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Breve exame da antiga ChipreDespertai! — 1979 | 8 de agosto
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“[Paulo e Barnabé] navegaram para Chipre. E, tendo chegado a Salamina, começaram a publicar a palavra de Deus nas sinagogas dos judeus. Tinham também João por assistente.
“Tendo percorrido toda a ilha até Pafos, encontraram certo homem, feiticeiro, falso profeta, um judeu cujo nome era Barjesus, e ele estava com o procônsul Sérgio Paulo, homem inteligente Chamando Barnabé e Saulo, este homem buscava seriamente ouvir a palavra de Deus. Mas Elimas, o feiticeiro, (é assim, de fato, que se traduz o seu nome [Barjesus],) começou a opor-se a eles, buscando desviar da fé o procônsul. Saulo, que é também Paulo, ficando cheio de espírito santo, olhou para ele atentamente e disse: É homem cheio de toda sorte de fraude e de toda sorte de vilania, ó filho do Diabo, inimigo de tudo o que é justo, não cessarás de torcer os caminhos direitos de Jeová? Pois bem, eis que a mão de Jeová está sobre ti e ficarás cego, não vendo a luz do sol por um período de tempo .’Densa névoa e escuridão caíram instantaneamente sobre ele, e ele andava em volta buscando homens para o conduzirem pela mão. O procônsul, vendo então o que tinha acontecido, tornou-se crente, pois ficou assombrado com o ensino de Jeová.” — Atos 13:4-12.
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Benefícios do pleno domínio do idiomaDespertai! — 1979 | 8 de agosto
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Benefícios do pleno domínio do idioma
O famoso estadista e escritor britânico, Sir Winston Churchill, escreveu um relato, há alguns anos, que ilustra o valor do pleno domínio de algo importante que se aprende. Em sua autobiografia, My Early Life (Meus Primeiros Anos de Vida, 1930), explicou como aprendera, como estudante, a falar e escrever a língua inglesa com tanta mestria:
“Por ficar tanto tempo nos primeiros anos do primeiro grau [da Escola de Harrow], obtive imensa vantagem sobre os garotos mais espertos. Todos eles passaram a aprender latim e grego, e coisas esplêndidas como essas. Mas eu aprendia inglês. Éramos considerados tão burros que só conseguíamos aprender inglês. Mr. Somervell — um homem mui deleitável, a quem muito devo — era encarregado de ensinar aos meninos mais tolos a coisa mais desconsiderada de todas — a saber, escrever apenas em inglês. Ele sabia fazê-lo. Ele o ensinava como ninguém jamais o ensinou. Não só aprendemos cabalmente a analisar o inglês, mas também praticávamos continuamente a análise inglesa. Mr. Somervell tinha seu próprio sistema. Ele pegava uma sentença bem comprida e a dividia em seus componentes por meio de tintas preta, vermelha, azul e verde. Sujeito, verbo, objeto: Oração Principal, Oração Coordenada, Oração Subordinada! Cada uma tinha sua cor e suas chaves. Era uma espécie de exercício. Fazíamos isso quase que diariamente. Visto que permaneci no Terceiro-quarto ano . . . três vezes mais do que qualquer outro, passei por isso três vezes mais. Aprendi-o cabalmente. Assim, penetrou em mim a estrutura essencial da sentença comum inglesa — que é uma coisa nobre. E, quando nos anos posteriores, meus colegas de escola que tinham obtido prêmios e distinção por escreverem tão linda poesia em latim e expressivos epigramas gregos tiveram de voltar de novo ao inglês comum, para ganhar sua vida ou progredir, eu não me senti em qualquer desvantagem. Naturalmente, inclino-me a favor de os meninos aprenderem inglês; eu os obrigaria todos a aprender inglês; e, daí, deixaria que os mais espertos aprendessem latim como uma honraria, e grego como um regalo. Mas a única coisa pela qual os açoitaria é por não saberem inglês. Eu os açoitaria duramente por isso.”
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