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  • Números não bastam
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1961
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1961
w61 15/3 pp. 163-165

Números não bastam

Budistas . . . . . . 500.000.000

Católicos Romanos . . 454.000.000

Muçulmanos . . . . . . 300.000.000

Hindus . . . . . . . . 300.000.000

Protestantes . . . . . . 225.000.000

Católicos Ortodoxos . 200.000.000

Judeus . . . . . . . . . 12.000.000

NÚMEROS não constituem uma base sólida em que se possa edificar a fé. Se o cristianismo se fundasse em números, teria fracassado. Na hora mais tenebrosa do cristianismo, a saber, quando Jesus estava pendurado na estaca de tortura, não havia nenhum dos seus apóstolos do lado dele. Contudo, o cristianismo triunfou, não por causa dos seus números, mas antes porque é de Deus.

Os grandes algarismos tendem a criar um falso senso de segurança. Para desfazer tais ilusões, Moisés disse aos israelitas: “Jehovah não vos teve affeição, nem vos escolheu, porque ereis mais numerosos que qualquer povo (pois vós ereis o mais pequeno de todos os povos) mas por que Jehovah vos amou, e porque guardou o juramento que fez a vossos pais.” Os números não são o fator influente perante Deus. — Deu. 7:7, 8.

Um só com Deus ao seu lado é uma força mais formidável do que todo um universo povoado sem ele. Deus pode salvar com muitos ou com poucos. Tome o caso do Juiz Gedeão. Êle começou com um exército de 32.000 homens para enfrentar o exército bem equipado de Madiã, composto de pelo menos 135.000 espadachins peritos. Deus mandou que Gedeão reduzisse assuas forças. Gedeão fez isso, reduzindo-o a apenas trezentos homens. Com este punhado de homens ele se lançou na batalha contra os madianitas e ganhou uma vitória esmagadora. A diferença era Deus. “Nada ha que prohiba a Jehovah de livrar ou com muitos ou com poucos.” — 1 Sam. 14:6; Juí. 7:1-14.

O Rei Davi cedeu mui provavelmente à tentação quando mandou contar os jovens em Israel para saber a força combatente da nação. Êle estava evidentemente planejando uma aventura militar sem o conselho e a ajuda de Deus. Estava prestes a confiar nos números. Mais tarde, Davi admitiu que tinha ‘procedido nesciamente’. — 1 Crô. 21:1-8, LEB.

Nos países democráticos domina a maioria, mas isto não é base para se crer que a maioria sempre tem razão ou que a força dos números produz o que é certo. Por exemplo, a vasta maioria da humanidade se opunha ao proceder adotado por Noé e sua família. No entanto, a maioria estava errada. Noé e sua família foram justificados como certos por sobreviverem ao dilúvio. Nos dias de Jesus, quase ninguém cria nele como sendo o Cristo. Estavam errados. A ressurreição de Jesus dentre os mortos, por Deus, confirmou além de dúvida o seu messiado. Deus estabelece as regras do que é certo e do que é errado, não o homem. “Quem é sabio, e entenderá estas cousas prudente, e as conhecerá? porque os caminhos de Jehovah são direitos, e os justos andarão nelles; mas os transgressorés cahirão nelles.” — Osé. 14:9.

Atualmente, as organizações religiosas têm o hábito de exibir os seus grandes números e sua riqueza como prova de serem favorecidas por Deus. A Igreja Católica Romana gaba-se de 464.000.000 de adeptos, quase um quinto da população do mundo. Os seguidores de Buda jactam-se de um número ainda maior, cerca de 500.000.000. O hinduísmo afirma ter 300.000.000 de aderentes; os muçulmanos, 300.000.000 de seguidores; e o judaísmo, quase 12.000.000 de pessoas. Os protestantes em todo o mundo ascendem a cerca de 225.000.000, e os ortodoxos, a outros 200.000.000. Significam estes grandes números que têm a bênção de Deus? Muitos professos cristãos dizem que sim. Eles salientam o aumento nos membros como indício dos frutos cristãos.

Um dos aumentos mais dramáticos nos últimos vinte anos tem sido o do cristianismo nominal nos Estados Unidos. “A partir de 1955”, diz um relatório do Reader’s Digest, “os membros das igrejas aumentaram vertiginosamente de 50 milhões em 1929 para mais de 95 milhões — um aumento de 90 por cento, ao passo que a população aumentou apenas 31,4 por cento. Durante o mesmo período construíram-se mais 58.000 locais de culto, elevando o total a 295.000 igrejas e sinagogas”. O rol de membros dos Batistas do Sul aumentou de 5.100.000 em 1940 para 9.206.758 em 1958; os metodistas, de 7.400.000 para 9.691.916; e os episcopais, de 2.200.000 para 3.274.678. O número dos membros das igrejas e sinagogas dos Estados Unidos, em 1958, foi calculado em 104.189.678 pessoas, ou 61 por cento duma população calculada em 170.500.000. Dentre cada 100 norte-americanos, 62 professam agora afiliação a alguma igreja, em comparação com 20 dentre 100, há um século. As receitas totais para todos os fins, de cinqüenta e três grupos protestantes e ortodoxos orientais, relatadas para 1958, ascenderam a mais de US$ 2.000.000.000, o que representa uma proporção de aumento três vezes maior que o do número de membros.

Os católicos romanos, nos Estados Unidos, falam dum aumento de 47,8 por cento desde 1949. O total de católicos romanos, em 1959, foi dado como 39.505.475, algarismo que representa um aumento de 3.481.498 durante 1958. A Igreja Católica Romana não publica a sua receita.

O número de membros e as receitas conhecidas mostram um forte aumento. A construção de igrejas está num auge de todos os tempos. As atuais casas de adoração têm assentos que se amoldam ao corpo, iluminação científica, um jogo alegre de cores e acondicionamento de som, e muitas delas estão equipadas com ar condicionado. Mas, é tudo isso representativo do cristianismo — estes números, o dinheiro e os confortos? Não necessariamente. O secretário geral adjunto do Conselho Nacional das Igrejas de Cristo na América, Dr. Roswell P. Barnes, observou que, embora a religião na América tenha ficado próspera, a incidência do crime atingiu novos auges. Este “fato embaraçoso”, disse ele, é sintomático do “estado baixo da disciplina moral, do subjacente desassossego e da tensão. A riqueza e o conforto não tornaram a nossa nação justa e feliz”, disse ele.

Os frutos do espírito de Deus, mencionados em Gálatas 5:22, 23 não se evidenciam na cristandade. Vê-se pessoas nas igrejas, mas os princípios cristãos aplicados na vida pública não são observáveis. O número dos divórcios está no seu auge, a delinqüência juvenil e adulta está no seu pior estágio, prevalece a imoralidade e se desprezam a integridade e a virtude. Embora se proclame altamente a paz, poucos praticam a paz. Os clamores pela união e para a “proscrição da bomba” têm a sua origem no temor e não no princípio do amor.

O número dos membros das religiões é grande, mas, números não bastam. O que conta realmente são a justiça, a bondade, o amor, a fé e a integridade.

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