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  • Familiarize-se com Hong Kong
    Despertai! — 1974 | 8 de janeiro
    • e atravessar a fronteira para viver na Colônia. Além disso, mais de 6.000 refugiados escaparam ilegalmente por vários meios e chegaram a território britânico, onde usualmente obtêm permissão de ficar. Todavia, Hong Kong e a China usualmente gozam de boas relações.

      Isto é indicado por milhares de residentes de Hong Kong terem permissão de viajar regularmente de ida e volta à China. Também, mais de 56.700.000.000 de litros de água por ano e grandes estoques de alimento, de que depende Hong Kong, vêm regularmente da China. O comércio é livre, e as lojas de departamentos comunistas na Colônia fazem excelentes negócios.

      Comida e Compras

      Quem gosta de comer achará Hong Kong um lugar de delícia ao paladar. Parece haver infindável corrente de pratos diferentes que se possa provar. Há restaurantes especializados em comida de quase toda província da China. Pato pequinês, frango de mendigo, cogumelos secos, lula com aipo, coalho de feijão frito com carne de porco, ou leite frito, são apenas alguns dos pratos interessantes.

      O povo chinês é muito hospitaleiro e até fará grande despesa, mesmo quando não puder fazê-la, para receber convidados e amigos. Costumeiramente levam seus convivas a um restaurante, não considerando sua casa e a cozinha doméstica suficientemente boa. Em realidade, porém, a maioria das donas-de-casa são excelentes cozinheiras, e a atmosfera do lar é muito mais descontraída do que a dum restaurante.

      Não há tabus especiais na etiqueta de comer. Usualmente a comida será servida numa mesa redonda em que se sentam até dez pessoas, cada pessoa tendo sua própria tigela de arroz. O soong, ou prato principal, é colocado no centro da mesa e todos pegam sua própria porção dele à vontade, apanhando suas porções com seus fachis e comendo-as junto com arroz. Todos ficarão deleitados se os visitantes ocidentais tentarem usar os fachis no espírito esportivo. Alguém talvez pense que passará fome antes de conseguir meter algo na boca, mas a perseverança dá seus frutos e a pessoa em breve obterá o jeito de usar este garfo oriental.

      Atitude Para com a Religião

      Poderia parecer que as religiões da cristandade são uma força motivadora aqui, em vista das muitas escolas, hospitais e clubes sociais que têm ligações com as igrejas. No entanto, para a maioria, a religião é apenas um meio de atingir um fim. Se uma escola paroquial for perto, e não muito cara, então a família ficará muito contente de seus filhos se afiliarem em tal religião para serem educados. Também, muitos se afiliam a uma igreja porque “meus vizinhos o fizeram”.

      Uma grande atração das igrejas é suas atividades sociais e várias formas de ajuda financeira. Sugere-se fortemente aos membros que, uma vez sejam batizados, não poderão deixar a igreja sem perderem os benefícios materiais tais como moradia, escolarização, seguro social e até um enterro. Assim, as igrejas, com efeito, compram os conversos.

      As escolas católicas e protestantes realmente falham em criar fé nos estudantes no verdadeiro Deus ou em sua Palavra, a Bíblia. Antes, derrubam a fé. Para ilustrar: um livro religioso de uso nas escolas protestantes diz que o relato da criação de Gênesis é um mito, que foi escrito por judeus desinformados e supersticiosos que não tinham conhecimento algum de ciência.

      Bem, então, são o budismo e a adoração dos ancestrais as grandes coisas na família oriental daqui? Não usualmente. Em geral, a maioria dos budistas e dos adoradores dos ancestrais queimam incenso e fazem ofertas de boa sorte e prosperidade. No entanto, este tipo de adoração é feito tendo-se em vista apenas um fim egoísta. As gerações mais jovens se afastam cada vez mais desta adoração tradicional, deixando-a para os membros mais velhos da família. Ao invés, usam o tempo quer na busca de prazeres quer para ganhar dinheiro.

      Por que a religião não atrai mais as pessoas em Hong Kong? Certo caricaturista observador explicou-o aptamente: “Em Hong Kong, é tão sublime o dinheiro.” E é verdade, todas as formas de ganhar dinheiro são patrocinadas, quer o mercado de capitais, ou as corridas de cavalo e outras formas de jogatina, tanto legais como ilegais. As pessoas vieram a achar que o dinheiro e o ouro são as únicas coisas realmente seguras. Um idiotismo chinês bem resume a filosofia que muitos adotam quanto à relação entre religião e dinheiro: “Chin haw toong sun”, que significa: “O dinheiro pode comprar até deuses.”

      Há, contudo, pessoas, a maioria jovens, que observam a vaidade da busca cega de riquezas e que desejam algo mais duradouro e satisfatório. (Ecl. 5:10; 7:12) Tais pessoas estão sendo ajudadas pelas mais de 250 testemunhas de Jeová em Hong Kong a aprender sobre o Criador e seus propósitos. Muitos destes interessados se achavam entre os presentes à Assembléia Internacional “Vitória Divina” das Testemunhas de Jeová em Hong Kong, de 8 a 12 de agosto de 1973. Esta assembléia, no Colégio Grantham, em Kowloon, foi também uma atração para centenas de visitantes que vieram familiarizar-se com Hong Kong.

  • Cobre — antigo servo do homem
    Despertai! — 1974 | 8 de janeiro
    • Cobre — antigo servo do homem

      Do correspondente de “Despertai!” na República de Zaire

      O COBRE já serve às necessidades do homem por milhares de anos. Tubalcaim, que viveu antes do dilúvio noeano há mais de 4.300 anos atrás, é descrito num antigo documento histórico como “forjador de toda sorte de ferramenta de cobre e de ferro”. Também, uma antiga notícia a respeito do território de Israel dizia que era “uma terra cujas pedras são ferro e de cujas montanhas extrairás o cobre”. (Gen. 4:22, Deu. 8:9) Aqui na África, os povos nativos no passado distante também extraíram e refinaram o cobre.

      O cobre, em estado livre, em forma de pepitas, nunca foi abundante. Assim, a obtenção do cobre para o povo antigo não era tarefa fácil. Depois de remover a terra e rocha da superfície, instrumentos rudimentares eram usados para quebrar e pulverizar o minério de cobre. Daí, o minério tinha de ser refinado a fim de se separar e recuperar o cobre metálico.

      Até nosso século vinte, os nativos de Shaba, República de Zaire,a extraíram e refinaram o cobre do minério verde parecido a uma pedra preciosa, chamada malaquita. No século dezenove, as várias tribos produziram entre dez e quinze toneladas de cobre por ano, tudo pelo trabalho braçal. Examinemos como tais povos obtinham o cobre.

      Extração e Refinação Nativas

      As três tribos principais que extraíam cobre eram os bayekes, no leste, os basangas na área central e os balubas a oeste. A extração de cobre era uma profissão sagrada para tais povos. Um feiticeiro dirigia o trabalho. Cada grupo minerador tinha seus segredos profissionais, suas tradições e seus ritos supersticiosos.

      Em maio, no início da estação seca, começavam as operações de extração. Nessa época, já se fizera a colheita, e, assim, a produção e a colheita todo-importantes dos alimentos não sofria interferências. O chefe do povoado dava o sinal do início da campanha anual do cobre por bradar: “Tuye tukadie mukuba”, literalmente: “Vamos comer cobre.” Isto, com efeito, queria dizer: “Vamos enriquecer-nos para podermos ganhar a vida.”

      À medida que o povoado se aprontava para ir para um acampamento temporário perto dos depósitos de malaquita, as mulheres preparavam a comida. Juntavam-se machados e picaretas, bem como cestas para transportar a malaquita, e foles de pele de antílope para aumentar o calor das fornalhas. Ao partir a caravana, os feiticeiros e

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