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Uma Assembléia que não deve perderA Sentinela — 1971 | 15 de novembro
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Uma Assembléia que não deve perder
TEM orado pela vinda do reino de Deus? Anseia o tempo em que este reino cumprirá a Palavra do Criador do homem por destruir os que praticam a iniqüidade e depois transformar esta terra num Paraíso? Em caso afirmativo, fará todo o possível para estar presente ao discurso intitulado “Quando Todas as Nações Entrarem em Choque com Deus”. Este será o discurso principal em cada uma das assembléias indicadas mais abaixo.
A Bíblia declara vez após vez: ‘As nações terão de saber que eu sou Jeová.’ Já vivemos agora muito próximos do tempo em que Deus agirá para fazer que as nações o conheçam dum modo como nunca o conheceram antes. O que apresenta o futuro imediato para toda a humanidade? Estes acontecimentos emocionantes serão o tema principal em consideração em cada uma das próximas Assembléias de Distrito “Nome Divino” das Testemunhas de Jeová. Estará presente?
O programa, em cada cidade de assembléia, terá cinco dias de duração. Começará às 13,40 horas na tarde de quarta-feira e terminará por volta das 19,15 horas de domingo. Não perca nenhuma parte dele.
Os pontos de destaque da assembléia de modo algum são reservados apenas para os últimos dois dias do programa. Começando com a primeira sessão, o programa está cheio de coisas do maior interesse de todos os que desejam agradar bem a Deus. Haverá discursos e demonstrações, práticos e edificantes. Partes do programa serão notáveis por apresentarem algo para os pais e para os jovens inclusive dramas poderosos de eventos bíblicos e seu significado para nós hoje. Na manhã de sexta-feira, em cada assembléia, haverá arranjos para a imersão dos que fizeram os necessários preparativos para serem batizados como discípulos de Jesus Cristo.
Exortamo-lo a que chegue à cidade da assembléia com bastante antecedência, para que possa ocupar seu lugar ao se iniciar o programa às 13,40 horas na tarde de quarta-feira. A fim de poder fazer isso, terá de fazer planos imediatamente. Se não morar nas proximidades de uma das cidades de assembléia, sem dúvida precisará de hospedagem. Os trabalhadores voluntários que cuidam da organização da assembléia terão prazer em ajudá-lo a conseguir tal hospedagem, se quiser. Informe-se no Salão do Reino das Testemunhas de Jeová, na sua vizinhança, quanto a estes arranjos de hospedagem.
Se ainda não se tiver decidido a assistir, faça-o agora, e faça planos definidos para estar presente, sinceramente buscando a bênção de Jeová para os seus esforços neste sentido.
22 a 26 de dezembro de 1971: Manaus, Amazonas.
29 de dezembro de 1971 a 2 de janeiro de 1972 Belém, Pará; Rio de Janeiro, Guanabara; Salvador; Bahia, São Caetano, São Paulo; São Paulo, capital, 1.ª.
5 a 9 de janeiro de 1972: Curitiba, Paraná; Fortaleza, Ceará; Recite, Pernambuco; Rio Branco, Acre; São Paulo, capital, 2.ª.
12 a 16 de janeiro de 1972: Belo Horizonte, Minas Gerais; Blumenau, Santa Catarina; Juiz de Fora, Minas Gerais; Niterói, Rio de Janeiro; Porto Alegre, Rio Grande do Sul.
19 a 23 de janeiro de 1972: Campinas, São Paulo; Londrina, Paraná; Ribeirão Preto, São Paulo; Santa Maria, Rio Grande do Sul.
(Algumas assembléias dependem ainda de confirmação.)
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Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1971 | 15 de novembro
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Perguntas dos Leitores
● Qual é o conceito cristão sobre o pagamento de contas? — L. D., E. U. A.
Embora sejam inúmeras as situações abrangidas por esta pergunta, a resposta básica é bastante simples. Nesta questão se aplica definitivamente o conselho de Romanos 13:8: “A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto que vos ameis uns aos outros.” Certamente é desamoroso evitar restituir o dinheiro que se deve a outro, quer seja devido por ter sido tomado emprestado, quer porque se receberam bens ou serviços. Neste respeito, o salmista inspirado escreveu: “O iníquo toma emprestado e não paga de volta, mas o justo esta mostrando favor e está dando presentes.” — Sal. 37:21.
Outra coisa que tem que ver com isso é que os cristãos são honestos! O apóstolo Paulo expressou bem este ponto, dizendo: “Confiamos em ter uma consciência honesta, visto que queremos comportar-nos honestamente em todas as coisas.” (Heb. 13:18) Quando alguém faz uma compra, ele está de fato dizendo que concorda em pagar pela mercadoria recebida. Por diversos motivos é usualmente sábio pagar a vista e não incorrer em dívidas.a Contudo, pode haver ocasiões em que o cristão é debitado pela compra. Na maioria dos lugares, alguém nesta situação é obrigado a pagar pelo que comprou, do contrário será processado. Mas, além de qualquer temor de tal conseqüência, o cristão é motivado pelo desejo pessoal de viver em harmonia com o acordo subentendido que fêz quando comprou a mercadoria. Aceita e segue o conselho de Jesus: “Deixai simplesmente que a vossa palavra Sim signifique Sim, e o vosso Não, Não.” — Mat. 5:37.
No caso de pessoas mundanas que pouco se importam com a aprovação de Deus é bastante comum negligenciarem deliberadamente pagar as contas. A muitas destas pessoas repugnaria a idéia de arrombarem uma loja e roubarem mercadorias das prateleiras. Mas não acham nada demais apropriar-se da mesma mercadoria saindo pela porta de entrada e depois se negarem deliberadamente a pagar por elas. É isto muito diferente de roubar?
Às vezes se recebe uma conta por serviços prestados, tais como a dum consertador, dum médico ou dum hospital. O fato de não se terem recebido mercadorias ou bens não muda em nada a realidade da obrigação. American Jurisprudence (Vol. 58, p. 512) declara o que é representativo do conceito jurídico prevalecente em muitos lugares: “Na ausência de circunstâncias em contrário, subentende-se que a pessoa que pede à outra a realização de serviços para ela contrata com isso pagar pelos serviços prestados.” O proceder sábio que pode impedir que surjam dificuldades é determinar de antemão, tanto quanto possível, quanto se deverá pagar. Isto é assim, quer se trate com alguém das profissões liberais, tal como o dentista, o advogado ou o médico, quer com um profissional, tal como o carpinteiro, o pintor ou o eletricista. Jesus recomendou tal atitude de reflexão antecipada, dizendo: “Quem de vós, querendo construir uma torre, não se assenta primeiro e calcula a despesa, para ver se tem bastante para completá-la?” — Luc. 14:28.
As testemunhas de Jeová são bem conhecidas pela sua honestidade em todos os aspectos da vida. E é assim que deve ser. Sabem que, para terem a aprovação de Deus, precisam ser honestas nos seus negócios financeiros, assim como em todos os outros aspectos da vida. De modo que não se empenham em negócios “escusos” que defraudam os fregueses ou o governo, desculpando a desonestidade e os tratos não corretos por se escudarem atrás de leis de sociedade ou outras técnicas, nem deixem de pagar deliberadamente as suas contas.b Tudo isso está em harmonia com o conselho bíblico de se ser honesto e de se evitar a mentira, o furto, a defraudação e a ganância. — Col. 3:9; Efé. 4:28; 1 Cor. 6:8-10.
Nos raros casos em que ocorre algo inesperado, tal como um acidente, tornando no momento impossível que o cristão pague uma conta, deixar-se-á guiar pela sua honestidade e eqüidade. Por exemplo, em consideração pelos seus credores, entrará em contato com eles e explicará o que aconteceu. É provável que o credor apreciará muito a franqueza do cristão e concordará em aceitar prestações menores ou algo similar, em vez de entregar o caso a uma agência de cobranças, recebendo assim apenas uma parte da cobrança. A evidente honestidade do cristão, de estar decidido a pagar a conta, se destacará em nítido contraste com os que simplesmente não fazem caso duma conta que não podem ou não querem pagar.
Portanto, até mesmo na questão do pagamento de contas o cristão pode sustentar a boa reputação das testemunhas de Jeová, por ser honesto. Assim não se lança vitupério sobre a congregação e se continuará a falar bem do caminho da verdade. — 2 Ped. 2:2.
● Foi Paulo um dos doze apóstolos?
A evidência revela que, embora Paulo fosse apóstolo de Jesus Cristo, a Bíblia não o apresenta como um dos “doze apóstolos”.
A palavra grega apóstolos significa “enviado”. O Expository Dictionary of New Testament World, de Vine, sob “Apóstolo”, observa: “Paulo, embora tivesse visto o Senhor Jesus, 1 Cor. 9:1; 15:8, não havia ‘acompanhado com’ os Doze ‘todo o tempo’ do Seu ministério terrestre, e por isso não era elegível para ocupar um lugar entre eles, segundo a descrição de Pedro a respeito das qualificações necessárias, em Atos 1:22. Paulo foi comissionado diretamente pelo próprio Senhor, após a Sua Ascensão, para levar o Evangelho aos gentios.”
Judas Iscariotes foi um dos doze escolhidos originalmente por Jesus como apóstolo. (Mat. 10:2-5; Luc. 6:13-16) Mas ele se tornou ladrão e depois traidor, traindo Jesus e finalmente suicidando-se, deixando apenas onze apóstolos fiéis. — João 12:4-6; 18:1-5.
Depois da morte de Cristo, mas antes de Pentecostes de 33 E. C., o apóstolo Pedro, numa reunião cristã, indicou a necessidade de um substituto para Judas, segundo as palavras proféticas em Salmo 109:8. “Propuseram [evidentemente os varões cristãos presentes] assim dois: José, chamado Barsabás, cognominado Justo, e Matias.” Os cristãos oraram, pedindo que Jeová designasse o substituto. Daí, “lançaram . . . sortes sobre eles, e a sorte caiu em Matias; e ele foi contado com os onze apóstolos”. — Atos 1:15-26.
Assim como os doze filhos de Jacó existiram como alicerces do Israel natural, no seu começo, assim se deu, em harmonia com o tipo, que os doze alicerces do Israel espiritual (edificados sobre o Alicerce Principal, Jesus Cristo) estavam presentes por ocasião do estabelecimento da congregação cristã, em Pentecostes. Quando cerca de 120
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