:10-12; 13:1, 2.

      Propósito de Deus Através da História

      A correta avaliação da história só pode ser feita à luz de outra coisa, contudo. O que é? A vontade e o propósito de Deus. Um conceito correto da história reconhecerá a verdade declarada ao rei de Babilônia há séculos atrás: “O Altíssimo é Governante no reino da humanidade e . . . ele o dá a quem quiser.” (Dan. 4:32) Quando seu propósito estava envolvido, ele interferia nos assuntos humanos. Qualquer pessoa que desperceba este fato histórico tem de revisar grande parte do seu conceito sobre o passado.

      O apóstolo cristão Paulo estava cônscio deste fator importante. Ao falar sobre Deus, disse Paulo: “Ele criou toda raça dos homens de um só ramo, para habitarem a inteira superfície da terra. Ele fixou as épocas de sua história e os limites de seu território.” (Atos 17:26, A Nova Bíblia Inglesa) Em que sentido Deus ‘fixou as épocas da história do homem’?

      Por um lado, no sentido de que previu a ascensão e a queda dos vários impérios políticos e seu relacionamento com seu povo. (Compare com Deuteronômio 32:8.) O livro bíblico de Daniel mostra especialmente isto. (Leia os capítulos 2, 4, 7, 8, 11.) Por milhares de anos, Deus permitiu que os homens experimentassem todas as formas de governo. Nenhum trouxe paz duradoura à terra, trouxe? Nenhum solucionou os problemas sociais básicos, tais como o crime e a imoralidade. Nenhum impediu a doença e a morte. Mas, Deus permitiu que os experimentassem. Pelo registro que estabeleceram, Ele os julga ‘bestiais’. — Dan. 7:2-14.

      Agora acha-se diante de nós uma ‘época’ diferente. Já expirou o tempo concedido por Deus para as nações regerem o mundo da humanidade. Em breve ele agirá decisivamente para cumprir a profecia de Daniel 2:44: “Nos dias daqueles reis o Deus do céu estabelecerá um reino que jamais será arruinado. E o próprio reino não passará a qualquer outro povo. Esmiuçará e porá termo a todos estes reinos, e ele mesmo ficará estabelecido por tempo indefinido.” Sob a regência duradoura desse reino de Deus, a terra tornar-se-á um paraíso para aqueles que amam a justiça. E, o leitor poderá viver nesse tempo. — Mat. 6:9, 10.

      Sim, há deveras ocasiões em que a história deve ser reescrita. O mais importante, contudo, é que nosso próprio conceito da história tem de, se necessário, ser revisto, para corresponder ao Daquele que ‘fixou as épocas da história do homem’.

  • O surpreendente chucrute
    Despertai! — 1975 | 22 de junho
    • O surpreendente chucrute

      O JANTAR é especial. No centro da mesa há um grande abacaxi que foi esvaziado no centro e enchido de pedaços de abacaxi e de algo branco. Coco ralado? Não, chucrute! Surpreso? Não, se morasse na Alemanha ou na Polônia.

      As cozinheiras alemãs não só servem chucrute do modo tradicional, como acompanhamento de pratos de carne (especialmente lingüiças ou carne de porco), mas usam-no em combinação com outros alimentos, tais como misturando-o com uvas para um “prato colateral picante”. Há receitas polonesas para chucrute com vinho, com cogumelos secos ou com picles. Há também sopas e saladas de “chucrute”. Sim, o chucrute é popular.

      Popular em muitos lugares, sim, mas é nutritivo? Considere apenas um incidente em sua longa história. Sabia que o chucrute era vital para se acabar com a uma vez temida “doença dos marujos”, o escorbuto? O escorbuto é uma doença causada pela deficiência de vitamina C “que habitualmente dizimava as tripulações de navios em longas viagens”, por não obterem legumes frescos. Em fins de 1700, o capitão inglês, James Cook, descobriu que o chucrute, junto com outros legumes e frutas, tanto impediam como curavam tal doença. Começou uma de suas viagens com um suprimento de uns 3.570 quilos de chucrute!

      Assim, também, hoje, devido a seu conteúdo vitamínico e mineral, o chucrute “cru”, isto é, não cozido, é recomendado pelos nutricionistas. Por exemplo, o Dr. Linus Pauling observa: “O chucrute contém boa dose de vitamina C.”

      Em vista disso, alguns talvez perguntem: “Como se faz o chucrute? Poderia ser feito em casa?” Sim, e a fórmula básica é muito simples. Fundamentalmente, se a pessoa tiver acesso a um repolho fresco, poderia fazer seu próprio chucrute. Até mesmo um vaso de uns vinte litros durará bastante tempo para uma família de quatro pessoas (dependendo dos apetites, por certo).

      Uma cozinheira alemã explica a receita básica para chucrute “cru” num pote de vinte litros: “Precisará de um vaso de vidro, de porcelana, de madeira ou de barro mas, não use um de metal. Se tiver um aparelho para cortar legumes em tiras, ótimo, mas, se não tiver, corte cada repolho ao meio e então corte as folhas em tiras, fazendo cortes de pouco mais de 3 milímetros de largura. No fundo de seu vaso, coloque uma camada de repolho em tiras e então, usando um pilão de algum tipo (algo para comprimir o repolho, mas não com pontas cortantes), aperte-o com firmeza até que tenha uma camada de cerca de 10 centímetros. Poderá introduzir no vaso uma régua ou vareta marcada a cada 10 centímetros para saber quando tem a quantidade certa para uma camada.

      “Agora, salpique uma colher de sopa de sal por cima dessa camada. Comece a comprimir outra camada de 10 centímetros e então salpique a parte de cima desta nova camada com sal. Continue a fazer isto até que o pote esteja quase cheio.

      “Coloque quatro folhas inteiras de repolho por cima da última camada salgada, então coloque um pedaço de madeira em cima (um pedaço de madeira menor que a boca do pote, de modo que a tábua repouse direto sobre o repolho). Coloque uma pedra pesada em cima da madeira. Para um pote de vinte litros, seria bom uma pedra de uns quatro quilos e meio ou mais pesada. Quando estiver fermentando, talvez deseje conservá-lo num lugar quente, mas, uma vez se transforme em chucrute, conserve-o num lugar fresco, talvez no seu porão.

      “E agora, para a parte mais difícil, tenha paciência! Levam cerca de seis semanas para o repolho se transformar e tornar-se chucrute. No fim deste período, remova as folhas de repolho de cima, e também raspe os resíduos de cima. Daí, remova o primeiro centímetro e meio, mais ou

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