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  • Qual é a atitude de sua igreja para com o homossexualismo?
    A Sentinela — 1973 | 15 de dezembro
    • Também o apóstolo Paulo, em vez de tratar os homossexuais como cristãos, declarou: “Não vos enganeis! Nem impudicos . . . nem homossexuais, . . . terão parte no Reino de Deus.” Podiam tornar-se cristãos apenas depois de abandonar o proceder imoral. — Lev. 18:22; 1 Cor. 6:9, 10, Liga de Estudos Bíblicos.

      Apesar destas declarações bíblicas claras, muitas igrejas acolhem homossexuais praticantes. De fato, o jornal Daily News de Washington noticiou: “Um número crescente de clérigos (tanto homossexuais como heterossexuais) oficiam ‘casamentos’ de homossexuais tanto masculinos como femininos.” Como exemplo disso, o jornal Globe de Boston, de 8 de abril de 1973, observou:

      “Dois homens de Boston, que se conheceram enquanto estudavam para o ministério dos Metodistas Unidos, foram ontem ‘casados’ na antiga Igreja Ocidental da denominação . . . A cerimônia de casamento homossexual . . . foi realizada pelo Rev. William E. Alperts, pastor.”

      Talvez diga: “Ora, minha igreja nunca aprovaria tais coisas.” Mas, tem certeza disso? Sabia que muitos líderes dos grupos religiosos episcopal, presbiteriano, luterano, católico, metodista, budista e outros aprovam o homossexualismo?

      O bispo EPISCOPAL J. Brooke Mosley, presidente do Seminário Teológico União, na cidade de Nova Iorque, disse recentemente:

      “Creio firmemente que uma pessoa de orientação homossexual pode ser cristão sólido e fiel; e, além disso, que ele ou ela pode ser ministro cristão dedicado — e alguns deles já os são.”

      Em 1970, a 182.ª Assembléia Geral da IGREJA PRESBITERIANA UNIDA publicou e recomendou para estudo um relatório que declarava:

      “As reflexões éticas e as atitudes pessoais da comunidade cristã devem ser tais que as pessoas homossexuais não sejam obrigadas a sentir que sua preferência sexual está num conflito insolúvel com serem membros numa associação cristã.”

      Também em 1970, no seu Quinto Congresso Bienal, a IGREJA LUTERANA NA AMÉRICA aprovou a seguinte declaração sobre o homossexualismo:

      “Os que se entregam ao comportamento homossexual são pecadores apenas assim como todos os outros — alienados de Deus e do próximo. . . . É essencial compreender que tais pessoas têm direito ao entendimento e à justiça na igreja e na comunidade.”

      O sacerdote CATÓLICO ROMANO Henry Fehren, escrevendo no número de setembro de 1972 de U. S. Catholic, revista “publicada com aprovação eclesiástica, disse:

      “Se Deus não abomina, mas antes ama o homossexual com a natureza com que foi criado, nós não podemos fazer menos. E isto significa que temos de aceitar o homossexual assim como ele é. . . .

      “O amor homossexual pode ser tão nobre, tão belo e tão santo como o amor heterossexual.”

      W. Paul Jones, professor na Escola de Teologia São Paulo, METODISTA, de Kansas City, Missúri, escreveu em Pastor Psychology, de dezembro de 1970:

      “Concluímos que . . . uma profunda relação entre dois membros do mesmo sexo não é só moralmente permissível, mas deve ser procurada, estimulada, apoiada e facultada com todos os poderes à nossa disposição. Não há substituto para tal relação e não se deve privar dela o homossexual.”

      E no periódico Review and Expositor, Primavera de 1971, publicado pelo corpo docente do Seminário Teológico dos BATISTAS DO SUL, em Louisville, Kentucky, E. U. A., o Professor John H. Boyle disse:

      “As raízes do pecado não estão no próprio ato homossexual. . . .

      “Se a Igreja for fiel à sua vocação, terá de declarar francamente que os homossexuais são pessoas, feitas à imagem de Deus, para as quais Cristo morreu, e que, pela graça de Deus, aqueles que não eram povo são o povo de Deus, pois, antes não haviam recebido misericórdia, mas agora receberam misericórdia.”

      Sim, proeminentes líderes religiosos das igrejas ‘principais’ aprovam o homossexualismo. Eles rejeitam a Bíblia. Conforme disse o bispo episcopal Brooke Mosley: “Nosso entendimento da moralidade cristã progrediu muito além das leis do Antigo Testamento . . . e dos editos de S. Paulo.” Se os líderes das igrejas ‘principais’ dizem tais coisas, pode realmente ter certeza de que seu ministro não pense o mesmo? Por que não lhe pergunta?

  • Motivados pela consciência piedosa
    A Sentinela — 1973 | 15 de dezembro
    • Motivados pela consciência piedosa

      HÁ ALGUM tempo atrás, uma das testemunhas de Jeová, em Palm Springs, na Califórnia, foi visitada por seu irmão e a noiva deste. Ao se aproximar a noitinha, a Testemunha pôde observar que seu irmão, que não era Testemunha, planejava pernoitar ali e dormir com sua noiva. Como teria reagido em tal situação?

      A situação era embaraçosa. Mas, a Testemunha disse ao seu irmão que ele não podia, na casa dele, dormir com uma mulher com que não estava casado. Isto surpreendeu o irmão. Ele ficou muito indignado, achando que a Testemunha tinha mentalidade muito tacanha. Afinal, tanto ele como sua noiva já tinham bastante idade para ter netos, e se casariam dentro de mais alguns dias.

      Por que adotou a Testemunha tal atitude, sabendo que causaria tensões e aborrecimentos? O que estava envolvido era a sua consciência.

      O QUE É A CONSCIÊNCIA?

      Já disse alguma vez: “Eu sabia, no íntimo, que isto não era direito”? Ou: “Não posso fazer o que me pede, porque algo dentro de mim me diz que é errado”?

      Esta era a voz de sua consciência. A consciência é aquela percepção ou sensação íntima que temos a respeito do certo e do errado. Deus criou o primeiro casal humano com esta faculdade da consciência, e nós todos a herdamos deles. É sábio nunca ir deliberadamente contrário aos ditames duma consciência corretamente treinada. Por que não?

      Porque nosso senso de moral ou nossa consciência pode, em resultado, sofrer dano ou mesmo ficar arruinada. Pode ficar cauterizada “como que por um ferro de marcar”. (1 Tim. 4:2) Quando isto acontece, nosso senso íntimo do certo e do errado deixa de funcionar corretamente. Neste caso, não mais nos orientará corretamente. Mas, podemos evitar que isto aconteça.

      SENSÍVEIS ÀS LEIS DE MORAL DE DEUS

      Jeová Deus fez a provisão de fortalecer nossa consciência por dar-nos leis e princípios justos, na Bíblia, e temos bons motivos para ser gratos por esta provisão. Podemos estudá-los e nossa consciência pode então aplicá-los às diversas circunstâncias que surgem. Deste modo, seremos motivados pela nossa consciência

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