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  • Esteja atento às “obras maravilhosas de Deus”
    A Sentinela — 1962 | 15 de fevereiro
    • Assim como Jó foi ricamente recompensado por estar atento, às obras maravilhosas de Deus e, particularmente, à mensagem de Eliú com respeito à vindicação de Jeová, assim também, os do restante das testemunhas de Jeová atualmente entraram em maravilhosa prosperidade. Eles têm sido abençoados com uma multidão de “filhos” que esperam viver para sempre nesta terra e que são realmente belos no serviço de Deus em todo o mundo. (Jó 42:12-15) Todos louvam a Jeová numa harmoniosa unidade, regozijando-se juntos na perspectiva de sobrevivência para o Seu novo mundo. Cantam alegremente: “Grande é Jehovah, e mui digno de ser louvado; a sua grandeza é insondavel. Uma geração louvará a outra geração as tuas obras, e annunciarão os teus poderosos actos. No glorioso esplendor da tua majestade, e nas tuas maravilhas, meditarei.” (Sal. 145:3-5, VB) Todos juntos mantêm a integridade, atentos às maravilhosas obras de Deus.

  • Honrando a Jeová
    A Sentinela — 1962 | 15 de fevereiro
    • Honrando a Jeová

      “Ao Rei eterno, imortal, invisível, Deus único, honra e glória pelos séculos dos séculos.” — 1 Tim. 1:17, ARA.

      1. Somente como pode a criatura obter uma perspectiva correta da honra pessoal?

      DE QUE valor é a honra pessoal se o nome de Jeová não for honrado? Que mérito há na honra mundana que desconsidera os princípios justos? Somente por honrar a Jeová, o Rei da eternidade, a Fonte de toda a verdadeira honra e glória, pode a criatura obter uma perspectiva correta da honra pessoal. Ao honrar a Jeová, ela não procurará fazer um nome para si mesma. Antes, terá mentalidade semelhante à do Filho de Deus, Jesus Cristo, que declarou: “Honro a meu Pai, . . . Eu não procuro a minha própria glória; . . . Se eu me glorifico a mim mesmo, a minha glória nada é; quem me glorifica é meu Pai.” (João 8:49-54, ARA) Honra pessoal e glória mundanas são fúteis e vãs. A verdadeira honra se acha em testemunhar humildemente o nome e o reino do grande Deus, Jeová. “Aos que me honram, honrarei.” — 1 Sam. 2:30, ALA.

      2, 3. O que mostra a história concernente à afeição humana para com a honra pessoal?

      2 Através da história, o homem terreno tem lutado por um nome e glória imortais. Feitos heróicos têm-se tornado parte do folclore da maioria das nações. Em muitas partes da terra, a vindicação da honra pessoal tem ocupado grande parte da história. Há o el valor Español na Espanha clássica e o die Ehre na Alemanha medieval. Em alguns lugares, o nome da pessoa tem sido limpo de insulto pelo duelo com espadas ou pistolas, e, no caso de pessoas que não sabiam usar armas letais, isto significava suicídio virtual. Mas, significava salvar a dignidade. O New International Dictionary de Webster diz que “salvar a dignidade” significa “preservar alguém a dignidade ou posição perante outros”. — Página 2223, coluna 2.

      3 No Oriente, o suicídio tem por muito tempo sido considerado como meio de se limpar o nome, sendo exemplo clássico o dos quarenta e sete ronins (cavaleiros plebeus), em Tóquio, em princípios de 1700. Estes pagaram uma divida de honra por matarem secretamente o oficial da corte que tinha causado a morte do chefe deles. Entretanto, isto lhes trouxe o desagrado do dominador do Japão. Só poderiam redimir sua honra por praticarem o seppuku (rasgar o estômago), e isto fizeram, todos os quarenta e sete, destripando-se ao mesmo tempo. Assim, ganharam um nome que tem sido honrado por cânticos, danças e peregrinação até hoje.

      4. Quão extensiva é a afeição para com um nome e honra nestes tempos modernos?

      4 O amor sensível por um nome e honra se encontra também neste século vinte. O comerciante oriental ainda se suicida antes de defrontar a desonra por não poder pagar as dívidas no fim do ano. Em toda a terra há os que se cobrem de orgulho profissional, de distinção de casta ou de posição social, e que são escravos da etiqueta. O modo de vida de muitos é governado pelo pensamento: Como serei visto pela comunidade local? Nos países ocidentais, esta suscetibilidade tem resultado muitas vezes num modo de vida além das possibilidades, para se estar na moda com o último modelo de automóvel e com os últimos aparelhos domésticos. A honestidade é muitas vezes sacrificada para “se manter em dia coro os vizinhos”.

      5. Em que reverte o orgulho na honra pessoal, e em que resulta isso?

      5 Em que reverte tudo isto? Reverte em um injustificável orgulho pessoal. Significa. que se deve fazer uma demonstração externa de respeitabilidade, de “ser alguém”, apesar dos fatos. É uma afeição emocional de orgulho para com o nome, mesmo às custas do sacrifício de todos os princípios. É uma questão de simular dignidade, manter dignidade, salvar dignidade. O anseio desequilibrado de uma boa reputação, sem se preocupar em honrar a Jeová, tem resultado em se falar e viver mentirosamente. Tem resultado em crime e em muita infelicidade. Quando é praticado na congregação cristã, põe em perigo a relação da criatura para com o Criador e pode resultar na perda da vida eterna. Como mostra o registro da Bíblia, salvar a dignidade não tem lugar entre o verdadeiro povo de Deus.

      SALVANDO A DIGNIDADE NOS TEMPOS BÍBLICOS

      6. Onde apareceu pela primeira vez o orgulho e a honra pela salvação da dignidade, é como se manifestaram?

      6 Há quase 6.000 anos atrás, a astuta serpente, o Diabo, introduziu no jardim do Éden, uma falsa apreciação pela honra. A mulher, Eva, foi “completamente enganada” pelo pensamento de que ela podia fazer um nome para si mesma comparável com o de Deus. Seu esposo, Adão, tornou-se transgressor junto com ela. (Gên. 3:4-6; 1 Tim. 2:14) Ao sentir a vergonha do pecado, o casal apelou para a salvação da dignidade. Fizeram vestimentas para si mesmos e se esconderam de Jeová entre as árvores do Jardim. Quando foi chamado às contas perante Jeová, o homem tentou salvar a dignidade por culpar a mulher, e a mulher, por sua vez, culpou a serpente. Entretanto, o esforço de salvar a honra pessoal não podia pôr de lado o principio divino. Jeová pronunciou a sentença, com justiça, em harmonia com a sua lei previamente expressa. As desculpas para salvar a reputação não podiam livrar o casal da expulsão vergonhosa do Éden, nem da morte eterna no pó da terra. — Gên. 2:17; 3:7-19.

      7. Como tem Satanás tentado salvar a reputação, e qual é a prova de que ele falhou?

      7 Não obstante, o que dizer a respeito da astuta serpente, Satanás, o Diabo? O registro bíblico mostra que Jeová o fará esmagar à inexistência, péla ‘semente de sua mulher’, Cristo Jesus. (Gên. 3: 15) Enquanto isso, Satanás tem tentado salvar a reputação pela jactância orgulhosa de que, havendo causado que Eva, depois Adão, se desviassem de Jeová, ele pode desviar de Deus toda a humanidade. Jeová tem respondido convincentemente a este desafio por meio das testemunhas de outrora, tais como Jó, seu perfeito Filho, Jesus Cristo, e por meio de suas fiéis testemunhas cristãs. (Jó 1:6-12; 2:1-10; Heb. 11:1-12:2) Satanás, por sua vez, tem produzido uma “semente” orgulhosa, composta de homens rebeldes que se têm glorificado na fama e na honra pessoal, sem consideração para com o nome de Jeová.

      8. O que tem gerado o desejo de honra, e quem foi um exemplo antigo?

      8 Desde tempos remotos, este desejo de honra pessoal tem gerado violência e desonestidade. O primogênito de Adão, Caim, ao descobrir que o seu sacrifício não foi aceito por Jeová, pensou em salvar a dignidade por destruir a seu irmão, Abel. Quando Jeová perguntou a Caim: “Onde está Abel, teu irmão”? ele respondeu mentindo desdenhosamente: “Não sei: sou eu guardador do meu irmão?” Seu orgulho pela dignidade só lhe trouxe a maldição de Jeová e, finalmente, a morte eterna. — Gên. 4:3-16, ARA.

      9, 10. Como foi confundida a busca de um nome e da glória (a) nos dias de Noé e (b) após o Dilúvio?

      9 Por um período de mil e seiscentos anos, desde a rebelião no Éden, a terra foi assolada pelo orgulho, por uma raça de homens que desonrava a Deus, junto com a prole híbrida de espíritos iníquos com mulheres, “os valentes que houve na antiguidade, os varões de fama”. “E viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque toda a carne havia corrompido o seu caminho sobre a terra. Então disse Deus a Noé: O fim de toda a carne é vindo perante a minha face; porque a terra está cheia de violência; e eis que os desfarei com a terra.” Aquela comunidade orgulhosa, mundana, manteve uma dignidade presunçosa por algum tempo, zombando de Noé, de sua pregação e da construção da arca, mas pereceu desonrosamente como um mundo de ímpios. — Gên. 6:4, 12, 13; 2 Ped. 3:5-7, ARA.

      10 Após o Dilúvio, Satanás colocou outra vez no coração do homem imperfeito o buscar de glória e nome pessoais antes que o honrar a Jeová. O bisneto de Noé, Nemrod, “deu início a tornar-se poderoso na terra. Ele mostrou-se, poderoso caçador em oposição a Jeová”. Os homens viajaram para o oriente, para o vale de Senaar. “E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra.” O que fez o “nome” por eles? Em vindicação de seu próprio nome, Jeová confundiu a língua deles e os espalhou sobre a face da terra. — Gên. 10:8, 9; 11:1-9, ARA.

      11, 12. No caso de Faraó do Egito, como mostrou Jeová a futilidade do orgulho pelo nome e pela glória?

      11 Mais de oitocentos anos após o Dilúvio, Jeová enviou Moisés ao Egito para libertar o Seu povo, Israel. Quando Moisés declarou a sua missão a Faraó, o orgulhoso dominador do Egito disse: “Quem é Jeová, para que eu deva obedecer à sua voz?” Jeová humilhou a Faraó por trazer uma série de pragas devastadoras sobre o Egito. Jeová, por ocasião destas pragas, disse a Faraó: “Mas, de fato, por esta razão te mantive em existência, para te mostrar o meu poder e a fim de fazer declarar o meu nome em toda a terra.” É pela mesma razão que Deus tem permitido o deus deste mundo iníquo, Satanás, o Diabo, existir até o dia atual. — Êxo. 5:2; 9:16.

      12 Jeová mostrou o seu poder a Faraó por matar os primogênitos do Egito e por conduzir Seu próprio povo a salvo através das águas separadas do mar Vermelho. Na última tentativa de salvar a reputação e de redimir a honra e o orgulho nacional, Faraó conduziu o seu poderoso exército em perseguição, investindo-se por entre as paredes de água. Jeová tinha predito o resultado: “E eis que endurecerei o coração dos egípcios, para que entrem nele atrás deles; e serei glorificado em Faraó, e em todo o seu exército, nos seus carros e nos cavaleiros.” (Êxo. 14:17, 18, ARA) As paredes de água ruíram, terminando a glória do

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