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  • Será que seu “sim” realmente significa sim?

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  • Será que seu “sim” realmente significa sim?
  • Despertai! — 1978
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Despertai! — 1978
g78 22/8 pp. 3-4

Será que seu “sim” realmente significa sim?

DUAS viúvas maduras, de poucos meios, de Long Island, Nova Iorque, EUA, aguardavam saborear agradável refeição junto com pequeno grupo de pessoas que incluiria um velho amigo. Com efeito, ele seria seu convidado especial. O cavalheiro dissera “Sim” ao convite feito, e, desta forma, as senhoras se atarefaram, todo contentes, em preparar alimentos saudáveis, na expectativa, em especial, da presença dele. Mas tal senhor não compareceu. Passaram-se anos desde então, e as senhoras não nutrem má vontade para com tal cavalheiro. Todavia, ainda se lembram desse doloroso desapontamento.

Esta experiência da vida real lhe pode fazer lembrar duma ocasião em que ficou desapontado pela falha de um seu convidado em partilhar uma refeição. Por outro lado, como a maioria de nós, talvez consiga lembrar-se de uma ocasião em que circunstâncias imprevistas tornaram impossível manter um compromisso. Em tal ocasião, alguém talvez ficasse pensando: Será que seu “Sim” realmente significa Sim?

Princípio Subjacente

Naturalmente, há promessas muito mais significativas do que a de a pessoa cumprir a palavra como convidado. Mas, o princípio subjacente é o mesmo, quer a promessa seja relativa a um assunto pequeno quer a um grande. Que princípio é este?

Bem, em seu Sermão do Monte, Jesus Cristo disse: “Deixai simplesmente que a vossa palavra Sim signifique Sim, e o vosso Não, Não.” Jesus aconselhava sobre o costume que alguns tinham, então, de fazer juramentos de forma leviana e indiscriminada. (Mat. 5:33-37) Por certo, a pessoa não precisa apoiar toda declaração com um juramento. Deve simplesmente cumprir sua palavra. Isto é, seu “Sim”, deve realmente significar Sim.

Naturalmente, nem sempre é fácil manter a palavra. Às vezes, circunstâncias modificadas impedem isto. Todavia, as Escrituras afirmam que o praticante da justiça, que tem o favor de Jeová Deus, “jurou concernente aquilo que é mau para ele próprio, e ainda assim nada modificou”. (Sal. 15:1, 2, 4) Sim, talvez tenha concordado solenemente com algo que resultou ser aparentemente contrário a seus interesses pessoais. Mas, continuou fiel a seu acordo.

O próprio Jeová Deus é o maior Cumpridor de Promessas, assim dando esplêndido exemplo para os que desejam Seu favor. Assim sendo, Josué, homem temente a Deus, podia escrever: “Não falhou nem uma única de todas as boas promessas que Jeová fizera à casa de Israel; tudo se cumpriu.” — Jos. 21:45.

Assim, então, que princípio sublinha as palavras de Jesus, as do salmista e a declaração de Josué? O seguinte: A pessoa deve esforçar-se de cumprir a palavra. Deveras, seu “Sim” deve realmente significar Sim, a menos que rompa seu compromisso. — Pro. 6:1-5.

Motivos Impelentes

Ao passo que o princípio supracitado aplica-se, por certo, aos acordos de peso, considere, de novo, a questão relativamente simples de aceitar um convite para jantar com alguém. Usualmente, alguém é convidado a tomar uma refeição na casa de outrem por causa da amizade. Por esse motivo, o anfitrião ou anfitriã prazerosamente gasta tempo e dinheiro para obter e preparar alimentos, como fizeram as viúvas pobres, já citadas. Que amigo gostaria de tratar com leviandade tais coisas, por aceitar um convite para uma refeição e então deixar de comparecer a ela por motivos pouco válidos ou sem nenhuma validez? Por certo, a verdadeira amizade por si só já constituiria razão suficiente para manter o compromisso. Ademais, refletir sobre os gastos do anfitrião em tempo e dinheiro supriria outro motivo para assim agir.

A veracidade é ainda outro motivo impelente para manter a palavra, não tratando de forma leviana um convite aceito, e, destarte, desapontando um anfitrião ou uma anfitriã. Apropriadamente, o salmista Davi disse a respeito de Deus: “Eis que te agradaste da própria veracidade no íntimo.” — Sal. 51:6.

Mas, e se a pessoa aceita um convite para uma refeição numa casa humilde e, depois, é convidada para um banquete numa mansão, nessa mesma noite? Se for comer com o rico e o humilde souber disso, como se sentirá a pessoa mais pobre? Sem dúvida, muito magoada e desapontada. Assim, o próprio desejo de não causar tal dor supre ainda outro motivo impelente para honrar o primeiro convite, deixando que seu “Sim” realmente signifique Sim.

É interessante que, quando Jesus Cristo enviou alguns de seus seguidores para ajudar outros de modo espiritual, ele disse: “Onde quer que entrardes numa casa, dizei primeiro: ‘Haja paz nesta casa.’ E, se ali houver um amigo da paz, descansará sobre ele a vossa paz. Mas, se não houver, ela voltará para vós. Assim, ficai naquela casa, comendo e bebendo as coisas que provêem, porque o trabalhador é digno de seu salário. Não vos estejais transferindo de casa em casa”. — Luc. 10:1, 2, 5-7.

Os discípulos de Jesus deveriam ficar numa casa até que sua missão naquela aldeia ou cidade se tivesse completado. Seus seguidores não se deviam transferir de uma casa para outra porque certo dono-de-casa possuía mais bens ou podia oferecer maior conforto e distração aos discípulos do que outra pessoa.

A própria lembrança destas instruções para os seguidores de Jesus poderia bem influir na decisão duma pessoa quando concordasse em tomar uma refeição numa casa humilde e, mais tarde, recebesse um convite mais atrativo de participar dum banquete em outra parte, precisamente na mesma ocasião. O altruísmo e a honestidade sem dúvida moveriam a pessoa a honrar o compromisso original.

Ao fazer isto, o convidado mui provavelmente passará momentos agradabilíssimos na casa humilde. Ora, a atmosfera calorosa e informal ali poderá ser muito mais edificante do que num grande banquete! A Escritura nos diz: “Melhor um prato de verduras onde há amor, do que um touro cevado e com ele ódio.” — Pro. 15:17

Por certo, a eqüidade e a consideração para com outros moverão a pessoa de bom coração a manter suas promessas. Este é o proceder veraz, algo que se espera, de direito, de pessoas piedosas. (Efé. 4:25) E manter a palavra deve estender-se até mesmo a honrar os convites aceitos de usufruir a associação dos bons amigos. Por certo, este é o modo em que também poderá provar que seu “Sim” realmente significa Sim.

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