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  • Crescimento — impulsionado por Jeová

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  • Crescimento — impulsionado por Jeová
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1969
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1969
w69 1/7 pp. 399-404

Crescimento — impulsionado por Jeová

1. Descreva o conceito do homem sobre o crescimento.

Há coisas crescendo em toda a parte — animais, plantas, árvores, vegetação de toda espécie, a humanidade, organizações, cidades, países, condições que se desenvolvem, projetos. De fato, onde há qualquer espécie de mudança, bem que se pode chamar de crescimento. Situações ou condições podem desenvolver-se de mal a pior. Visto que alguns não podem ver uma mudança externa, chegam à conclusão de que não há crescimento. Nesta era moderna, o homem está aguardando grandes progressos e mudanças drásticas. O homem foi educado para esperar e aguardar mudanças extraordinárias nas comunicações, nos transportes, nos estilos, na arquitetura, nas diversões e nos padrões cotidianos da vida. As mudanças muitas vezes trazem aventura e emoção que prendem a atenção do homem e o afastam por uns momentos do seu conceito entediado da vida cotidiana. No entanto, o homem se olha no espelho, dia após dia, e mal nota qualquer mudança. Ele muda fisicamente de modo muito vagaroso. Quando alcança a estatura adulta, permanece mais ou menos igual por vários anos. Mas, que dizer do crescimento que não é evidente na imagem refletida pelo espelho? Que dizer do equilíbrio mental e do crescimento espiritual? Sim, que dizer do seu crescimento como servo de Deus?

2. O que estimula o crescimento? Pode ser impedido?

2 Atrás de tudo isso há uma força impulsora que impele o crescimento. Sabemos, naturalmente, que a chuva e o solo fértil induzem o crescimento da vegetação e que o alimento estimula o crescimento físico do homem. Mas, o que impulsiona a pessoa a crescer espiritualmente? O que ativa a pessoa a adorar a Deus? O que é que não só a mantém fiel, ano após ano, mas também faz que os ministros de Deus cresçam ainda mais plenamente em todos os frutos do espírito descritos em Gálatas 5:22, 23? Nos campos da vegetação e entre os animais sempre podemos encontrar espécimes atrofiados, que parecem ter sido de algum modo impedidos no seu crescimento. Examinando-se bem, isto também pode ser encontrado na congregação cristã. (Veja Gálatas 5:7) Por quê? Não deviam todos os que servem a Jeová ser encontrados florescendo e prosperando em vista de sua alimentação espiritual rica?

3. Apresente razões para o crescimento tanto físico como espiritual.

3 Para que a criatura sirva à finalidade para a qual foi feita, precisa haver crescimento, tanto físico como espiritual. O crescimento físico é impulsionado por Jeová, porque ele fornece em primeiro lugar as coisas materiais para as necessidades e o usufruto do homem. Ele tem mantido um abundante suprimento de alimento, ar e água, durante gerações, e, embora o homem abuse de tais provisões, ainda vivem bilhões de pessoas da humanidade por fazerem uso destes essenciais para a vida. Jeová não se refreou de suprir estas necessidades, nem adotou o proceder que o homem às vezes adota, o de restringir as poucas pessoas boas por causa do abuso praticado pelas muitas pessoas más. Não, ele “faz o seu sol levantar-se sobre iníquos e sobre bons, e faz chover sobre justos e sobre injustos”. (Mat. 5:45) Ele forneceu também sua Palavra, seu Filho e seu espírito, a fim de nutrir o homem para haver crescimento. Embora seja desconsiderado e sofra oposição, ainda temos disponível a Palavra de Deus em muitos idiomas. Seu Filho ainda vive, o resgate continua pago e seus benefícios estão sendo mantidos à disposição de todo o mundo da humanidade. (João 3:16) O espírito de Deus opera tão bem hoje em dia, para realizar a Sua vontade, como fez logo de início. — Gên. 1:2; 2 Ped. 1:21.

4. Ilustre o prazer de se usufruir a vida enquanto se cresce.

4 Jeová tem provido mais do que apenas os meros essenciais. Há superabundância, coisas extras, que aumentam em muito o prazer do simples viver. Considere a necessidade de se comer. Podese sobreviver bastante facilmente por se ingerir alimento simples, de modo apressado e em condições limitadas. Mas, gaste um pouco mais de tempo na preparação do alimento, acrescentando sabores e condimentos gostosos; sirva cada prato de modo apetitoso, variegado, pondo a mesa num ambiente simples, colorido, e acrescente a isso o calor de velas bruxuleantes. Rodeie a mesa com amigos apreciativos, ouça sua conversação agradável e feliz, talvez com um fundo musical suave, calmante. Não se torna então uma ocasião das mais agradáveis? Uma ou todas estas coisas extras mostram ser estimulantes para o crescimento, muito mais do que apenas ingerir apressadamente o alimento. No entanto, todas estas particularidades extras são coisas que o homem pode usufruir, não só com respeito à comida, mas também nos outros aspectos da vida.

5. Por que não pode fixar uma tabela de tempo para o crescimento de outra pessoa?

5 Outra coisa para lembrar são os seus tratos com os seus irmãos. Todos têm limitações, e cada um sabe muito bem as suas próprias. No entanto, muitas vezes os outros se ingerem nesta responsabilidade pessoal por incitar a pessoa a fazer mais do que deseja fazer. É a verdade da Palavra de Deus, sob o espírito de Jeová, que impulsiona os do seu povo a mais serviço. Têm de responder a Deus pelas suas ações. Agem segundo a sua própria consciência. Ninguém pode dar ouvidos à consciência de outro ou falar a Deus por ele. Portanto, não deve ser necessário questionar o paradeiro ou os motivos de seu irmão, exigindo que lhe preste contas de cada ação sua. Se o seu irmão recusar uma designação ou um privilégio de serviço, não conclua apressadamente que ele está aos poucos deixando a verdade. (Pro. 18:13) Se o seu serviço diminuir um pouco, talvez se esteja aplicando em outra faceta de seu ministério, que exige atenção e é assunto pessoal dele. Quando alguém tira férias ou providencia um descanso depois de atividade estrênua, não há necessidade de se ficar indevidamente perturbado. Jesus viu a necessidade de descanso e de se afastar da premência da atividade diária. Depois de muita. atividade, os apóstolos fizeram um relatório a Jesus e ele lhes disse: “Vinde, vós mesmos, em particular, a um lugar solitário, e descansai um pouco.” Pois, “havia muitos que vinham e iam, e não havia nem jeito para se tomar uma refeição”. (Mar. 6:31; veja também Mateus 14:13) Todavia, Jesus e os apóstolos não estavam enfraquecendo na fé, nem fraquejando no seu crescimento devido a isso. Intrometer-se-ia na atividade do servo de outro homem ao cuidar ele dos seus deveres designados? Naturalmente que não. Pois bem, é assim que Paulo expressa o assunto em Romanos 14:4: “Quem és tu para julgares o servo doméstico de outro? Para o seu próprio amo está em pé ou cai. Deveras, far-se-á que ele fique em pé, pois Jeová pode fazê-lo ficar em pé.”

6, 7. (a) Quais são as ervas daninhas no campo do crescimento? Como surgem? (b) Como nos podemos proteger contra todas as dúvidas invasoras?

6 As dúvidas podem ser comparadas a ervas daninhas no campo dos ministros em crescimento, tirando à pessoa a força e estragando seu contentamento, sua paz mental e sua alegria no serviço de Jeová. As dúvidas podem ser o resultado de conhecimento insuficiente sobre algum assunto, causando preocupação. Outros talvez cultivem algum gosto pessoal, e, porque não é reconhecido imediatamente, começam a criticar e a duvidar do apoio de Jeová ao “escravo fiel e discreto”. Alguns começam a afrouxar na sua adoração, e, sendo constantemente bombardeados pelo espírito de independência e de rebeldia existente neste velho sistema de coisas, não têm a força para eliminar as dúvidas de seus pensamentos. Muitos se inquietam com alimento material, com a roupa, o lar e o luxo disponível, enchendo a mente com coisas desejáveis, o que deturpa seu senso dos valores e enche seus pensamentos com o medo de ficar sem elas. Lucas 12:29 aconselha do seguinte modo: “Deixai de buscar o que haveis de comer e o que haveis de beber, e deixai de estar em inquietação.”

7 A autodisciplina tem muito que ver com a defesa contra todas as dúvidas invasoras. Jesus disse que, onde houver fé, não haverá dúvidas. (Mat. 21:21) Assim, é preciso que se protejam os pensamentos, e isto exige autodisciplina, assim como salienta vividamente Provérbios 5:1, 2: “Filho meu, presta deveras atenção à minha sabedoria. Inclina teus ouvidos ao meu discernimento, para guardar os raciocínios:” Paulo salienta em Filipenses 4:7 que a paz de Deus “guardará os vossos corações e as vossas faculdades mentais por meio de Cristo Jesus”. Quando se mantém a mente continuamente ocupada com algum empreendimento, é muito provável que se deseje ir na direção que alcance o objetivo. Esta maneira de pensar é então alimentada e fortalecida pelo conhecimento adicional sobre este assunto, que agrada à pessoa cada vez mais com o passar do tempo, e este desejo age como força motriz que impulsiona a pessoa a alcançar tal objetivo. “Pois, os que estão de acordo com a carne fixam as suas mentes nas coisas da carne.” (Rom. 8:5) Se não se quiser atingir tal objetivo, então se precisa exercer autodomínio e deixar de pensar no assunto. Provérbios 23:7 descreve isso do seguinte modo: “Pois ele é como alguém que estava calculando na sua alma.” Jó explica que Jeová age de acordo com o seu pensamento e seu desejo; veja Jó 23:13: “E ele é de um só pensamento, e quem lhe pode resistir? E a sua própria alma tem um almejo, e ele o fará.”

8, 9. (a) Que conceito talvez formem alguns da vida governada por princípios bíblicos? (b) Descreva brevemente a esfera de atividade em que o homem deve ser governado pela razoabilidade.

8 Portanto, acontece muitas vezes que o crescimento fica impedido ou estorvado porque as pessoas não fazem esforço para realmente usufruírem a vida. Outros acham que servir a Deus e seguir os princípios bíblicos restringe, e estorva o seu crescimento. Mas, um exame revelará que, quando se vive segundo os princípios bíblicos, pode-se crescer, obtendo-se maior desenvolvimento e maior alcance do que a maioria dos homens tem obtido até agora. A Bíblia chama atenção para um princípio orientador: “Seja a vossa razoabilidade conhecida de todos os homens:” — Fil. 4:5.

9 Êste campo da razoabilidade abrange nossas necessidades, como ponto focal. Dum lado estarão os nossos gostos, necessidades, desejos e a interminável variedade de coisas providas por Jeová, nossas aversões e a liberdade a que outros têm direito. Do outro lado, fora dos limites da razoabilidade, encontram-se as modas passageiras, a rebeldia, a independência, o medo, tal como o medo do homem e do futuro, o medo de perder o emprego, de acabarem a comida, a roupa e o abrigo, o medo da morte e da calamidade.

AS NECESSIDADES DO HOMEM

10. Quais são as necessidades do homem, e como se cuida delas?

10 O que necessitamos é alimento simples, básico, nutritivo, encontrado em toda a parte na terra, os essenciais básicos que mantêm o homem vivo e suficientemente forte para trabalhar. Talvez seja constituído de pão, arroz, peixe, frutas, carne, legumes, mas existe. A respeito disso há uma garantia que tem centenas de anos de idade e ainda está em vigor encontrada em Salmo 104:14, 15, 24: “Ele faz brotar capim verde para os animais e vegetação para o serviço da humanidade, a fim de que saia alimento da terra, e vinho que alegra o coração do homem mortal, para fazer a face brilhar com óleo, e pão que revigora o próprio coração do homem mortal. Quantos são os teus trabalhos, ó Jeová! A todos eles fizeste em sabedoria. A terra está cheia das tuas produções.” E ainda mais, no Salmo 136:25: “Aquele que dá alimento a toda a carne: pois a sua benevolência é por tempo indefinido.” Precisamos de roupa, e esta foi provida por Jeová já nos primeiros tempos da existência do homem. (Gên. 3:21) O abrigo, outra necessidade básica, é construído pelo homem de diversos modos e em vários estilos de arquitetura, usando-se materiais providos por Jeová.

OS GOSTOS E OS DESEJOS DO HOMEM

11. Deve o homem usufruir as coisas que deseja e que pode obter?

11 Além das necessidades básicas, há muitas coisas de que gostamos e que desejamos ter. Jeová, dando instruções aos israelitas, disse-lhes: “Então tens de dar o dinheiro por tudo o que a tua alma almeje em matéria de gado vacum, e de ovelhas e de cabras, e de vinho, e de bebida inebriante, e por qualquer coisa que a tua alma te peça; e tens de comer ali perante Jeová, teu Deus, e tens de alegrar-te, tu e os de tua casa:” (Deu. 14:26) De modo que acrescentamos às nossas necessidades alimentos saborosos, variedade na vestimenta, conforto no lar, sons agradáveis aos nossos ouvidos e a associação edificante de nossos irmãos. Jeová oferece ainda mais: “Abres a tua mão e satisfazes o desejo de toda coisa vivente.” — Sal. 145:16.

VARIEDADE INTERMINÁVEL PROVIDA POR JEOVÁ

12. Excedem os desejos do homem aquilo que Jeová lhe proveu para seu uso? Queira explicar.

12 Mas os desejos do homem, mesmo os dentro dos seus meios, nem começam a usar a quantidade e a qualidade de coisas materiais criadas por Deus para o usufruto do homem na terra. Paulo exclamou: “Ó profundidade das riquezas e da sabedoria, e do conhecimento de Deus!” (Rom. 11:33) A sabedoria de Deus é facilmente identificada na multidão de coisas para o homem. Somos convidados a usá-las, na seguinte linguagem: “Cada criação de Deus é excelente, e nada deve ser rejeitado se for recebido com agradecimento.” (1 Tim. 4:4) Limitadas? Esgotadas em alguns instantes? Eclesiastes 8:17 relata a pesquisa de um investigador: “E eu vi todo o trabalho do verdadeiro Deus, que a humanidade não é capaz de descobrir o trabalho que se fez debaixo do sol; por mais que a humanidade trabalhe arduamente para procurar, ainda assim não o descobre. E mesmo que dissessem que são bastante sábios para saber, não seriam capazes de o descobrir.” Diante do homem se estende beleza além de descrição. Que pincel de pintor ou que lente fotográfica consegue captar a cor, a profundeza, os sentimentos, a expansão dos céus Já provou todos os sabores existentes hoje em dia? Já ouviu toda a música e todas as canções da terra? Já partilhou da alegria despreocupada duma criança receptiva, quando cada volta na estrada revela experiências inesquecíveis? Já chegou a conhecer o mundo maravilhoso das pessoas por se associar com as de toda nação e tribo da terra?

AVERSÕES E PRECONCEITOS DO HOMEM

13. Como podemos fazer os nossos preconceitos ceder à razoabilidade? Qual é o proceder sábio a seguir?

13 Intimamente relacionado com o orgulho e as tradições instáveis está o preconceito, que provém da ignorância. É usualmente encontrado entre os que não têm conhecimento suficiente de outras pessoas e por isso estão dispostos a aceitar boatos e propaganda sem base. Há muitas espécies de preconceitos: orgulho de raça, de família, de pátria, de bens, de classe ou profissão, de religião, e por causa de injustiças e outras coisas. É comum a atitude: ‘Se eu não gostar disso, é porque é errado e não devia ser permitido.’ Pedro disse, segundo registrado em Atos 10:34, 35: “Certamente percebo que Deus não é parcial, mas, em cada nação, o homem que o teme e que faz a justiça lhe é aceitável.” Outro texto que revela o pensamento de Jeová sobre o assunto é 1 Coríntios 4:6, 7: “‘Não vades além das coisas que estão escritas’, a fim de que não fiqueis individualmente enfunados a favor de um contra o outro. Pois quem te faz diferir de outros? Deveras, o que tens que não tenhas recebido? Se, agora, deveras o tens recebido, por que te jactas como se não o tivesse recebido?” São demais os fatores que entram na composição de seus sentimentos que influem nas suas decisões, de modo que não é seguro orientar-se pelas suas aversões ou pelos seus preconceitos. O conceito de seus pais, seus próprios anos maleáveis em diversos ambientes e a coação atual da parte do espírito deste sistema de coisas não lhe permitirão ser completamente livres de favoritismo. É um defeito comum entre os homens lembrar-se dos erros dos outros, e até mesmo apenas um único proceder errado será lembrado e tomado em consideração anos depois. Cada vez que se menciona o nome da pessoa, vem à memória a falta. É uma forma de vingança, embora o assunto tivesse sido esclarecido e devesse ter sido eliminado. O proceder sábio, pois, é seguir princípios bíblicos.

Ame o que Deus ama e odeie o que Deus odeia. — Veja Provérbios 6:16-19; Salmos 97:10; 11:5; Hebreus 1:9.

LIBERDADE CONCEDIDA A OUTROS

14. Concedendo liberdade aos outros, que instruções bíblicas estará seguindo? Até onde podemos ir neste assunto?

14 Nossa arrogante aversão a algumas coisas talvez nos faça privar outros da liberdade a que tem direito. Paulo trata deste assunto de modo bastante franco em Romanos, capítulo quatorze: “Acolhei o homem que tem fraquezas na sua fé . . . pois Deus tem acolhido a esse.” (Rom. 14:1-3) Comida e bebida podem criar problemas agora, como criaram naquele tempo, e Paulo disse que não se lhes desse grande destaque, mas, antes, que se fixasse a atenção no Reino. “Parai de demolir a obra de Deus só por causa do alimento.” (Rom. 14:20) Isto abrange outros assuntos, além do alimento. Irmãos zelosos talvez estejam tão absortos na verdade, que estão constantemente impelindo outros a mais atividade, sem lhes permitir que decidam por si mesmos quanto tempo desejam devotar às diversas atividades na congregação. Vá apenas até onde as Escrituras vão. (1 Cor. 4:6) Deixe que os outros cuidem de suas responsabilidades, que talvez nem compreenda ou de que nem mesmo esteja a par. Ajude onde puder, mas não empurre. “A sabedoria de cima é primeiramente casta, depois pacífica, razoável, pronta para obedecer, cheia de misericórdia e de bons frutos.” — Tia. 3:17.

FORA DO CAMPO DA RAZOABILIDADE — DESEJOS NOCIVOS

15. O que encontra prevalecendo fora do campo da razoabilidade? É sábio acompanhar a maioria ou as suas idéias?

15 Fortes desejos governam e motivam o homem neste presente sistema de coisas. Impulsionado por forças explosivas, torna-se cada vez mais difícil achar os que seguem o conselho de Tito 3:2: “Que não ultrajem a ninguém, que não sejam beligerantes, que sejam razoáveis, exibindo toda a brandura para com todos os homens:” O espírito do mundo é chamar atenção para si mesmo, de se promover, de ser alguém ágil, e todo o seu conceito é muito bem descrito em 1 João 2:16: “Porque tudo o que há no mundo — o desejo da carne, e o desejo dos olhos, e a ostentação dos meios de vida da pessoa — não se origina do Pai, mas origina-se do mundo.” Estes desejos nocivos abrangem um amplo campo de atividade. Modas passageiras que agradam aos interesses egoístas assolam as populações como epidemias, sendo eliminadas do cenário pela próxima onda de extremos. Por que desejaria a pessoa razoável passar apressadamente pelas provisões ilimitadas de Jeová Deus para o prazer do homem e descer até o produto do pensamento de baixo calibre de criaturas humanas imperfeitas? Os estilos da moda se destinam a vender sexo; os óculos, antigamente úteis e necessários, hoje são projetados para chamar atenção para quem os usa. Comida e bebida são desviados de seu objetivo intencionado e encaminhados para prover emoções.

FORA DO CAMPO DA RAZOABILIDADE — MEDO

16. Descreva os muitos temores que afligem o homem, e o que recomendaria para vencer tais temores?

16 O medo do homem é uma força coativa; pode paralisar o crescimento e coagir o ministro de Deus à inatividade. Se conhecer os princípios bíblicos pelos quais deve viver e se fizer o melhor que puder para segui-los, por que ter medo do que um homem, sim, até mesmo seu irmão, possa pensar? O medo indica falta de conhecimento do que é direito ou o refreio de fazer o que se sabe ser direito. Quando alguém sabe o que é direito fazer e o faz sem medo do que os homens possam pensar, ele está crescendo. Jesus disse: “Tomai muito cuidado em não praticardes a vossa justiça diante dos homens, a fim de serdes observados por eles:” (Mat. 6:1) Antes, obtenha a bênção do temor de Jeová, conforme mencionado em Provérbios 15:33: “O temor de Jeová é uma disciplina para a sabedoria”; e, novamente, no Salmo 145:19: “Realizará o desejo dos que o temem:” Portanto, podemos ser razoáveis e evitar o medo de outros deuses, da superstição e da calamidade. O resultado: “Vou tanto deitar-me como dormir em paz, pois somente tu, ó Jeová, me fazes morar em segurança.” (Sal. 4:8) A morte perde seu domínio de terror sobre nós e temos a promessa de ficarmos em breve livres de seu senhor. (Heb. 2:14, 15) Com a devida dignidade e respeito, e livres de qualquer medo covarde, evitamos muitos problemas: “Tremer diante de homens é o que arma um laço.” — Pro. 29:25.

17. Qual deve ser sempre a conclusão tirada por um homem humilde?

17 A vida já é bastante complicada sem se acrescentarem mais problemas gera impedir o crescimento de outro ou paralisar o nosso. Goze a vida enquanto serve a Jeová. Não importa quantos privilégios de serviço receba, quão habilmente possa cuidar de seu trabalho, quão eficiente e bem organizado seja, nunca confie na capacidade humana quanto ao crescimento, mas, reconheça sempre que ‘é Deus quem o faz crescer’. — 1 Cor. 3:7.

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