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  • Examinando o mundo dos homossexuais
    Despertai! — 1977 | 8 de janeiro
    • Um fator primário parece ser o apoio popular que está granjeando. Nos EUA e em outros países, fez-se muito para aumentar os direitos civis de várias minorias, durante os anos 60 e o início dos 70. Não só foram abrangidos os grupos raciais e outros grupos étnicos, mas também os homossexuais.

      Os veículos de comunicação divulgaram suas demonstrações de protesto e, às vezes, apresentaram suas queixas numa luz favorável. O tratamento díspar dado a eles em campos tais como o da moradia e do emprego, tem obtido publicidade. Alguns têm indicado o que parece ser incoerência, em vista da tolerância oficial dos toxicômanos e das prostitutas.

      Ao mesmo tempo, mais profissionais famosos, como médicos, escritores e advogados, declararam-se abertamente como sendo “andróginos”. Isto conferiu certo crédito ao movimento, aos olhos de muitos.

      Daí, também, houve muitas experiências sexuais, nos anos recentes, parte da chamada “revolução sexual”. Homens e mulheres jovens têm feito quase tudo em sua busca de “emoções”. Não deve ser surpreendente demais verificar que considerável número de pessoas também se tenham empenhado em atividades homossexuais. Para muitos, isto começou com o “ato” sexual masturbatório, a sós, de início, e então com alguém do mesmo sexo, talvez num dormitório escolar ou num chuveiro dum ginásio. Depois disso, um passo levou a outro, ao ficarem cada vez mais envolvidos no mundo dos homossexuais.

      Com o tempo, tais pessoas verificaram que estavam enredadas, não só em certas modas sexuais, mas na inteira cultura homossexual. Lentamente, cada vez maior número de seus amigos se achavam entre os homossexuais. Isto, por sua vez, influenciou seu modo de se vestir e a música que ouviam, e assim por diante. Sim, por fim se encontraram como membros plenos do mundo dos “andróginos”.

      O Amplificante Mundo dos Homossexuais

      Esse mundo se ampliou tanto que agora, quando um homossexual chega a qualquer cidade de tamanho mediano, pode usualmente encontrar pessoas com estilo de vida similar ao seu. Por exemplo, em muitas das grandes cidades, há dezenas de bares, restaurantes e clubes exclusivos para homossexuais. O homossexual pode consultar as agências de viagem, locais de recreação e serviços de encontros do mundo dos “andróginos”. Pode ler os jornais “andróginos”, alguns dos quais gozam duma circulação de dezenas de milhares de exemplares. Ou pode ler livros escritos por homossexuais e para eles, e até mesmo verificar um dicionário, The Queen’s Vernacular (Vernáculo da Rainha), para encontrar os termos identificados com seu modo de vida.

      Espetáculos de arte e de moda “andrógina” têm aparecido. Comerciantes homossexuais sabem que o mundo dos “andróginos” não é assolado pela pobreza. Não faz muito, After Dark (Após o Anoitecer), revista estadunidense inclinada para um público leitor homossexual, noticiou que seus assinantes tinham a renda média de US$ 18.000. Sessenta e três por cento eram bacharéis universitários e mais de 70 por cento tinham ações, títulos, letras de câmbio ou debêntures de fundos mútuos. Cerca de 40 por cento tinham viajado para a Europa nos cinco anos anteriores. A circulação da revista, incidentalmente, ascendeu de 49.500 para 71.300 apenas num ano recente.

      Em aditamento, o homossexual, quer se declare abertamente ou não como tal, provavelmente fará contatos com homossexuais em seus negócios diários. O advogado, o médico e o dentista que ele consulta podem ser homossexuais. E, sim, os homossexuais dispõem até de sua própria igreja. A Igreja Metropolitana da Comunidade, dirigida por Troy Perry, afirma ter uma das maiores assistências à igreja em Los Angeles; tem agora cerca de cinqüenta filiais em cidades dos Estados Unidos, Canadá e Grã-Bretanha. Assim, pode-se ver que o “mundo dos homossexuais” envolve mais do que apenas a orientação sexual da pessoa. É um inteiro modo de vida. Todo aspecto deste mundo é condicionado para fazer com que o homossexual creia que ”é bom ser andrógino”.

      Mas, é realmente boa a “androginia”? Será que os próprios homossexuais acreditam nisso? Alguém que está sendo introduzido no mundo de vida homossexual talvez pense que sim. Mas, faz sentido perguntar: Será que o homossexualismo torna a vida mais satisfatória? Oferece promessa de um futuro seguro? Essas são perguntas necessárias. Com justiça, os próprios homossexuais devem ter a oportunidade de declarar como é que as responderiam.

      O que afirmam eles? E o que revelam suas experiências?

  • É realmente feliz a vida dos “andróginos”?
    Despertai! — 1977 | 8 de janeiro
    • É realmente feliz a vida dos “andróginos”?

      A VIDA tem de ser encarada como realmente é, e não como se desejaria que fosse. Muitos homossexuais talvez desejem que o mundo os aceite como são — simplesmente como pessoas — sem qualquer consideração de eles preferirem varões ou mulheres como companheiros de cama. Mas, o fato é que o mundo, falando-se em geral, não aceita plenamente a pessoa conhecida como homossexual.

      O homossexual poderá dizer que isto é injusto ou discriminatório. Mas, a maioria das pessoas não se sentem atraídas pelo modo de vida dos homossexuais. Se alguém está envolvido nela ou está começando a ficar envolvido nela, esse é um ponto necessário a se ter presente. O conceito que a maioria das pessoas têm do homossexualismo criará reais problemas para tal indivíduo.

      Efeitos Sobre Emprego e Vida Social

      Suponhamos, por exemplo, que o homossexual deseje ter um bom emprego como professor. O que tem acontecido em tais circunstâncias? Às vezes os pais e os administradores escolares se quedam imaginando: “O que acontece se um varão homossexual tiver um emprego de ensinar a rapazinhos? Que tipo de influência exercerá sobre eles?” O homossexual talvez imagine que esta é uma pergunta muito injusta. Mas, pode realmente culpar outros por propô-la? A pessoa talvez tenha resolvido ser homossexual. Suponhamos, porém, que os pais não desejem isso para seus filhos?

      Ou, eis aqui outra situação que surge. Na maioria das firmas, espera-se que um rapaz hoje leve a esposa, a namorada ou noiva a quaisquer reuniões sociais. Que faz nesse caso o homossexual secreto? Amiúde, leva uma jovem, pretendendo desonestamente interessar-se por ela.

      Assim, afirma um homossexual de Dallas, Texas: “Há uma abundância de rapazes muito procurados nesta cidade, que fazem questão de sair com as garotas mais lindas que possam encontrar. Há muitas garotas que gostariam de se casar com eles, mas o objetivo deles é serem vistos. A fim de impedirem que ocorra uma situação embaraçosa, persistem em trocar de garotas.” Mas, um homem não pode seguir indefinidamente um proceder

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