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    A Sentinela — 1981 | 1.° de maio
    • Perguntas dos Leitores

      ● Paulo disse que o superintendente congregacional deve ser “marido de uma só esposa”. Por que alistou isso entre as qualificações para superintendentes, já que nenhum cristão pode ser bígamo ou polígamo?

      O apóstolo Paulo escreveu em 1 Timóteo 3:2: “O superintendente, portanto, deve ser irrepreensível, marido de uma só esposa, moderado nos hábitos.” A expressão “marido de uma só esposa” significa que o homem está livre de qualquer suspeita de maldade sexual, e que exemplifica a norma cristã quanto ao matrimônio.

      Jesus havia mandado que seus discípulos se apegassem ao arranjo marital, original, de Deus, de um homem para uma mulher. (Mat. 19:5, 6) Portanto, ninguém que é polígamo pode ser batizado como cristão, a menos que deixe de ser tal. Contudo, era apropriado que Paulo enfatizasse o assunto para os anciãos, porque a poligamia fora permitida entre os judeus e poderia prevalecer em muitos países nos quais se difundiria o cristianismo. Um recém-associado com a congregação devia poder ver do exemplo dos anciãos que a monogamia, não a poligamia, é o arranjo aceitável para os cristãos.

      Mas a frase “marido de uma só esposa” pode dar a entender mais. Naquele tempo, o prevalecente relaxamento moral se refletia nos fáceis e freqüentes divórcios e novos casamentos.

      “Na facilidade corrupta do divórcio, permitido pela lei grega e pela romana, era bastante comum que homem e mulher se separassem, e se casassem com outros, ainda durante a vida de um ou outro. De modo que o homem talvez tivesse três ou quatro esposas vivas; ou, antes, mulheres que todas haviam sido sucessivamente suas esposas.” (The Life and Epistles of St. Paul, de Conybeare e Howson) Para o cristão devia ser diferente. Somente se seu cônjuge cometesse “fornicação” (crassa imoralidade sexual) estaria ele livre para obter divórcio e se casar com outra. (Mat. 5:32; 19:9) A qualificação de “marido de uma só esposa” significa que o ancião dá exemplo de não ser homem que se divorciou da esposa sem motivo bíblico, casando-se depois de novo.

      Alguns eruditos entenderam 1 Timóteo 3:2 como significando que o ancião nunca se pode casar pela segunda vez. Todavia, o que Jesus dissera anteriormente e o que Paulo escreveu em outra parte indicam que o novo casamento não está errado, de modo que não torna o homem repreensível, nem o desqualifica de servir como ancião na congregação. Lembre-se de que Paulo escreveu que viúvas (e, logicamente, viúvos) fariam melhor em se casarem do que estarem inflamados de paixão, ou se tornarem intrometidos vadios. — 1 Cor. 7:8, 9, 36-39; 1 Tim. 5:13, 14.

      Ser o ancião “marido de uma só esposa” transmite também a idéia de ele ser inocente de bigamia ou adultério. Deve ser moralmente irrepreensível na sua vida de casado, leal e fiel à sua esposa. Assim, A Nova Bíblia Inglesa traduz este versículo do seguinte modo, de que o superintendente “tem de estar acima de vitupério, fiel à sua única esposa”.

      Por conseguinte, ao dizer que o superintendente tem de ser “marido de uma só esposa”, Paulo, em poucas palavras, deu ênfase, de vários ângulos, ao exemplo de elevada moral a ser dado pelo ancião casado. Todos deviam poder olhar para ele e sentir que é exemplo vivo do conceito elevado sobre o casamento encontrado no genuíno cristianismo.

  • Provérbio sábio
    A Sentinela — 1981 | 1.° de maio
    • Provérbio sábio

      “Honra é o que os sábios virão possuir, mas os estúpidos enaltecem a desonra.” — Pro. 3:35.

      Aquele que mostra ter verdadeira sabedoria freqüentemente é alvo de homenagens que não estava procurando. A honra não procurada lhe é dada porque outros podem ver que ele age de acordo com o conhecimento e a perspicácia, que é uma pessoa exemplar. (Pro. 12:8; 22:29)

      Isto se dá porque procura a sabedoria divina e adere a ela. (Tia. 3:13, 17) Quão diferente é com “os estúpidos”! Estes dão prioridade máxima àquilo que não pode dar verdadeira e duradoura honra, mas que finalmente resultará em desonra para eles. Por causa da sua estupidez, eles não prevêem o resultado. Quão grande a diferença entre ‘o sábio’ e ‘o estúpido’!

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