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  • Viajar pela América média
    Despertai! — 1973 | 8 de março
    • a pessoa deixa o México. Sugere-se, portanto, que cada pessoa conte gastar pelo menos Cr$ 65,00 por dia para cada dia passado aqui.

      A pessoa se divertirá mais se viajar com menos coisas. Isto diminuirá o trabalho de arrumar e desmanchar as malas. É também sábio levar roupas impassáveis. Aprenda a lavá-las corretamente antes de partir. Os centro-americanos esperam que os visitantes se apresentem asseados e bem arrumados. Assim, se deseja ser bem recebido e respeitado, precisará evitar a aparência barbuda, ou as excursões com o pé descalço em bermudas esfarrapadas.

      Também, lembre-se de que se trata duma longa viagem — quase que 5.600 quilômetros desde a fronteira dos EUA até a Cidade do Panamá. Assim, é importante assegurar-se de que seu carro e seus pneus esteiam em excelentes condições. Não espere obter os mesmos serviços de conserto de carro como em seu país. Em muitas cidades pequenas, não se consegue obter peças para o carro, e talvez seja preciso fazer longa viagem de ônibus para consegui-las.

      Daí, há a questão duma língua diferente — o espanhol. Não conte com encontrar pessoas que falem inglês. Muitas delas não sabem falar inglês, em especial nas cidadezinhas. Assim, os preparativos para a viagem deveriam incluir aprender o idioma, pelo menos um pouco dele. Isso tornará sua viagem muito mais agradável. E talvez seja vital numa emergência.

      Digamos, para exemplificar, que fique doente na viagem. Às vezes a água deixa as pessoas doentes. Ou, por vezes, os visitantes comem demais as muitas frutas deliciosas mangas, abacaxis, nêsperas — e padecem de desordens estomacais ou intestinais. Isto exige comunicar-se com um médico ou farmacêutico. Ou, talvez se precise comunicar-se com um mecânico em relação a consertos de emergência. Assim, toda palavra em espanhol que a pessoa consiga aprender será proveitosa.

      Costumes Sociais e Boas Maneiras

      Os rapazes solteiros talvez pensem em conhecer lindas jovens em sua viagem. E, isso é verdade, muitas jovens aqui são bem parecidas às orientais, sendo educadas a ser respeitosas e prestimosas. Fazem a pessoa lembrar-se de Rebeca, que se ofereceu para dar água aos dez camelos do servo de Abraão — tarefa nada pequena, nem fácil. — Gên. 24:15-21.

      Outrossim, o costume aqui é que o rapaz observe a moça por algum tempo antes de marcar um encontro com ela. Quando o rapaz solicita permissão dos pais para visitar a filha deles em sua casa, isso significa que deseja ser aceito como o namorado oficial da jovem, e, provavelmente mais tarde, como seu marido. Namorar não é considerado em geral como uma diversão, mas como preparação para o casamento.

      Também, as pessoas de respeito não saem, via de regra, sem acompanhante. Os pais duma jovem esperam que o rapaz convide outro membro da família para ir junto quando sai com a moça. Não é de bom alvitre sair sozinho para um piquenique ou outro passeio com alguém do sexo oposto.

      Ser Bom Hóspede

      Nos anos recentes, muitos norte-americanos se mudaram para cá, inclusive um bom número dos que vieram pregar a boa-nova do reino de Deus. Tais pessoas freqüentemente estendem sua hospitalidade a cristãos que vêm de férias da América do Norte, convidando-os a pernoitar com eles, ou talvez façam arranjos para que fiquem nas casas de amigos. O que fazer se for convidado para ser hóspede dum lar da América Média?

      Alguns visitantes concluíram que, visto que as famílias aqui amiúde têm empregadas, as empregadas devem lavar a roupa e efetuar outros serviços pessoais para os visitantes. Mas, essa seria uma atitude incorreta. Se as domésticas efetuarem serviços para alguém — fazer camas, lavar roupas, engraxar sapatos e assim por diante — tal pessoa deve ser grata e demonstrar apreço por tais serviços, ao invés de pensar que são algo corriqueiro. A falha de os visitantes expressarem gratidão pode resultar em sentimentos feridos.

      A hospitalidade parece ser natural para os hispano-americanos. É seu costume afirmar que a casa deles é também sua, e que são seus criados. Os visitantes devem tentar ser tão corteses para com seus anfitriões como estes são para com eles.

      Certamente não cria boa impressão quando os visitantes limpam os sapatos com as toalhas e cobertores que pertencem à dona de casa. Nem é correto sujar a roupa de cama por usá-la antes de se lavar bem. É desrespeitoso, também, ficar fora até altas horas da noite, muito depois da hora em que o anfitrião costuma dormir, talvez o despertando para que o deixe entrar em casa. Todavia, alguns fazem estas coisas sem consideração.

      Viajar pela América Média pode ser deveras uma experiência deleitosa, e um ponto alto da viagem pode ser permanecer na casa dum residente local. Mas, se este for seu privilégio, não seria ótimo se seu anfitrião ficasse tão deleitado de recebê-lo como o leitor ficou de ter estado ali?

  • Mais eficaz que o tratamento psiquiátrico
    Despertai! — 1973 | 8 de março
    • Mais eficaz que o tratamento psiquiátrico

      ● Em 1959, uma senhora em Connecticut, EUA, começou a receber tratamento psiquiátrico. Ela estava afligida por problemas maritais, doenças físicas, grandes ansiedades mentais, e uso excessivo de álcool. Em 1960, sua situação chegou ao ponto de ela se internar num hospital psiquiátrico.

      Ao tratar sua condição emocional, um médico receitou vários tranqüilizantes. Ela lhe perguntou por quanto tempo ela teria de tomar tais pílulas. Ele respondeu: “Talvez pelo resto de sua vida.” No decorrer dos anos, ela repetidas vezes entrava e saía de clínicas que ajudam a curar os alcoólatras. Conselhos matrimoniais e tratamento psiquiátrico pareciam ajudá-la muito pouco. Em adição ao álcool, ela se tornou dependente de sedativos. Seu casamento se deteriorou e sua família e suas amigas pouco contato queriam com ela. As coisas iam de mal a pior até que ela realmente tentou suicidar-se.

      Ao se recuperar na seção de cuidado intensivo do hospital, ela resolveu buscar a Deus e tentar fazer as pazes com ele. Ao voltar para casa, ela retirou da estante e começou a ler algumas ajudas para o estudo da Bíblia que adquirira das testemunhas de Jeová anos antes.

      Não muito depois disso, um ministro das testemunhas de Jeová que pregava de casa em casa a encontrou e começou a lhe fornecer instrução bíblica regular. Antes de se passar muito tempo, ela começou a freqüentar às reuniões das testemunhas de Jeová. Ela tentou sinceramente aplicar o conselho bíblico à sua própria vida. Embora ela ainda tivesse problemas difíceis a enfrentar, ela não queria usar bebidas alcoólicas ou tranqüilizantes de novo, adotando o conceito: “Não preciso deles. Tenho a verdade e a Jeová, a quem recorrer.”

      O que dizer do tratamento psiquiátrico que ela estava recebendo de tempos a tempos por cerca de dez anos? O psiquiatra por fim disse a ela: “Não será mais necessário marcar quaisquer consultas. As testemunhas de Jeová fazem mais em seu favor do que jamais poderíamos fazer.” Com o tempo, ela se tornou ministro batizado das testemunhas de Jeová. Agora, ela encontra grande alegria em ajudar outros a beneficiar-se da ajuda bíblica que resultou mais valiosa para ela do que o tratamento psiquiátrico.

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