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  • Os livros das Crônicas — por que foram escritos?
    A Sentinela — 1972 | 15 de março
    • Os judeus de então precisavam ser animados a continuar a defender a adoração verdadeira conforme realizada no templo, e os livros Primeiro e Segundo das Crônicas serviam para isso de modo excelente.

      A narrativa foi escrita de modo a mostrar que os acontecimentos na história de Israel se desenvolveram segundo a atitude dos governantes e dos seus súditos para com Jeová e Sua lei justa. A própria história se torna instrução. Estabelece que a aderência fiel à adoração verdadeira resulta em bênçãos, ao passo que o abandono da adoração verdadeira significa desastre. Quanto encorajamento isto dava aos judeus para evitarem o proceder que trouxera calamidade sobre os seus antepassados!

      Nós também podemos hoje tirar proveito destes exemplos históricos que servem para exortar à fidelidade a Jeová. Se lealmente defendermos a adoração verdadeira, poderemos demonstrar que não despercebemos o objetivo dos livros das Crônicas.

  • Acharam a solução
    A Sentinela — 1972 | 15 de março
    • Acharam a solução

      O SALMISTA Davi declarou sob inspiração: “Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!” — Sal. 133:1, Almeida, atual.

      Muitas igrejas passam hoje por crises. Não só a Igreja Católica, mas também as igrejas protestantes sentem as forças de desunião em operação nelas. Diariamente se torna mais claro que a unidade de crença é vital e essencial, se há de haver unidade de ação. E precisa haver genuíno amor a Deus, amor à verdade e amor ao próximo, para se usufruírem a bondade e a agradabilidade de se ‘viver unidos’. Não importa quão bem sejam ocultas sob o manto da piedade religiosa, não importa quão habilmente sejam executadas, tais coisas como a desonestidade, a imoralidade, a calúnia sutil, os atos de favoritismo, o orgulho — produzem inevitavelmente fricção e desunião.

      Muitos batistas sinceros desejam e até anseiam a plena união descrita na Bíblia. Talvez seja um destes. Lá no primeiro século, durante o ministério terrestre de Jesus, e nos tempos apostólicos, havia pessoas que tinham fome do verdadeiro conhecimento da verdade e da união produzida por tal entendimento claro. Serem Jesus e seus apóstolos difamados pelos fariseus e saduceus, fazendo com que fossem considerados como ‘seita contra que se fala em toda a parte’, não deteve tais pessoas. (Atos 28:22) Elas investigaram.

      As pessoas estão hoje investigando, inclusive os batistas. Às vezes o fazem em face de pressão da parte de parentes e amigos, e apesar dos avisos de clérigos. Em vez de cegamente aceitarem a palavra dos outros, insistem em deixar que as Escrituras sejam seu guia para encontrarem a religião verdadeira. (Atos 17:11) Na sua busca, investigam a obra e as publicações do grupo cristão conhecido como testemunhas de Jeová. O que verificam?

      O QUE OS BATISTAS PESQUISADORES DESCOBRIRAM ENTRE AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ

      Certa mãe, de Charleston, na Carolina do Sul, E. U. A., relata o seguinte: “Pedi ao nosso ministro batista ajudar-nos a encontrar alguém na igreja que pudesse ajudar a mim e aos meus filhos a aprender a Bíblia. A resposta de nosso ministro foi: ‘Não tenho ninguém na igreja habilitado a ensiná-la.’ Ele não se ofereceu a fazer isso ele mesmo. Mais tarde, dirigi-me a diversas igrejas em Charleston, na Carolina do Sul, por dois ou três domingos por vez, tentando descobrir onde as pessoas realmente estudavam a Bíblia. Após vários meses, chegou à minha casa uma das testemunhas de Jeová. Deixei que ela lesse a Bíblia e comentasse os textos. Ela disse que gostaria de voltar. De modo que eu lhe disse que o fizesse.

      “Quando a senhora voltou na semana seguinte, ela me mostrou muitas coisas bonitas na Bíblia. Leu para mim da sua Bíblia, que eu pensava que ‘eles’ deviam ter impresso apenas para si mesmos. Assim que ela saiu da casa, procurei na minha Versão Rei Jaime o que ela havia lido. Pois bem, estava ali! Cada semana, quando voltava, ajudava-me a aprender mais e respondia a quaisquer perguntas que eu fizesse sobre a Bíblia. Dentro de um mês, eu já freqüentava o Salão do Reino e aprendia cada vez mais. Podia ver que estas pessoas realmente viviam segundo a Bíblia e gostavam disso. Em pouco tempo, meus filhos e eu fazíamos o mesmo.”

      Um homem de Macon, Geórgia, E. U. A., relata: “Minha esposa me disse que viria uma Testemunha para nos ensinar a Bíblia. Visto que eu havia sido diácono na igreja batista, eu lhe disse que o mandasse vir e que eu lhe ensinaria a Bíblia. Quando a Testemunha levantou a questão da ‘nova terra’, dirigi-me ao meu pregador para lhe perguntar sobre ela. Ele disse que era um mistério; tudo o que tínhamos de fazer era crer no Senhor Jesus Cristo e ser salvos. Ele também me disse que eu não me metesse com aquela gente, porque não iriam mais gostar de mim. Comecei a pensar no texto de Mateus 24:9 [‘sereis odiados por todas as nações por causa do meu nome’] e decidi que talvez esta fosse a religião certa. Tudo o mais que me haviam dito estava em harmonia com a Bíblia.”

      Os seguintes comentários vêm de Athens, Geórgia: “Sendo pregador batista sincero, eu achava que as testemunhas de Jeová estavam erradas. Mandava-as sair da minha casa, destruía a literatura delas e até mesmo impedi que minha sogra estudasse com elas. Mais tarde, comecei a pensar que era meu dever cristão mostrar àquela gente que estavam errados. Aceitei um estudo bíblico para lhes mostrar que estavam errados e que eu tinha razão. Fiquei surpreso de ver que podiam apoiar com a Bíblia tudo o que diziam, e eu quase não usava a Bíblia. Eu disse a mim mesmo que as testemunhas de Jeová realmente conheciam a Bíblia, mas que ainda assim estavam erradas.

      “Concordei em ir a uma das suas reuniões e ali interjeitei uma pergunta. Fiquei surpreso de ver a benevolência para comigo no modo em que a pergunta foi respondida. Isto me mostrou que as testemunhas de Jeová se preocupavam com as pessoas. Daquele tempo em diante, tenho continuado a estudar com as testemunhas de Jeová, e dei-me conta de que nenhuma outra organização religiosa ensina a Bíblia assim como as testemunhas de Jeová fazem.”

      Lembrando-se de sua experiência uma anterior senhora batista, morando na vizinhança de Colúmbia, Carolina do Sul, observou: “Posso lembrar-me da primeira reunião a que assisti e como o amor destas testemunhas cristãs radiava em toda a congregação. Depois da reunião, ficavam juntas e palestravam sobre o que acabávamos de ouvir e sobre outras verdades bíblicas. Comecei a freqüentar cinco estudos bíblicos por semana e passei a ter cada vez mais alegria, ao aprender algo sobre o meu Criador.

      “Pela primeira vez na minha vida, tive paz mental e associação íntima com meu Criador. Agora sei a quem estou orando, e aprendi as suas maravilhosas promessas feitas aos que amam a justiça.”

      FAZEMOS-LHE UM CONVITE

      Por que não examina pessoalmente a evidência? Sem qualquer custo ou compromisso da sua parte, as testemunhas de Jeová na sua localidade terão prazer em gastar seu tempo para estudar a Bíblia no retiro de seu próprio lar. Poderá considerar perguntas tais como: Por que envelhecemos e morremos? Onde estão os mortos? Como podemos saber que religião Deus aprova? Por que passam tantas orações sem resposta? O que precisamos fazer para ser ouvidos por Deus? Cumprem as atuais condições do mundo a profecia bíblica? O que significam elas? Por que permitiu Deus a iniqüidade até hoje?

      Poderia agora mesmo responder a estas perguntas para a sua própria satisfação e a de outros, usando a sua própria Bíblia? Aproveite-se do arranjo de estudos bíblicos domiciliares gratuitos provido pelas testemunhas de Jeová, e poderá em pouco tempo obter a capacidade de responder a estas e a muitas outras perguntas.

      Convidamo-lo a aceitar a oferta feita pelas testemunhas de Jeová da próxima vez que o visitarem. Ou, se quiser, escreva à editora desta revista, e providenciaremos que alguém o visite. Prove para si mesmo se as testemunhas de Jeová conhecem a Bíblia ou não, se vivem em harmonia com ela e se estão unidas no ensino da verdade bíblica. Atenda as palavras do apóstolo Paulo aos tessalonicenses: “Ponde tudo à prova. Retende o que é bom.” — 1 Tes. 5:21, N. T. da Casa Publicadora Batista.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1972 | 15 de março
    • Perguntas dos Leitores

      ● Que quer dizer a expressão ‘comportar-se como profeta’, que aparece em 1 Samuel 18:10 e 19:20-24? — E. U. A.

      Jeová Deus comissionou seus profetas por meio de seu espírito santo. O profeta Miquéias disse com referência a si mesmo: “Eu mesmo fiquei cheio de poder com o espírito de Jeová, e de justiça e de potência, a fim de contar a Jacó a sua revolta e a Israel o seu pecado.” (Miq. 3:8) Contudo, evidentemente isto não significa que Miquéias e outros profetas falavam continuamente sob inspiração. Antes, o espírito de Deus ‘veio sobre eles’ em certas ocasiões, revelando as mensagens a serem anunciadas. Isto tinha um efeito estimulante sobre os profetas, compelindo-os a falar. Conforme disse o profeta Jeremias: “Fiquei fatigado de contá-lo e não pude mais suportá-lo.” — Jer. 20:9.

      Quando lhes sobrevinha o espírito de Deus para ‘enchê-los de poder’, os profetas não só faziam coisas extraordinárias, mas também sua expressão e suas maneiras devem ter refletido a intensidade de seu sentimento. Tome o nosso próprio caso. Talvez ouçamos alguma notícia muito importante, possivelmente alegre ou talvez perturbadora. Não acontece então amiúde que, antes de a podermos contar aos outros, alguém pergunte: ‘Por que é que age ou se parece tão diferente?’

      Portanto, pode ser que a expressão ‘comportar-se como profeta’ se refira ao modo incomum em que os profetas se expressavam ou se comportavam. Sua concentração total e seu destemor zeloso em cumprir a sua comissão naquela ocasião faziam com que seu comportamento parecesse aos outros estranho e até mesmo irracional. Por exemplo, o profeta que ungiu Jeú como rei parecia louco aos chefes militares. Mas, ao se darem conta de que o homem era profeta, os chefes aceitaram a sua mensagem com plena seriedade — 2 Reis 9:1-13.

      Em 1 Samuel 18:10 lemos que Saul “se comportou como profeta” enquanto Davi tocava harpa. Não era que Saul começasse a proferir profecias, mas ele demonstrou uma perturbação física semelhante à dum profeta pouco antes de profetizar ou durante o profetizar. Neste estado incomum e perturbado, Saul arremessou duas vezes uma lança contra Davi. — 1 Sam. 18:11.

      Mais tarde, na ocasião em que o Rei Saul enviou mensageiros para se apoderarem de Davi em Naiote, estes mensageiros começaram “a comportar-se como profetas.” Evidentemente comportavam-se de modo similar aos profetas pouco antes ou durante o profetizar. Parece que o espírito de Deus operava sobre estes mensageiros dum modo que eles se esqueceram completamente de sua incumbência. — 1 Sam. 19:20, 21.

      Quando Saul, depois, decidiu ir pessoalmente em perseguição de Davi, foi induzido a “comportar-se como profeta”. Enquanto se ‘comportava como profeta’, Saul despiu-se de suas vestes e “ficou deitado nu todo aquele dia e toda aquela noite”, tempo durante o qual Davi evidentemente conseguiu fugir. (1 Sam. 19:22-20:1) Significa

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