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  • O que teria feito?
    Despertai! — 1977 | 8 de janeiro
    • um relacionamento achegado e íntimo com o Deus Altíssimo, Jeová, se empenhará em se comportar honestamente em todas as situações. Sabemos que o apóstolo Paulo teria feito isso, porque escreveu: “Fazei orações por nós, pois confiamos em ter uma consciência honesta, visto que queremos comportar-nos honestamente em todas as coisas.” — Heb. 13:18.

  • ‘É caro demais morrer’ no Japão?
    Despertai! — 1977 | 8 de janeiro
    • ‘É caro demais morrer’ no Japão?

      Do correspondente de “Despertai!” no Japão

      QUER more no Japão, quer em outra parte, a morte não respeita ninguém.

      Nem espera a morte que sua vítima esteja preparada para morrer. Amiúde, ataca inesperadamente, deixando à família enlutada pouca opção, a não ser a de seguir os costumes fúnebres locais, sem levar em conta os custos.

      Por que não toma alguns minutos para considerar alguns dos costumes fúnebres e os custos aqui no Japão? Se nunca compareceu a algum enterro japonês, é provável que ache interessante compará-lo com os enterros em sua localidade. Mas, ler sobre um enterro nipônico poderá ajudá-lo em outro sentido. É raro a pessoa pensar muito de antemão sobre o

  • Examinando o mundo dos homossexuais
    Despertai! — 1977 | 8 de janeiro
    • Examinando o mundo dos homossexuais

      HOMOSSEXUALISMO — o que isso lhe traz à mente? A maioria das pessoas têm um entendimento um tanto limitado do assunto. Ao passo que os homossexuais clamam, mais do que nunca, para serem considerados e compreendidos em seu ponto de vista, poucas pessoas se dispõem a examinar o mundo deles e descobrir por que os homossexuais (ou “andróginos”) são assim.

      Muitos talvez saibam basicamente o que é um homossexual. Mas, isso é quase tudo que sabem. A primeira parte do termo homossexual é tirada duma palavra grega hómoios, que significa “um só e o mesmo”. O homossexual, assim, é uma pessoa que prefere ter ligações sexuais com pessoas do mesmo sexo. Os homossexuais masculinos preferem outros varões. As homossexuais ou lesbianas desejam a atividade sexual com outras mulheres, ao invés de com homens. Mas, há muito mais a se aprender sobre o assunto.

      O mundo do homossexual tem de ser encarado justamente desse modo — como todo um mundo, uma cultura ou modo de vida ímpares. Não é unicamente uma questão de preferência sexual. Uma pessoa de fora, ou alguém que o homossexual chama de “direito”, só pode entender parcialmente este mundo. Todavia, lança-se cada vez mais luz sobre ele, nos anos recentes. Em especial, nos últimos cinco anos, os próprios homossexuais revelaram mais sobre seus modos de agir.

      Quem São os Homossexuais?

      Primeiro de tudo, é sábio ter bem claro na mente algumas distinções. Nem todos os homossexuais devem ser confundidos com travestis. Este último é a pessoa que talvez deseje ser do sexo oposto e que até mesmo se veste e se comporta como se fosse. Algumas pessoas chegam até a se tornar transexuais. Isso é, realmente sofrem uma operação para mudar fisicamente. Varões recebem hormônios para avolumar os seios e amaciar a pele; seu órgão sexual é cirurgicamente removido e se forma uma vagina artificial, às vezes oriunda de material do pênis ou dos escrotos. Ao passo que são, naturalmente, incapazes de ter filhos, certa medida de orgasmo sexual é possível nas relações sexuais.

      As transexuais femininas têm tomado testosterona, de modo que seus pêlos cresçam mais abundantemente no rosto e no peito. Em alguns casos, o clitóris foi induzido a crescer, ou um pênis artificial foi adaptado, com o qual podem levar outra parceira feminina ao clímax sexual.

      No entanto, a maioria dos homossexuais não são assim. Alguns ressentem ser colocados na mesma categoria que os travestis e os transexuais, que, em sua opinião, são a ralé do mundo homossexual. A maioria dos varões homossexuais dirão a uma pessoa que eles se sentem contentes de que são varões e que não têm desejo de ser mulheres. Sexualmente contudo, preferem a companhia de outros homens.

      Alguns homossexuais parecem preferir certas ocupações, tais como a de cabeleireiros, decoração de interiores, desenhistas de moda, e atividades artísticas. Na época teatral da Broadway, Nova Iorque, de 1967-68, pelo menos 31 por cento dos 58 espetáculos da Broadway, segundo se afirmou, foram produzidos por homossexuais; 38 por cento tinham diretores homossexuais.

      Mas, os homossexuais de jeito nenhum se limitam a tais profissões. Certo escritor homossexual admite: “A maioria dos homossexuais que eu conheci trabalhavam em empreendimentos padrões tais como o comércio, as finanças, as classes jurídicas e médicas, o ministério, e as agências da lei — e vários eram atletas profissionais.” Interessante é que certos homossexuais realmente preferem os chamados empregos “de homem”, talvez para que outros não os identifiquem prontamente como homossexuais.

      Quantos Há no Mundo dos “Andróginos”?

      O desejo de muitos de permanecer ocultos e desconhecidos como homossexuais torna impossível averiguar seu número exato. A cidade de Nova Iorque é considerada como tendo um dos maiores ajuntamentos deles nos Estados Unidos; o total naquela cidade é variavelmente calculado como se situando na faixa dos 50.000 a várias centenas de milhares. O Departamento de Polícia da Cidade de Nova Iorque, quando indagado sobre o número de homossexuais em sua cidade, disse que “nem sequer se arriscaria a adivinhar”. Afirma-se que certa cidade do Texas, de mais de 800.000 habitantes, tem uma comunidade homossexual de 50.000 pessoas, embora apenas 600 homossexuais “conhecidos” morem ali.

      Por que tantos homossexuais mantêm secreta a sua identidade?

      Há muitas razões. Receiam que possam perder seus empregos ou suas famílias e que forte pressão social seja exercida contra eles. Tais homossexuais estão, segundo a linguagem peculiar do mundo dos homossexuais, “enrustidos”. Não se declararam publicamente como homossexuais. Muitos conseguem ocultar sua vida secreta até mesmo de seu cônjuge; tais pessoas, mencionadas como “bissexuais”, dispõem-se a copular com pessoas de ambos os sexos.

      Há mais de vinte e cinco anos, o Dr. A. Kinsey verificou que 25 por cento dos homens estadunidenses que ele entrevistara tinham tido “mais do que incidental experiência homossexual”. Atualmente, o Dr. Wardell Pomeroy, um dos pesquisadores originais da equipe de Kinsey, insiste que a porcentagem real dos que são homossexuais não aumentou realmente mas que mais pessoas, outrora homossexuais secretos, operam agora abertamente. Que se tornaram mais visíveis, nos últimos cinco anos, dificilmente entra em questão. Mas, ao mesmo tempo, parece igualmente difícil de crer que, devido a essa mesma abertura, não tenha havido correspondente aumento no número real de homossexuais. O que contribui para esta “abertura” e, sem dúvida, para o aumento do homossexualismo?

      Um fator primário parece ser o apoio popular que está granjeando. Nos EUA e em outros países, fez-se muito para aumentar os direitos civis de várias minorias, durante os anos 60 e o início dos 70. Não só foram abrangidos os grupos raciais e outros grupos étnicos, mas também os homossexuais.

      Os veículos de comunicação divulgaram suas demonstrações de protesto e, às vezes, apresentaram suas queixas numa luz favorável. O tratamento díspar dado a eles em campos tais como o da moradia e do emprego, tem obtido publicidade. Alguns têm indicado o que parece ser incoerência, em vista da tolerância oficial dos toxicômanos e das prostitutas.

      Ao mesmo tempo, mais profissionais famosos, como médicos, escritores e advogados, declararam-se abertamente como sendo “andróginos”. Isto conferiu certo crédito ao movimento, aos olhos de muitos.

      Daí, também, houve muitas experiências sexuais, nos anos recentes, parte da chamada “revolução sexual”. Homens e mulheres jovens têm feito quase tudo em sua busca de “emoções”. Não deve ser surpreendente demais verificar que considerável número de pessoas também se tenham empenhado em atividades homossexuais. Para muitos, isto começou com o “ato” sexual masturbatório, a sós, de início, e então com alguém do mesmo sexo, talvez num dormitório escolar ou num chuveiro dum ginásio. Depois disso, um passo levou a outro, ao ficarem cada vez mais envolvidos no mundo dos homossexuais.

      Com o tempo, tais pessoas verificaram que estavam enredadas, não só em certas modas sexuais, mas na inteira cultura homossexual. Lentamente, cada vez maior número de seus amigos se achavam entre os homossexuais. Isto, por sua vez, influenciou seu modo de se vestir e a música que ouviam, e assim por diante. Sim, por fim se encontraram como membros plenos do mundo dos “andróginos”.

      O Amplificante Mundo dos Homossexuais

      Esse mundo se ampliou tanto que agora, quando um homossexual chega a qualquer cidade de tamanho mediano, pode usualmente encontrar pessoas com estilo de vida similar ao seu. Por exemplo, em muitas das grandes cidades, há dezenas de bares, restaurantes e clubes exclusivos para homossexuais. O homossexual pode consultar as agências de viagem, locais de recreação e serviços de encontros do mundo dos “andróginos”. Pode ler os jornais “andróginos”, alguns dos quais gozam duma circulação de dezenas de milhares de exemplares. Ou pode ler livros escritos por homossexuais e para eles, e até mesmo verificar um dicionário, The Queen’s Vernacular (Vernáculo da Rainha), para encontrar os termos identificados com seu modo de vida.

      Espetáculos de arte e de moda “andrógina” têm aparecido. Comerciantes homossexuais sabem que o mundo dos “andróginos” não é assolado pela pobreza. Não faz muito, After Dark (Após o Anoitecer), revista estadunidense inclinada para um público leitor homossexual, noticiou que seus assinantes tinham a renda média de US$ 18.000. Sessenta e três por cento eram bacharéis universitários e mais de 70 por cento tinham ações, títulos, letras de câmbio ou debêntures de fundos mútuos. Cerca de 40 por cento tinham viajado para a Europa nos cinco anos anteriores. A circulação da revista, incidentalmente, ascendeu de 49.500 para 71.300 apenas num ano recente.

      Em aditamento, o homossexual, quer se declare abertamente ou não como tal, provavelmente fará contatos com homossexuais em seus negócios diários. O advogado, o médico e o dentista que ele consulta podem ser homossexuais. E, sim, os homossexuais dispõem até de sua própria igreja. A Igreja Metropolitana da Comunidade, dirigida por Troy Perry, afirma ter uma das maiores assistências à igreja em Los Angeles; tem agora cerca de cinqüenta filiais em cidades dos Estados Unidos, Canadá e Grã-Bretanha. Assim, pode-se ver que o “mundo dos homossexuais” envolve mais do que apenas a orientação sexual da pessoa. É um inteiro modo de vida. Todo aspecto deste mundo é condicionado para fazer com que o homossexual creia que ”é bom ser andrógino”.

      Mas, é realmente boa a “androginia”? Será que os próprios homossexuais acreditam nisso? Alguém que está sendo introduzido no mundo de vida homossexual talvez pense que sim. Mas, faz sentido perguntar: Será que o homossexualismo torna a vida mais satisfatória? Oferece promessa de um futuro seguro? Essas são perguntas necessárias. Com justiça, os próprios homossexuais devem ter a oportunidade de declarar como é que as responderiam.

      O que afirmam eles? E o que revelam suas experiências?

  • É realmente feliz a vida dos “andróginos”?
    Despertai! — 1977 | 8 de janeiro
    • É realmente feliz a vida dos “andróginos”?

      A VIDA tem de ser encarada como realmente é, e não como se desejaria que fosse. Muitos homossexuais talvez desejem que o mundo os aceite como são — simplesmente como pessoas — sem qualquer consideração de eles preferirem varões ou mulheres como companheiros de cama. Mas, o fato é que o mundo, falando-se em geral, não aceita plenamente a pessoa conhecida como homossexual.

      O homossexual poderá dizer que isto é injusto ou discriminatório. Mas, a maioria das pessoas não se sentem atraídas pelo modo de vida dos homossexuais. Se alguém está envolvido nela ou está começando a ficar envolvido nela, esse é um ponto necessário a se ter presente. O conceito que a maioria das pessoas têm do homossexualismo criará reais problemas para tal indivíduo.

      Efeitos Sobre Emprego e Vida Social

      Suponhamos, por exemplo, que o homossexual deseje ter um bom emprego como professor. O que tem acontecido em tais circunstâncias? Às vezes os pais e os administradores escolares se quedam imaginando: “O que acontece se um varão homossexual tiver um emprego de ensinar a rapazinhos? Que tipo de influência exercerá sobre eles?” O homossexual talvez imagine que esta é uma pergunta muito injusta. Mas, pode realmente culpar outros por propô-la? A pessoa talvez tenha resolvido ser homossexual. Suponhamos, porém, que os pais não desejem isso para seus filhos?

      Ou, eis aqui outra situação que surge. Na maioria das firmas, espera-se que um rapaz hoje leve a esposa, a namorada ou noiva a quaisquer reuniões sociais. Que faz nesse caso o homossexual secreto? Amiúde, leva uma jovem, pretendendo desonestamente interessar-se por ela.

      Assim, afirma um homossexual de Dallas, Texas: “Há uma abundância de rapazes muito procurados nesta cidade, que fazem questão de sair com as garotas mais lindas que possam encontrar. Há muitas garotas que gostariam de se casar com eles, mas o objetivo deles é serem vistos. A fim de impedirem que ocorra uma situação embaraçosa, persistem em trocar de garotas.” Mas, um homem não pode seguir indefinidamente um proceder assim. Por fim, o que acontece? Ele responde:

      “A pressão é intensa. Fiz isso por longo tempo e, por fim, desisti. Não era justo para mim mesmo e não era justo para as garotas com quem eu saía. Mas, a principal coisa é sobreviver e todos nós temos nosso próprio jeito de fazer isso.”

      Francamente, então, é isso o que deseja da vida? Pessoas assim levam uma vida de mentira. Não vivem essa mentira apenas quando estão com seus amigos homossexuais. Vinte e quatro horas por dia, porém, tentam conseguir “camuflagem”. Por fim, muitos, como esse de Dallas, têm de desistir e deixar de tentar ocultar-se por trás de uma fachada de respeitabilidade.

      Problemas Familiares e Pessoais

      O que agrava tais problemas é que alguns continuam “enrustidos” até depois de se casarem e ter uma família. Daí, têm de encarar um cônjuge com coração partido. É preciso contar aos filhos. Os conselheiros admitem que alguns de seus trabalhos mais frustradores é com os jovens que vieram a saber do homossexualismo de um dos seus genitores.

      Mas, o que dizer dos “casamentos” de homossexuais? Substituem as usuais relações heterossexuais? Não, segundo os homossexuais. Afirmam que o relacionamento homossexual é muito incerto e instável. Na verdade, há alguns exemplos isolados de “casamentos” homossexuais por toda a vida; mas constituem exceções e eles mesmos são às vezes marcados pela “infidelidade”. Duvida desta condição instável? Considere, então, o que escreve o homossexual William Carroll:

      “Ao passo que os casais homossexuais que conheço usualmente lutam para manter um relacionamento amoroso e duradouro, com muita freqüência estes ‘casamentos’ se provaram ser casos tumultuados, em que cada cônjuge procura uma posição de domínio. Por causa dos conflitos emocionais, e vários estresses e tensões da sociedade, a maioria de tais casos amorosos não duram muito tempo — de seis meses a dois anos é provavelmente a média.”

      Por que “a maioria de tais casos amorosos” tem vida curta e são “casos tumultuados”? Bem, considere como os homossexuais estabelecem seus contatos conforme Carroll explica:

      “Digamos que é uma tarde agradável e está passeando pela rua, observando o cenário. Nota por acaso que, entre as pessoas adiante, que vem em sua direção, acha-se um rapaz que parece estar olhando quase que fixamente para você. Ao se aproximar, por uma fração dum segundo, os olhos dele percorrem o seu corpo, e com igual rapidez se fixam nos seus. Esta comunicação de olhares — ele tenta dizer-lhe algo — continua até que ele passe por você. Bem, Sr., você acabou de ser ‘procurado como parceiro sexual’. Qualquer pessoa procurada e que demonstre interesse pararia casualmente, talvez para olhar uma vitrina, e daí olha lentamente para trás. O rapaz com os olhos vagueantes também terá parado rua abaixo, e ele, também, estará olhando para trás.”

      Homossexuais sofisticados podem até dizer que tais práticas, como ‘procurar um parceiro sexual’, estão abaixo de sua dignidade. Mas, Carroll discorda:

      “Não acho que é uma afirmação forte demais dizer que procurar parceiros sexuais nas ruas, escritórios, lojas, saguões de teatros, ou em festas — e certamente em bares de ‘andróginos’ — seja algo feito quase que continuamente pela maioria dos ‘andróginos’ . . . A compulsão e a promiscuidade subentendidas por toda essa atividade é parte essencial do inteiro mundo dos ‘andróginos’.”

      Como conseqüência da “compulsão e promiscuidade”, os homossexuais admitem que amiúde não tem nenhuma idéia de com quem irão para a cama. Às vezes não sabem nem sequer o nome um do outro.

      Será que isso lhe parece um modo de criar um relacionamento significativo e duradouro com outra pessoa? Será esse o modo de chegar a conhecer pessoas em que possa confiar? Dificilmente. Não é de admirar que resultem apenas em “casos tumultuados”!

      Outro efeito adverso desta “compulsão e promiscuidade” é a doença venérea. A DV aumenta entre os homossexuais e os atinge de formas somente conhecidas em seu mundo. A gonorréia e a sífilis da laringe, boca e anus são cada vez mais comuns entre os homossexuais, relatam os médicos. Isso dificilmente parece atraente a qualquer pessoa que respeite a si mesma.

      Futuro Feliz?

      E que dizer do futuro? A maioria das 10 pessoas, ao envelhecerem, desejam certo grau de segurança. Será que os homossexuais centrem esta confiança? A maioria deles revela o contrário. Ralph S. Sehaffer traz a lume este sentimento por parte deles num artigo em Gay Sunshine. Escreve ele:

      “Em centenas de reuniões de libertação dos ‘andróginos’ em quatro cidades, ergui quietamente minha voz para falar do jovialíssimo da vida andrógina . . . É o mais vicioso e arraigado dos nossos [problemas] . . . É trágico porque deixa a metade de nosso povo andrógino solitário, alienado, e indesejado. . . . Ouvimos falar muito sobre o espírito ‘andrógino’, um espírito de especial amor meigo. Onde está ele? Como se pode falar de tal coisa, quando milhões de andróginos com mais de 30 anos são solitários, isolados, rejeitados, desamados e indesejados! . . . Naturalmente, os jovens não crêem realmente que eles, algum dia, terão veneráveis 33 anos! Creia-me, isso vem mais depressa do que imagina! . . . Na libertação andrógina, tenho conhecido mais andróginos do que em toda a minha vida. [Mas] jamais me senti tão solitário.”

      Schafler sente a futilidade e o desespero que confrontam todo homossexual. Relacionamentos duradouros, dignos de confiança — qualquer coisa que até mesmo se aproxime de segurança — raramente existem entre eles.

      Não é surpreendente que muitos homossexuais calam em profunda depressão. O Daily Citizen de Tucson pediu a um homossexual local que narrasse sua vida num artigo. Ele inicia assim sua história: “Quão irônico é que me tenham pedido que conte a história do que significa ser homossexual, numa ocasião em que tenho pensado em pôr fim à minha vida . . . É uma época de crise. Novamente. À medida que o homossexual envelhece, os períodos críticos vêm com maior rapidez, mais aguçados e mais profundos. Tenho quase 40 anos, o que significa ser velho demais, gordo demais . . . feio demais . . . para atrair um amante. (Ter um amante é quase que a única barreira contra a doença da solidão que resulta ser terminal para quase todo homossexual.).” Outros homossexuais concordam, falando do “pavor de envelhecer sozinho”.

      O Conceito da Bíblia — É Duro?

      A felicidade e qualquer grau de segurança são difíceis de qualquer pessoa obter hoje em dia. Mas, conforme mostram os relatos da vida de tantos homossexuais, seu proceder é ainda mais incerto e, com efeito, autoderrotista. Compare as próprias confissões deles com as declarações feitas pelo apóstolo Paulo a respeito do homossexualismo: “Deus os abandonou a paixões degradantes . . . e [eles estão] sentindo em sua própria carne a penalidade inevitável daquilo que fizeram.” (Rom. 1:26, 27, Uma Tradução Americana, em inglês) Não mostram as admissões de verdadeiros homossexuais por longo tempo e os resultados vistos em seu próprio proceder de vida a veracidade destas palavras bíblicas? Não leva isso à “penalidade inevitável” da frustração e do desespero? Sim — segundo os próprios homossexuais.

      Não é surpreendente, então, que a Bíblia diga que o homossexualismo é “degradante” e que “os que praticam tais coisas merecem a morte”. (Rom. 1:32) Naturalmente, cabe a Deus e ao seu filho glorificado executar tal punição de morte no tempo devido. — 2 Tes. 1:6-10.

      “Mas, não é isso muito duro da parte de Deus?” alguns perguntam. Afinal de contas, a pessoa não tem culpa de ser homossexual, será que tem? É verdade que muitos acham que mudar é quase que impossível, e, assim, talvez concluam que Deus está sendo rígido demais com os homossexuais. Talvez argumentem que uma pessoa “já nasce homossexual” e afirmem que existe uma inclinação genética para tal prática. Mas, se esse for o caso, por que é que alguns indivíduos são homossexuais só por parte de sua vida, talvez nos anos posteriores? Se o homossexualismo fosse herdado, não seria evidente por toda a vida e não persistiria sendo tal? Isso parece lógico. Assim, algo diferente da herança tem de figurar como causa de seus atos homossexuais.

      Certo estudo sugere que os homens homossexuais tendem a possuir menos do hormônio masculino, testosterona, em seu sangue, e menos espermatozóides, do que os homens heterossexuais. No entanto, mesmo que isso fosse verdadeiro, o ponto suscitado em The New England Journal of Medicine (Revista Médica da Nova Inglaterra) é válido: São os homens homossexuais porque lhes falta testosterona? Ou os homens diminuem seu nível de testosterona uma vez se tornem homossexuais? Isso não pode ser positivamente determinado.

      Alguns defensores do homossexualismo argumentam que a prática tem de ser considerada normal, visto que, dizem, é até mesmo encontrada no mundo animal. Observaram-se macacos machos, por exemplo, montados sobre outros macacos machos. Naturalmente, só porque os animais se empenham em certa prática não significa que os humanos deviam usar isso como desculpa para imitá-los ou “macaqueá-los”, não é mesmo? Mas, será que a abundância de evidência reunida indica realmente que os animais são homossexuais? Não. A edição de 1974 da Encyclopœdia Britannica afirma: “Esta grande massa de dados, contudo, não pode responder à pergunta se qualquer destes animais é homossexual. Não se conhece quaisquer animais adultos, além dos seres humanos, que prefiram relações orgásmicas regularmente com seu próprio sexo.”

      Outros têm dito que a falta dum pai forte para dirigir a família contribui para o homossexualismo. Não se pode negar que, idealmente, um menino deve ter um exemplo másculo segundo o qual padronizar sua vida. (Efé. 6:1-4) No entanto, caso houvesse vários meninos em uma família que não tinha mais pai, não deveriam todos eles virar homossexuais, se essa é a única causa do problema? Todavia isso raramente acontece. Muitos meninos foram criados sem ter a íntima direção dum pai e, mesmo assim, não se tornaram homossexuais.

      Há virtual acordo entre os peritos sobre este ponto: a causa exata do homossexualismo é desconhecida. Sem dúvida, é uma combinação de fatores que faz uma pessoa desviar-se de relações heterossexuais, normais, para as homossexuais. Há, contudo, em última análise, outro fato a se ter presente: Os homossexuais escolheram seu modo de vida. Darrell Johnson, editor da revista Gay-Vue, mostra ser este o caso:

      “Uma pessoa, aparentemente, tem o potencial de ajustar-se a qualquer ou a todos os vários modos sexuais. Sendo isto verdadeiro, em alguma parte da vida a pessoa por fim decide sobre sua preferência.”

      Warren Blumenfeld, coordenador do Centro dos Estudantes Andróginos, nacional, até mesmo compara a escolha entre “modos sexuais” a se comprar um carro; ele diz: ‘Uma pessoa gosta dum Cadillac enquanto que outra gosta dum carro esporte.’

      As pessoas são ‘andróginas’, então, por que é isso que elas desejam. Como diz a Bíblia, “em harmonia com os desejos dos seus corações”. Portanto, a condenação desta prática, pela Bíblia, é justificada, quando ela afirma que tanto os homens como as mulheres homossexuais receberão “em si mesmos a plena recompensa, que se devia ao seu erro”; elas não “herdarão o reino de Deus”. — Rom. 1:24-27; 1 Cor. 6:9, 10.

      Segue-se logicamente que podem mudar, se realmente quiseram mudar, não é? A Bíblia está certa quando se refere a alguns que exerciam tais práticas no primeiro século, e afirma, “isso é o que fostes alguns de vós. Mas vós fostes lavados”. — 1 Cor. 6:11.

      Encontre a Verdadeira Vida

      É membro da comunidade homossexual? Pode dizer que encontrou honestamente satisfação e realização nesse modo de vida? Milhares de homossexuais aprenderam de forma dura que a vida dos “andróginos” não é feliz. Seu proceder, afirma o homossexual William Carroll, “pode levar ao cinismo, ao desespero e até mesmo ao suicídio”. Por que permitir que isso lhe aconteça? Por que não muda de proceder, como aqueles homossexuais do primeiro século, e realmente aprecia a vida?

      Qualquer pessoa verdadeiramente desejosa de harmonizar sua vida moral com a vontade de Deus e encontrar a verdadeira felicidade é convidada, pelos editores desta revista, a entrar em contato com as Testemunhas de Jeová. Elas querem ajudá-lo a aprender como pode ‘ter vida e tê-la em abundância’. — João 10:10.

      [Foto na página 9]

      Será que uma professora homossexual influenciaria meu filho ou minha filha?

      [Foto na página 9]

      “Casamento” homossexual — será que dura?

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