BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Humildade
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • aos que estão na dianteira, e deviam esperar em Jeová para quaisquer designações ou atribuições de responsabilidade, pois é Dele que procede a promoção. (Sal. 75:6, 7) Como disseram alguns dos filhos levitas de Corá: “Escolhi ficar de pé no limiar da casa de meu Deus, em vez de andar em volta nas tendas da iniqüidade.” (Sal. 84:10) Esta verdadeira humildade demanda tempo para ser desenvolvida. As Escrituras, ao delinearem as habilitações para alguém que seria designado para o cargo de superintendente, especificam que um homem recém-convertido não devia ser designado, “para que não venha a enfunar-se de orgulho e a cair no julgamento aplicado ao Diabo”. — 1 Tim. 3:6.

      PRETENSA HUMILDADE

      Avisa-se os cristãos para que não permitam que sua humildade seja apenas superficial. Tal indivíduo pode ficar “enfunado sem causa devida pela carnalidade de sua mente”. Alguém verdadeiramente humilde não imaginará que o reino de Deus, ou entrar nele, tenha que ver com aquilo que se come ou se bebe, ou se deixa de comer ou beber. A Bíblia mostra que a pessoa pode comer ou beber, ou deixar de ingerir certas coisas, porque acha que devia fazê-lo, dum ponto de vista de sua saúde, ou por causa da consciência. Todavia, se alguém pensa que granjeia o favor de Deus por comer e beber ou não certas coisas, ou tocar ou não nelas, ou por observar certos dias religiosos, tal pessoa não discerne que tais práticas “têm aparência de sabedoria numa forma de adoração imposta a si próprio e em humildade fingida, no tratamento severo do corpo; mas, não são de valor algum em combater a satisfação da carne”. — Col. 2:18, 23; Rom. 14:17; Gál. 3:10, 11.

      A pretensa humildade pode realmente resultar no desenvolvimento de orgulho no indivíduo, pois ele poderá tender a imaginar que é justo por seus próprios méritos; ou, poderá achar que está atingindo seus fins, não discernindo que não pode enganar a Jeová. Caso desenvolva o orgulho, ele, com o tempo, será humilhado dum modo que não apreciará. Será rebaixado e isso poderá resultar em sua própria destruição. — Pro. 18:12; 29:23.

  • Hur
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • HUR

      Destacado associado de Moisés e Arão. Quando, pouco depois de partirem do Egito, Israel foi atacado pelos amalequitas, Hur acompanhou Moisés e Arão até o topo duma colina, onde ele e Arão sustentaram as mãos de Moisés até que Jeová deu a Israel a vitória sobre os amalequitas. (Êxo. 17:8-13) Em certa ocasião, não muito depois disso, Moisés e Josué subiram ao monte Sinai para receberem partes adicionais da Lei, deixando Hur e Arão como encarregados do acampamento. (Êxo. 24:12-14) Ele é, provavelmente, o mesmo Hur que era avô do artífice do tabernáculo, Bezalel. — 2 Crô. 1:5.

  • Husai
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • HUSAI

      [apressado]. Leal arquita, amigo do Rei Davi, que o ajudou a frustrar a rebelião de Absalão. (1 Crô. 27:33) Husai, com sua veste comprida rasgada e terra sobre a cabeça, encontrou-se com o rei fugitivo no monte das Oliveiras. Ele aceitou a sugestão de Davi para voltar à cidade, fingir-se leal a Absalão, esforçar-se de frustrar o conselho de Aitofel, e manter Davi informado, por meio dos sacerdotes Zadoque e Ablatar. (2 Sam. 15:30, 32-37) Absalão, de início, mostrou-se suspeito, mas Husai teve êxito em ganhar sua confiança. (2 Sam. 16:16-19) Quando Absalão pediu a opinião de Husai sobre a melhor estratégia militar, Husai falou contrário a Aitofel e recomendou um proceder que, efetivamente, concedia tempo a Davi para organizar-se. Husai apresentou sua ideia dum modo que a fez parecer melhor a Absalão e seus associados do que o conselho de Aitofel de atacar imediatamente. Husai então informou os sacerdotes do que acontecera. (2 Sam. 17:1-16) O conselho de Husai frustrou o de Aitofel, assim como Davi tinha suplicado a Deus, e, desta forma, ‘Jeová trouxe calamidade sobre Absalão’. — 2 Sam. 15:31; 17:14.

  • Iah
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • IAH

      Veja JAH.

  • Icônio
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • ICÔNIO

      Antiga cidade da Ásia Menor, situada cerca de 707 m acima do nível do mar. Icônio é presentemente conhecida como Cônia, situada a c. 240 km ao S de Ancara, na borda SO do planalto central da Turquia. Na área circunvizinha, regada por correntes que fluem das montanhas alguns km a O, cultivam-se cereais, beterraba sacarina e linho. Cônia também possui muitas hortas e pomares frutíferos irrigados. Embora lhe fosse dado o nome de Claudicônio durante a regência do imperador Cláudio, não foi senão no tempo de Adriano (no segundo século E.C.) que a cidade foi constituída em colônia romana.

      Na primeira centúria E.C., Icônio era uma das principais cidades da província romana da Galácia e se abria para a principal rota comercial que ia de Éfeso para a Síria. A cidade possuía influente população judaica. Paulo e Barnabé, depois de se verem forçados a deixar a Antioquia da Pisidia, pregaram na cidade de Icônio e em sua sinagoga, e ali ajudaram muitos judeus e gregos a se tornarem crentes. Mas, quando se fez uma tentativa de apedrejá-los, fugiram de Icônio para Listra. Logo depois, judeus de Antioquia e de Icônio vieram a Listra e agitaram as multidões dali, de modo que apedrejaram a Paulo. Depois disso, Paulo e Barnabé foram para Derbe e então, corajosamente, retornaram a Listra, Icônio e Antioquia, fortalecendo os irmãos e designando “anciãos” para cargos de responsabilidade nas congregações estabelecidas nestas cidades. — Atos 13:50, 51; 14:1-7, 19-23.

      Mais tarde, depois que surgiu a questão da Circuncisão e ela foi resolvida pelos apóstolos e anciãos da congregação de Jerusalém, Paulo parece ter revisitado Icônio. Foi nesta segunda viagem missionária que Paulo se fez acompanhar de Timóteo, rapaz que gozava de excelente reputação entre os irmãos em Listra e Icônio. — Atos 16:1-5; 2 Tim. 3:10, 11.

      Icônio situava-se na fronteira entre a Frigia e a Licaônia. Isto talvez explique porque certos escritores antigos, inclusive Estrabão e Cícero, a incluíram na Licaônia, ao passo que Xenofonte a chamou de a última cidade da Frígia. Do ponto de vista geográfico, Icônio pertencia à Licaônia, mas, conforme indicado pelas descobertas arqueológicas, sua cultura e sua linguagem eram frígias. Inscrições encontradas nesse sítio, em 1910, mostram que se empregava ali a língua frígia por dois séculos, depois da época de Paulo. Apropriadamente, portanto, o escritor de Atos não incluiu Icônio como parte da Licaônia, onde se falava a “língua licaônica”. — Atos 14:6, 11.

  • Idioma
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • IDIOMA

      Veja LÍNGUA, II (IDIOMA).

  • Ídolo, Idolatria
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • ÍDOLO, IDOLATRIA

      Um ídolo é uma imagem, uma representação de algo ou um símbolo, que é um objeto de devoção passional, seja material seja imaginado. Falando-se de modo geral, idolatria é a veneração, o amor, a adoração ou reverência a um ídolo. É geralmente praticada para com um poder superior real ou imaginado, quer se creia que tal poder tenha existência animada (como um deus humano ou animal, ou uma organização), quer ele seja inanimado (como uma força ou um objeto sem vida da natureza). A idolatria geralmente envolve alguma formalidade, cerimônia ou ritual.

      NEM TODAS AS IMAGENS SÃO ÍDOLOS

      A lei de Deus para não se fazer imagens (Êxo. 20:4, 5) não proibia a fabricação de todas as representações e estátuas. Isto é indicado pela ordem posterior de Jeová para se fazerem dois querubins de ouro sobre a tampa da Arca e para bordar representações de querubins na coberta interna da tenda, constituída de dez panos para o tabernáculo, e na cortina que separava o Santo do Santíssimo. (Êxo. 25:18; 26:1, 31, 33) Semelhantemente, o interior do templo de Salomão, cujos planos arquitetônicos foram dados por inspiração divina a Davi (1 Crô. 28:11, 12), era lindamente embelezado com figuras esculpidas de querubins, palmeiras e flores. Dois querubins de madeira da árvore oleaginosa, recobertos de ouro, estavam postados no Santíssimo daquele templo. (1 Reis 6:23, 28, 29) O mar de fundição repousava sobre doze touros de cobre, e os painéis dos carrocins de cobre para o templo eram decorados de figuras de leões, touros e querubins. (1 Reis 7:25, 28, 29) Doze leões perfilavam-se nas escadas que conduziam ao trono de Salomão. — 2 Crô. 9:17-19.

      Tais representações, contudo, não eram ídolos para adoração. Apenas os sacerdotes oficiantes viam tais representações do interior do tabernáculo e, mais tarde, do interior do templo. Ninguém, a não ser o sumo sacerdote, entrava no Santíssimo, e isso, normalmente, apenas uma vez por ano, no Dia da Expiação. (Heb. 9:7) Assim, não havia perigo de os israelitas ficarem enlaçados a ponto de idolatrar os querubins de ouro do santuário. Tais representações serviam primariamente como figura dos querubins celestes. (Compare com Hebreus 9:24, 25.) Que não deviam ser venerados é evidente de que os próprios anjos não deviam ser adorados. — Col. 2:18; Rev. 19:10; 22:8, 9.

      Naturalmente, houve ocasiões em que as imagens se tornaram ídolos, embora originalmente não fossem tencionadas como objetos de veneração. A serpente de cobre que Moisés formou no deserto veio a ser adorada, e, assim sendo, o fiel Rei Ezequias a desfez em pedaços. (Núm. 21:9; 2 Reis 18:1, 4) O éfode feito pelo juiz Gideão tornou-se um “laço” para ele e para sua casa. — Juí. 8:27.

      IMAGENS COMO AJUDAS PARA A ADORAÇÃO

      As Escrituras não sancionam a utilização de imagens como meio de nos dirigirmos a Deus em oração. Tal costume colide com o princípio de que aqueles que procuram servir a Jeová têm de adorá-lo com espírito è verdade. (João 4:24; 2 Cor. 4:18; 5:6, 7) Ele não tolera nenhuma mistura de práticas idólatras com a adoração verdadeira, conforme ilustrado por Sua condenação da adoração do bezerro, embora os israelitas tivessem ligado o Seu nome a esta. (Êxo. 32:3-10) Jeová não divide sua glória com imagens esculpidas. — Isa. 42:8.

      Na Escritura, não existe um único caso em que fiéis servos de Jeová tenham recorrido à utilização de ajudas visuais para orar a Deus ou empenhar-se numa forma de adoração relativa. Naturalmente, alguns talvez citem Hebreus 11:21, que, segundo a versão do Centro Bíblico Católico, reza: “Foi pela fé que Jacó, estando para morrer, abençoou cada um dos filhos de José e venerou a extremidade do seu bastão.” [A versão católica Douay, em inglês, reza “adorou o topo de seu bastão”.] Daí, numa nota de rodapé sobre este texto, a Douay sustenta que Jacó prestou honra e veneração relativas ao topo do bastão de José, e tece o seguinte comentário: “Alguns tradutores, que não são amigos desta honra relativa, corromperam o texto, traduzindo-o: ele adorou, inclinando-se sobre o topo de seu bastão.” No entanto, ao invés de ser uma corruptela do texto, como tal nota de rodapé sustenta, esta última tradução, e as

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar