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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1984
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  • “Absolutamente Nenhuma Evidência”
  • É a Ciência Religião?
  • Cura Psicossomática
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1984
w84 15/10 p. 7

Por dentro das notícias

“Absolutamente Nenhuma Evidência”

No empenho de explicar a evolução dos seres vivos, os modernos sociobiólogos confiam no neodarwinismo, que é uma versão posterior da teoria da evolução lenta e adaptativa de Charles Darwin. Todavia, uma teoria rival mais recente — chamada de “equilíbrio pontuado” por Stephen Gould e por outros — sustenta que a produção de novas espécies animais ocorreu em saltos relativamente súbitos, ou “espasmos”.

Os pontuacionistas afirmam que as evidências fósseis estão a seu favor. Por quê? Porque as formas animais intermediárias ‘não são detectáveis nos documentos fósseis’, observa o dr. John Turner numa edição recente da revista New Scientist. Mas a principal diferença entre essas duas posições reside em que os pontuacionistas afirmam que (1) os “espasmos” foram gerados, não por alguma forma de adaptação neodarwiniana, mas por algum processo possivelmente ainda desconhecido, e que (2) os “espasmos”, segundo Turner, “sempre acompanham as ramificações da árvore evolucionária”.

“Não há nenhuma boa evidência para [estas idéias]” conclui o dr. Turner. “Sinto-me tentado a dizer absolutamente nenhuma evidência. A respeito da teoria essencial do espasmo, pode-se dizer, assim como Gould disse sobre a sociobiologia, que esta não traz nenhuma iluminação nova, e não pode citar a seu favor nem um único fato que não seja ambíguo.” Mas, visto que o equilíbrio pontuado é tão popular entre os evolucionistas rivais, isto constitui também uma admissão involuntária de quão pouca evidência há, se é que existe, para a crença evolucionária tradicional. Visto que nenhuma das teorias pode explicar os elos que faltam nos documentos fósseis, ambas carecem de credibilidade.

Entretanto, há uma explanação plenamente satisfatória para os elos que estão faltando nos documentos fósseis, explanação esta que concorda com a genética moderna. É encontrada nas declarações da Bíblia de que os animais se reproduzem “segundo as suas espécies” e de que o homem é uma criação de Deus, independente dos animais — Gênesis 1:24; 2:7.

É a Ciência Religião?

Num artigo recente da revista New Scientist, Michael Shallis defendeu o físico Fred Hoyle, que tem sido criticado por alguns de seus conceitos. “Talvez, a maior heresia de Hoyle”, afirma Shallis, ‘seja que ele apresentou a idéia de que o Universo necessita duma inteligência cósmica para controlá-lo’. Acrescenta que Hoyle acredita que sem tal inteligência “o Universo não tem sentido”

Embora Shallis sustente que a existência de Deus ou o desígnio no universo seja uma “questão metafísica” que a ciência não consegue resolver, ele observa “que os cientistas têm permissão de seus colegas para dizer coisas metafísicas a respeito da falta de desígnio, e não o contrário. Isto sugere . . . que a ciência, ao permitir esta noção metafísica, considera-se religião e presumivelmente uma religião ateísta (se é que pode haver tal coisa).”

A recusa em crer num poder mais elevado revela uma atitude similar à citada pelo salmista, que disse: “O iníquo, segundo a sua arrogância, não faz nenhuma pesquisa; todas as suas idéias são: ‘Não há Deus.’” (Salmo 10:4, 19:1) Ademais, esta atitude resulta em restringir as teorias da origem do universo a mero acaso.

Cura Psicossomática

Os numerosos estudos da cura psicossomática atualmente em progresso “indicam uma transformação no conceito tradicional [da medicina] que tem sido descrita como ‘nada menos do que revolucionária’”, veiculou a revista Medical World News. Por exemplo, o efeito da mente sobre o sistema imunológico do corpo tem sido assunto de crescente interesse. Estudos recentes demonstram imunidade consideravelmente reduzida a doenças em viúvas e viúvos após a perda do cônjuge. A imunidade não volta aos níveis normais até os enlutados se ajustarem à sua perda.

Demonstrou-se num estudo de três anos evidência do efeito da mente sobre o coração no tratamento de pacientes cardíacos caracterizados por “atitudes superexigentes, agressivas e competitivas”. Ensinar a tais homens a ter paciência, reprogramar seus horários a fim de arrumar tempo para a reflexão e para os entes queridos, e eliminar as causas de irritações cotidianas estavam entre os fatores que reduziram o índice de recorrência do infarto do miocárdio à metade ou a um terço do índice daqueles que apenas receberam conselho médico e fizeram exames regulares.

Entre outras coisas, tal pesquisa confirma certas declarações bíblicas. A título de exemplo, a Bíblia diz que “o coração alegre faz bem como alguém que cura” e que “o coração calmo é a vida do organismo carnal”. — Provérbios 17:22; 14:30.

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