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  • Por que os clérigos se metem na política?
    Despertai! — 1987 | 22 de abril
    • pobres, tal como pela distribuição de terras aos empobrecidos.

      O que pensa do envolvimento dos líderes religiosos na política, a fim de promover-se a ação social ou o “humanismo secular”, como tais questões são às vezes rotuladas? Até mesmo alguns clérigos não se sentem à vontade com o que vêem acontecer. Keith Gephart, clérigo fundamentalista, comentou: “Ao crescer, sempre ouvia dizer que as igrejas deviam manter-se afastadas da política. Agora, parece quase um pecado não envolver-se nela.” Disse um redator de notícias religiosas dum jornal: “Desde o início da década de 70, cristãos fundamentalistas passaram gradualmente a crer que o ativismo político é um dever.”

      Mesmo quando as causas parecem meritórias, considere quão longe tais passos estão levando o clero, e veja se aprova isto.

      O Que Faz a Teologia da Libertação?

      Atribui-se amplamente a Gustavo Gutiérrez, sacerdote católico do Peru, a criação da “teologia da libertação” em resposta à aflitiva situação dos pobres. Esta tendência é bem difundida entre os clérigos da América Latina e de outras partes. O Manchester Guardian Weekly, da Inglaterra, informou que o Bispo de Durham atacou a filosofia política do Governo, e assim, instou que se “promovesse a causa duma ‘teologia da libertação’”.

      É tal teologia apenas uma ênfase dada à preocupação com os pobres, como a Bíblia incentiva? Dificilmente. O Bispo Durham admite que “a teologia da libertação britânica considerará, com muita seriedade, parte dos diagnósticos do marxismo”. Isto envolve interpretar a luta de classes travada pelos pobres pela utilização do método de raciocínio marxista. Com que conseqüências?

      O jornal National Catholic Reporter (4 de julho de 1986) estampava a manchete: “A Luta Pelas Terras no Brasil Lança a Igreja Contra o Estado.” Um fato por trás deste conflito é que somente um pequeno número de “grandes proprietários de terras controla 83 por cento das terras”. Comícios e marchas liderados por clérigos são parte da “luta pela terra”. E “luta” é um termo apropriado. O artigo dizia que “218 pessoas morreram em mais de 700 conflitos de terras, no ano passado, incluindo o Padre Josimo Tavares, sacerdote e líder de reforma agrária brasileiro, assassinado em 11 de junho”.

      A teologia da libertação está-se tornando popular. Um editorial do jornal The New York Times reconhecia que a posição oficial do Vaticano é a de que os clérigos não se devem envolver na política partidária, mas dizia, ademais, que o Vaticano “também abraça o princípio fundamental da teologia da libertação: que o Evangelho cristão justifica as lutas dos pobres pela liberdade política e pelo controle de sua vida”.

      Num sentido similar é a acusação de que a Maryknoll, uma ordem missionária católica, tem “disseminado o evangelho da teologia da libertação e da política socialista”. Um estudo feito em 1985, The Revolution Lobby (O Lobby da Revolução), acusava: “A Maryknoll tem tido êxito em fazer com que a mensagem marxista-leninista da revolução violenta obtivesse aceitação pública, precisamente porque se tem permitido que opere como um braço da Igreja Católica. Sua mensagem tem alcançado, não só o freqüentador mediano de igreja, mas também destacadas pessoas que traçam os rumos da política americana.”

      Tem Isso a Aprovação de Deus?

      É claro que, por todo o globo, hoje em dia, a religião se mete na política, e existem vários motivos para isto. O que, porém, pensa Deus sobre isso? A Bíblia mostra que, em breve, ele vai manifestar francamente a Sua posição. Como isso influirá sobre o leitor e seus entes queridos? E que peso isso deve ter sobre suas atuais atitudes e ações?

  • A religião na política — será esta a vontade de Deus?
    Despertai! — 1987 | 22 de abril
    • A religião na política — será esta a vontade de Deus?

      “LEVANTOU-SE Judas, o galileu, nos dias do registro, e arrastou muitos após si. Contudo, esse homem pereceu, e todos os que lhe obedeciam foram espalhados.” (Atos 5:37) Aqui temos outro exemplo bíblico de a religião se meter na política.

      Pouco antes de Jesus nascer, este Judas ‘conseguiu a ajuda de Sadoque, um fariseu, e engajou-se vigorosamente na causa da rebelião’. Embora Judas fosse “um rabino, com uma seita dele mesmo”, ele “tentou atiçar os naturais a revoltar-se, afirmando que eles seriam covardes caso se submetessem a pagar impostos aos romanos”. — The Jewish War (A Guerra Judaica), de Josefo.

      Será Que Jesus Faria Isso?

      Logo depois do batismo de Jesus, o Diabo tentou envolvê-lo em sentido político. Satanás ofereceu-lhe “todos os reinos do mundo e a glória deles”. Cristo não negou que o

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