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  • Uma língua para todos os povos
    A Sentinela — 1974 | 1.° de março
    • da verberação de Jeová sobre as nações. Contudo, Joel nos assegura: “Virão a estar os que escaparam, assim como Jeová disse, e entre os sobreviventes que Jeová está chamando.” — Sof. 3:8, 9; Joel 2:32.

      16. (a) Como podemos aprender a “língua pura”? (b) O que indica que a cristandade não a aprendeu?

      16 Está aprendendo a “língua pura”, necessária para a sobrevivência? Assim como cada língua tem um padrão distinto de palavras e de gramática, assim também a verdade, conforme contida na palavra de Deus, a Bíblia, e conforme ele nos tem revelado seu entendimento nestes “últimos dias”, tem um padrão que podemos vir a aprender, uma harmonia interna. Baseia-se no tema do reino de justiça de Deus. Uma vez que se aprende este “modelo de palavras salutares”, conforme Paulo o descreve, por obter um conhecimento exato das Escrituras, então se pode falar aos outros sem hesitação, sem acentuá-la ou variá-la com deturpações doutrinais falsas. (2 Tim. 1:13; 2 Ped. 3:16) Que a cristandade não aprendeu esta “língua pura” é evidenciado pela mistura confusa de “dialetos” bíblicos e filosóficos que ela fala. E longe de invocar “o nome de Jeová”, os religiosos ortodoxos da cristandade preferem rejeitar este nome pelo termo ambíguo “o Senhor”. — 2 Ped. 2:1; Mar. 7:15-23.

      17. Em que sentido é “pura” esta língua, e quão extensivamente é falada?

      17 Quão felizes podemos ser de nos darmos conta de que Jeová tem testemunhas fiéis em toda a terra, as quais aprenderam esta “língua pura” — mais de um milhão e setecentas mil delas em mais de duzentas terras — agradando-se em invocar Seu nome e em servir a Ele “ombro a ombro”, embora procedam duma grande variedade de grupos nacionais, raciais e lingüísticos. Estão unidas assim como os primitivos cristãos foram, numa adoração pura para o louvor de Jeová. Sem consideração de usarem quaisquer das diversas traduções da Bíblia, nas 1.500 línguas em que foi traduzida, pelo menos em parte, ainda falam em acordo sobre os seus ensinos básicos. Deste modo, sua língua é “pura”, não apenas por ser aceitável aos que temem a Deus, mas também por não ser adulterada ou corrompida na sua apresentação dos propósitos de Jeová. — João 8:42-47; Tia. 3:10, 11.

      18. Como predisse Zacarias um acréscimo à obra mencionada em Atos 15:14 para os nossos dias?

      18 O resultado de se falar a verdade livremente aos outros foi bem predito nas palavras de Zacarias: “Naqueles dias, dez homens dentre todas as línguas das nações agarrarão, sim, agarrarão realmente a aba da veste dum homem judeu, dizendo: ‘Iremos convosco, pois ouvimos que Deus está convosco.’” (Zac. 8:23) Já se juntou também aos que Jeová reuniu dentre todas as nações como povo para seu nome? É urgente que faça isso agora. — Atos 15:14.

      19. Como é tornada compreensível para nós a “língua pura”?

      19 Falar qualquer língua, inclusive a “língua pura” da verdade, não se faz sem esforço. Antes de podermos falar o que agrada ao nosso Criador, temos de saber de que se trata. Assim como quando se aprende uma língua nova, encontramos muitas expressões antes estranhas na “língua pura”. Ficamos sabendo o que o reino de Deus realmente é, da “grande multidão” que serve a Jeová nos “últimos dias” e da iminente destruição de “Babilônia, a Grande”, antes de desaparecer o restante deste mundano “sistema de coisas” no “Armagedom”. Somos também advertidos de antemão sobre o vindouro ataque de “Gogue, de Magogue”. Não precisamos ficar desanimados, se no início for difícil aprender algumas das verdades espirituais, profundas. Foi só devido ao derramamento do espírito de Jeová, que os primitivos seguidores de Jesus obtiveram em Pentecostes o entendimento mais claro do propósito de Jeová, e hoje se deve ao espírito de Jeová sobre a classe do “escravo fiel e discreto”, que temos o entendimento dos propósitos de Jeová, que podemos compartilhar com outros. — Mat. 24:45-47.

      20. O que está incluído em falar a “língua pura”?

      20 Este apreço aumentado pela Palavra de Jeová e pela nossa relação com ele motiva-nos a ‘nos refugiar no nome de Jeová’. Produz uma mudança na nossa esperança quanto ao futuro, de modo que depositamos agora nossa confiança no reino de justiça de Jeová, em vez de nas coisas deste mundo. Induz-nos a transmitir esta perspectiva maravilhosa aos outros. Aprendemos que os que falam a “língua pura” também precisam viver à altura dela. Estes “não farão injustiça, nem falarão mentira, nem se achará na sua boca uma língua ardilosa”. (Sof. 3:12, 13) Quanta alegria é poder participar com mais de um milhão e setecentos mil outros, que já aprenderam esta “língua pura”, em ensiná-la a outros! Apenas este conhecimento exato da verdade, conforme Jeová revela hoje por meio de sua organização, pode unir os homens de todas as nacionalidades e línguas para trabalharem ombro a ombro “pela fé das boas novas”. — Fil. 1:27, 28.

      OPOSIÇÃO À LÍNGUA PURA

      21. Qual foi a reação dos discípulos de Jesus diante dos esforços de impedir seu ministério?

      21 Visto que Jesus encontrou oposição da parte dos opositores da verdade os que seguem seu proceder agora podem esperar o mesmo. (João 15:20) Qual será a nossa reação? Lembre-se de que, embora Pedro e João fossem encarcerados por proclamarem as boas novas a respeito das vindouras “épocas de refrigério” da parte de Jeová, eles não ficaram amedrontados ao ponto de desistir, mas continuaram logo no dia seguinte a dar um testemunho destemido aos governantes religiosos do povo. Mesmo depois de se lhes mandar estritamente que não falassem mais nada, declararam: “Não podemos parar de falar das coisas que vimos e ouvimos.” De fato, oraram para que Jeová lhes desse força, a fim de que pudessem ‘persistir em falar a sua palavra com todo o denodo’. — Atos 3:11, 19; 4:20, 29.

      22, 23. Como se venceram em Gabão e em Camarões os esforços de impedir a pregação das boas novas?

      22 Nos tempos modernos, também se fizeram esforços para impedir a pregação das boas novas. Um relatório procedente de Gabão, na África Ocidental, diz: “Embora as condições ainda sejam muito difíceis, os irmãos não estão desanimados. Simplesmente aprendem a viver sob as novas circunstâncias. Certo superintendente explica: ‘O poder de Jeová é manifesto e ele nos fortalece durante as nossas perseguições. O medo que tínhamos no início da proscrição transformou-se em coragem, e a temeridade em prudência. Dum estado enfraquecido tornamo-nos fortes e nosso estado improdutivo mudou para um de fertilidade. Na nossa congregação já vimos o acréscimo de dez publicadores novos em seis meses, e em menos de um ano batizamos quatorze pessoas. A obediência a Jeová trouxe a sua bênção.”‘

      23 No vizinho Camarões, onze irmãos foram presos nos seus lares, pela polícia, e levados para a cadeia. Não haviam nem mesmo realizado uma reunião ou dado testemunho a outros, quando foram presos! Ficaram retidos por três semanas numa pequena cela, onde o calor era quase insuportável. Mas deram-se conta de que este era um campo virgem para a pregação. De modo que testemunharam o dia inteiro; ao passo que os presos iam embora e outros os substituíam, simplesmente continuaram a pregar a pessoas diferentes, de modo bem similar a quando estavam livres para ir de casa em casa. Segundo o relatório mais recente, um dos irmãos ainda não havia sido liberto só porque se encontrou literatura bíblica no seu lar. Mas os dez que foram libertos saíram da prisão alegrando-se com o privilégio de se lhes ter confiado as boas novas a respeito do reino de Deus e de terem tido a oportunidade de falar dele aos outros. — 1 Tes. 2:1-4.

      24. Que efeito tem a “língua pura” sobre os do povo de Jeová e o que aguardam eles?

      24 Quer sob oposição, quer não, o importante é que cada um de nós use seu dom de língua para agradar a nosso Criador. Depois de ficarmos sabendo dos propósitos maravilhosos de Jeová, temos o privilégio de levar a outros esta mensagem de esperança e de vida. Quer sejamos bem instruídos, quer não, Jeová pode fortalecer-nos para transmitirmos seus propósitos aos que amam o que é direito. Apesar das muitas línguas faladas pelos servos de Jeová em todo o mundo, ainda assim, todos são unidos pela “língua pura” da verdade bíblica. Se realmente agradecermos este dom da língua, desejaremos usá-lo para o louvor de Jeová. Se fizermos isso agora, poderemos aguardar ver o tempo, durante o Reinado de Cristo, em que ‘toda língua reconhecerá abertamente que Jesus Cristo é Senhor, para a glória de Deus, o Pai’. (Fil. 2:11) Parece razoável concluir-se que naquele tempo toda a humanidade fiel será unida não só pelo vínculo da adoração pura, mas também pela bênção adicional de uma única língua para todos os povos, entendida por todos e tornada possível pelo Reinado celestial do grandioso Criador da língua, Jeová.

  • Preparados para falar palavras deleitosas de verdade
    A Sentinela — 1974 | 1.° de março
    • Preparados para falar palavras deleitosas de verdade

      1, 2. (a) Após a sua ressurreição, que ordem deu Jesus aos seus discípulos quando se encontrou com eles na Galiléia? (b) Por que tinham motivos de estar espantados, mas que garantia lhes deu Jesus?

      QUANDO Jesus foi ressuscitado dentre os mortos e depois apareceu aos onze discípulos num monte da Galiléia, conforme prometera, mostrou-se que ele era mesmo o porta-voz da verdade da parte de Jeová. Que palavras de encorajamento e de instrução tinha ele? Declarou-lhes: “Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra.” Esta autoridade na terra incluía algo muito prezado ao seu coração, a continuação da atividade de pregação que ele instituiu. Passou a dizer aos discípulos: “Ide, portanto, e fazei discípulos de pessoas de todas as nações, batizando-as em o nome do Pai, e do Filho, e do espírito santo, ensinando-as a observar todas as coisas que vos ordenei. E eis que estou convosco todos os dias, até à terminação do sistema de coisas.” — Mat. 28:16-20; João 2:19-21.

      2 Que ordem espantosa! Imagine, dizer a um pequeno grupo de onze discípulos que fossem e pregassem a pessoas de todas as nações, ensinando-as e batizando-as! Para ilustrar isso: há hoje 149 línguas faladas, cada uma, por um milhão ou mais de pessoas, 16 línguas que são faladas, cada uma, por 50 milhões ou mais. Que tarefa não seria para este pequeno grupo apenas aprender tantas línguas ou ensinar com exatidão o caminho da vida aos milhões que então viviam! Eles devem ter ficado espantados com o alcance destas instruções. É verdade que Jesus disse que estaria com eles, mas como poderiam realizar uma obra tão enorme?

      3. Como ajudou na divulgação da verdade o derramamento do espírito santo em Pentecostes?

      3 Foi apenas dez dias depois da ascensão de Jesus ao céu que cerca de cento e vinte discípulos estavam reunidos em Jerusalém na ocasião da festividade de Pentecostes. De repente, ouviram um som semelhante ao de uma forte brisa, e sobre a cabeça de cada um deles tornaram-se visíveis línguas como que de fogo.

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