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  • O papel da religião nas guerras passadas
    Despertai! — 1972 | 8 de outubro
    • humanidade “não é nada mais quase do que a de luta e morte”. Mas, também é verdade que a religião tem sido ‘poderosa força da história’, grandemente responsável pelo terrível derramamento de sangue. É isto ainda verdadeiro?

  • A religião e a guerra nos tempos recentes
    Despertai! — 1972 | 8 de outubro
    • A religião e a guerra nos tempos recentes

      AS GUERRAS religiosas infelizmente não se limitam ao passado distante. Ocorreram nos tempos modernos. Poder-se-ia, para exemplificar, ler as notícias sobre “batalhas entre católicos e protestantes” na Irlanda.50

      Desde agosto de 1969, mais de 200 pessoas já morreram nas refregas ali, e centenas mais foram feridas. Recente relatório diz: “Lojas incendiadas a ponto de só restarem as paredes, vidraças despedaçadas, leilões de artigos danificados por bombas, manequins quebrados de madeira nas entradas de lojas trancadas — todos constituem tristes e grotescos lembretes da agravante guerra urbana entre protestantes e católicos-romanos.”51

      Mas, o que dizer das cruzadas ou “guerras santas”? Por certo a religião não apóia as guerras hoje como apoiou as Cruzadas, talvez pense. Mas, apóia sim. Os próprios líderes eclesiásticos admitem isto.

      Exemplificando, em julho de 1969 irrompeu terrível guerra entre El Salvador e Honduras. Segundo certo livro do ano duma enciclopédia: “O conflito rapidamente trouxe a morte e a tragédia humana numa escala raramente conhecida na história salvadorenha.”52 Quem era responsável por tal guerra?

      O bispo de Honduras, José Carranza, acusou o clero católico de El Salvador de fomentá-la por seus escritos, discursos e sua atitude. Disse que a chamavam de “guerra santa”, e instavam com os católicos a lutar.53

      É um fato, a religião nos tempos recentes pouco difere da Idade Média, quando os clérigos instavam com suas congregações a ‘ir e matar os infiéis’. O respeitado historiador eclesiástico, Roland H. Bainton, por exemplo, observou: “As igrejas nos Estados Unidos, em especial, adotaram uma atitude de cruzada para com a Primeira Guerra Mundial.”54

      Primeira Guerra Mundial — Uma “Guerra Santa”?

      É óbvio que a primeira guerra mundial teve causas bem diferentes das das “guerras santas” de centúrias atrás. A igreja patrocinou diretamente as cruzadas para recuperar a “terra santa”. Por outro lado, a Primeira Guerra Mundial teve primariamente causas políticas. Todavia, o papel da religião nesta guerra moderna foi bem similar ao desempenhado pela religião nas primitivas “guerras santas”.

      Comentando isto, o Presidente da Faculdade de Religião da Escola de Graduados de Claremont, Joseph C. Hough, indicou o exemplo do bispo de Londres, A. F. Winnington-Ingram. Este bispo instou com o povo inglês:

      “Matem os alemães — matem-nos; não por uma questão de matar, mas para salvar o mundo, matem os bons bem como os maus, matem os jovens bem como os idosos, matem aqueles que mostraram bondade aos nossos

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