BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • “Procedei como homens”
    A Sentinela — 1983 | 1.° de maio
    • “Procedei como homens”

      “Ficai despertos, mantende-vos firmes na fé, procedei como homens, tornai-vos poderosos.” — 1 Coríntios 16:13.

      1. Com as palavras: “Eis o homem!”, Pilatos referia-se a Jesus como sendo o quê?

      “EIS O HOMEM!” Com estas palavras históricas, o governador romano Pôncio Pilatos apresentou à multidão de judeus hostis aglomerados diante de seu palácio em Jerusalém o homem mais famoso de toda a história humana. Era o judeu chamado Jesus Cristo, trajado na ocasião de púrpura real e com uma coroa de espinhos na cabeça, tudo isso para escarnecer da sua afirmação de que era o prometido Rei messiânico. (João 19:5-15) Todavia, com essas palavras: “Eis o homem!”, Pilatos referia-se a Jesus como a figura mais destacada de toda a humanidade, que não merecia ser rejeitada.

      2. Por intermédio de que homem terá a humanidade morta uma ressurreição dentre os mortos, e à base de que sacrifício?

      2 O apóstolo Paulo referiu-se a esse homem, o qual era o equivalente do perfeito homem Adão no dia em que foi criado, quando ele escreveu em 1 Coríntios 15:21 as seguintes palavras: “Pois, visto que a morte é por intermédio dum homem [o ánthropos Adão], também a ressurreição dos mortos é por intermédio dum homem [o ánthropos Jesus Cristo].” O apóstolo Paulo referiu-se ao mesmo homem quando falou aos membros do tribunal ateniense no Areópago ou Colina de Marte, dizendo: “É verdade que Deus não tem tomado em conta os tempos de tal ignorância, no entanto, agora ele está dizendo à humanidade [literalmente: aos homens] que todos, em toda a parte, se arrependam. Porque ele fixou um dia em que se propôs julgar em justiça a terra habitada, por meio dum homem a quem designou, e ele tem fornecido garantia a todos os homens, visto que o ressuscitou dentre os mortos.” (Atos 17:30, 31) Por sacrificar a sua perfeita vida humana a favor de toda a humanidade, este ressuscitado Jesus pôde apresentar um resgate por toda a humanidade, para que até mesmo os mortos humanos pudessem ter uma ressurreição dentre os mortos e a oportunidade de obter a vida eterna na terra paradísica sob o seu reino milenar.

      3. A oferta dum resgate correspondente por quem deve ser testemunhado no tempo específico, e por que é agora o tempo mais apropriado para tal testemunho?

      3 De acordo com este fato feliz, o apóstolo Paulo escreveu ao seu colaborador Timóteo, dizendo: “Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, um homem, Cristo Jesus, o qual se entregou como resgate correspondente por todos — isto é o que se há de testemunhar nos seus próprios tempos específicos.” (1 Timóteo 2:5, 6) E agora, hoje, durante a sua presença como Rei reinando no seu trono celestial, à mão direita de Deus, o tempo é muito apropriado para se dar tal testemunho a toda a humanidade.

      4. Quando Pilatos apresentou Jesus à multidão, em que sentido era a aparência deste diferente daquela que tivera no dia em que entrou montado em Jerusalém, e por que deve Pilatos ter ficado impressionado?

      4 Voltando, porém, agora àquele memorável Dia da Páscoa do ano 33 EC, quando o governador romano da Judéia, Pôncio Pilatos, apresentou o açoitado e humilhado Jesus àquela turba mal-intencionada diante do seu palácio e exclamou: ”Eis o homem”’, Jesus certamente apresentava um espetáculo! Tinha uma aparência bastante diferente daquela que tivera anteriormente na mesma semana. Esta ocasião fora quando ele, montado, fez a sua entrada triunfal, em Jerusalém, como rei eleito, em caminho para a sua coroação na capital. Este fora um cumprimento em miniatura da profecia de Zacarias 9:9, onde lemos: “Jubila grandemente, ó filha de Sião. Brada em triunfo, ó filha de Jerusalém. Eis que vem a ti o teu próprio rei. Ele é justo, sim, salvo; humilde, e montado num jumento, sim, num animal plenamente desenvolvido, filho de jumenta.” (Mateus 21:1-9; João 12:12-16) Mais tarde, no dia da Páscoa, que demonstração magistral de qualidades varonis Jesus teve de apresentar, agüentando todos aqueles maus tratos e abusos sem se queixar, em plena sujeição à vontade do Deus Altíssimo, seu Pai celestial! Como podia o Governador Pilatos ficar senão profundamente impressionado com a firme e inabalável varonilidade desse judeu, para quem se voltavam então os olhos de todo o universo?

      5, 6. (a) Por que têm os que amam a vida no paraíso um perfeito exemplo em Jesus quanto ao proceder que devem adotar? (b) Segundo a descrição feita por Paulo, como afetaram o proceder de Adão e o de Jesus Cristo a humanidade de maneira diferente?

      5 Os que amam a vida em perfeição humana na terra paradísica, no futuro próximo, têm neste ser humano varonil um exemplo digno de ser imitado, em que devem fixar os olhos. Igual ao primeiro homem, Adão, quando o Criador o colocou no jardim do Éden, o adulto Jesus era um ser humano perfeito. Mas Jesus não estragou a imagem de Deus, na qual tinha sido posto na terra; ele nunca desfigurou a semelhança humana de Deus, segundo a qual tinha sido educado qual homem. (Gênesis 1:26, 27) Portanto, quão dissimilares são os efeitos sobre toda a humanidade do proceder desobediente de Adão e do proceder leal e submisso de Jesus Cristo!

      6 Resumindo isso, o apóstolo Paulo escreveu à congregação cristã na altamente intelectual cidade de Corinto, na Grécia, nas seguintes palavras: “Porque, assim como em Adão todos morrem, assim também em Cristo todos serão vivificados. Mas, cada um na sua própria categoria: Cristo, as primícias, depois os que pertencem a Cristo durante a sua presença.” (1 Coríntios 15:22, 23) Por esta razão, Deus não deixou seu Filho fiel no estado de morte. Segundo a sua própria promessa inquebrantável, Deus o ressuscitou dentre os mortos no terceiro dia, sendo ele assim o primeiro a ser ressuscitado dentre os mortos para a vida eterna. Por meio da ressurreição, Deus retornou seu Filho obediente ao lugar que ocupara anteriormente junto de si mesmo, nos céus invisíveis. Isto tornou possível que se devolvesse a vida aos humanos mortos, na terra, com a oportunidade de serem gradualmente soerguidos para a vida humana perfeita na terra paradísica, durante o reinado invisível de Jesus Cristo sobre o seu domínio terrestre durante mil anos.

      7. Por que Jesus Cristo não é mais um perfeito ser humano? Contudo, o que poderá restituir aos descendentes de Adão e Eva?

      7 Sua “presença” invisível, mas percebível, como Rei da humanidade remida, realmente far-se-á sentir. Jesus Cristo é novamente uma criatura espiritual, mas agora à prova de morte, imortal. O apóstolo Paulo destacou isso quando passou a dizer à congregação coríntia: “Se há corpo físico, há também um espiritual. Até mesmo está escrito assim: ‘O primeiro homem, Adão, tornou-se alma vivente.’ O último Adão tornou-se espírito vivificante.” (1 Coríntios 15:44, 45; Gênesis 1:26, 27; 2:7) Não sendo mais criatura humana de carne e sangue, mas sendo agora um poderoso espírito no céu, o glorificado Jesus Cristo poderá restituir a vida em perfeição humana aos descendentes de Adão e Eva, visto que depôs a sua perfeita vida humana como homem a favor da família humana.

      O HOMEM CUJO PROCEDER DEVEMOS IMITAR

      8. Para os que buscam o que é Jesus Cristo um exemplo digno de ser imitado, e à base de que podia Paulo dizer aos membros da congregação de Corinto que deviam ser imitadores dele?

      8 Jesus Cristo, como perfeito exemplo durante a sua estada na terra, é digno de ser imitado por todos os que hoje procuram ganhar a vida eterna, quer como associados celestiais dele no reino, quer como seus perfeitos filhos e filhas humanos na terra paradísica. Assim, com perfeita propriedade, o apóstolo Paulo podia escrever aos seguidores de Cristo na antiga Corinto, dizendo: “Guardai-vos para não vos tomardes causas de tropeço para judeus, bem como para gregos e para a congregação de Deus, assim como eu estou agradando a todos em todas as coisas, não buscando a minha própria vantagem, mas a dos muitos, a fim de que sejam salvos. Tomai-vos meus imitadores, assim como eu sou de Cristo.” — 1 Coríntios 10:32 a 11:1.

      9. De que substantivo se deriva a palavra grega traduzida em 1 Coríntios 16:13 por “procedei como homens”, e que distinção faz este substantivo?

      9 Estas palavras ajudam-nos a encarar do ponto de vista correto a exortação adicional de Paulo, encontrada entre as palavras finais escritas à congregação em Corinto, na Grécia: “Ficai despertos, mantende-vos firmes na fé, procedei como homens”, tornai-vos poderosos.” (1 Coríntios 16:13) Aqui, a única palavra grega, traduzida por “procedei como homens”, é um verbo derivado do substantivo anér no caso genitivo, a saber, andrós. Este substantivo grego refere-se a um homem, um varão, como distinto duma mulher, duma fêmea. Por exemplo, Mateus 14:21 reza: “Contudo, os que comeram foram cerca de cinco mil homens, além de mulheres e criancinhas.” (Veja também Mateus 15:38; Marcos 6:44; João 6:10.) Levantou-se em Jerusalém uma queixa contra o apóstolo Pedro, no sentido de que “ele tinha ido à casa de homens incircuncisos e havia comido com eles”. (Atos 11:3) Em 1 Coríntios 11:3 lemos: “A cabeça de todo homem é o Cristo; por sua vez, a cabeça da mulher é o homem; por sua vez, a cabeça do Cristo é Deus.”

      10. Que substantivo grego usou Paulo em Atos 17:31 para designar aquele por meio de quem Deus se propôs julgar a terra habitada?

      10 Aos membros da Corte do Areópago, na antiga Atenas, na Grécia, o apóstolo Paulo disse as seguintes palavras a respeito de Jesus Cristo: “Ele [Deus] fixou um dia em que se propôs julgar em justiça a terra habitada, por meio dum homem [anér] a quem designou, e ele tem fornecido garantia a todos os homens[em grego: pásin], visto que o ressuscitou dentre os mortos.” — Atos 17:31.

      11. Em Atos 14:15, como mostra o texto grego a diferença entre alguém do sexo masculino e um mero ser humano?

      11 Em Atos 14:15 lemos a respeito de Paulo e Barnabé como clamando: “Homens [em grego: ándres], por que estais fazendo estas coisas? Nós também somos humanos [em grego: ánthropoi], tendo os mesmos padecimentos que vós.” Podemos assim ver que o texto grego faz uma diferença entre alguém do sexo masculino e um mero ser humano.

      12. (a) De que modo deviam as irmãs da congregação coríntia proceder “como homens”, e como é isso vertido por outras traduções? (b) Quantas vezes ocorre o verbo grego andrizo nas Escrituras Gregas Cristãs, mas quantas vezes ocorre na Versão dos Setenta grega?

      12 As palavras de Paulo em 1 Coríntios 16:13: “Procedei como homens” (andrizo), foram escritas a todos os membros da congregação, tanto a irmãs como a irmãos. De modo que até mesmo as irmãs deviam agir de maneira varonil, isto é, com coragem cristã, imitando a Jesus Cristo, Cabeça da congregação cristã. O texto original das Escrituras Gregas Cristãs, o verbo andrizo ocorre apenas uma vez, a saber, em 1 Coríntios 16:13, onde a Tradução do Novo Mundo o verte por “procedei como homens”. A versão do Centro Bíblico Católico reza: “Sede homens.” O Novo Testamento Vivo: “Portem-se como homens.” A Bíblia Vozes: “Andai como homens.” Todavia, no texto grego da Versão dos Setenta grega, o verbo andrizo ocorre vinte e uma vezes.

      13. Como foi este verbo vertido em Deuteronômio 31:6, 7, 23, segundo a tradução da Versão dos Setenta por Charles Thomson?

      13 Por exemplo, em Deuteronômio 31:6, 7, 23, conforme traduzido ao inglês por Charles Thomson, lemos: “Agi varonilmente, e sede fortes; . . . Daí, Moisés chamou Josué e disse-lhe perante todo o Israel: Sê corajoso e forte; . . . E o Senhor deu um encargo a Josué e disse: Sê corajoso e forte, porque conduzirás os filhos de Israel à terra que o Senhor lhes prometeu solenemente, e ele estará contigo.” (Veja a versão similar na edição publicada em inglês por S. Bagster and Sons de Londres, Inglaterra.)

      14. Como verte a tradução de Charles Thomson o verbo grego em Naum 2:1?

      14 Na última das vinte e uma ocorrências deste verbo grego na Versão dos Setenta grega, em Naum 2:1, lemos: “À tua presença subiu ofegante alguém liberto da aflição. Vigia o caminho; fortalece teus lombos; age varonilmente com todo o teu poder.” (Veja também a edição da Versão dos Setenta de Bagster.)a

      15. Portanto, à luz do precedente, como vertem outras traduções o verbo grego em 1 Coríntios 16:13, dum modo que claramente pode ser aplicado tanto às mulheres como aos homens?

      15 Em vista da maneira em que a Versão dos Setenta traduz o verbo grego andrizo, é compreensível por que outras versões da Bíblia Sagrada vertem esse verbo grego em 1 Coríntios 16:13 assim como fazem traduções da Versão dos Setenta (LXX). Por exemplo, A Bíblia na Linguagem de Hoje: “Sejam corajosos.” A versão de José Basílio Pereira: “Portai-vos valorosamente.” A versão Almeida: “Portai-vos varonilmente.” O Pontifício Instituto Bíblico: “Tende ânimo viril.” A Bíblia de Jerusalém: “Sede corajosos.” Neste sentido, o verbo grego se aplicaria tanto às mulheres cristãs dedicadas e batizadas, como aos homens dedicados e batizados. Portanto, é apropriado o uso que Paulo fez desse verbo grego em 1 Coríntios 16:13. É assim embora as mulheres, em sentido físico, sejam cada uma “um vaso mais fraco, o feminino”. — 1 Pedro 3:7.

      16. Depois de dizer aos cristãos que eles deviam proceder como homens, que palavras acrescentou Paulo, e como se pode acatar esta exortação?

      16 Depois de o apóstolo Paulo dizer aos cristãos dedicados e batizados: “Procedei como homens”, ele acrescentou as palavras: “Tornai-vos poderosos.” Em harmonia com isso, Paulo escreveu, em Efésios 6:10: “Finalmente, prossegui adquirindo poder no Senhor e na potência da sua força.” Jeová Deus, o Todo-Poderoso, pode fortalecer-nos para nos ‘tornarmos poderosos’, sim, para fazermos proezas no seu serviço sagrado. (Daniel 11:32, Almeida, rev. e corr.; Brasileira) Ele revestiu seu povo dedicado e batizado da dignidade do maior serviço que se poderia ter na terra. Isso deveria servir de forte motivação para o restante ungido com o espírito e seus companheiros semelhantes a ovelhas, para fazerem aquilo a que Paulo nos exorta: “Procedei como homens.”

      17. Em que sentido têm os do restante ungido da atualidade um privilégio mais honroso do que o de João, o Batizador?

      17 Temos hoje um privilégio maior e mais honroso do que o de João, o Batizador, no primeiro século. Ele foi honrado com o privilégio de ser o precursor de Jesus Cristo, o futuro Rei, em cumprimento da profecia de Malaquias 3:1, em sentido típico ou em miniatura. (Marcos 1:1, 2)Falando sobre este “mensageiro” enviado para desobstruir o caminho diante de Jeová, Jesus disse: “Deveras, eu vos digo: Entre os nascidos de mulheres não se levantou ninguém maior do que João Batista; mas aquele que é menor no reino dos céus é maior do que ele.” (Mateus 11:7-11) Atualmente, desde o fim da Primeira Guerra Mundial no ano de 1918, os do restante dos herdeiros ungidos do reino celestial atuam como embaixadores, não dum futuro governo real, mas dum governo celestial, empossado no fim dos Tempos dos Gentios, em 1914, com o glorificado Jesus Cristo ocupando o trono. A eles se aplica, num sentido mais grandioso, aquilo que o apóstolo Paulo escreveu: “Somos, portanto, embaixadores substituindo a Cristo, como se Deus instasse por nosso intermédio. Rogamos, como substitutos de Cristo: ‘Sede reconciliados com Deus.’” — 2 Coríntios 5:20.

      18. (a) Desde 1935, quem tem acatado o rogo de se reconciliar com Deus, conforme feito pelo restante dos ‘embaixadores que substituam a Cristo’? (b) Quem se juntou aos homens na pregação das novas do reino, e como foi isso indicado no Salmo 68:11?

      18 Desde o fim da Primeira Guerra Mundial em 1918, e especialmente desde o ano memorável de 1935, uma grande multidão de pessoas de todas as nacionalidades tem acatado esse rogo feito pelo restante ungido dos herdeiros do reino. Esses acatadores tomaram as medidas biblicamente definidas para serem reconciliados com o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, e estão agora em paz com ele. Em apreço disso, agem como companheiros do restante dos ‘embaixadores que substituam a Cristo’ e poderiam ser encarados como ‘enviados que substituam a Cristo’ em fazer o apelo da reconciliação com Deus a mais outras pessoas que são semelhantes a ovelhas. Também estes, de maneira varonil e corajosa, tanto mulheres como homens, se empenham em pregar ‘estas boas novas do reino em toda a terra habitada, em testemunho’. (Mateus 24:14; Revelação 7:9-17) É assim como predisse o Salmo 68:11: “O próprio Jeová dá a declaração; as mulheres que anunciam boas novas são um grande exército.”

  • Sejamos como homens que encaram o Har–Magedon sem medo
    A Sentinela — 1983 | 1.° de maio
    • Sejamos como homens que encaram o Har-Magedon sem medo

      1. No que se refere ao Armagedom, em que errou Teodoro Roosevelt quanto a localizar as coisas?

      RELATA-SE que Teodoro Roosevelt, quando fez campanha para ser presidente dos Estados Unidos da América exclamou: “Estamos no limiar do Armagedom, e lutamos pelo Senhor!” Roosevelt sabia da Bíblia que haveria uma luta decisiva num “lugar que na língua hebraica se chama Armagedom”. (Revelação 16:16, Versão Autorizada, em inglês; Almeida) Ele se adiantou muito no tempo quanto a localizar as coisas, porque faleceu em 6 de janeiro de 1919, ou menos de dois meses depois do fim da Primeira Guerra Mundial. Aquele conflito não se fundiu na “guerra do grande dia de Deus, o Todo-Poderoso”, no Armagedom.

      2. O que determinará a nossa sobrevivência à maior de todas as guerras naquela época?

      2 Todavia, neste ano turbulento de 1983, temos todos os indícios de que nos confrontamos com essa maior de todas as guerras. A situação em que ela nos encontrar quanto à nossa relação com Deus, o Todo-Poderoso, determinará na maior parte se havemos de sobreviver a essa guerra, essa batalha, ou não.

      3, 4. Em vista da posição que esses cristãos tomarão naquela guerra, o que exigirá da sua parte para ‘procederem como homens’?

      3 São realmente as “expressões inspiradas por demônios” que induzem os governantes do mundo a se ajuntarem contra Jeová Deus, o Todo-Poderoso, para a guerra no Har-Magedon. — Revelação 16:14-16.

      4 O nome hebraico Har-Magedon significa “monte de reunião de tropas”. Isto significa guerra! As “tropas” são as dos “reis de toda a terra habitada”, inclusive os governantes políticos da cristandade. As testemunhas dedicadas e batizadas de Jeová não estão entre essas tropas. Não precisarão lutar com armas carnais, mas serão apenas espectadores da luta. Visto que as testemunhas leais de Jeová serão o principal alvo visível do ataque, por defenderem firmemente o reino de Jeová por Cristo, exigirá da sua parte coragem semelhante a de Cristo para ‘procederem como homens’. — 1 Coríntios 16:13; veja 2 Crônicas 20:17.

      5, 6. No fim da Primeira Guerra Mundial, em vista da obra do após guerra que os aguardava, os do restante sobrevivente do povo de Jeová sentiu-se assim como que profeta, que se viu confrontado com a destruição de Jerusalém durante a sua vida?

      5 Após o fim da Primeira Guerra Mundial em 1918, a situação do restante dos israelitas espirituais e a obra que os aguardava assumiram um aspecto similar à dum jovem lá no turbulento Oriente Médio. Trata-se do sacerdote judaico chamado Jeremias, filho de Hilquias. A cidade de Jerusalém, em cujo templo ele servia qual sacerdote, foi condenada à destruição enquanto ele ainda vivia. Assim também a cristandade, que afirma ser o equivalente espiritual e substituto do antigo Israel no favor de Deus, enfrenta em breve a destruição, logo antes da “guerra do grande dia de Deus, o Todo-Poderoso”, no Har-Magedon. Jeremias, como sobrevivente da destruição da Jerusalém do sétimo século antes de nossa Era Comum, sob inspiração, pode escrever o livro de Lamentações por causa das ruínas dela.

      6 Quando se designou uma obra profética ao jovem Jeremias, ele disse: “Ai! Soberano Senhor Jeová! Eis que realmente nem sei falar, pois sou apenas rapaz.” Mas declarou-se a Jeremias: “Não digas: ‘Sou apenas rapaz.’ Mas, deves ir a todos a quem eu te enviar; e deves falar tudo o que eu te ordenar. Não tenhas medo das suas faces, pois ‘eu estou contigo para te livrar’, é a pronunciação de Jeová.” — Jeremias 1:4-8.

      7. (a) Para quantos devia Jeremias ser profeta e a favor de quantos é hoje necessário o serviço dum “profeta”? (b) Será que servir ele em tal amplitude significa que ele terá bom êxito com respeito às nações, ou para com quem se mostra ainda consideração?

      7 Jeremias devia desempenhar o papel dum homem plenamente desenvolvido, porque aquilo que seu Deus o inspirou para escrever era de importância para toda a humanidade, mesmo hoje. Jeová o constituiu “profeta para as nações”. (Jeremias 1:5) Agora, hoje, mais do que nunca, há necessidade de um “profeta para as nações”, ao passo que as nações patrióticas, obstinadas, estão sendo inexoravelmente ajuntadas para um confronto decisivo no Har-Magedon. Isso não quer dizer que a mensagem dada por Deus, do hodierno “profeta para as nações”, seja bem-sucedida em desviá-las do rumo que as leva à sua destruição certa, mas há pessoas individuais envolvidas. Tais pessoas, sem número, ao serem advertidas, não querem perecer junto com as nações das quais são cidadãos. Se puderem fazer algo a respeito disso, não querem ser apanhadas lutando contra o Deus Todo-Poderoso, meramente no interesse da autodeterminação humana. É por causa de tais pessoas de coração reto que Jeová, com consideração, suscitou seu “profeta para as nações”. Jeová fez isso durante este “tempo do fim”, desde o fim da Primeira Guerra Mundial em 11 de novembro de 1918. — Daniel 12:4.

      8. O “profeta” suscitado por Jeová e cuja obra precisa terminar antes do Har-Magedon é identificado como sendo quem ou quê?

      8 Em prol de tais pessoas, que no coração buscam antes o governo de Deus do que o governo do homem, o “profeta” suscitado por Jeová não tem sido um único homem, como no caso de Jeremias, mas uma classe. Os membros desta classe, iguais ao profeta-sacerdote Jeremias, estão plenamente dedicados a Jeová Deus, por meio de Cristo, e, pela geração pelo espírito santo de Jeová, foram tornados parte duma “raça escolhida, sacerdócio real, nação santa, povo para propriedade especial”. (1 Pedro 2:9) Nesta data avançada, existe apenas um restante desta classe do “profeta” ainda na terra. A “guerra do grande dia de Deus, o Todo-Poderoso”, no Har-Magedon, não pode começar antes de findar a obra deste “profeta” composto.

      9. (a) A vitória de que potência mundial sobre a capital do antigo povo de Jeová presenciou Jeremias? (b) Que cidade antiga representa a cristandade? (c) De que se tornou a cristandade uma parte? (d) O que acontecerá com a cristandade quando Babilônia, a Grande, for destruída, e por quê?

      9 Uma coisa agora é certa: se a classe do “profeta”, a classe de Jeremias, se confronta com o Har-Magedon, também se confronta com a queda de Babilônia, a Grande. É verdade que o Jeremias da antigüidade não presenciou a queda da antiga Babilônia, mas profetizou em grande escala sobre a derrubada daquela terceira potência mundial da história bíblica. Tendo suas raízes na Babel, ou Babilônia, original, fundada por Ninrode, “poderoso caçador em oposição a Jeová”, aquele império mundial contaminou o antigo mundo da humanidade com a sua religião falsa. (Gênesis 10:8-12) Jeremias realmente presenciou o triunfo da antiga Babilônia sobre Jerusalém, em 607 AEC. Presenciou assim a vitória da antiga capital da religião falsa sobre a capital que tinha o templo de Jeová, mas que havia corrompido a religião pura que Ele lhe confiara. Por este motivo, a antiga Jerusalém prefigura a cristandade hodierna. Traindo a sua afirmação de ser o domínio do verdadeiro cristianismo, a cristandade caiu vítima da religião babilônica e realmente tornou-se parte destacada da hodierna Babilônia, a Grande, o império mundial da religião falsa. Quando Babilônia, a Grande, for destruída pelos elementos políticos aborrecidos deste mundo, segundo Revelação, capítulos 17 e 18, a cristandade será destruída junto com ela.

      10. O que foi prefigurado pela sobrevivência de Jeremias à queda de Jerusalém, e pouco depois desta, que esforço das nações fracassará?

      10 Jeremias sobreviveu à queda de Jerusalém e seu domínio, em 607 AEC, sendo assim confirmado como verdadeiro porta-voz de Jeová; e, fiel a esse quadro profético, a classe atual de Jeremias sobreviverá à iminente queda violenta da cristandade. Pouco depois, os elementos não-religiosos do atual sistema de coisas esforçar-se-ão ferrenhamente a eliminar a classe de Jeremias, mas os seus esforços neste sentido serão reduzidos a nada — no Har-Magedon. — Revelação 16:16; 19:19-21.

      11. A quem prefigurava o não-judeu que se tornou amigo de Jeremias quando este estava em grandes apuros, e a quem na parábola de Jesus, em Mateus 25:31-46, correspondem estes?

      11 Um não-judeu que sobreviveu à destruição de Jerusalém em 607 AEC foi Ebede-Meleque, o etíope. O relato sobre ele é apresentado nos capítulos 38 e 39 de Jeremias. Ele veio auxiliar Jeremias, quando este estava em sérios apuros, e por isso tinha motivos de temer os judeus influentes que procuravam matar Jeremias, para silenciá-lo. Mas Jeová, por uma profecia especial mediante o profeta a quem havia salvo a vida por uma ação destemida, assegurou a Ebede-Meleque que teria sua alma por despojo, de modo que sobreviveria à então vindoura destruição da terra de Judá e de sua capital, Jerusalém. Neste respeito, Ebede-Meleque, o etíope, prefigurava as ovelhas simbólicas da parábola de Jesus a respeito das ovelhas e dos cabritos, apresentada em Mateus 25:31-46. Por se tornarem amigos do restante dos “irmãos” espirituais de Jesus Cristo e lhes fazerem o bem diretamente durante este “tempo do fim”, essas ovelhas simbólicas não serão decepadas da vida junto com a classe dos “cabritos”, no Har-Magedon. Sob a proteção de Jeová por meio do Rei reinante, Jesus Cristo, entrarão no novo sistema de coisas sem se extinguirem na face da terra, apresentando-se-lhes a oportunidade de ter vida eterna no paraíso terrestre.

      AQUILO DE QUE OS HOMENS PERTENCENTES A DEUS NECESSITAM AGORA

      12. O aspecto atemorizante de nossos tempos harmoniza se com que profecia de Jesus Cristo a respeito do “tempo do fim”?

      12 Os tempos em que vivemos atualmente estão ficando cada vez mais atemorizantes. Trata-se do cumprimento exato do que o próprio Jesus Cristo predisse quanto à evidência de que estamos vivendo no “tempo do fim”, o tempo em que ocorrerá o antítipo hodierno da destruição de Jerusalém em 70 EC. (Lucas 21:5-7) Jesus prosseguiu dizendo, mais em benefício nosso do que dos apóstolos e discípulos do primeiro século: “Também, haverá sinais no sol, e na lua, e nas estrelas, e na terra angústia de nações, não sabendo o que fazer por causa do rugido do mar e da sua agitação, os homens [em grego: ánthropoi] ficando desalentados de temor e na expectativa das coisas que vêm sobre a terra habitada; porque os poderes dos céus serão abalados. E então verão o Filho do homem vindo numa nuvem, com poder e grande glória.” — Lucas 21:25-27.

      13. Como mostrou Jesus que deve haver uma diferença entre a atitude de coração e mente dos homens do mundo e a de seus discípulos esclarecidos?

      13 Jesus fez ali uma diferença entre “homens” (ánthropoi) ou gente pertencentes a este mundo ou sistema de coisas e os seus discípulos esclarecidos, em cujo benefício especial sua profecia foi dada com tal pormenorização. Seus seguidores entendidos e informados não seriam atormentados pela “angústia de nações”, nem ficariam seus corações “desalentados de temor e na expectativa das coisas que vêm sobre a terra habitada”. Não deviam deixar a cabeça pender em desânimo, sem esperança. Então, qual deveria ser sua atitude, sua disposição mental e de coração? A seguinte, segundo o que Jesus passou a dizer: “Mas, quando estas coisas principiarem a ocorrer, erguei-vos e levantai as vossas cabeças, porque o vosso livramento está-se aproximando.” — Lucas 21:28.

      14. Refere-se o “livramento” que se aproxima à glorificação do restante no céu, e quem na terra terá a maravilhosa perspectiva que os aguarda depois do “livramento”?

      14 De modo que, para os homens pertencentes a este mundo, as crescentes dificuldades que culminarão na guerra no Har-Magedon são prova da iminente destruição. (Filipenses 1:28) Isto requer que o verdadeiro cristão seja hoje alguém de forte fé no Deus Todo-Poderoso e nas suas promessas aos fiéis. O “livramento” agora iminente para os que têm tal fé não é inicialmente a glorificação celestial do restante dos discípulos de Cristo, gerados pelo espírito, e serem eles retirados do cenário terrestre, atribulado, embora isso os aguarde finalmente. Antes, o “livramento” refere-se a acabar com as guerras, as fomes, as pestilências, os terremotos e a fanática perseguição movida aos verdadeiros seguidores do Rei reinante, Jesus Cristo, pela destruição de todos os inimigos do reino de Jeová por Cristo na “guerra do grande dia de Deus, o Todo-Poderoso”, no que é chamado de Har-Magedon. Quão maravilhosa é a perspectiva que se apresentará então ao restante dos herdeiros do reino celestial e seus companheiros leais, prefigurados por Ebede-Meleque, ajudador corajoso do profeta Jeremias!

      15. Segundo as Escrituras, o que precisam fazer para ‘proceder como homens’, a fim de estarem equipados para a obra?

      15 Para que estes possam agora ‘proceder como homens’ ou ser homens, terão de atingir a madureza cristã e estar equipados para a obra de dar o último testemunho mundial do reino messiânico. (1 Coríntios 16:13, Tradução do Novo Mundo; Centro Bíblico Católico; Taizé; Mateus 24:14) Por isso recebemos a Bíblia, que contém as Escrituras Sagradas. Assim como o apóstolo Paulo escreveu ao jovem Timóteo: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, para disciplinar em justiça, a fim de que o homem de Deus seja plenamente competente, completamente equipado para toda boa obra.” (2 Timóteo 3:16, 17) Segundo A Nova Bíblia Inglesa, o 2Ti 3 versículo 17 reza: “Para que o homem que pertence a Deus seja eficiente e equipado para toda espécie de boa obra.” A Bíblia de Jerusalém (ed. em inglês) diz: “É assim que o homem dedicado a Deus fica plenamente equipado e pronto para qualquer obra boa.” Isto indica que “o homem de Deus” precisa fazer um estudo regular das Escrituras inspiradas e viver segundo elas, executando a obra para a qual esse estudo o torna eficiente.

      16. Por que, agora mais do que nos dias ante-diluvianos de Noé, é aconselhável fugir dos desejos pertinentes aos que se desenvolvem para a varonilidade?

      16 Vivemos no tempo mais sério de toda a história humana! Estamos confrontados com o desaparecimento de um mundo, um mundo de dimensões muito maiores do que o dos dias de Noé. Por conseguinte, estamos empenhados na obra de maior grandiosidade e importância para a humanidade que já houve. Certamente não é o tempo para qualquer testemunha dedicada e batizada de Jeová Deus gratificar os desejos sensuais e diversivos da juventude. Conforme Paulo escreveu ao jovem Timóteo: “Foge dos desejos pertinentes a mocidade.” “No entanto, tu, ó homem [em grego: ánthropos] de Deus, foge destas coisas.” (2 Timóteo 2:22; 1 Timóteo 6:11) Hoje, mais do que no tempo em que o inspirado apóstolo João escreveu estas palavras, “o mundo está passando, e assim também o seu desejo, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre”. — 1 João 2:17.

      17. A quem não devemos minimizar como antigos homens de Deus, mas para quem devemos olhar como perfeito exemplo disso?

      17 Nos dias atuais, que exigem que se demonstre varonilidade cristã, precisamos olhar para o perfeito exemplo Daquele a quem o governador Pôncio Pilatos se referiu perante a tumultuosa multidão judaica por dizer: “Eis o homem!” “Eis o vosso rei!” (João 19:5, 14) Muito antes de Cristo havia homens de Deus, tais como “Moisés, o homem do verdadeiro Deus”, Elias e seu companheiro Eliseu, e outros. (Deuteronômio 33:1;1 Reis 17:18, 24; 20:28; 2 Reis 1:9-12; 4:7, 9, 16) Mas, sem desconsiderar ou minimizar aqueles homens de Deus, pré-cristãos, devemos olhar para Aquele que continua como o mais notável “homem de Deus” que já esteve na terra, Jesus Cristo, que agora domina como Rei nos céus, desde o fim dos Tempos dos Gentios em 1914. (Hebreus 11:1 a 12:3; Lucas 21:24) Por portarmo-nos como homens, assim como ele, poderemos enfrentar sem medo a destruição do atual sistema condenado de coisas no Har-Magedon.

      18. Como podemos cumprir com a nossa enorme responsabilidade de participar na vindicação da soberania universal de Jeová Deus?

      18 Criamos para nós mesmos uma inapagável e imperecível folha de serviços neste tempo de julgamento, ao passo que o velho mundo declina. Será esta folha de serviços para o nosso mérito e louvor, ou, lamentavelmente, para a nossa condenação eterna junto com o mundo? Por procedermos como homens, imitando nosso imaculado exemplo Jesus Cristo, mostraremos que “o deus deste mundo”, Satanás, o Diabo, não é nosso governante espiritual. (2 Coríntios 4:4) Ao contrário, defenderemos a soberania universal de Jeová Deus e assim participaremos em vindicá-la perante toda a criação vivente. Neste respeito, temos deveras uma enorme responsabilidade e uma gloriosa oportunidade!

      19. Além de estarmos atentos e firmes na fé, em que sentido é que nós, como “homens” precisamos desenvolver-nos, e quem é a fonte disso?

      19 Resta ficarmos atentos ao nosso privilégio e nossa oportunidade e ‘manter-nos firmes na fé’. Não permita Jeová que enfraqueçamos como homens pertencentes a Deus, dedicados a Deus! Para este fim meritório , precisamos acatar a admoestação oportuna do apóstolo Paulo: “Tornai-vos poderosos.” (1 Coríntios 16:13) Podemos fazer isso e o faremos por constantemente olharmos para Ele e orarmos a Ele por intermédio de nosso Rei, Jesus Cristo. Somos informados em Isaías 40:29: “Ele dá poder aos cansado; e faz abundar a plena força para aquele que está sem energia dinâmica.” Depois de presenciarmos a vitória divina no Har-Magedon, esperamos ter o privilégio de entoar as palavras de Moisés, depois da derrota das forças militares de Faraó no Mar Vermelho: “Jeová é pessoa varonil [em hebraico: ish] de guerra. . . . Minha força e meu poder é Já, visto que ele me é por salvação.” — Êxodo 15:3, 2.

      Sabe responder a estas perguntas

      □ O que determinara se você vai ou não vai sobreviver ao Har-Magedon?

      □ Que situação dos atuais servos ungidos de Jeová é similar àquela de Jeremias. antigo servo dele?

      □ Em que sentido prefigurava o serviço prestado por Ebede-Meleque a atividade das “ovelhas” da parábola de Cristo em Mateus 25:31-46?

      □ De acordo com a profecia de Cristo em Lucas, capítulo 21, em que difere a atitude dos seguidores de Cristo daquela das pessoas das nações?

      □ De que “livramento” se fala em Lucas 21:28?

      □ Que resultado excelente obteremos se todos imitarmos o exemplo Daquele que é identificado como: “O homem!”?

      [Foto na página 29]

      A atividade de quem foi prefigurada pela ajuda que Ebede-Meleque prestou a Jeremias, profeta de Deus?

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1983 | 1.° de maio
    • Perguntas dos Leitores

      ■ Por que pensavam alguns judeus que João, o Batizador, fosse Elias, como mencionado em João 1:21?

      Antes de Jesus ser batizado, alguns sacerdotes e levitas vieram a Betânia, além do Jordão, onde João estava batizando, e perguntaram-lhe se ele era o Cristo. Quando João disse que não era, perguntaram: “O que, então? És tu Elias?” — João 1:19-28.

      Por que achavam aqueles judeus que João pudesse ser o profeta hebreu Elias, que falecera uns nove séculos antes? Era por causa duma profecia dada no meio do período decorrido entre o tempo de Elias e o começo do ministério de João. Malaquias, profeta de Deus, predissera: “Eis que vos envio Elias, o profeta, antes de chegar o grande e atemorizante dia de Jeová.” (Malaquias 4:5) Alguns judeus, evidentemente, entendiam isso como significando a volta física de Elias, talvez por Deus ressuscitá-lo. Daí apareceu João, usando uma veste de pêlo e um cinto de couro, similar à maneira em que Elias se trajava. (Mateus 3:4; 2 Reis 1:8) E João foi franco em proclamar a mensagem de Deus, que convocava ao arrependimento, assim como Elias havia feito. De modo que perguntaram a João se ele era Elias.

      João responde: “Não sou.” Não, ele não era o próprio profeta hebreu Elias, que ainda dormia na morte. De fato, um anjo havia dito a Zacarias (que se tornou depois pai de João), que João serviria com “o espírito e o poder de Elias”, para fazer os judeus voltar a Jeová. (Lucas 1:17) João não seria Elias; mas faria uma obra similar à realizada pelo profeta Elias, há muito já falecido.

      Em harmonia com isso, Jesus disse mais tarde, referindo-se a João: “Elias já veio e não o reconheceram.” (Mateus 17:12) Ele queria dizer que João havia cumprido a profecia de Malaquias 4:5. Preparara o caminho diante do Messias. Contudo, a maioria dos judeus não aceitou a João como desempenhando este papel. Além disso, está escrito em João 10:41: “João, deveras, não realizou nem um único sinal”, ao passo que o profeta Elias original realizara oito sinais ou milagres.

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar