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  • Ame o próximo, não o mundo
    A Sentinela — 1962 | 1.° de março
    • também o seu desejo, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.” — 2 Tim. 4:10; 1 João 2:15-17:

      AMAR O PRÓXIMO? — SIM!

      Mas não amar o mundo não quer dizer que o cristão hoje não posso amar ou não ame seu próximo. Ele faz distinção entre o sistema de coisas que está sob o controle de Satanás e as pessoas que são mantidas em cativeiro por Satanás, as outras criaturas humanas. Ele ama o próximo como a si mesmo no sentido de que trata o seu próximo assim como deseja que o seu próximo o trate. Está sempre pronto a ir ajudar o seu próximo, se as circunstâncias o exigirem, assim como fez o motorista cristão do caminhão, mencionado no início da consideração deste assunto. Semelhante ao samaritano da ilustração de Jesus, ele aproveita as oportunidades para ser prestimoso a alguém que está em aflição. Ele segue o mandamento de fazer o bem a todos os homens, à medida que surge a oportunidade, mas principalmente a seus concristãos. — Luc. 10:30-37; Gál. 6:10.

      Todavia, no desejo de evitar a amizade com o mundo, os cristãos dedicados talvez incorram em erro neste respeito. Visto que se dedicaram a fazer a vontade de Deus, na qualidade de ministros cristãos, talvez fiquem inclinados a pensar que a única ajuda que poderão dar a alguém seja a espiritual, mas não é assim. Esta é a espécie mais importante de ajuda, mas há ocasiões em que o próximo necessita de auxílio material ou físico, e, em tal caso, deverá ser dado se a pessoa tiver os meios de assim fazer, embora não seja levada pelo sentimentalismo ao ponto de ser exagerada nisto.

      Sim, embora o cristão esteja sempre pronto a dar ajuda material, segundo os seus meios e a necessidade da pessoa, nunca poderá esquecer que todos os amantes da justiça que há hoje no mundo estão em grande necessidade, em sentido espiritual; não têm conhecimento nem entendimento de Jeová Deus, do seu nome, Palavra e propósitos, tampouco de sua vontade para com eles. Ser diligente em satisfazer tal necessidade espiritual é o melhor meio de poderem mostrar os cristãos o seu amor, pois ainda que ‘a sabedoria seja uma proteção assim como o dinheiro é uma proteção; . . . a vantagem do conhecimento é que a sabedoria preserva vivos seus possuidores’. — Ecl. 7:12.

      Requer muito amor ao próximo da parte dos cristãos irem assiduamente de casa em casa, desconsiderando os insultos, a indiferença e outras inconveniências, e fazendo isto em qualquer condição do tempo, instando com os outros que aprendam as provisões de Deus para a vida eterna. Entretanto, eles não fariam tudo isto se amassem o mundo. Por conseguinte, devemos amar o mundo? Não! Devemos amar o próximo? Sim!

  • Mateus, Marcos ou João?
    A Sentinela — 1962 | 1.° de março
    • Mateus, Marcos ou João?

      Acontece, às vezes, que uma sociedade bíblica precisa fazer a escolha quanto a que livro da Bíblia irá traduzir primeiro para um novo idioma. Em tal caso, pareceria que, dentre os sessenta e seis livros da Bíblia, o Evangelho de Mateus fosse a primeira escolha. Mas tal não se dá. Em geral, há outra consideração, a da conveniência. De modo que o livro de Marcos é a primeira escolha na maior parte de tais casos, por causa de sua simplicidade e brevidade. O Evangelho de João, porém, é o livro bíblico de maior circulação, visto que é o mais popular.

      Neste respeito, pode-se observar que, dos 1.165 idiomas em que a Bíblia está, traduzida, 221 são da Bíblia completa, 277 das Escrituras Gregas Cristãs, e o resto, 667, de um ou mais livros da Bíblia.

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