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GuatemalaAnuário das Testemunhas de Jeová de 1974
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E nem sempre são os que possuem os recursos financeiros ou a saúde para fazer isso que se dirigem a áreas isoladas, onde pequenos grupos precisam de ajuda, e inteiras partes do território não têm sido trabalhadas regularmente. Lugares como Quezaltenango, Chimaltenango, Huehuetenango, El Rancho, Puerto Barrios e Livingston, que certa vez eram simples pontos no mapa, tornaram-se o lar destes irmãos e irmãs de outros países.
AS BÊNÇÃOS CONTINUAM
Em especial, estes últimos anos têm sido ricos em bênçãos de Jeová. (Pro. 10:22) Imagine só quase mil pessoas serem batizadas durante os últimos três anos! Os esforços unidos dos cristãos guatemaltecos e dos que vieram de outros países resultaram num bom testemunho por todo este país. Exemplificando: mais de 130.000 livros foram colocados em três anos e, ao mesmo tempo, os publicadores de congregação alcançam a média de mais de onze horas cada um no ministério de campo todo mês. Em agosto de 1972, o novo auge de louvadores de Jeová, isto é, 3.004, representou um aumento de 24 por cento em comparação com a média do ano anterior. Emocionante para nós, também, foi a assistência de mais de 8.700 pessoas na Comemoração da morte de Cristo em 29 de março de 1972.
Não só a paz e a união continuam com o novo arranjo de organização para a supervisão das congregações pelos “anciãos” designados, mas estamos confiantes de que Jeová continuará a fazer com que as ‘coisas desejáveis entrem’, ao passo que ele faz ‘tremer as nações’. — Ageu 2:7.
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JapãoAnuário das Testemunhas de Jeová de 1974
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Japão
O JAPÃO é um país bem variado. Abrangendo quatro ilhas principais e muitas outras menores, seu solo montanhoso se estende por longo crescente desde a região nevada de Hokkaido, no norte, até a subtropical Kyushu, no oeste. Apenas 15 por cento da terra é suficientemente plana para ser cultivas da. Na maior parte, o povo se aglomera nas cidades e povoados costeiros. Arrozais dispostos em forma de terraços fornecem o arroz. Há também uma variedade de frutos da época e o oceano produz uma abundância de peixes, plantas marinhas e outros petiscos para a mesa. Em grande medida, o Japão é auto-suficiente quanto aos alimentos, muito embora a população agora já ultrapasse os 105 milhões.
As pessoas, em geral, são de baixa estatura, laboriosas trabalhadeiras e orgulhosas de sua tradição japonesa. Uma única língua, com muito pouca variação de dialetos, é falada em todo o Japão. A escrita, para a qual se usam comumente 1.850 caracteres chineses, é bem complicada. Mas, 99 pé cento da população é alfabetizada. Apreciam muito a leitura A inventividade japonesa, e a habilidade de melhorar a invenções dos outros, também ajudou a nação a tornar s uma das grandes potências industriais do século vinte.
No Japão hodierno, as roupas de estilo ocidental acham em muito mais evidência do que as orientais. O pão substih; o arroz em muitas refeições. Edifícios de concreto, chamados, “mansões”, elevam-se de doze a vinte andares, onde ante havia casas de madeira e de papel. Mas, com este desenvolvimento industrial, o problema da poluição se tornou um dos maiores.
A RELIGIÃO NO JAPÃO
A Encyclopœdia Britannica declarou: “A antiga história do Japão, conforme registrada nos anais nativos, acha-se tão completamente envolta em lenda mitológica a ponto de absolutamente não merecer confiança.” Nesta mitologia, o primeiro imperador, Jimmu, supostamente ascendeu ao trono em 660 A. E. C. Ele e a dinastia de 124 imperadores, até Hirohito segundo se afirmava, eram descendentes de Amaterasu Omikami, a deusa-sol — aquela que trouxe a luz ao mundo quando foi engodada a deixar sua caverna, por meio do artifício de permitir que vislumbrasse sua própria beleza num espelho. Com o passar dos séculos, Xintó (“O Caminho dos Deuses”) foi desenvolvido, primariamente qual sistema de adoração dos ancestrais e das forças da natureza. Até o dia de hoje, cada comunidade local realiza sua festa anual de xintó, quando homens e rapazes seminus marcham em círculos fazendo muito barulho, transportando nos ombros um relicário portátil. Neste o espelho, o brilhante e a espada detêm os lugares de honra como símbolos xintoístas. Até o fim da Segunda Guerra Mundial, o xintoísmo era a religião estatal, focalizando-se grandemente na adoração ao imperador.
Mas, no Japão, muitas pessoas pertencem a mais de uma religião. Acham que podem assim conseguir o melhor que várias religiões lhes possam dar. A partir do sexto século E. C., quando o budismo entrou no Japão, vindo da China e da Coréia, muitas práticas budistas foram enxertadas na vida das pessoas. As religiões xintoísta e budista se tornaras coexistentes. Não é incomum encontrar o santuário local xintoísta e o templo budista situados lado a lado. Muitas casas japonesas apresentam a prateleira do deus xintoísta à entrada, ao passo que o altar budista da família se destas numa sala interior. Em cada um dos lugares, frutas, flores e assim por diante, são colocados para o prazer dos espíritos ancestrais.
Tradicionalmente, as pessoas se casam — e seus filhos são abençoados — numa cerimônia xintoísta, mas os enterros
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