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Alguém que realmente se importa com a humanidadeDespertai! — 1975 | 22 de outubro
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no solo não teriam valia se não pudessem ser assimilados pelas plantas. No entanto, por haver água disponível e os nutrientes no solo prontamente se dissolverem nela, pode existir vida.
Impressionante, também, é que as provisões para manter a vida não são sovinas, mas generosas. Por toda a nossa volta há variedade e beleza, coisas que atraem os olhos e os ouvidos, bem como os sentidos do tato, olfato e paladar. Ao passo que os sistemas imperfeitos do homem amiúde impedem que nos beneficiemos plenamente da abundância da terra, temos de concordar com as palavras do apóstolo Paulo: “Deus . . . nos fornece ricamente todas as coisas para o nosso usufruto.” — 1 Tim. 6:17.
Orientação Moral — Mais Evidência de que Deus se Importa
Outra evidência notável de que Deus se importa é ser o homem dotado de capacidade moral, a faculdade de consciência. Tal faculdade serve para restringir-nos de prejudicar a nós mesmos e ao próximo. Faz-nos compreender que necessitamos dos outros e que devemos respeitar seus direitos e preocupar-nos com seu bem-estar. Pense em como as condições na terra seriam muito piores se os humanos não tivessem consciência, se até mesmo coisas tais como assassínio, agressões, roubos e latrocínios fossem aceitas como normais e corretas.
A consciência, contudo, tem de ser treinada em harmonia com princípios corretos se há de prover sólida orientação. Isto se dá porque tanto pode desculpar como acusar. Falando daqueles que não possuíam a lei escrita de Deus, a Bíblia diz: “Sempre que pessoas das nações, que não têm lei, fazem por natureza as coisas da lei, tais pessoas, embora não tenham lei, são uma lei para si mesmas. Elas é que são quem demonstra que a matéria da lei está escrita nos seus corações, ao passo que a sua consciência lhes dá testemunho e nos seus próprios pensamentos são acusadas, ou até mesmo desculpadas.” — Rom. 2:14, 15.
Se influenciada erroneamente pelo ambiente, pelos costumes locais ou por falsos conceitos religiosos, a consciência pode desculpar até mesmo erros graves. O caso de Saulo, que mais tarde tornou-se o fiel apóstolo Paulo, ilustra isto. Dirigiu-se com intenções assassinas contra os discípulos de Jesus Cristo, pensando que, deste modo, servia a Deus. — Atos 9:1, 2; Gál. 1:13-16.
É claro, então, que é preciso um padrão fidedigno para ajudar a consciência a avaliar corretamente os assuntos. Por se importar com a humanidade, Jeová Deus proveu tal padrão em forma escrita. Este padrão, contido na Bíblia, baseia-se no amor. — Rom. 13:8-10.
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A base para equacionar os problemas da humanidadeDespertai! — 1975 | 22 de outubro
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A base para equacionar os problemas da humanidade
A CONDIÇÃO pecaminosa da humanidade e os problemas resultantes surgiram devido à perda da relação correta com Deus, em virtude da desobediência de nosso antepassado, Adão. A base para equacionar os muitos problemas graves que nos confrontam, portanto, tem de ser uma provisão pela qual possamos recuperar a posição de perfeita filiação que Adão usufruía antes de sua transgressão. Temos de ser conduzidos à perfeita união com o Criador. Como Aquele que realmente se importa conosco, Jeová Deus já lançou a base para isto.
Para compreender o que ele fez, as razões disso e por que seu arranjo livrara a humanidade das fraquezas e das imperfeições, temos de encarar os assuntos do Seu ponto de vista. A Bíblia revela que Deus é justo e “santo”, puro no grau superlativo. (Êxo. 39:30; Sal. 89:14; Isa. 6:3; João 17:11) Por conseguinte, aqueles que são pecaminosos, imperfeitos, maculados ou impuros não podem, por seus próprios méritos, travar uma relação aprovada com Ele. (Col. 1:21) Apenas por ter seus pecados expiados ou cobertos podem fazê-lo. O arranjo para expiar os pecados teria de estar em plena harmonia com a justiça e santidade de Deus. Suas criaturas inteligentes deveriam poder reconhecer a justeza do arranjo de Deus. Para avaliar o que estava envolvido, precisamos retornar ao próprio início da raça humana.
A Bíblia nos diz que, quando o primeiro homem, Adão, transgrediu a lei de Deus, vendeu a si e sua descendência por nascer à escravidão ao pecado e à morte. (Rom. 5:12-19; 7:14-25) Todos os descendentes de Adão vieram assim a necessitar de livramento. A justiça exigia um preço a ser pago.
Ilustrando: um pai talvez use mal seus bens e incorra em tremenda dívida. Dever-se-ia exigir que seus credores ignorassem sua dívida para poupar os filhos dele do sofrimento? Após a morte do pai, seria correto deixar a família meter-se cada vez mais em dívidas, sem jamais se preocuparem com os gastos desenfreados? Não teria isso um efeito ruim até mesmo sobre pessoas não diretamente envolvidas, animando-as a desperdiçar seus próprios bens ou os de outros?
Como se poderia endireitar os assuntos se os filhos, ficassem infetados com os modos de agir de seu pai e inclinados a desperdiçar os seus bens e recursos? Como poderiam as dívidas ser pagas e os filhos ser ajudados a vencer suas fraquezas?
Alguém de fora da família teria que entrar em cena e cuidar das dívidas. Daí, no caso dos filhos que mostrassem evidência de realmente quererem evitar o proceder de seu pai, este estranho poderia assumir a responsabilidade de quaisquer dívidas em que houvessem incorrido até o tempo em que ele pudesse ajudá-los a vencer suas fraquezas.
Isto é similar ao que Jeová Deus propôs para libertar a humanidade da escravidão ao pecado e à morte. O primeiro passo foi fazer provisões para o pagamento do preço de redenção. Qual era tal preço? Adão tinha usado crassamente mal seus bens, sua vida humana perfeita, perdendo-a pela rebelião contra Deus. Destarte, perdeu a vida humana perfeita para seus descendentes. O preço de redenção para sua prole, portanto, tinha de ter valor correspondente ao que havia sido perdido. Isto se harmonizaria com o princípio de justiça encontrado na lei mosaica: “Alma por alma.” — Deu. 19:21.
Nenhum dos descendentes de Adão poderia prover esse preço valioso, visto que nenhum possuía a vida humana perfeita. Diz a Bíblia: “Nenhum deles pode de modo algum remir até mesmo um irmão, nem dar a Deus um resgate por ele, (e o preço de redenção da alma deles é tão precioso, que cessou por tempo indefinido).” — Sal. 49:7, 8.
Jeová Deus, contudo, proveu tal preço valioso na pessoa de seu próprio Filho. Transferiu a vida deste do domínio celeste para o útero da virgem Maria. Desta forma, a criança que Maria deu à luz, Jesus, veio a ser um filho humano perfeito de Deus. (Luc. 1:35; Fil. 2:5-7) O homem Jesus Cristo poderia, assim, dar sua vida humana perfeita em sacrifício. — Mat. 20:28.
Quando o fez, Jesus Cristo forneceu o preço exato necessário para resgatar ou comprar a raça humana. No entanto, para que as pessoas de per si tivessem suas “dívidas” canceladas, ou seus pecados perdoados, à base do valor expiatório do sacrifício de Jesus, tinham de se valer desta provisão nos termos de Deus. Tendo suprido uma base legal para o perdão de pecados, junto com os requisitos para que fossem perdoados, Jeová Deus mantém sua própria justiça quando lida com humanos imperfeitos que sinceramente desejam servi-lo. De nenhum modo encoraja a anarquia. — Mat. 6:12; Rom. 3:25, 26; 1 João 1:9.
Já mais de mil e novecentos anos se passaram desde que a raça humana foi comprada com o sangue precioso de Jesus Cristo e desde a ressurreição dele à vida celeste imortal. (Atos 13:34-37) Todavia, os humanos ainda morrem. Por quê? Porque o tempo de Deus aplicar os benefícios expiatórios do sacrifício de Cristo ao ponto de libertar a humanidade da imperfeição ainda se acha no futuro. (Rev. 22:1, 2) Significa isto que Deus não fez nada mais para libertar a raça humana de suas fraquezas e inaptidões?
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Um governo que libertará a humanidadeDespertai! — 1975 | 22 de outubro
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Um governo que libertará a humanidade
POR cerca de dezenove séculos Jeová Deus prepara um governo que trará alívio à humanidade pecaminosa e moribunda. Escolhe dentre a humanidade os regentes desse governo e os traz à união sob seu Filho, qual Cabeça. (Efé. 1:9, 10) A perspectiva diante de tais pessoas é a ressurreição à vida celeste imortal, para servirem quais reis-sacerdotes. (1 Cor. 15:42-54; Efé. 1:3-23; Rev. 20:6) Junto com Jesus Cristo, estes reis-sacerdotes administrarão os benefícios expiatórios do sacrifício de Jesus e libertarão o gênero humano da escravidão ao pecado e à morte. Bilhões agora mortos serão incluídos entre os beneficiários de seus serviços ao serem restaurados à vida. — Atos 17:31.
Que garantia temos de que a regência de Jesus Cristo e seus associados não apresentará nenhuma das caraterísticas indesejáveis dos governos do homem? Por que podemos ter fé no corpo regente que Deus escolhe por tantos séculos? Quando se pensa em termos de regência humana, talvez pouco se confie em qualquer governo ter a solução para nossos muitos problemas. Através da história, a posição social, a categoria, as proezas militares, a fama, a riqueza ou coisas semelhantes amiúde determinaram quem regia. Em muitas terras, até mesmo a pessoa mais habilitada teria muitas dificuldades em granjear alta posição sem o apoio de fortes partidos políticos e generosas contribuições de campanha. Os homens não conseguiram imaginar um sistema pelo qual possam certificar-se de que as pessoas colocadas em cargos sejam de tal integridade que não se deixem corromper nem influenciar a usar sua posição para fins egoístas.
Regentes Provados, Habilitados
O que dizer da escolha dos reis-sacerdotes no governo de Deus, seu reino celeste? A maneira em que as pessoas atingem uma posição de regência nesse Reino é inteiramente diversa da que se tem dado nos governos do mundo. A Bíblia mostra meridianamente que a posição social, a educação, a categoria, a fama mundana, o dinheiro e coisas semelhantes não comprarão um lugar nesse governo. (1 Cor. 1:26, 27) Ninguém pode fazer campanha para a posição. A pessoa tem de ser provada para o cargo. Sob circunstâncias difíceis, tem de provar que é pessoa de integridade e mais preocupada com o bem-estar dos outros do que com o seu próprio. (Atos 14:22; 1 João 3:16-18) Jeová Deus, que pode ler as motivações do coração, é Aquele que determina se a pessoa satisfaz as habilitações necessárias. — 1 Sam. 16:7; João 6:44; 2 Tes. 1:11; Rev. 22:11-15.
Considere o que o principal deste corpo regente, Jesus Cristo, teve de passar. Como Filho unigênito de Deus nos céus, tinha tudo. “Embora fosse rico”, diz a Bíblia, “tornou-se pobre”. (2 Cor. 8:9) Voluntariamente deixou sua alta posição nos céus para tornar-se homem, e aprendeu a obedecer a seu Pai sob circunstâncias desfavoráveis. Sofreu muito, por fim morrendo numa estaca de execução como criminoso da pior espécie. (Fil. 2:5-8; Heb. 5:7, 8) Devido ao que provou quando na terra, Jesus Cristo realmente compreende as necessidades dos humanos e pode lidar compassivamente com eles. — Heb. 2:17, 18.
Qual homem, Jesus Cristo demonstrou profundeza de interesse e de amor pelas pessoas. Disposta e ansiosamente ajudava os afligidos. (Mat. 14:14; Mar. 6:34) Também provou que era plenamente capaz de equacionar os graves problemas que confrontam a humanidade. Pelo poder de Deus, curou os doentes, aleijados e deformados; restaurou a visão aos cegos; desimpediu os ouvidos dos surdos; abriu as bocas dos mudos; forneceu milagrosamente alimento para milhares, e até mesmo levantou os mortos. Tais coisas realmente aconteceram. Acham-se registradas por testemunhas oculares. — Mat. 11:5; 14:16-21.
Quanto aos associados com Jesus Cristo na regência, não podem ser como homens que prometem, mas, uma vez no cargo governamental, deixam de cumprir suas promessas. A Bíblia diz sobre os que estarão nos céus com Cristo: “Não se achou falsidade na sua boca; não têm mácula.” (Rev. 14:5) Como Jesus Cristo, têm de provar-se altruístas e dispostos a sacrificar-se, até mesmo dispondo-se a morrer pelos seus irmãos cristãos. — 1 João 3:15-18.
No caso dos governos humanos, os regentes amiúde não compreendem realmente os problemas de seus súditos. Mas, isto não se dá com os homens e as mulheres a quem Jeová Deus escolheu nos últimos mil e novecentos anos. Como grupo, vieram de todas as formações e rodas da vida. Não existe nenhuma provação ou problema comum aos humanos que alguns deles não tiveram de encarar. Experimentaram maus tratos verbais e físicos, difamações, ódios, e até mesmo a morte violenta. (João 15:19, 20) Apesar de suas próprias fraquezas e imperfeições, tiveram êxito em manter uma posição aprovada perante Deus. Sabendo o que significa sofrer como homens e mulheres, podem, verdadeiramente, condoer-se dos humanos imperfeitos e render-lhes a ajuda necessária.
Quais pessoas espirituais imortais, também terão o poder de ajudar o gênero humano. A morte não conseguirá abreviar os serviços proveitosos de qualquer deles. Terão amplo tempo para conduzir a raça humana à perfeição. A Bíblia mostra que Deus reservou um período de mil anos para esta tarefa. — Rev. 20:6.
Segundo a Palavra de Deus, Jesus Cristo e seus reis-sacerdotes associados usarão representantes terrestres para ajudá-los em seu trabalho vital. (Sal. 45:16) Que tipo de pessoas serão? O Rei Jesus Cristo certamente jamais usaria homens arrogantes e interesseiros. Ele morreu voluntariamente pela humanidade em expressão de seu profundo amor e, por conseguinte, jamais toleraria como representante seu alguém que procurasse explorar outros em benefício próprio. A atitude de Jesus será como a do antigo Rei Davi, que disse: “Não tolerarei alguém soberbo e arrogante. Procuro os dignos de confiança no país para serem meus associados. Aquele que anda na vereda da integridade, ele trabalhará para mim.” — Sal. 101:5, 6, New Berkeley Version.
Certa a Libertação dos Graves Problemas
As habilitações de Jesus Cristo, seus reis-sacerdotes associados e os representantes terrestres do Reino garantem que o bem-estar de todos os que amam a justiça será salvaguardado. Eles não tolerarão o desenvolvimento dum sistema comercial ganancioso, baseado na competição pela obtenção de lucros. Nem permitirão que alguém interfira na distribuição equilibrada de alimentos e de outras necessidades. Toda a humanidade, e não apenas alguns poucos, gozará da liberdade da penúria. Com referência à abundância que então será partilhada por todos, a Bíblia diz: “Jeová dos exércitos há de fazer para todos os povos . . . um banquete de vinhos guardados com a borra, de pratos bem azeitados, cheios de tutano.” — Isa. 25:6.
O que dizer da poluição e da má administração atual dos recursos da terra por parte do homem? A Bíblia nos conta que Jesus Cristo, em sua existência pré-humana, trabalhou junto de seu Pai na criação. (João 1:3; Col. 1:15, 16) Assim, ele entende os vários ciclos responsáveis pela sustentação da vida vegetal e animal. Como Rei, portanto, poderá transmitir o conhecimento que impeça a poluição, bem como a má gerência dos recursos terrestres. Também poderá fornecer ao homem a orientação necessária para a transformação da terra num estado de beleza paradísica e para se fazer o melhor uso de sua produtividade. — Veja Gênesis 1:28; 2:15.
Graves problemas, incompreensões e feridas familiares devido às fraquezas e às imperfeições chegarão ao fim à medida que Jesus Cristo e seus reis-sacerdotes associados ajudam os humanos a crescer à perfeição. Isto também resultará na de todos os outros problemas provenientes do pecado herdado, inclusive a velhice, a doença e a morte. Por meio do Reino às mãos de seu Filho, Deus “enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor”. — Rev. 21:4.
Ninguém precisará então temer tornar-se vítima do crime, da guerra, da injustiça ou da opressão. Em toda a parte as pessoas aprenderão os caminhos da paz. (Isa. 2:4) Todos serão tratados com justiça. Falando de modo profético sobre o manejo das coisas por Jesus Cristo, a Bíblia nos diz: “Não julgará pelo que meramente parece aos seus olhos, nem repreenderá simplesmente segundo a coisa ouvida pelos seus ouvidos. E terá de julgar com justiça os de condição humilde e terá de dar repreensão com retidão em benefício dos mansos da terra.” — Isa. 11:3, 4.
Nunca a humanidade enfrentará de novo a ardente competição, as frustrações ou a monotonia que não raro acompanham o trabalho neste velho sistema. As pessoas derivarão prazer do trabalho produtivo, sabendo que não correm perigo de ver tudo ser reduzido a nada pela adversidade. A linguagem usada pelo profeta Isaías revela que há uma base dada por Deus para esta convicção. Lemos: “Hão de construir casas e as ocuparão; e hão de plantar vinhedos e comer os seus frutos. Não construirão e outro terá morada; não plantarão e outro comerá. Porque os dias do meu povo serão como os dias da árvore; e meus escolhidos usufruirão plenamente o trabalho das suas próprias mãos. Não labutarão em vão.” — Isa. 65:21-23.
O reino de Deus por Cristo é deveras a solução para os muitos problemas do homem. Somente ele pode trazer condições de paz, segurança e justiça para todos. Mas, quando é que tal reino assumirá o controle completo dos assuntos da terra?
[Foto na página 13]
O reino de Deus em breve fará desta terra um paraíso.
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Quando a solução se tornará realidadeDespertai! — 1975 | 22 de outubro
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Quando a solução se tornará realidade
NÃO pode haver dúvida de que a inteira raça humana precisa ser unificada, de modo que todos possam trabalhar juntos para o bem comum, e vencer dificuldades que tiram o prazer da vida. Felizmente, Jeová Deus tem um tempo para harmonizar todas as coisas com Ele mesmo por meio de seu Filho, Jesus Cristo. Sobre isto, lemos na Bíblia: “É segundo o . . . beneplácito [de Deus], que ele se propôs em si mesmo, para uma administração [uma gerência, uma mordomia] no pleno limite dos tempos designados, a saber, ajuntar novamente todas as coisas no Cristo, as coisas nos céus e as coisas na terra.” — Efé. 1:9, 10.
Note que este ajuntamento numa união com Cristo começou “no pleno limite dos tempos designados”, isso é, um. tempo designado de antemão por Deus. Este resultou ser o ano 33 de nossa Era Comum. Foi então, no dia de Pentecostes, que Jeová Deus começou a unificar homens e mulheres destinados aos céus, como co-regentes de seu Filho. (Atos 2:1-4, 14-21; 2 Cor. 1:20-22; Efé. 2:4-7) Mas, seu propósito não se limita a isto. Ele também deseja ajuntar todas as “coisas na terra” em perfeita união com seu Filho.
Por Que em Nossa Geração
Visto que o estágio inicial desta unificação sob Jesus Cristo começou no tempo
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