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  • “Bom senso náutico” — a sabedoria na navegação
    Despertai! — 1978 | 8 de fevereiro
    • e um instrumento de retirar água, tal como um balde ou uma bomba. Deve haver suficiente material flutuante, tais como almofadas cheias de capoque ou cortiça, para ajudar o total exato de pessoas a bordo a flutuar, e uma âncora com bastante corda ou “espia” para poder segurar a embarcação, pelo menos, em condições moderadas.

      Todos os barcos capazes de fazer cruzeiros extensivos, que envolvam a possibilidade de prolongar-se à noite, devem levar uma bússola fidedigna, e o encarregado deve saber governá-los por meio dela e poder fazer uma marcação elementar, de modo a estabelecer sua posição numa carta. Tais embarcações, naturalmente, devem estar equipadas de luzes de navegação regulamentares. Todos os proprietários de barcos devem ter uma cópia da mais recente carta que abrange a área em que se propõem a operar, ou, pelo menos, estar a par das áreas rasas e dos bancos de areia, e dos movimentos e amplitudes das marés. Devem saber onde estão os canais de águas profundas usados por embarcações diferentes das pequenas, e as obrigações que têm de não obstruir tais vias e os grandes navios que as utilizam

      Ganhar Experiência e Confiança

      Se nunca praticou o iatismo ou a motonáutica, não comece com uma demonstração ostentosa, partindo com a família numa longa viagem, tal como uma de uns 60 quilômetros, mais ou menos, que vai do Golfo de Hauraki, de Auckland, até a Ilha da Grande Barreira. Fique contente em passear pelas passagens costeiras de mais ou menos uma milha náutica, durante uma temporada, enquanto aumenta seu conhecimento por observar e falar com outros, e adquire experiência e confiança nas várias circunstâncias e condições. É melhor começar com um barco a motor de pouca potência ou um barco a vela cujas limitações sejam óbvias, de modo que não fique tentado a ir além de sua própria capacidade. Se possui toda uma existência de experiência, não será preciso lembrar-lhe que, se comprou recentemente um novo barco, deve limitar a duração de sua excursão marítima até que todos os “defeitos”, se houver alguns, tenham sido eliminados, e tenha-se familiarizado por completo com as caraterísticas e o comportamento do barco.

      Talvez possa repetir de cor cada publicação que já foi escrita sobre a segurança de pequenos barcos e embarcações, mas, não terá aproveitado coisa alguma se deixar de exercer bom senso e prudência. Torne isso o seu princípio orientador em cada passo que der, em cada viagem que espere fazer, pois o mar é duro e implacável para com aqueles que o tratam levianamente, ou deixam de encará-lo com o devido temor e respeito.

  • Tagalo — uma língua versátil
    Despertai! — 1978 | 8 de fevereiro
    • Tagalo — uma língua versátil

      Do correspondente de “Despertai!” nas Filipinas

      NA BÍBLIA, declara-se que os que fazem parte da “grande multidão” que louva a Deus provêm de “todas as nações, tribos, e povos, e línguas”. (Rev. 7:9) Uma das línguas que fornece o cumprimento dessa profecia é a língua filipina chamada tagalo. Talvez jamais tenha ouvido falar nessa língua, mas, visto que se torna cada vez mais importante na República das Filipinas, seria bom que lhe fosse apresentada.

      Se há algum país que se poderia dizer que tem um problema lingüístico, a República das Filipinas é tal país! Dentre uma população de cerca de quarenta milhões, há mais de oitenta línguas diferentes, em uso constante, e algumas delas são, por si, divididas em vários dialetos.

      O tagalo é falado por milhões de pessoas que vivem, na maioria, nas províncias de Luzón Central, a maior ilha do norte das Filipinas. No entanto, está sendo transformado numa língua nacional chamada filipino, e, por meio da instrução escolar, da produção de filmes e de espetáculos de televisão, o governo incentiva todos a aprender e a usar tal língua, pelo menos como secundária. Por quê? De modo a solver a fragmentação do país, com todas as incompreensões e problemas administrativos resultantes.

      O tagalo, junto com todos os outros dialetos principais das Filipinas, pertence ao que é chamado de grupo de línguas “malaio-polinésias”. Além disso, é aglutinante, o que significa que se compõe de várias “raízes”, que recebem significado adicional pela junção de sílabas a elas. Por exemplo, a raiz awit, que significa “canção”, pode aparecer como mang-aawit (cantor), umawit (cantar), awitan (ouvir alguém cantar), mag-awitan (cantar juntos), etc. Segundo um dicionário recente,a com a ajuda de tais radicais e adições, poderá constituir um vocabulário de literalmente milhões de palavras.

      É interessante, para o estrangeiro, as diferenças entre o tagalo e as línguas ocidentais. Por exemplo, nas coisas cotidianas, o tagalo amiúde pode ser muito mais específico do que o português. Assim, o português tem uma só palavra para arroz, que o leva desde os arrozais até à mesa. Mas, em tagalo, o arroz no campo é palay, enquanto que na cozinha, antes de ser cozido, é bigas. Se o cozinhar, torna-se kanin, ao passo que, se então for mais adiante e fritá-lo, é chamado de sinangag. O tagalo também é muito específico quanto ao modo de as coisas serem transportadas. Se levar uma pasta ou bolsa, a palavra que usa indicaria se a carrega na mão, no ombro, sobre a cabeça, nos braços, ou debaixo do braço.

      Por outro lado, as diferenças que parecem tão importantes nos dialetos europeus não existem em tagalo. Asawa significa “marido” ou “esposa”; anak é “filho” ou “filha”; kapatid é “irmão” ou “irmã”; e siya é “ele” ou “ela”! Caso seja necessário especificar o sexo da pessoa mencionada, a fim de evitar a ambigüidade, a palavra equivalente a “varão” ou “varoa” é adicionada. Na prática, o que isto significa é que, ao passo que, em português, somos constantemente lembrados se a pessoa em foco é homem ou mulher, por se usar “ele” ou “ela” todo o tempo, em tagalo talvez só se tenha algum indício disso no início da conversa. Se desperceber isso, talvez passe toda a conversa imaginando que fala sobre um homem, apenas para descobrir que se tratava duma mulher, afinal de contas!

      Em 1521, chegaram os espanhóis e, com o tempo, colonizaram o país, e seguiram-se mais de três séculos de subjugação a eles. Isto se reflete no tagalo pela presença de milhares de raízes adotadas do espanhol — embora, usualmente, sejam soletradas de forma um pouco diferente, para ajustar-se à pronúncia filipina. Este acidente histórico é uma boa ajuda, incidentalmente, para o ocidental que aprende o dialeto. Às vezes as palavras em espanhol e no tagalo nativo coexistirão. Para exemplificar, puede (espanhol) e maaari (tagalo nativo) são usadas de forma intercambiável para “pode”, “poder”; pero (espanhol) e nguniˈt significam ambas “mas”, “porém”, etc. De vez em quando, a palavra em espanhol será usada para aumentar a clareza, no caso que o tagalo pareça um tanto vago. às vezes, a palavra em espanhol substituiu inteiramente a original em tagalo.

      No despontar do século, sentiu-se a influência norte-americana, e isto se reflete no número de palavras inglesas que são regularmente usadas em tagalo. Agora, com efeito, quaisquer idéias novas são usualmente expressas numa adaptação do inglês para o tagalo. Por exemplo, “jogar basquete” aparece como magbasketbol! “Viajar de ônibus” é magbus. Às vezes, a pessoa que fala inglês ficará surpresa diante das formas estranhas que algumas palavras assumem. Em Manila, talvez ouça kinokompute para “foi computado”, ou nagfofloor wax ao invés de “encerar o chão”. Com efeito, na área de Manila, palavras inglesas são usadas mui livremente junto com as palavras nativas em tagalo e espanhol.

      Esta simbiose ou inter-relação entre o inglês, o espanhol e o tagalo nativo é observada, em especial, nos números. Nas contas, ouvirá todas as três línguas serem usadas quase que de forma intercambiável. Ao citar versículos bíblicos, usam-se em geral os números em espanhol, ao passo que, para contar dinheiro, ouve-se o espanhol ou o inglês. Os números em tagalo são mais compridos, de modo que são amiúde usados para números pequenos, o espanhol e o inglês para os números grandes.

      Poder-se-ia acrescentar dois outros pontos sobre o tagalo. Um deles é o comprimento da língua. O inglês tende a fazer da brevidade uma virtude. Em tagalo, contudo, ao passo que há muitas palavras curtas, algumas palavras e frases são deveras muito compridas, e os oradores públicos verificam que amiúde precisam cortar partes dum discurso público em inglês, quando é proferido em tagalo. Apesar de tudo, porém, a língua possui lindo timbre e sonoridade, devido às palavras compridas, e pode ser muito dignificante. Dizer “pela fé no Todo-poderoso”, por exemplo, é bonito, conciso e claro; mas, imagine a força que pode colocar no equivalente a isso em tagalo: “sa pamamagitan ng pananampalataya sa Pinakamakapangyarihan-sa-lahat”!

      O outro ponto que a maioria dos novatos observam no tagalo é o extremo respeito que engloba. Há palavras especiais para se usar a fim de mostrar respeito pelos mais velhos. Ensina-se as crianças a usar tais palavras quando falam com seus pais. Há também formas simples do verbo, indicando graus de delicadeza e consideração, em contraste com a familiaridade. Quando usadas apropriadamente, tais formas são muito agradáveis ao ouvido.

      Sim, o tagalo é uma língua filipina interessantíssima, uma língua importantíssima nas 7.000 ilhas que constituem a República das Filipinas. As Testemunhas de Jeová a utilizam bem para disseminar as boas novas do Reino aqui, de modo que milhares de pessoas que falam essa língua aguardam situar-se entre aquela “grande multidão” que estará bradando louvores a Deus, por serem levadas seguramente por Ele através da destruição deste iníquo sistema de coisas para a nova ordem, sob a regência justa do Rei Jesus Cristo. — Rev. 7:9, 10, 14.

      [Nota(s) de rodapé]

      a Diksyunaryo Tesauro Pilipino-Inglis, de Jose Villa Panganiban, editado em 1972.

  • Água quente
    Despertai! — 1978 | 8 de fevereiro
    • Água quente

      Parte da água oceânica mais quente é encontrada no Golfo Pérsico. A temperatura da água na superfície às vezes excede cerca de 32 graus centígrados, nos meses de verão. No alto mar, ocorrem áreas de máxima temperatura da água ao norte do equador.

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