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  • A crescente popularidade da astrologia
    Despertai! — 1970 | 8 de junho
    • A crescente popularidade da astrologia

      JÁ NOTOU ultimamente que os vizinhos, os colegas de trabalho e até mesmo as pessoas no rádio e na televisão falam mais sobre a astrologia do que alguns anos atrás? Termos relacionados a ela saem de seus lábios de maneira freqüente e trivial. Talvez notou também um aumento no número de livros, revistas e artigos publicados sobre astrologia. Pode haver pouca dúvida de que está num auge de popularidade.

      Só nos Estados Unidos, aproximadamente dez milhões de pessoas são seguidores zelosos da astrologia, e cerca de quarenta milhões mais, grande número dos quais sendo mulheres, envolvem-se nela. Na Grã-Bretanha, cerca de dois terços da população lêem horóscopos, uma modalidade da astrologia. Na Alemanha, aproximadamente dezoito milhões de pessoas são adeptos dela, e em França as pessoas pagam mais de NCr$ 2.925.000.000,00 por ano a quiromantes e astrólogos. Uma recente enquête descobriu que 58 por cento dos franceses conhecem seu próprio signo do zodíaco e que 53 por cento lêem seus horóscopos diariamente.

      Há vinte anos, nos Estados Unidos, mal chegavam a cem os diários que traziam colunas de horóscopo. Atualmente, há cerca de mil e duzentos. As revistas de astrologia que antes acumulavam poeira nas bancas de jornais agora estão em grande demanda. São vendidas aos milhões num ano nos Estados Unidos. Em França, uma dessas revistas goza de uma circulação de 400.000 exemplares. Livrarias que suprem universitários ampliaram suas seções de astrologia por causa do crescente interesse que tais estudantes mostram por ela.

      Quando a emissora de televisão WPIX-TV, de Nova Iorque, começou a incluir horóscopos em seus intervalos, verificou que eram tão populares que contratou um astrólogo para produzir um programa semanal de trinta minutos. Ainda outra evidência de sua popularidade é aparecerem seus símbolos astrológicos em vários tipos de mercadoria. Talvez já os viu em artigos de vidro, jóias, roupas infantis e papel de escrita.

      A demanda de serviços astrológicos é suficiente para ocupar um computador. Em 1966, formou-se uma companhia para fornecer horóscopos e análises escritas por computador. As análises atingem umas 15.000 palavras, e o êxito do negócio reflete o crescente interesse do público na astrologia. O serviço da companhia é vendido por 350 lojas de departamentos nos Estados Unidos e 15.000 pessoas por mês obtêm dela horóscopos e análises. Uma única loja que fez o anúncio do serviço efetuou 500 vendas do serviço astrológico no espaço de uma semana.

      O freguês paga NCr$ 90,00 pelo serviço e recebe em dez dias um relatório escrito que lhe conta o que a astrologia supostamente revela sobre sua personalidade, saúde, relações românticas e o ano à frente.

      O serviço tem obtido tamanho êxito financeiro que a companhia com três anos de existência teve um índice anual de vendas, durante 1969, de cerca de NCr$ 8.100.000.000,00. Planeja expandir seus serviços ao Canadá e à Inglaterra.

      A astrologia revelou-se um negócio lucrativo para alguns seguidores. Um deles, por exemplo, que é favorito das estrelas de cinema tem uma renda em dólares calculada em bem uns seis algarismos.

      Na Índia, a astrologia continua com sua velha popularidade. Está profundamente impregnada no modo de vida hindu. Até mesmo alguns comunistas na Índia procuram conselho astrológico por consultar seus horóscopos quanto ao dia mais auspicioso em que preencher suas nomeações.

      No Ceilão, onde os diários trazem anúncios colocados por famílias à procura de cônjuges apropriados para suas filhas, a astrologia desempenha seu papel. Como na Índia, as famílias costumeiramente exigem que o pretendente traga seu horóscopo para que possa ser comparado com o da filha para ver se a união seria “favorável”.

      Por todo o Extremo Oriente, a astrologia ocupa proeminente lugar nas vidas do povo. Mas, por que crescentes números de pessoas no Ocidente manifestam vívido interesse nela? O que a astrologia lhes oferece? É compatível com a Palavra escrita de Deus, a Bíblia?

  • O que a astrologia oferece?
    Despertai! — 1970 | 8 de junho
    • O que a astrologia oferece?

      SEM dúvida, a popularidade da astrologia deve-se ao desejo comum das pessoas de conhecer o futuro. Já não sentiu esse desejo? Não é especialmente forte quando alguém se confronta com sentimentos de insegurança, confusão e incerteza quanto a qual seria a melhor coisa a fazer? Mas, pode confiar na astrologia para que lhe dê informações fidedignas sobre o futuro?

      A astrologia afirma que os corpos celestes — a lua, os planetas e as estrelas — controlam os assuntos humanos. Os adeptos da astrologia crêem que pode assegurar o êxito de uma coisa se calcular o tempo dela para quando os movimentos destes corpos celestes lhe forem “favoráveis”. Crêem também que pode evitar acontecimentos desagradáveis por não empreender certa coisa quando seus movimentos forem “desfavoráveis”.

      Talvez leu sobre o príncipe do Extremo Oriente que adiou seu casamento por um ano porque os astrólogos disseram que os signos não eram favoráveis. Este foi o Príncipe Palden Thondup Namgyal de Sikkim. Os astrólogos o persuadiram a adiar o casamento em 1962 para 1963. Daí, quando herdou o trono com a morte de seu pai, convenceram-no de que deveria adiar sua coroação por um ano pela mesma razão.

      No mundo ocidental há pessoas que não assinarão um contrato, abrirão um negócio nem iniciarão um novo projeto de espécie alguma sem primeiro consultar um astrólogo. Segundo o Times Magazine de Nova Iorque, de 15 de dezembro de 1968, a indústria da moda em Nova Iorque e Paris não pensaria em lançar uma nova coleção de vestidos numa ocasião designada pelos astrólogos como sendo desfavorável para eles. Em que base se determinam esses tempos “favoráveis” e “desfavoráveis”?

      O Zodíaco

      Os astrólogos chamam de zodíaco àquela parte do céu acima da terra por onde se movem o sol, a lua e as estrelas. O nome vem do grego e significa “círculo de animais”. Cada um destes designa uma constelação de estrelas, chamada “signo” do zodíaco. Assim, um dos doze signos, o Escorpião, é representado por um escorpião e simboliza o período de 24 de outubro a 22 de novembro. Tauro, outro signo, é representado por um touro e simboliza o período de 21 de abril a 21 de maio. As pessoas nascidas durante quaisquer um destes períodos abrangidos por esses doze signos têm supostamente certas características diferentes das possuídas por pessoas nascidas em outros períodos; assim afirma a astrologia.

      À base do zodíaco, um astrólogo pode traçar o horóscopo da pessoa. Trata-se de um diagrama que mostra a relação dos corpos celestes no momento preciso do nascimento da pessoa. Supõe-se que quaisquer estrelas que porventura estiverem no alto nessa ocasião influenciem a sua personalidade.

      A astrologia afirma que certos planetas exercem influências conflitantes ou complementárias e que o efeito recíproco dessas influências pode significar-lhe quer o bem quer o mal. Devido a esta afirmação muitas pessoas não fazem nenhuma decisão importante sem primeiro consultar um astrólogo. Mas, quão fidedigno é seu conselho?

      Quão Exata?

      Lembra-se da afirmação que os astrólogos da Índia fizeram de que horrível calamidade ia acontecer em 1962? Ficaram excitados quando cinco planetas iam conjuntar-se, isto é, ficariam em posições tais que uma linha imaginária traçada da terra ao espaço os atravessaria. Simultaneamente, o sol iria entrar em eclipse com a lua. Esta raridade no movimento destes corpos celestes devia acontecer numa área do zodíaco que é considerada desfavorável.

      Os astrólogos deixaram o povo numa febre de excitamento por avisá-lo de que estivesse pronto para terremotos, enchentes, guerras, e coisas semelhantes. O dia fatídico, 3 de fevereiro de 1962, veio e foi-se sem as calamidades preditas. O que os astrólogos consideravam como mau agouro realmente não teve nenhum significado. Algumas pessoas dizem que os astrólogos meramente interpretaram mal os signos. Quer o tenham feito quer não, permanece o fato de que a astrologia não foi um revelador exato de eventos futuros.

      Outro exemplo de falha foi quando a Apollo 8 orbitou a lua. Antes de a viagem começar, alguns astrólogos britânicos advertiram: “A probabilidade de mudanças de personalidade entre os astronautas é muito alta.” Por quê? Porque “Júpiter e Urano”, disseram eles, “estão em conjunção pela primeira vez em quatorze anos — e as influências são muito fortes”. A conjunção destes planetas, porém, não teve nenhum mal efeito sobre os astronautas.

      Ainda outra falha recente, digna de nota, foi quando dois astrólogos separadamente predisseram que Jackie Kennedy não se casaria de novo no futuro próximo. Seu casamento com um magnata grego de transportes marítimos provou que erraram. Embora um dos astrólogos argumentasse que não considerava isto como casamento por causa da idade do Sr. Onassis, permanece o fato de que estão legalmente casados e ela não é mais solteira.

      Afirma-se que Hitler tinha cinco astrólogos que o aconselhavam quanto às ocasiões auspiciosas para executar suas decisões. Apesar de sua confiança na astrologia, esta lhe falhou. Ele e seus planos resultaram em desastre.

      Linguagem Ambígua

      A linguagem da astrologia, como talvez saiba, é geralmente ambígua. Isto permite diferentes interpretações. Talvez se diga a uma pessoa que “uma relação com um amigo sofrerá um refinamento”, que em certa data haverá um “acontecimento agradável” na vida de alguém, e assim por diante.

      A respeito das predições de Nostradamus, famoso astrólogo do século dezesseis, The World Book Encyclopedia comenta em sua edição de 1966: “Suas profecias eram intencionalmente obscuras e vagas e estão sujeitas a muitas interpretações.”

      Visto que uma predição é geralmente fraseada de modo ambíguo, não importa o que aconteça, o astrólogo, quase sempre, pode fazer parecer que estava certo. Por exemplo, se uma pessoa é prejudicada quando os signos astrológicos eram “bons” para ela, o astrólogo indica que teve sorte de escapar do que poderia ter acontecido se os signos fossem “maus”. Se os signos forem “maus” e uma pessoa os contrariar sem haver maus resultados, o astrólogo afirma que foi inconscientemente cautelosa por causa de ter sido avisada antes.

      Na Índia, um astrólogo obtém substancial parte de sua renda por prescrever modos de evitar as más conseqüências que prediz. Quando as coisas que prediz não ocorrem, atribui aos apetrechos propiciatórios que vendeu à pessoa. Estes talvez consistam em pedras preciosas usadas em anéis, amuletos contendo ervas consagradas, encantações místicas escritas em casca de árvore e hinos escritos em honra a Kali, a deusa hindu da destruição.

      Forma de Adivinhação

      A astrologia afirma que oferece à pessoa uma visão do futuro com respeito a si mesma. Similarmente, os antigos idólatras procuravam presságios do futuro nas marcas do fígado de animais sacrificados. Consideravam tais marcas como reflexos em miniatura das estrelas, que julgavam que influenciavam suas vidas. Também procuravam presságios no vôo das aves e no movimento das estrelas e planetas. Estas são todas formas de adivinhação.

      Ligando a astrologia com a adivinhação, o livro Standard Dictionary of Folklore, Mythology and Legend de Funk e Wagnalls declara: “A astrologia é uma das mais antigas formas de adivinhação, e prevalecia entre as nações do Oriente (Egito, Caldéia, Índia, China) na própria aurora da história. . . . O astrólogo como adivinho usa eventualmente meios suplementares de determinação, e encontramos íntima relação entre a astrologia por um lado, e a geomancia chinesa [adivinhação por figuras ou linhas], a hepatoscopia do Oriente Próximo [adivinhação por inspecionar os fígados de animais], a adivinhação chinesa e japonesa pelo casco de tartaruga, e a quiromancia cigana por outro.”

      Começou na Babilônia

      Ao examinar a história, verificará que a astrologia sempre esteve intimamente associada com povos supersticiosos e idólatras. De fato, é evidente que teve seu início na antiga Babilônia, a fonte de práticas religiosas enganosas, degradantes e falsas. O livro Religion of Babylonia and Assyria de Jastrow fala da “profunda impressão causada no mundo antigo pelas notáveis manifestações do pensamento religioso em Babilônia e pela atividade religiosa prevalecente naquela região”. Outro livro, The Worship of the Dead (A Adoração dos Mortos) de J. Garnier, observa que “as pesquisas de escritores modernos . . . consideram, uniformemente, a Babilônia e a Assíria como o berço do antigo paganismo”.

      Indicando que a astrologia teve seu começo na Mesopotâmia, onde se localizava Babilônia, o livro The Ancient Gods (Os Deuses Antigos) de E. O. James declara: “Desenvolveu-se ali complicada ciência astral por um corpo altamente organizado de áugures, videntes e astrólogos com extensiva literatura sobre presságios, abrangendo longa série de tabuinhas que tratavam de todo aspecto dos fenômenos augurais. . . . Todo fenômeno celeste, com efeito, era considerado como tendo seu correspondente nos eventos humanos, e cada indivíduo era, na inteireza, colocado sob a influência de um planeta ou uma estrela fixa que determinava sua sorte desde o berço até a sepultura. . . . As estrelas adquiriram um significado mais pessoal, e junto com o sol, a lua e os planetas, determinavam os destinos humanos com elaborada ciência astrológica que atingiu o Mediterrâneo oriental e o Mar Egeu no rastro de conquistas de Alexandre Magno no quarto século A. C.”

      Encontraram-se tabuinhas de argila com expressões astrológicas de milhares de anos perto do local da antiga Babilônia. A astrologia achava-se tão intimamente ligada com a Babilônia que os astrólogos nos tempos antigos eram amiúde chamados de caldeus, outro nome dos babilônios. Da Babilônia, a astrologia se espalhou para a Grécia, Roma, e por toda a terra.

      Arraigada no Paganismo

      Os babilônios criam que os corpos celestes eram as moradas dos deuses e, portanto, podiam influenciar as vidas humanas. Neste respeito, declara Beacon Lights of History (Faróis da História) de John Lord, no volume um, página quarenta e sete: “Há ainda outra classe inferior de deidades entre os assírios e babilônios que eram objetos de adoração, e que se supunha tinham grande influência nos assuntos humanos. Estas deidades eram os planetas com diferentes nomes.”

      Ao maior planeta, agora chamado Júpiter, deram o nome de seu deus Marduque. Os babilônios consideravam o touro como símbolo de Marduque. Este animal tornou-se um dos mais importantes signos do zodíaco e é chamado Tauro pelos astrólogos atualmente.

      Todo o movimento e fenômeno celeste, tal como o nascer e o pôr-do-sol, os equinócios e os solstícios, as fases da lua, os eclipses e o movimento dos meteoros, eram considerados como sendo atos desses deuses. Assim, fizeram-se elaborados mapas e tabelas destes movimentos na crença de que revelariam o que aconteceria no futuro com os assuntos humanos.

      Ora, crê honestamente que pode obter conhecimento exato do futuro por voltar-se para os deuses falsos da antiga Babilônia? Mesmo que não considere os planetas e as estrelas como deuses, por confiar na astrologia estaria confiando nesses deuses. Por quê? Porque eram a base em que se edificou a astrologia, a razão para se pensar que as estrelas e os planetas influenciam as vidas humanas.

      Visto que os deuses antigos não são mais indicados como explicação do por que a pessoa pensa que a astrologia funcione, tem-se sustentado que os corpos celestes liberam “emanações” que influenciam as pessoas. Os cientistas não captaram nenhuma emanação suficientemente forte para afetar os caracteres e os destinos dos homens. Assim, a que atribui tal pessoa o poder por trás da astrologia? Deve pensar de coração que há alguma força sobrenatural ligada com ela assim como outras pessoas pensam que tal força atua mediante uma quiromante. Em realidade, está confiando no espiritismo quer queira reconhecer isto quer não.

      Já vimos que a astrologia não é um previsor fidedigno de eventos futuros, que é uma forma de adivinhação, que foi idealizada na crença errônea de que os planetas e as estrelas são deuses, e que tem raízes profundas no paganismo babilônio. Em vista disso, acha que é algo no qual um cristão deva interessar-se?

  • É a astrologia para os cristãos?
    Despertai! — 1970 | 8 de junho
    • É a astrologia para os cristãos?

      DO JEITO que a astrologia granjeia popularidade entre as pessoas que professam ser cristãs, que atitude deve o cristão tomar para com ela? Quando precisa de orientação, seria correto que se voltasse para a astrologia? Ou, talvez por mera curiosidade, poderia pedir que um astrólogo lesse seu horóscopo?

      Visto que a astrologia é essencialmente um produto da religião politeísta, como poderia um verdadeiro cristão, que crê num único Deus, dirigir-se a ela em busca de conselho? Será que o Criador o consideraria favoravelmente se fizesse isso?

      Talvez diga que a astrologia não mais está associada com a religião politeísta e as estrelas não são mais consideradas deuses. Isto talvez se dê entre a maioria das pessoas instruídas, mas a prática se originou com tal religião, e seu conceito básico se derivou da crença religiosa falsa de que as estrelas e os planetas eram deuses. Não é o ramo que cresce de uma árvore ainda parte da árvore?

      Aprenda com o Antigo Israel

      Muito se registra na Bíblia sobre a antiga nação de Israel e ficar ela envolvida com as práticas das religiões falsas. Considere o que aconteceu com sua relação com Jeová Deus quando se empenharam em práticas que Ele condenava. A experiência deles pode ajudar-nos a ver como a astrologia deve ser considerada pelos cristãos.

      Em razão de os israelitas se deixarem envolver com as práticas religiosas falsas, Deus permitiu que seus dois reinos fossem destruídos e que o povo fosse levado ao exílio. Entre seus pecados se achava a adoração dos corpos celestes como deuses. O Rei Manassés do reino de Judá, por exemplo, é mencionado como liderando a nação na adoração de tais deuses. “Começou a curvar-se diante de todo o exército dos céus e a servi-los.” — 2 Reis 21:3.

      Depois, o bom Rei Josias tentou reprimir a má influência das religiões falsas no meio da nação. O registro diz: “Acabou com a atividade dos sacerdotes de deuses estrangeiros, a quem os reis de Judá haviam constituído para fazerem fumaça sacrificial nos altos nas cidades de Judá e nas cercanias de Jerusalém, e também dos que faziam fumaça sacrificial a Baal, ao sol e à lua, e às constelações do zodíaco, e a todo o exército dos céus.” — 2 Reis 23:5.

      Josias é mencionado favoravelmente na Palavra de Deus por suas ações. Note que acabou com as atividades dos que ofereciam fumaça sacrificial ao sol, à lua e às “constelações do zodíaco”. Visto que Deus aprovou o que Josias fez, é razoável esperar que hoje em dia Deus olhe favoravelmente para as pessoas que praticam a astrologia, que envolve contemplar com reverência as “constelações do zodíaco”?

      Mediante o profeta Sofonias, Jeová Deus denunciou os israelitas por suas práticas religiosas falsas como “os que se curvam nos terraços diante do exército dos céus, e os que . . . [fazem] juramentos a Malcão [Moloque]”. (Sof. 1:5) A astrologia e a adoração de Malcão ou Moloque estavam intimamente relacionadas nos tempos antigos.

      O primeiro mártir cristão, Estêvão, referiu-se a essas práticas más dos israelitas quando disse: “De modo que Deus se voltou e os entregou para prestarem serviço sagrado ao exército do céu, assim como está escrito no livro dos profetas: ‘Será que foi a mim que oferecestes vítimas e sacrifícios por quarenta anos no ermo, ó casa de Israel? Mas, acolhestes para vós a tenda de Moloque e a estrela do deus Refã, as figuras que fizestes para adorá-las. Conseqüentemente, eu vos deportarei para além de Babilônia.’” — Atos 7:42, 43.

      Proscrita a Astrologia

      Visto que a astrologia descende da religião falsa, babilônica, não é compreensível a razão de Jeová Deus a ter proscrito de sua nação de Israel? Por assim fazer, revelou seu conceito dela, e os cristãos hodiernos são guiados por este. Na sua lei àquela nação, disse: “Não se deve achar em ti alguém que faça seu filho ou sua filha passar pelo fogo, alguém que empregue adivinhação, algum praticante de magia ou quem procure presságios, ou um feiticeiro.” — Deu. 18:10.

      O que tem que ver este texto com a astrologia? Note a referência à “adivinhação”. Conforme já vimos, a astrologia é uma forma de adivinhação. A astrologia também envolve procurar presságios nos movimentos dos planetas e das estrelas, e o ‘procurar presságios’ foi também incluído nesta proibição divina.

      A lei de Deus prosseguiu a dizer: “Pois, todo aquele que faz tais coisas é algo detestável para Jeová, e é por causa destas coisas detestáveis que Jeová, teu Deus, as expulsa de diante de ti.” (Deu. 18:12) Visto que Deus não muda, não podemos esperar que tenha a mesma atitude atualmente para com todas as formas de adivinhação? Não acharia a astrologia tão detestável atualmente quanto achou nos tempos antigos quando era parte da religião babilônica?

      Espiritismo

      Sendo uma forma de adivinhação, a astrologia pode envolvê-lo com o espiritismo. Pode colocá-lo em contato com “forças espirituais iníquas nos lugares celestiais”. (Efé. 6:12) Gostaria que isto acontecesse? Deus condenou enfaticamente buscar orientação de tais forças. Disse à nação de Israel: “Quanto à alma que se vira para os médiuns espíritas e para os prognosticadores profissionais de eventos, a fim de ter relações imorais com eles, certamente porei minha face contra essa alma e a deceparei dentre seu povo.” — Lev. 20:6.

      As forças espirituais iníquas podem manobrar os eventos para que às vezes lhe pareça que a astrologia é uma previsora fidedigna de eventos. Por segui-la, cairia nas suas garras. Mas, deseja voltar-se para forças espirituais iníquas em busca de orientação? Será que lhe irão conduzir a um caminho que é para seu bem? Não deveria o cristão antes buscar a orientação de Deus? — Isa. 8:19, 20.

      A Bíblia predisse que as pessoas no tempo em que vivemos ‘prestariam atenção a desencaminhantes pronunciações inspiradas e a ensinos de demônios’. (1 Tim. 4:1) Assim, o crescente interesse popular no espiritismo ou nas artes ocultas é compreensível. Mas, o espiritismo, que é o contato com forças espirituais iníquas, é realmente uma das obras impuras da carne decaída. — Gál. 5:19, 20.

      O Conceito Cristão Sobre a Astrologia

      O que, então, deve o cristão fazer ao ver a astrologia granjear popularidade? Pode tirar proveito do exemplo dos primitivos cristãos que viviam no Império Romano.

      A astrologia era popular no Império Romano. Conforme o livro Encyclopœdia of Religion and Ethics, de James Hastings, diz, no Volume IV: “Os mais influentes desses exponentes da adivinhação exótica eram os caldeus, ou, conforme foram subseqüentemente denominados, matemáticos, i. e., os professores da astrologia babilônia, que pressagiavam o destino dos indivíduos por meio do horóscopo . . . e davam informações a respeito do futuro segundo os movimentos dos corpos celestes. Esses astrólogos foram banidos de Roma e da Itália pela primeira vez em 139 E. C. . . . Tais medidas, porém, não trouxeram diminuição considerável de sua atividade, visto que sua clientela incluía pessoas do mais alto nível, e até os próprios Imperadores faziam uso de sua arte.”

      Apesar de sua popularidade entre os romanos, os primitivos cristãos nada tinham a ver com ela. Muitos se haviam envolvido com a adivinhação e outras formas de espiritismo antes de se tornarem cristãos. Quando tornaram-se cristãos, separaram-se do espiritismo e de todos os utensílios da falsa religião. Conta-se-nos que “um número considerável dos que haviam praticado artes mágicas trouxeram os seus livros e os queimaram diante de todos”. (Atos 19:19) Mui provavelmente livros sobre astrologia se achavam entre os queimados por serem uma forma popular de adivinhação naquele tempo.

      Fizeram a coisa certa. Como poderia um cristão ‘comer da mesa dos demônios’ por se empenhar na adivinhação e também ‘comer da mesa de Deus’ por pretender ser identificado como cristão e ser participante do alimento espiritual que Ele provê em sua Palavra escrita?

      Se um cristão confiasse na astrologia, não se estaria colocando na mesma posição que os israelitas desobedientes? Não estaria depositando sua confiança em falsos deuses-estrelas babilônios que constituíam a base da astrologia? Não estaria fazendo de si um seguidor da ramificação de uma religião idólatra, falsa, contra a qual seu Criador expressou seu ódio? — Rev. 22:15.

      Em vista das raízes que a astrologia tem na religião idólatra de Babilônia e sua ligação com o espiritismo, como poderia qualquer cristão verdadeiro considerá-la com aprovação? Um dos cristãos primitivos, o apóstolo Paulo, apontou para o proceder correto a seguir quando disse: “Não vos ponhais em jugo desigual com incrédulos. Pois, que associação tem a justiça com o que é contra a lei? Ou que parceria tem a luz com a escuridão? ‘“Portanto, saí do meio deles e separai-vos”, diz Jeová, “e cessai de tocar em coisa impura”.’” — 2 Cor. 6:14, 17.

      Os que desejam ser cristãos devem evitar a astrologia. No entanto, isto não significa que não podem procurar saber o futuro. Na verdade, dispõem de um modo muitíssimo mais fidedigno de saber estes importantes assuntos.

  • Algo melhor do que a astrologia
    Despertai! — 1970 | 8 de junho
    • Algo melhor do que a astrologia

      O DESEJO de saber o que o futuro trará é natural e correto. Está interessado em seu próprio bem-estar e no dos que lhe são achegados, e deseja fazer decisões agora que serão nos melhores interesses de todos mais tarde. Possivelmente já disse muitas vezes: “Se eu soubesse naquele tempo o que sei agora, não teria feito isto ou aquilo.” É sempre mais fácil olhar o passado e ver em que cometeu enganos, mas é algo bem diferente tentar prever o porvir.

      É por essa razão que muitas pessoas se voltam para a astrologia e outras formas de adivinhação. Não há nada de errado em seu desejo de conhecer o futuro, mas a astrologia não é a fonte de onde buscar a informação.

      Volte-se Para o Criador

      Em vez de tentar prever o futuro por tirar conclusões dos movimentos dos planetas e estrelas, não é muito mais razoável voltar-se para o Criador vivente destes corpos celestes? Se deseja saber algo sobre o casamento, não lhe poderia Ele dizer mais sobre esta relação humana do que estrelas inanimadas, visto que Ele originou o casamento? Em sua Palavra, a Bíblia, encontrará o que tem a dizer sobre isso, e se seguir seu conselho poderá evitar sérios enganos.

      O rapaz apaixonado, por exemplo, é avisado na Bíblia de não ir atrás de uma mulher imoral, e se lhe diz por quê. (Pro. 7:6-27) Por acatar o aviso pode evitar enganos que iria lamentar profundamente mais tarde. Dão-se conselhos aos maridos e às esposas que podem constituir a base para um casamento longo e feliz, se forem seguidos. (Efé. 5:22-31) Também se lhes diz como evitar enganos em criar os filhos para que não sintam aflições mais tarde. — Efé. 6:1-4.

      Podem-se amiúde evitar circunstâncias calamitosas quando a pessoa acata o conselho da Bíblia sobre as relações humanas em geral. Nela se delineiam princípios que podem ajudá-lo a evitar discussões violentas e os danos que geralmente resultam delas. (Efé. 4:31, 32) A astrologia talvez tente dizer à pessoa com que tipo de pessoas ela pode dar-se melhor, mas a Palavra de Deus mostra-lhe como dar-se bem com todas as espécies de pessoas. Também mostra-lhe como conseguir amigos amorosos e um futuro pacífico. Não é isto melhor do que o duvidoso conselho da astrologia?

      Por seguir o que a Palavra de Deus lhe diz, há muito que pode fazer agora quanto ao seu futuro. Pode moldá-lo em grande parte pelo seu modo de viver, tornando-o quer bom quer mau para si mesmo. Naturalmente, há calamidades que não se podem evitar. A Bíblia reconhece isso, dizendo que “o tempo e o imprevisto sobrevêm a todos”. (Ecl. 9:11) Mas, quando tais coisas realmente acontecem, a Bíblia pode ajudá-lo a enfrentá-las. Pode, por exemplo, ajudá-lo a suportar o choque de perder um ente querido na morte devido a um acidente imprevisto. — 1 Tes. 4:13; Atos 24:15.

      Futuro Predito Pelos Profetas de Jeová

      Como fonte fidedigna de informações quanto ao futuro, a palavra de Deus, por meio de seus profetas inspirados, é insuperável. Predisseram eventos que se sucederiam muito depois de seus dias. Por causa deste conhecimento adiantado, são muitíssimo superiores aos astrólogos.

      Quando o profeta Daniel vivia em Babilônia, revelou-se dez vezes melhor do que todos os sacerdotes praticantes de magia, conjuradores e astrólogos no domínio do Rei Nabucodonosor. (Dan. 1:20) Isto tornou-se evidente quando o rei pediu que seus astrólogos e magos lhe dissessem qual fora seu sonho certa noite, pois se esquecera dele. Os adivinhadores caldeus disseram: “Não há homem na terra seca que seja capaz de mostrar o assunto do rei.” (Dan. 2:10) Daniel, porém, foi capaz de cumprir o desejo do rei.

      Revelou como pôde saber o que o rei sonhara quando disse: “O segredo que o próprio rei pede, nem os próprios sábios, nem os conjuradores, nem os sacerdotes-magos, nem os astrólogos podem mostrar ao rei. No entanto, há nos céus um Deus que é Revelador de segredos, e ele fez saber ao Rei Nabucodonosor o que há de acontecer na parte final dos dias.” — Dan. 2:27, 28.

      Não constituiu essa experiência evidência de que Daniel tinha uma fonte de informações que era melhor do que a astrologia? Pode tirar proveito dessa Fonte, Jeová Deus, se se dirigir à Bíblia em busca de informações quanto ao futuro. O Deus verdadeiro, o Criador do homem, é uma fonte de conhecimento do futuro muito mais fidedigna do que qualquer arte oculta.

      A Astrologia Falhou à Babilônia

      Pôde a cidade de Babilônia evitar o desastre por confiar na orientação astrológica? Não; com efeito, sob inspiração de Deus, o profeta Isaías predisse que seus astrólogos nem mesmo poderiam salvar a si mesmos! Disse: “Que se ponham de pé, pois, e que te salvem, os adoradores dos céus, os contempladores das estrelas, os que divulgam conhecimento nas luas novas a respeito das coisas que virão sobre ti. Eis que se tornaram qual restolho. O próprio fogo certamente os consumirá. Não livrarão a sua alma do poder da chama.” — Isa. 47:13, 14.

      Os astrólogos babilônios falharam em prever a queda de sua poderosa cidade às mãos dos medos e persas em 539 A. E. C. Por outro lado, Daniel realmente a previu. Na própria noite em que aconteceu, Jeová Deus fez que misteriosa escrita à mão aparecesse na parede do palácio do Rei Belsazar. O rei e seus grandes estavam festejando, sentindo-se seguros atrás dos poderosos muros da cidade. Quando a escrita à mão apareceu, chamou seus astrólogos e conjuradores para interpretá-la, mas não puderam fazê-lo. — Dan. 5:7, 8.

      Chamou-se então Daniel, e ele pôde lê-la e dar a interpretação. A escrita foi interpretada como significando: “Deus contou os dias de teu reino e acabou com ele. . . . foste pesado na balança e achado deficiente. . . . teu reino foi dividido e dado aos medos e aos persas.” — Dan. 5:26-28.

      Mais tarde, naquela mesma noite, os medos e persas irromperam pela cidade e a tomaram. A astrologia falhou de avisar os babilônios da horrível calamidade que lhes sobreveio. Ficou demonstrado mais uma vez que este profeta tinha melhor fonte de informações quanto ao futuro do que os astrólogos.

      O Que Sobrevirá à Nossa Geração?

      Está predito que sobrevirá à nossa geração uma calamidade que será muitíssimo maior do que a que sobreveio à antiga Babilônia. Tirará incontáveis milhões de vidas, bem como eliminará o atual sistema de governos feitos pelo homem. Na Bíblia, este desastre para as nações políticas chama-se “a guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”. (Rev. 16:14) É o tempo em que Jeová Deus derramará sobre eles a sua indignação por causa de seu empedernido desrespeito pelas Suas leis. — Sof. 3:8; Dan. 2:44.

      Será um desastre para os que depositam sua confiança na astrologia. Nenhum deles sobreviverá, porque praticaram o que é detestável a Deus. Depois disso, não permitirá que se pratique a astrologia ou qualquer outra forma de adivinhação.

      Depois do vindouro desastre para as nações, seguir-se-ão mil anos de paz e segurança, com abundância para toda a humanidade. Um justo governo, o reino de Deus, regerá toda a humanidade. As pessoas não mais morrerão como agora, mas terão a oportunidade de viver indefinidamente. Estas são algumas das coisas que os profetas inspirados da Bíblia, e não os astrólogos, predizem para o nosso futuro. Os profetas da Bíblia mostraram-se fidedignos com respeito a outras profecias que já se têm cumprido, portanto, que razão válida há para se duvidar de que as coisas remanescentes também se concretizem? Sua fonte de informações era nosso Criador, que não pode mentir. — Sal. 37:11; Rev. 21:4; Isa. 55:11.

      Benefícios Agora

      Por seguirem a orientação da Bíblia, as testemunhas de Jeová, como um todo, usufruem muitos benefícios desde já. Esta as tem ajudado a gozar de paz mental, felicidade e unidade. Não partilham da ansiedade do mundo quanto ao futuro, porque sabem o que o futuro trará. Não se voltam para a astrologia em busca de informações sobre sua personalidade, casamento, ou assuntos assim. Os princípios exarados na Bíblia as guiam. Com efeito, os resultados de seu modo de vida orientado pela Bíblia têm impressionado profundamente os observadores.

      Uma senhora que ficou impressionada com a felicidade, a paz e a união da família de testemunhas de Jeová que morava pegada dirigiu-se a eles e disse: “Desejo estudar a Bíblia com vocês. Tenho observado sua família já por dois anos, e cheguei à conclusão que vocês são os cristãos nesta vizinhança. Gostaria de ser exatamente como vocês.”

      Por acatarem o conselho e os princípios da Palavra de Deus, as Testemunhas verificaram que podem evitar bastante das coisas desagradáveis a respeito das quais outras pessoas buscam conselho astrológico. Também têm a feliz perspectiva de sobreviver ao desastre global destinado a vir sobre as nações e de usufruir a vida pacífica na nova ordem de coisas que o seguirá. Assim, sabem o que o futuro lhes reserva.

      Portanto, em vez de voltar-se para algo tão falível como a astrologia, algo que é detestável a Deus, por que não confiar na Sua Palavra inspirada, a Bíblia? Suas predições do futuro nunca falharam. É guia seguro e fidedigno.

      Não é melhor confiar na Palavra de Deus do que na astrologia, que falhou a tantas pessoas, inclusive aos babilônios que a originaram? Não faz mais sentido buscar orientação e conhecimento quanto ao futuro Daquele que fez as estrelas e os planetas do que imaginar que seus movimentos podem dizer-lhe algo sobre si e o futuro? Não sabe o Criador vivente mais sobre sua pessoa do que massas de matéria inanimada flutuando no espaço?

      É correto que se queira saber o futuro e que se obtenha orientação para sua vida, mas por que não buscar ambas as coisas na Palavra de Deus, onde encontrará informações fidedignas? Se permitir que isto aconteça, ela agirá como lâmpada para seu pé e luz para suas sendas. Sua sabedoria lhe abrirá sendas de paz, satisfação e vida eterna. — Sal. 119:105; Pro. 3:13-18.

      Somente Jeová Deus, e não a astrologia, pode preservá-lo através da calamidade que sobrevirá à nossa geração. Somente Ele pode dar-lhe um futuro de paz e segurança em sua nova ordem de coisas. Assim, por confiar na Palavra escrita de Deus, achará conhecimento sobre si mesmo e sobre o futuro que é muito superior ao oferecido pela astrologia.

      [Foto na página 13]

      Daniel teve melhor fonte de informações sobre o futuro do que os astrólogos, que não puderam ler a misteriosa escrita à mão.

  • “Voz de sanidade”
    Despertai! — 1970 | 8 de junho
    • “Voz de sanidade”

      O editor de um jornal de Trenton, Canadá, comentando sobre as publicações que chegam até sua mesa, disse recentemente:

      “Entre a interessante pletora de publicações, algumas vêm regularmente da Sociedade Torre de Vigia, melhor conhecida como Testemunhas de Jeová. Esta é uma organização que, por quaisquer padrões do homem, impõe respeito. As revistas são bem escritas, com uma abundância de pesquisas, e bem à parte das especiais teorias religiosas apresentadas, com as quais muitos talvez discordem, a sociedade toca em cada aspecto da vida humana e do mundo que Deus deu ao homem. Sustenta os princípios bíblicos, e inculca em seus adeptos as idéias de honra e pureza, boa cidadania, e conduta impecável, que um mundo dilacerado pelas distorções da chamada liberdade faria bem de ler.

      “Quanto à moral e à ética, as idéias apresentadas são inquestionáveis em quaisquer aspectos. Há outras publicações boas. Somos gratos que as idéias que vêm impressas, novas ou antigas, são predominantemente sãs. Mas, depois de consideradas todas as coisas, as publicações da Torre de Vigia estão muito acima da maioria pela maneira sã de tratar o assunto e pelo modo cabal da consideração. Pode haver matéria em que pensar para outros que têm menos êxito em assim fazer, uma vez que os argumentos para as normas de conduta apresentados nestas publicações sempre fornecem uma razão para elas. As regras arbitrárias vêm sendo rejeitadas na atualidade. Eis pelo menos publicações que dão sólidas razões para qualquer proceder. São tônico revigorador no meio de uma geração que enlouqueceu pelo sexo, e maculou suas publicações com o mesmo.”

  • Lar da juventude de Abraão
    Despertai! — 1970 | 8 de junho
    • Lar da juventude de Abraão

      ● Segundo a Bíblia, Abraão criou-se na cidade de Ur dos caldeus, por volta de 2000 A. E. C. (Gên. 11:27-31) As escavações no antigo local de Ur mostram que civilização adiantada existia ali. The Bible and Archaeology comenta:

      “Os túmulos reais de Ur . . . apresentaram uma coleção de magníficos vasos de ouro que ainda são o deleite e a admiração dos estudantes do mundo antigo. Ur era uma cidade com complexo sistema de governo e um bem-desenvolvido sistema de comércio, tendo escrita de uso comum em matéria de recibos, a firmação de contratos, e muitos outros fins. Havia bueiros municipais, ruas, casas de sobrado, uma grande torre-templo (zigurate), rotas comerciais que ligavam a cidade com outras cidades grandes para o norte e para o sul, e várias outras evidências de civilização altamente desenvolvida.” — Páginas 15, 16.

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