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  • A aplicação dos princípios bíblicos no lar
    A Sentinela — 1975 | 1.° de fevereiro
    • por aquilo que é ‘bom para a edificação’ e por “ações de graças”. A atitude maliciosa e amargosa, junto com a linguagem ultrajante, precisa ser substituída por nos ‘tornarmos benignos uns para com os outros, ternamente compassivos, perdoando-nos liberalmente uns aos outros’. Estes são princípios bíblicos a serem aplicados no lar. — Efé. 4:32; Col. 3:8-10.

      13. (a) O que se dá com todas as personalidades? (b) O que nunca deve ser subestimado, e que papel importante desempenha a humildade?

      13 Não sugerimos nem por um instante que tais coisas sejam fáceis de pôr em prática. São mais fáceis de ler do que de fazer. Não está lidando com fatos e algarismos inanimados, nem com coisas a serem desconsideradas como imaginárias. Está tratando com personalidades, sua própria e a dos outros. Com respeito a tais, inclusive sua própria, pode haver recessos ocultos na mente e no coração, favoráveis ou não. Também é preciso tomar em consideração a personalidade superlativa de Jeová. Nunca subestime seu interesse amoroso em que você mantenha uma relação dedicada com ele. Nunca subestime as muitas provisões infalíveis que ele fez por meio de sua Palavra e de sua organização, pelo seu espírito e mediante a oração, para habilitá-lo a revestir-se da personalidade cristã. (Efé. 3:20) O progresso na espiritualidade amiúde é um processo vagaroso, em comparação com as suas expectativas. Talvez preveja padrões elevados, mas, assim como novas alturas vistas ao se dar volta numa esquina, podem parecer difíceis de atingir. É na maior parte uma questão de sua própria atitude mental — se tem humildade mental e está disposto a admitir seus enganos e fracassos, e se está sempre disposto a fazer um novo esforço, um novo começo. Jeová certamente abençoa tal atitude, e seus irmãos e suas irmãs na família de Deus o amarão por isso e farão tudo para ajudá-lo.

      14. (a) Como devemos procurar vencer o preconceito que se tem contra nós? (b) Que exemplo nos deu Jesus neste respeito?

      14 Não importa quanta sinceridade e humildade mental tenha, estas talvez não sejam apreciadas pelos outros membros de sua família carnal, que têm preconceitos ou mesmo são hostis. Talvez digam que você procura assumir ares de superioridade. Isto não é difícil de entender. Suas normas, como cristão, talvez sejam bem superiores às deles, mas isso não o torna superior em si mesmo, não é verdade? Você é o que é pela benignidade imerecida de Jeová. Você compreende isso, mas eles não. Sem transigir na sua atitude, nem violar qualquer princípio bíblico, deve fazer o máximo em seguir o que considera ser um proceder normal. Neste ponto, mostre que pertence a eles. Esteja preparado a desconsiderar muitas coisas. Procure evitar ferir sentimentos, quer de outros quer seus próprios. Jesus muitas vezes suportou muito neste sentido, quando em companhia dos que tinham preconceito e eram hostis. Ele nunca fechou a porta da comunicação, nem se retraiu. Conforme Pedro disse a respeito dele: “Cristo sofreu por vós, deixando-vos uma norma para seguirdes de perto os seus passos. . . . Quando estava sendo injuriado, não injuriava em revide. Quando sofria, não ameaçava, mas encomendava-se àquele que julga justamente.” — 1 Ped. 2:21-23.

      VERDADEIRO AMOR E SUJEIÇÃO

      15. Ao dar conselho aos membros duma família, qual é o tema inicial de Paulo, mas como foi este princípio deturpado já muito cedo?

      15 Paulo, no seu conselho detalhado, trata primeiro das esposas, depois dos maridos e dos filhos, fazendo o seguinte apelo a todos: “Estai sujeitos uns aos outros, no temor de Cristo.” (Efé. 5:21) No conselho aos maridos e às esposas, este é o tema inicial de Paulo. A primeira mulher Eva, pela sua ação precipitada, mostrou falta de sujeição, não só a Deus, mas também a seu marido. É verdade que Adão mostrou certa sujeição a Eva por seguir o exemplo dela, mas isto estava inteiramente fora da ordem. Ele mostrou falta de sujeição a Deus. A questão da sujeição ficou assim desvirtuada e deturpada assim que o pecado envolveu a família humana.

      16. De que modo é a sujeição uma manifestação do verdadeiro amor e como deve evidenciar-se?

      16 A sujeição correta é uma manifestação de verdadeiro amor. Quando, como verdadeiro cristão, deu o passo da dedicação, evidenciou seu amor a Jeová e sua sujeição completa e voluntária a ele, para fazer a sua vontade. Na congregação cristã, também deve haver o espírito de consideração e sujeição mútua de “uns aos outros, no temor de Cristo”. Nisto os anciãos devem tomar a dianteira, não ‘dominando sobre os que são a herança de Deus, mas tornando-se exemplos para o rebanho’. O mesmo espírito deve prevalecer no lar. Isto é bem ilustrado no corpo humano, em que todos os membros têm de ser ‘harmoniosamente conjuntados e feitos cooperar’ para realizar algo. Ora, nem mesmo a cabeça, no alto, pode dizer aos pés: “Não tenho necessidade de vós.” — 1 Ped. 5:3; Efé. 4:16; 1 Cor. 12:21.

      17. A que se deve muitas vezes a incompatibilidade, contudo, qual pode ser amiúde a solução?

      17 Onde há tal boa atitude de cooperação, poucos são os problemas maritais e familiares que não possam ser solucionados rápida e facilmente. Em outras palavras, a ausência desta atitude muitas vezes é a raiz do problema. Mesmo quando apenas um dos cônjuges é cristão dedicado que demonstra esta atitude correta, pode contribuir muito para impedir que os problemas cheguem ao ponto de causar fricção e dissensão. Paulo fez a súplica “que andeis dignamente da chamada com que fostes chamados, com completa humildade mental e brandura, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor”. — Efé. 4:1, 2.

      18. (a) O que podemos aprender do conselho de Paulo em Filipenses 2:2-4? (b) Em que é possível que ‘os outros sejam superiores a nós’?

      18 Ele expressou isso ainda mais vigorosamente aos filipenses, dizendo: “Tornai plena a minha alegria por serdes da mesma mentalidade e terdes o mesmo amor, . . . não fazendo nada por briga ou por egotismo, mas, com humildade mental, considerando os outros superiores a vós, não visando, em interesse pessoal, apenas os vossos próprios assuntos, mas também, em interesse pessoal, os dos outros.” (Fil. 2:2-4) É você tal pessoa de humildade mental, ou é egocêntrico e egotístico, insistindo em que sempre tem razão na sua opinião sobre coisas e pessoas? Como marido ou ancião, observa sua esposa ou outros na congregação que têm humildade mental? Evidencia-se a todos que considera os outros superiores a si mesmo? Sem dúvida eles são, em certas qualidades e capacidades. Talvez tenha provido toda a mobília para o lar, mas conseguiria arranjá-la de modo tão convidativo e repousante como sua esposa faz? Não são até mesmo seus pequeninos mais desinibidos e espontâneos em expressar alegria e afeto?

      19. Até que ponto deve a esposa estar em sujeição ao seu marido, e por quê?

      19 Paulo passa a mostrar a bela relação entre os princípios bíblicos de amor, sujeição e chefia. Visto que “o marido é cabeça de sua esposa, assim como também o Cristo é cabeça da congregação”, ela está em sujeição a ele. Até que ponto? Bem, “assim como a congregação está sujeita ao Cristo, também as esposas estejam sujeitas aos seus maridos, em tudo”. Seu marido talvez não seja cristão dedicado e até mesmo talvez se oponha por causa disso, mas isso não anula nem reduz o princípio da chefia. Ela não se deve sujeitar ressentida à chefia dele, e deve fazer apenas uma exceção quando a sujeição violaria outro princípio bíblico. — Efé. 5:22-24.

      20. Até que ponto deve o marido amar sua esposa, e por quê?

      20 Pôr em operação o princípio do verdadeiro amor agape é responsabilidade principal do marido cristão. Até que ponto? “Maridos, continuai a amar as vossas esposas, assim como também o Cristo amou a congregação e se entregou por ela, para que a santificasse . . . [e por fim] apresentasse a congregação a si mesmo em todo o seu esplendor, . . . santa e sem mácula”, como nota gloriosa. Isto certamente subentende alta consideração da parte do marido para com sua esposa, ao passo que a esposa “deve ter profundo respeito pelo seu marido”. — Efé. 5:25-27, 33.

      21. Como e por que se aplicam o amor e a sujeição aos filhos?

      21 Para os filhos, salienta-se a devida obediência e sujeição. Debaixo da sadia e amorosa disciplina bíblica de seus “pais em união com o Senhor”, devem ser obedientes “em tudo”, com a promessa de que lhes ‘irá bem e que perdurarão por longo tempo na terra’. — Efé. 6:1-4; Col. 3:20.

      22. Como confirma Pedro a necessidade de todos termos humildade mental?

      22 Finalmente, é animador e revigorante notar como Pedro, do seu próprio modo, confirma os mesmos princípios bíblicos salientados por Paulo. Pedro também enfatiza a necessidade de cada um ser de mentalidade humilde. Ele escreve: “Finalmente, sede todos da mesma mentalidade, compartilhando os sentimentos, exercendo amor fraternal, ternamente afetuosos [compassivos], humildes na mente.” E novamente: “Todos vós, porém, cingi-vos de humildade mental uns para com os outros, porque Deus se opõe aos soberbos, mas dá benignidade imerecida aos humildes.” (1 Ped. 3:8; 5:5; veja ed. ingl. 1971.) Isto foi bem exemplificado pelo modo em que Jesus lavou os pés de seus discípulos como modelo a seguir. Quando foi pela última vez que figurativamente lavou os pés de alguém, por prestar de bom grado algum serviço humilde a um membro da família ou a alguém na congregação? Este também é um amoroso princípio bíblico que faremos bem em aplicar mais vezes. — João 13:4-9.

  • ‘Luzes do mundo’ por 1.900 anos
    A Sentinela — 1975 | 1.° de fevereiro
    • ‘Luzes do mundo’ por 1.900 anos

      QUE grupo de pessoas tem iluminado o mundo?

      Alguns dirão: os cientistas. Escreveram-se livros para contar a história do gradual descobrimento dos mistérios da “natureza” pela ciência. E, em certo sentido, suas descobertas têm trazido iluminação. Sabemos agora mais sobre a estrutura das coisas — o universo, o corpo do homem e o átomo. Temos mais “conveniências”, comunicação e transporte mais rápidos.

      Mas, temos também a bomba nuclear e as armas de guerra químicas e biológicas. Temos uma sociedade baseada numa economia que entraria em colapso sem certas fontes de energia para eletricidade, viagens e transportes. Temos um ambiente natural poluído, arruinado, porque o homem não tem verdadeira iluminação quanto ao uso das descobertas dum modo que beneficie toda a humanidade.

      Bem se poderia fazer a pergunta: Sente-se a população do mundo mais feliz em razão do “progresso” da ciência sob a administração humana?

      Que dizer da religião? As religiões da cristandade tomaram a dianteira em serem uma ‘luz’, seus líderes destacando-se entre as ‘luzes’ deste mundo. Contudo, fornecem qualquer orientação real ao povo ou aos governos neste tempo, em que há tantos problemas? Levaram o povo mais perto de Deus e das qualidades divinas de amor e paz?

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